Lista de Poemas
Encontro de duas mãos
que procuram estrelas,
nas entranhas da noite!
Inflama-me, poente: faz-me perfume e chama
que o meu coração seja igual a ti, poente!
descobre em mim o eterno, o que arde, o que ama,
...e o vento do esquecimento arraste o que é doente!
Eu não voltarei
morna, serena, calada,
adormecerá tudo, sob
sua lua solitária.
Meu corpo estará ausente,
e pela janela alta
entrará a brisa fresca
a perguntar por minha alma.
Ignoro se alguém me aguarda
de ausência tão prolongada,
ou beija a minha lembrança
entre carícias e lágrimas.
Mas haverá estrelas, flores
e suspiros e esperanças,
e amor nas alamedas,
sob a sombra das ramagens.
E tocará esse piano
como nesta noite plácida,
não havendo quem o escute,
a pensar, nesta varanda.
Todas as rosas são a mesma rosa
amor!, a única rosa;
e tudo está contido nela,
breve imagem do mundo,
amor!, a única rosa.
A terra leva-nos por terra
mas tu, mar,
levas-nos pelo céu.
A rosa
tua nudez feita graça.
A fonte:
tua nudez feita água.
A estrela:
tua nudez feita alma.
A solidão era eterna
e o silêncio inacabável.
Detive-me com uma árvore
e ouvi falar as árvores.
Que acontece a uma música
quando deixa de soar;
e a uma brisa que deixa
de voar,
e a uma luz que se apaga?
Morte, diz: que és tu, senão silêncio,
calma e sombra?
Está tão puro já meu coração
que é o mesmo que morra
ou cante.
Quando eu estiver com as raízes
chama-me com tua voz.
Irá parecer-me que entra
a tremer a luz do sol.
Comentários (3)
Todas as rosas são a mesma rosa Todas as rosas são a mesma rosa, amor!, a única rosa; e tudo está contido nela, breve imagem do mundo, amor!, a única rosa. Que acontece a uma música Que acontece a uma música, quando deixa de soar; e a uma brisa que deixa de voar, e a uma luz que se apaga? Morte, diz: que és tu, senão silêncio, calma e sombra? Quando eu estiver com as raízes Quando eu estiver com as raízes chama-me com tua voz. Irá parecer-me que entra a tremer a luz do sol. Inflama-me, poente: faz-me perfume e chama Inflama-me, poente: faz-me perfume e chama; que o meu coração seja igual a ti, poente! descobre em mim o eterno, o que arde, o que ama, ...e o vento do esquecimento arraste o que é doente! Eu não voltarei Eu não voltarei. E a noite morna, serena, calada, adormecerá tudo, sob sua lua solitária. Meu corpo estará ausente, e pela janela alta entrará a brisa fresca a perguntar por minha alma. Ignoro se alguém me aguarda de ausência tão prolongada, ou beija a minha lembrança entre carícias e lágrimas. Mas haverá estrelas, flores e suspiros e esperanças, e amor nas alamedas, sob a sombra das ramagens. E tocará esse piano como nesta noite plácida, não havendo quem o escute, a pensar, nesta varanda.
Quem me dera um homem me falar um poema desses,kkkkkkkkkkkkkkkk
muito bom choreiiii
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