Por favor

e quando as armas se calaram
e os corpos se contaram,
jazias amigo, curvado
entre a vida e o sol posto.
Entranhas abertas,
gemido forte,
olhar vidrado
fixado na morte.
Máscara de sangue.
E foi então,
todo em tremor,
num ultimo estertor
abrindo a mão,
(esgar de dor),
me pediste;
por favor...
entrega isto
ao meu Amor.
(e de mansinho, lá te foste!!!)
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Comentários (6)

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ok
ok
2024-10-02

Muito top recomendo mario quintana

giseledurozanini
2021-05-15

Esperança!!! Esperança é a herança q resta para um Brasil q ñ deixa d ser criança...

existo
existo
2020-10-29

sensato

Charles
Charles
2020-05-30

Lindo poema deste mestre.

Megrapp
Megrapp
2020-05-12

Muito bom! Simples mas maravilhoso!