A Certeza de que Te Amo

Meu coração há muito congelado pelo tempo...
Transformado em reduto de lembranças amargas
E chagas profundas... Condenado ao padecimento
E a desesperança por ignorância de tua existência


Pelos tormentos de minhas lembranças desconhecendo
O balsamo de tua companhia sonhei com a morte...
Esquecimento dos que vivem e repouso dos que sofrem...


Quando vi a luz... Meu coração temeu o desconhecido pensei ser o fim...
Que doce engano... As flores que só esperava na morte me sorriram...
O calor que achava abrigado no inferno brotou no meu peito...
O vazio tornou-se espaço para ser feliz e recomeçar uma nova vida...
Meu pesadelo... Finalmente um alegre despertar...
E o despertar ... A certeza de que te amo...
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Comentários (2)

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Irene
Irene
2019-10-28

E franqueza e nao fraqueza Obrigada

Vasco J Matos Sequeira da Costa Pinto
Vasco J Matos Sequeira da Costa Pinto
2017-10-06

Neste poema é co-autor Vasco Matos Sequeira. Amigos que colaboraram conjuntamente em revistas assinando Reinaldo Porto e Vasco Lisboa