Escritas

Biografia

Sou Poeta, escritor 2 livros publicados, cineasta diretor de cinema amador, Enxadrista amador-pro jogo Xadrez, Estudo Frances, fui candidato a vereador em 2016, Presidente da ANJOS Associação Nacional dos Jovens Solidários, Trabalhei na Prosoft e Prefeitura da cidade

Lista de Poemas

Total de poemas: 75 Página 8 de 8

Poção de insônia

O rito da alma insolúvel ar grave coração rígido

Invoco todos pesares ate os pesares salta a saudade no supuro no coração que escuma a dor onde se extraviam os sons dos sinos

O grito suprimido na garganta toutinegra estas tais aves passeriformes que hei de encontrar um dia votiva que faço em meio aos vento e nos anéis do tempo

Antes secam a minha pele ou o mar se contorcem o meu sangue e fundem a minha pele e em demasia fico sem ver os crimes das borrascas atormentadas...

No fim dos cumes olhos d'água, amarelados nos poços

Meu enxofre alma costurada fel em harmonia da amónia as rugas estagnações da experiência

Queria a sua carícia de escaravelhos enquanto a pele e os músculos possam se comidos

Me pé enforcado no tempo do colosso e a alma farrapos de prontidão neste buraco revolto com as gotas que escorrem do sol

desbotam as alamedas correntes vulcânica de basalto coração que bate mal muito fácil...

Rosas lança-chamas faremos pacto corpo de fulminado e sobre os raios escalarei ate o céu ou erguerei minhas carcaças ate a luz perdidas do corredor entre sala e o quarto sem cambalear

Entre a madrugada e a aureola do dia aureolam os corações fumegantes e no grunhir dos corvos

Céus de relâmpagos domesticados trinca a noite e vejo as dobradiças da porta com fendas como a alma e vidros da janela trincados

dei-te flores de rosas a orquídeas elixir do amor só eu bebi desta imortalidade no ato de doar-me Sou este enxofre um estanho no instante duradouro e infantis, só meu de corpo de seixo afogando na insônia abdicar dos espaços do sono

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Propagando

Eu? Eu serio sou o próprio marketing como poesia que vai se alastrando se esgalhando no verbo nos versos nas prosas como os poemas que pousa e se põem como o sol... 
À rima é boa como o repente 
Mas sou poeta de versos livres... falo da dor do poeta da morte e do tempo do amor sem escalas vou costurando os sonhos devagarinho embriagado de poemas... 
Não altero palavras para rimar se acontecer vai como a chuva cai e sobe em vapor 
Falo de mim sem precisa falar dela falo em poesia ao luar e sem ar vou flutuando cambaleando como bolhas de sabão
Sem ela me consola as amigas nos bares eu bebendo coca cola sorrisos dos amigos boémios embriagado e eu de cara de carona caramba!..   
Vou ajuntado tudo embolando alma e os corações 
O beijo como asas, mas só se ficar por um tempo já que tudo se vai
por mais forte que seguramos tudo acaba...
Forjei as rosas-dos-ventos nos sonhos lúcidos deste amor cibernético quebrei a pictografia das direções suas, mas você erra muito de caminhos 
Talvez era você 
-Vir ela no reflexo de um fleche antes de dormi tenho disso..., mas não tem como no máximo que tento lembrar do rosto dela não consigo lembrar sei que tinhas rosto angelical e tinha cabelos loiros pintados ou não, não sei, Sei que já à amo - 
"Dormi no leito da ruiva tatuada vinho e pele macia" paixão platónica 
Ela conhece-me satisfeito vazio, como se falta se algo buraco negro roendo alma as sombras da noite que morde 
Estou em desequilíbrio com o meu eu em rota de colisão entre ordem e caos surfando no mar de estrelas dos cosmos e no vácuo vazio sem som

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Cinema

Na luz que dança sobre a tela branca no escuro

Um eco grego, uma tragédia, ou um mito...

Escrever um amor em romance e ficção

A máscara se faz e se desfigura no teatro faces do artista em um palco antigo, no moderno rito um filme na mente onde tudo começou...

