Escritas

Biografia

Sou Poeta, escritor 2 livros publicados, cineasta diretor de cinema amador, Enxadrista amador-pro jogo Xadrez, Estudo Frances, fui candidato a vereador em 2016, Presidente da ANJOS Associação Nacional dos Jovens Solidários, Trabalhei na Prosoft e Prefeitura da cidade

Lista de Poemas

Total de poemas: 75 Página 7 de 8

Crepúsculo do infinito

Céu turvo nuvens escudo crepúsculo noite caindo vindo arrastada do infinito... fulgurante o sol poético pórtico do poente espada de dourada se recolhendo alaranjada faíscas em simetria em declínio guardião do dia

No imo da matéria átomos se aquietam e no abismo cria-se o vácuo vazio dos solitários... Coração saudade bicho que morde no silêncio profundo...

Dor súbita de um som crestado como o enxofre e logo a atroz polifonia nesta canção rocks de cordas e metais, sincopas, arreganhos no jazz negro dos solito e que se dissolvem pelas ruas

ate as manhãs e brota o sol de no páramo

Dos céus seus véus, E ela este ANJO-MAU que me faz compor notas com lágrimas e nesta canção põem-se a brotar notas vibrantes de melancolia

E as suas asas de amónia consome as minhas de mercúrio os seus lábios palpitantes os meus olhos deixar cai o câmbio da tarde e velo a arte do sublime arquiteto...

Nas garrafas e litros teleguiados reflete em cada vidro meu pecado de alma venial e ao dardejar ternuras a sua

Espero à noite vim uma mensagem com a sua digital

Mesmo depois das primeiras estrelas sentinelas do amor afinam nas amplidões das constelações que no espaço espalha o desejo meu

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Pintura do sol

Pintura por do sol

O céu em chamas o amor em desejo que queima alma-crepuscular em saudades em aquarela alaranjado mesclado ao amarelo solitário as nuvens enferrujadas parece esperar a noite encostar

A gastura da luz amena de uma tarde tão tétrica e vejo o tempo ruí e as vezes como uma pausa estático... sinto a sua falta

Os meus olhos marejados embaçados a visão da luz do luar

Os ponteiros sangra o dia e na saliência da terra o dia se convertendo em noite céu âmbar pintura puíndo adamascado devagarinho pelos pincéis dos ventos suaves... Que costuram a escuridão nas tramas da noite e cada instantes ali entre o findar e o renascer, da noite

O amor suspira como brasa, ardendo no silêncio trazendo o peso do clamor da ausência e a beleza da eternidade. 

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Tarde tétrica

Adormece o sol sangrando na saliência da terra céu avermelhado e as nuvens ia se enferrujando deformando tão qual os raios solares se afastavam as árvores ir perdendo a cor

O alaranjado na beira rio pequenos barcos de pesca ancorados na margem e o breu do céu borrado do alaranjado ias confundindo com negro-azul noturno natural

A noite e os seus resíduos no ar com os seus carros vaporosos obstruídos a noite calma e por um tempo de horas agitadas logo se desfazendo

O tempo pespegue-me com as suas leis mortais em dias ofereço-me a nirvana em outros escondo-me dos seus olhos sedutores

Não há uma forma de perder só de decepcionar... mesmo coberto por uma pele jovem nos dias frios e que deveria se solitários

O vinho e o eco da sua voz cantada nos lábios de outra no mesmo tom feminina de se no mesmo timbre talvez saciado e vazio mesmo desfrutando da companhia melancólico soluto

O ano foi longo as mensagens que inspiro em filmes a canção vocês estar em todas, levemente embriagado fujo do tema

 

 


 

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Silencio e sons

Hoje sou artista um ator papel de poeta de alto astral para fugir da deprê deste silêncio barulhento que rasgo com canções

Nos sites de astrologia sobre as estrelas e dissolvido á física quântica sem deixar à matéria escura seduzir-me e nesta cosmologia sou invisível e detectável só pela solidão

Estes seus efeitos gravitacionais de você lembranças que compõe o universo tentar incorporar só as lembranças ruins para ver se esqueço-te mais nós produzimos tão pouco disso...

Seus conceitos e conselhos, e meus desconcertos

Agora só e da à hipotética maneira da matéria não interage com a luz agora e os meus medos radiativos o seu corpo alma eletromagnética você é cura fundamental

Nestas rotações como estrelas de composição de estima abundante de amor és tão difícil encontrar, mas detecto e interajo com todas estas metáforas e sonhos paralelos de influência astrológica

Baseia-se esta ideia de influências cósmicas paixão complexa de entrelaçamento tais conceitos do amor irrisório

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Amadureci e não pequei "fruto proibido"

A vida colorida amadurecida as vezes aquecida e assistida

meio atrevida comovida comprometida a se conhecida nesta corrida que pode se corrompida

Enaltecida e extrovertida fortalecida com ela e sem ela incompreendida perdida e pretendida não proibida

