Escritas

Poesia omnipresente

David Lobo Cordeiro
Minha poesia por Lisboa espalhada
Em cada esquina e colina, misteriosamente
Pode ser pouco, para muitos nada
Mas é como ter minh'arte omnipresente

Letra a letra, rima a rima, o povo entende
Que alguém resolveu su'alma partilhar
E se ao passares, um teu breve olhar se prende
É o bastante, e tal dádiva não se vende
Dá-se, para o tempo o perpetuar.
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Comentários (4)

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Ellen
Ellen
2022-05-16

Preciso da dissertação desse poema. Alguém poderia me ajudar.

M
M
2020-06-26

Junho de 1865

2012-08-01

Muito peculiar poema cheio de você se espalhando em emoções . Aplausos

joao_euzebio
2012-08-01

Dentro de uma rima segue seus sonhos que suponho seja infinito então deixa o grito ecoar para que todos possam escutar o quão belo é seu poema. Parabéns