Do verso bruto que em Atenas soava e eu no Charlanismo hoje acho que sou algo ou apenas sou;... sou fruto disso tudo... o drama Shakespeariano em cena só quero ser

A câmara de cortinas vermelhas e ventos escandalosos repete o que se amava? a Lua enluarada e sem ar a tragédia que ninguém ver a eterna paz serena escondida debaixo da terra

Somos Diretores de um mundo em movimento

Wong Kar-Wai, em cor e melancolia e neste deserto que desfaz o tempo, o amor em lento vento deposito minha alma na urna e espero cada cor, a dor, a poesia...

E Nolan, o arquiteto do incerto desafia o tempo em nós, e o sentido!?

Mostrando que o real não é o certo se cercado de labirintos um dentro do outro para que nossa buscar seja o sentido?

O que se encontra os que esperam?... "As cosias que os apresados perde e se esquece pelo caminho"

Se o ser amador alma que nunca se encontra cheia com a alma em desatino sempre aprendendo que á busca dos sonhos, seja a luz do grande gesto de se espelhar em da Vinci, o gênio fino em cada traço, buscar o universo observa a luz, o som, a geometria,

Como o filósofo, que busca a luz e foge das sombras, da apatia

Na caverna que o mundo nos conduz se o poeta que mudou de caligrafia para a luz projetada em cada plano

Na tela do cinema fazer sua sinfonia e vim em poesia contar sua historia seus versos na imagem, no tecido branco coloca o humano

na arte do cinema como o poeta coloca as palavras no papel de ler Platão e de Da Vinci e não se perder mas se multiplicar

E em cada gota de silêncio e no grito, no início ate o final

Na tela onde a vida se mostrar o abraço forte de uma dança de luz de tempo e cor

Uma arte que nos mostra a nossa sorte que em cada filme, em cada ideia de um diretor amador insista, para que o sonho voe,

Pois a tela é o espelho, o nosso mar onde a vida, em imagens, se resume na arte é o farol da luz do retroprojetor nos guiar nesta estrada desconhecida...

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Deslocado

Estou em desequilíbrio talvez conjugar o verbo do infinito algum dia... transformadas na magia incandescente das estrelas… em poema uma vez mais?

Que milênios se explodam de amor em poesia que à matéria possamos conta o tempo e reproduzi-lo antes que seja tarde

Desejar e ir atrás da conquista para possamos se conquistados pelo tempo... tenho que se eterno

Mesclei as galáxias nos meus olhos e no infinito do meu amor despenhou-se do vácuo para poder comparar o meu vazio que parece tão insignificante e tão grade aqui dentro da alma

Se sol só amarelo cria um crepúsculo tão formidável e buraco negro como o abismo da alma incendido, varando milênios de solidão de desencontros fatais

Perco-me entre os espaços e pausa abandonado ao seu tempo e ao seu bel-prazer arrastando no seu vértices astros e luz você lua eu estrela moribunda

O espaço é um personagem triste? Visto por nós, mas a alegria de brilhar

Mundos sem manhãs e se acordo vejo os orvalhos na relva parece a noite estrelada

Perco-me entre a sala e o corredor infinitos de vazios

Á janela bloquear parcialmente a luz da rua de luzes amena

À gastura da luz da lua convertida em silêncios

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Sítio

Os seus lábios e cachos monstruosos de ruiva esbranquiçada beleza colossal e a sua voz da amónia aos cantos pássaros da colina doce combinação sem esperar rasgo em conspiração com a espera

Delir os meus pensamentos sangrentos das pesadas nuvens escuras

se tragado pelos seios de ondas imensas e ácidas seivas adocicada

Belas flores, grandes dias, menina mulher das hortaliças

Despertar na manhã o amarelo pálido sobre o tapete ancestral sonolento acusar o primeiro céu cansado de estar só

procuro a nova chave para incendiá-la, pois os encantos e açoite da noite passada deixou ela mais intensas

Eu lembro o seu rosto entre a varanda e a chuva

Tudo se reúne em um feche lembranças

Talvez no estuário profundo e negro desviar deste trópico pessimismo onde apodrece o ser poeta

Amolar a fonte tentar cristalizar outra vez o meu eu fugir do destino do gume afiado e não se o decapitado

Comer as maçãs mordidas como um inseto lambão é igual a uma montanha de palavras sem sentidos algum selecionar momentos perfeitos de gratidão e trocas eternas

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