Volta querida resolvida estou sem saída as minhas escolhas sofrida

e súbita as vezes sem plateia e torcida que o meu mundo de tela vivida acolhedor se alentador de mim mesmo é assustador

Os meus dias avassalador sem beija-flor de calor e só de compor, conciliador e se conservador sem se constrangedor

falar deste mundo sem cor desesperado e devastador

se o meu próprio torturador em cada linha de poema inferno dourador

Se encantador e enternecedor sem esplendor expor com

fervor a minha desgraça em palavras flor é um fulgor de horror

As vezes parecem humor impulsionado e libertador aos sons de louvor é um pensador sem pudor e rancor no rigor de cada frases e com sabor de mel e fel

As vezes sedutor um sonhador de terno com temor e terror te

vigor para escapar do piores medos do maior ao menor e ao redor o suor... vozes e rostos

As vezes expor um beijo colorido companhia sem dizer o nome calado cortesia da solidão que derrete o dia mau e faço o meu papel elogio a beleza feminina com empatia após gastar a energia com euforia e muita fantasia

Gostaria de compor com a harmonia e magia como a maioria e de braços dados com a melhoria e melodia das minorias e a parceria com nostalgia e rock e MPB e nesta acordo pedia à poesia

Mais pretendia desabafar e não prometia muito queria que á

sabedoria me desse um beijo de boa noite e que;

- o sabiá cantasse pela manhã na minha janela

E se não sentia a simetria nem simpatia com sincronia

compor a sinergia com sinfonia de um luar em sintonia

Lembra quando ela sorria a minha utopia de afeição e hoje aflição tentar a ambição dela com aptidão compaixão de mim mesmo sem autopiedade, mas cultivar a compreensão e as vezes falho na comunicação e sobra na consideração parece ate contradição

tenho cooperação da criação das facetas pessoalidades múltiplas como o do cavaleiro da lua kkkkk quero brincar com as palavras se eu enquanto ainda posso

Ter a dedicação da desilusão e com pouca educação a atenção não se um fardo acabar preconceito da depressão esta queda da alma

Estamos em STANDBY

Emoção com exatidão? Vender o amor em fruição Não

Sou grato pelos montes juntos com você

Sem carta de despedidas a minha obra será meu adeus

A hesitação da ilusão é ingratidão da inspiração que faz a integração da intenção e obsessão da paixão e a progressão ate amor no que razão as vezes falha a realização sem reflexão, mas com satisfação queria-te a solução mesmo com tanta subversão e superação a união abiscoite de esperar e um açoite para poesia

A entrenoite e a lua me faz lembra do seu nome

A meia-noite ate pernoite madrugo com a insônia uma antiga colega confundi o tempo da senoite dizer a mim mesmo aceite e sem apetite aproveitar o azeite e com convite do deleite no enfeite

do copo de leite

Buscar limite e omite o palpite e ficar quite com a vida e respeite fã se exército de um homem só

E torce para amanhã o sol não nascer só do outro lado da rua

Esta no café da manhã a presença da anfitriã e com chocolate e

avelã e ver o seu colar de conchas e balangandã serei do seu clã

você cortesã e eu cristão ah! minha divã sou elã e você espiã da minha alma queria se o seu galã plebeu

E você guardiã dos meus desejos o seu beijo hortelã e ímã

Sou sua lã ao vento você chama-me eu venho-me sopra eu vou

A minha maçã pagã romã da minha parte da mente sã

você é talismã a minha fruta temporã ante-temporal meu coração titânio e tão frágil cristal num tobogã vilã de (outubro)

O meu céu anil ardil e sem chuva para encher o meu barril ou meu cantil seus quadris nenúfar rosa sutil sou eu servil sem til varonil em dias veranil, ou tormentas não seja tão vil, vamos fazer amor ao som de vinil

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Distancia

As nuvens do dia lambe o céu entre o espaço do almoço da minha

alma verde na língua o amargo gosto do ácido comprimido sem ar estar distancia e a saudade que alimenta com mel e fel

As sombras que salta por de atrás de um sino faz girar no ar a notas trémulas o chumbo e o cobre e converte as notas e melodias da alma feminina

A noite desiludida e lenta solicita a sua presença, entre os espaços e espasmo de cada detalhe deste frasco frágil à madrugado no seu íntimo seio da, o tom no corpo jovem e voz suave arrebatador prazer mesmo assim convenço-me que o seu é melhor...

Dois goles e uma pausa e antes da despedida repouso nas suas histórias da rotina diária tudo muito simples, mas o encanto e empolgarão absolver a minha tristeza por um instante... Eu bebo deste amor como uma esponja...

O meu coração entrelaçado na alma como se cheios de ervas daninhas sozinho na alta madrugada eu resto-o de vinho na garrafa uma ideia forçada de poema na envergadura do tempo casado sonolento, mas registar a fixação do estar passageiro da vida consome me sem a eternidade da paz almejada

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Lua rara

Eu lembro-me e quando a conheci e sentir na hora que ela sempre fez falta...

