BICHO RARO
DANDDARA
Entre prédios alvo-cinzentos
És a improvável cor
Sobre desérticas Babilônias
Um oásis voador
Acima do céu de São Paulo
Ozul mais azulzinho
Além das curvas dessa estrada
Finalmente, meu caminho
Sob a mancha de óleo n'água
Cardumes de peixes vivos
Contra o fim do velho mundo
Todos os motivos
Ao revés do néo-apocalipse
Renovada Era
De dentro desta santa asceta
Animus Fera!
Através das solidões sofistas
Ares de amor
Deus pagão - és o que foste
E como for.
Amar-te é saber-te...
Ama, pois, bicho raro
A mim, que a ti tanto
Amo e amo - Homem-flor.
Rio, outubro de 2005
És a improvável cor
Sobre desérticas Babilônias
Um oásis voador
Acima do céu de São Paulo
Ozul mais azulzinho
Além das curvas dessa estrada
Finalmente, meu caminho
Sob a mancha de óleo n'água
Cardumes de peixes vivos
Contra o fim do velho mundo
Todos os motivos
Ao revés do néo-apocalipse
Renovada Era
De dentro desta santa asceta
Animus Fera!
Através das solidões sofistas
Ares de amor
Deus pagão - és o que foste
E como for.
Amar-te é saber-te...
Ama, pois, bicho raro
A mim, que a ti tanto
Amo e amo - Homem-flor.
Rio, outubro de 2005
Comentários (5)
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DANDARA
2011-09-17
Seu comentário entusiasmado é muito estimulante. Obrigada por seu interesse em minha poesia!
Manito_O_Nato
2011-09-17
Poesia Pura! Maravilhosa! Bicho raro! Diz o que queres e o que não queres; e diz também o que quero eu... Parabéns!
DANDARA
2011-09-15
Valeu, João! Obrigada por seu interesse em minha literatura. Abs. DAN
joao_euzebio
2011-09-14
QUE MARAVILHA E VIAJAR POR ESTE APOCALÍPTICO PENSAMENTOS ELES PARECEM QUE JUNTAM NOSSAS ALMAS E BAGUNÇAM NOSSOS SENTIMENTOS DANDO A PROPORÇÃO EXATA DO QUE SOMOS, PARABÉNS CONTINUE ASSIM.
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