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Escolhas como leitor
...Liberdade, essa palavra que o
[ a maré. ]
[ a maré. ]
05 - Há metafísica bastante em não pensar em nada.
07 - Da minha aldeia
14 versos a rimar
A Arca de Noé
A árvore da serra
A Avó
A Beleza
À bem-amada
A Bordoleta
A Certeza de que Te Amo
A CORAGEM
A D Joana
A dor que a minha alma sente
A DUAS FLORES
A Faustino Xavier de Novais
A Felicidade
A Flor e a Fonte
A Funda
A gana e a ânsia
A HORA CERTA
A idéia
A janela
A João de Deus
A Mãe do Cativo
A Máquina de Escrever
À MARGEM DE UMA FONTE QUE CORRIA
A minha pequena janela
A Minha Tragédia
A Moda
A morte
À Morte
A Mulher I
A Mulher Ii
A NASCENTE DAS LÁGRIMAS
A Natureza
A Nossa Casa
A Paixão Segundo Camões
A Passiflora
A PAZ É DE TODOS NÓS
A QUEDA
A Rua dos Cataventos
A saudade diz
A Uma Rapariga
A Vida
A Vida
Abandono
Abrindo o coração
Adão e Eva
Adeus
Adeus, Lisboa
Adoração
Adoração
AFINIDADES [Manoel Serrão]
Álcool
Alface
Amador sem coisa amada
Amar!
Ambiciosa
Amemos!
América
Amiga
Amizade
Amnésia
Amor e Medo
Amor ou Cobiça ! (soneto)
Amostra sem valor
Anjinho
Anjo Com Sabor a Sal
Anoitecer
Anseio
Anseios
Ao desconcerto do Mundo
Ao dia Sete de Setembro
Ao Promotor Leandro Borges
Aos Olhos D’Ele
Aos Poetas
Apenas um toque
ARANDELA
Arma secreta
AROMA DE CAFÉ
Arte de Amar
As angústias mais cerradas deixam
As coisas do instinto
As Formas de Governo
Às loas
As Minhas Ilusões
As Montanhas
As Rosas
As sem razões do amor
As Três Irmãs do Poeta
Aspiração
Asseguro-te que
ATÉ BREVE
Ave Libertas
AVE-MARIA [2]
Bacanal
Balada da neve
Basta um frade ruim para
Bebido o Luar, Ébrios de Horizontes
Beijar bem
Belo Belo
BICHO RARO
Bom é que não esqueçais
Bruno Tolentino faz versos contra a hipocrisia
Busque Amor novas artes
Cada época é definida pelo
Caixinha de música
Caminho I
CANÇÃO DE NINAR DA DOR DE UMA MÃE
CÂNTICO DO IRMÃO SOL
Cântico Dos Cânticos
Carnal e Místico
Castelos na Areia
Cavalo alado
Chama E Fumo
Cigarra
cigarro
Coisa rara
Coitado! que em um tempo choro e rio
Com o Tempo o Prado Seco Reverdece
Como a floresta secular
COMO ENXERGO O MUNDO?
Como eu te amo
COMO EXPLICAR?
Companheiro de caminhada
Confisão
Conselhos
Contexto
Contrastes
CONVERSANDO COM A LUA
Correnteza
Cotovia
Crepúsculo
Da alma e de quanto tiver
Das Utopias
Data
De Joelhos
De mão dada
DE OLHOS FECHADOS
De quantas graças tinha, a Natureza
De que vale ter tudo na vida?
De tanto olhar o sol
De tarde
Deixei meu coração enfim morar na lua
Delírio
Depois do tempo
Desalento da noite ou da morte da noite pela virgem
Desejo
Desejo
DESEJO
Desejos Vãos
Desencanto
Desigualdades
Destino Incerto
DEUS FEZ AS MÃES
Deus Verde - Vida
Devia morrer-se de outra maneira
Devias estar aqui rente aos meus lábios
Dez réis de esperança
Dia-a-dia
Ditoso seja aquele que somente
Do rio que tudo arrasta
Dormi. Sonhei. No informe labirinto
Dos Nossos Males
Dualismo
Duas Almas
É fraqueza entre ovelhas ser
E por vezes as noites duram meses
Eco
Ela canta, pobre ceifeira,
Em Busca do Amor
Emotividade da Cor
Encontro
Encontro de duas mãos
Equilibre Corpo, Mente e Alma
Escada sem corrimão
Escreve-Me..