Ela vestia noite e um lenço suave rosa envolto no seu pescoço quase tão fino quanto os fios dos seus cabelos loiros filhos do sol...

lembro-me sem exagero os meus músculos a carne das coxas tremiam

Eu já a amava encantado pela sua beleza no vestido negro parecia uma boneca, uma princesa!

No fim da noite o seu beijo no portão suave e quente... E eu com medo de estragar tudo, pois sabia naquele momento que não poderia viver mais sem ela...

Amará-la era como caminha nas nuvens os dias vívidos as cores mais radiantes a sua luzes em cada tom saltava o seu pigmento tonalidade de expressão e fazia sentido a escolha de cada cor ao definido ao objeto e seres viventes

O seu perfume cerejeira em flor e todos os cheiros exalava como em promoções refinados

Eu me senti se eterno naquele momento que os tempos mentia os seus dias e segurava as horas na ponta dos dedos e no seus lábios doces a sua pele cerdosa encantadora a sua presença os lugares ferviam...

Sentia conectado e de alguma forma ingênuo adornado pelo amor acha que seria impossível você tocar em outro homem como a eu sabia que outra nunca superaria tal emoção

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Salto e fuga

Nos vultos do tempo desloco,

entre relógios calados e dias que escorrem

como flechas de luz e sombra.

Os sons, suprimidos, ecoam dentro de mim

num silêncio que pensa.

Nas minhas noites, salto entre sonhos,

navego lembranças que o vento não leva.

Talvez um dia alguém escreva sobre mim

sobre a cela de um fardo invisível,

sobre o peso de compreender demais.

Como os ponteiros sangram a alma,

em cada giro uma memória,

em cada hora um adeus o mesmo adeus

Recordações se ramificam como raízes

em solo de tempo não esquecido

A luz tem frequência que não entendo,

mas caminho sobre ela, cego e lúcido,

ouvindo o som do que não existe.

Despeço-me em poesia

pois elogios não detêm o que parte,

nem fazem voltar quem se perdeu.

Hoje, a lua que vejo está costurada no céu,

com um manto bordado de ausências,

borrifado de estrelas que não me reconhecem.

Rever o vazio é tocar aquele dia

a vontade insiste, a mente resiste,

mas volto ao deserto de estrelas,

onde a saudade é moradia,

e nada resta por lá,

pois a sequência… já vivi.

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Sítio

O tempo nas pontas dos pés faz girar os céus... ricocheteando os meus sonhos esse frasco de sais... os ventos aspirando as partículas tão particulares regendo tão canção do fim

Poderia abrir a ampulheta com a lâmina fiada entornar este líquido da crepuscular de uma alma eclipsa

Escapo-me aos conselhos viajo sem destino conhecido... no conforto da promessa do online...

O torpor dela avançava como névoa e fume da fogueira ou da chaminé onde o pró visto ao longe

Os meus olhos como faróis se incendiado da beleza das castanheiras

Companhia doce e gentil de uma alma madura

A luz de um sítio noite que se ajoelha a dama sem sombra

os selos renovados de um encanto de noite serena quebra pela frenesia duradoura mordidas na maça depois do lanche

promessas noturnas se uniam aos seios da bela desconhecida...

Sobreviventes o amor entrar um pouco néctar desta substância e suor a arte de falar de tudo e potência sensorial enquanto os grilos que canta os seus cabelos com cinza da lareira que não sei operar muito bem...

O anoitecer parece uma estátua que lançou os seus olhares de inteligência ate mim eu como chuva do silêncio e desejo correspondido a boca do vivente captura o seu braço na mesma ordem dos dela a chama que talvez se penderia encontra a chama

dela são tantos minutos sem queda sem as asas eu voo

A inocência ao mentira-la a janela em baça no frio e deixam os seus rastros num espelho do meu próprio reflexos

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Sombras de cimento

Sequioso de escrever um poema do vazio exprimisse da dor alma corvo o tal pássaro agoureiro o homem de repente a saudade pungente litania do adeus grunhidos estalando na noite...

Oferta à morte do ser amado Orfeu descer nas madrugadas e se calar ao som da lira o próprio sangue alimentar esta paixão

Os caminhos do suicídio

A minha alma naquela incrível imagem na eterna esquina no final da cidade de luzes amareladas... o peso do frio n’alma a solidão avassaladora dos últimos dias a tela do pintor laminas com sede a corda apertada ensaio antes do leito moribundo e lúcido amo-te cadeado em si mesmo, o oceano ao longe as luzes o navio poema que rasga o mar o poeta na eternidade desses poucos instantes esperar é uma ideia que boiou a última tentativa

A luz de uma lâmpada triste que se apaga na janela em frente de um reflexo frouxo que cujo entristece tudo em torno... a insônia abraça-me com hálito de angústia um reflete as sobras no meu castelo desta desolada torre de e si?

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