Encontro
Daniel Correia
Olá, eu sou o macaco fingidor
mas podes chamar-me Poeta.
Não tenho sede, mas bebo,
tenho sede. Para despir este segredo
Que me dói e que te ofereço.
E tu, de onde vens?
Eu sou a macaca, não tenho nada de especial para fazer
mas estou aqui sentada à espera
Que alguém me leve
E escreva a minha
Biografia.
mas podes chamar-me Poeta.
Não tenho sede, mas bebo,
tenho sede. Para despir este segredo
Que me dói e que te ofereço.
E tu, de onde vens?
Eu sou a macaca, não tenho nada de especial para fazer
mas estou aqui sentada à espera
Que alguém me leve
E escreva a minha
Biografia.
Comentários (6)
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ademir domingos zanotelli
2025-09-05
Bem tenho a impressão que este grande poeta Português está com toda a razão....em nossa morte nos transformarmos em nuvens ou em fumo, sendo levados em partes por ventos de lábios muitos azuis. ( que é uma beleza de cor )Ademir
Joao Jesus
2023-06-08
Poema bruto. Lindo. Obrigado
Letícia Uqueio
2022-08-04
Eu amo esse poema
João Miguel Rodrigues
2016-01-20
Devia mesmo morrer-se de outra maneira...
coco
2015-01-22
-.-
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