escrevo
espera
Esquecimento
Esta manhã encontrei o teu nome
Esta noite fui tua
Este cielo
ESTRELA CADENTE (ACRÓSTICO)
Eterno Retorno
Eu não escrevo para você
Eu que sou feio, sólido, leal
Extasis
Fábula - O pássaro e a flor
Fado
FANTASIA
Fecundação
Filho da desilusão
FLORESCE
Fogo, Água, Terra, Ar
FOI DEUS
Folha Solta
Fronteira das intuições
Gato
Génesis
Grande
Há palavras que nos beijam
HAI -KAI
HAICAIS-18
Harmonia da tarde
HOJE
Hoje
Hoje
Horas de Saudade
Hospício
Ideal
Igual ao vento
II - Presente de Anos
Ilha
Ilusão
IM[PREVISÃO] [Manoel Serrão]
Imortal Atitude
Impressão digital
Indômitos sentimentos
inexplicavelmente
Infinito
Inflama-me, poente: faz-me perfume e chama
INIQUIDADE [Manoel Serrão]
Injustiça
Inocência
Inscrição estival
Insinceridade
IV - Sempre o Brasil
Julga-me a gente toda por perdido
Lá quando em mim perder a humanidade
Lágrima de preta
Lamento para a língua portuguesa
Leito de Folhas Verdes
Lembro-me ou não? Ou sonhei?
Lépida e leve
Li um dia
Limites do Amor
Língua Portuguesa
Livre como o Ar
Livro de Horas
Llegaste
Longe de Ti
LOUCURAS DE AMOR
Luares
LUZES
Madrigal Melancólico
Mal Secreto
MAR MORTO
Mas, conquanto não pode haver desgosto
Medieval
Melhor Assim
Mentira
Mentiras
Mesmo
Meu Anjo, Escuta
Minha mulher
Minha Terra
Minha Terra
Minhas Impressões
MISSAL (trecho- ORAÇÃO DO MAR)
Mistério
Mobilização Correta
Mocidade
Moinhas Mãos
Momentos
Moraliza o Poeta nos Ocidentes
Moreninha
Mors-Amor
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Mulher ao espelho
Murmúrio
Na Mão De Deus
Na Rede
na vida
Nada é impossível de mudar
Não matei o Rato
Não peça
Não te amo mais !!!
Não te ter...
Nas asas da surreal-idade
NATUREZA CENTRAL
Nau Catrineta
Navios-Fantasmas
ndugcts . 068
ndugcts . 069
ndugcts . 073
ndugcts . 075
ndugcts . 078
ndugcts . 085
Neblina
Nervos D’Oiro
Nesta ausência
Neurastenia
Nihil Novum
Nirvana
No Hospital
No meu mar
Noite de Saudade
Noitinha
Nos dias que não te vejo
NOSSOS SONHOS
Nostalgia
Nuvens correndo num rio
O amor
O AMOR É UM FEIXE DE LUZ
O Beija-Flor
O cisne, quando sente ser chegada
O corvo e a raposa
O Espectro
O Fado
O Gondoleiro do Amor
O homem
O Ilhéu
O Livro e a América
Ó maio
O Maior Bem
O Meu Amor
O Meu Condão
O Meu Desejo
O Meu Impossível
O Meu Soneto
O Nosso Livro
O Nosso Mundo
O Palácio da Ventura
O Pássaro Cativo
O peido que a nêga deu quase não passa no cu
o povo de israel
O Que É - Simpatia
O que tu és...
O Recreio
O Rei Reina e Não Governa
O Sorriso
O tempo acaba o ano, o mês e a hora
O Teu Livro
Oblíquo Setembro de Equinócio Tarde
Ode à Paz
Ódio?
Olhos Verdes
ONDE ESTÁS
Ora (direis) Ouvir Estrelas!
