viajante do absurdo
Ella Lorenza
1 min min de leitura
Viajante do absurdo,
pede alforria para o mundo.
Autofagia em senso desesperado,
fagocitou seu coração,
na esperança de algo novo dentro
de si.
Silencia a maldição monocromática,
se afogando em vícios inventados.
A criação, último ato desesperado,
ir por um caminho cego
em busca de cores.
Nesse jogo de perdas e sonhos,
incorpora sua própria melancolia,
força a face dolorida de fingida
em alegria,
para não ter que desabotoar suas vergonhas
e cuspir sua tristeza
para um mundo ocupado com outros absurdos.
pede alforria para o mundo.
Autofagia em senso desesperado,
fagocitou seu coração,
na esperança de algo novo dentro
de si.
Silencia a maldição monocromática,
se afogando em vícios inventados.
A criação, último ato desesperado,
ir por um caminho cego
em busca de cores.
Nesse jogo de perdas e sonhos,
incorpora sua própria melancolia,
força a face dolorida de fingida
em alegria,
para não ter que desabotoar suas vergonhas
e cuspir sua tristeza
para um mundo ocupado com outros absurdos.
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