Oração
Oração de Joelhos
Os Anjos da Meia Noite
Os Colonos
Os Dois Horizontes
Os Gatos
Os Meus Sonhos
Os Meus Versos
Os Olhos do Tato
Os Perfumes
Os Versos Que Te Fiz
P a s s a r e d o
Paisagem
Paisagem
Palavra
PA-LAVRA [Manoel Serrão]
Para Atravessar Contigo o Deserto do Mundo
Para quê?!
Para ser grande, sê inteiro: nada
Passamos pelas coisas sem as ver
Passeio Ao Campo
Passos
Passos tardam na relva
Pedra Filosofal
Pedro Ivo
Pelo Telefone
Penélope
Pequeno poema desalmado
PERFUMES
Perfumes e Amor
Perguntas e Respostas
Pobrezinha
Poema a Boca Fechada
Poema da malta das naus
Poema do alegre desespero
Poema do esquecimento
Poema do fecho-éclair
POEMA EM LINHA RECTA
Poesia omnipresente
POETA-SE BEM! [Manoel Serrão]
Ponta da língua
Por decoro
Por favor
POR QUE RIMAR AMOR COM DOR?
Por que???
Portos, olhares e ausências
Primeiro Encontro
PROCURO-TE
Profecia
Psicanálise
Pudesse Eu Não Ter Laços Nem Limites
Quando
Quando da bela vista e doce riso
Quando tudo for preciso e esclarecido
Quantas vezes mais? (Soneto)
Quase
Que Cousa é um Ministro
Que é - Simpatia
Que me venha esse homem
Que me venha este homem
Quem bate a porta?
Quem diz que Amor é falso ou enganoso
Quem não se move não sente as correntes que o prendem
Quem vê, Senhora, claro e manifesto
QUERER
Querer
queria poder sufocar-me
Radar
Realidade
Receita de Mulher
Reminiscências
Retrato
Rosas
Rústica
Sacrifícios para a Deusa
Sardenta
Saudade
Saudade
Se alguma vez, nos salões de um palácio
Se as minhas mãos pudessem desfolhar
Se eu fosse um Padre
Se me vem tanta glória só de olhar-te
Se nada houvesse para além da morte,
Sê paciente; espera
Se se Morre de Amor!
Segunda Impaciência Do Poeta
Segunda pessoa do singular
Sem eleições gerais, sem uma
sem título
Sempre a Razão vencida foi de Amor
SENHORA
SENTIMENTAL!
SENTIMENTOS
Ser amado dá-te força, amar dá-te coragem.
SER PAI
Ser poeta
Sete anos de pastor Jacob servia
Silêncio!...
SINAIS
Sinto-te
Sinuosa
Sobrando solidão...
Sobre homens
SOMENTE SÓ
Soneto
Soneto
Soneto À Maneira de Camões
Soneto ao Dia em que se Declarou a Independência
Soneto de amor
Soneto do Amor Total
Sonhando...
Sonhei Com Lúcidos Delírios
Sonhei contigo
SONHO
Sonho
Sonho Vago
Sonhos...
Soror Saudade
Sortimento de Gorras para a Gente do Grande Tom
Sozinho
Súplica
Tácito Desejo
Tanto de meu estado me acho incerto
Tapera
Tarde - LXVI
Tarde Demais...
te amo
Terra do Brasil
Teu olhar
Teus olhos contas escuras,
tiempo para recordar
Tortura
Transforma-se o amador na cousa amada
TRANSITO
Três Cantos
Tríptico - Ii
Trova do vento que passa
Trovas Para Serem Vendidas
Troversando
Tu eras também uma pequena folha
Tu tens um medo
Tuas Horas
Tudo que faço ou medito
Última vez
Último credo
Último Sonho de “Soror Saudade”
Um após o Outro
Um beijo
Um poema
UM RARO PRAZER [Manoel Serrão]
Um sonho num sonho
Um Tu falando em nós
Uma casa portuguesa
UMA MAÇÃ para minha PROFESSORA
UNA PIEDRA
VAZIO
Verdades Cruéis
Versos de Orgulho
viajante do absurdo
Viajar no meu barquinho
Vida em Construção(refrão)
Vila Boa de Goiás
VINHO
Virgem Maria Rita
Visões
Viver imperativo
WEDNESDAY - 23
XIII [Ora (direis) ouvir estrelas
XXXIII - Ismália
διαλεκτική