Escritas

Deslocado

Charlanes Olivera Santos

Estou em desequilíbrio talvez conjugar o verbo do infinito algum dia... transformadas na magia incandescente das estrelas… em poema uma vez mais?

Que milênios se explodam de amor em poesia que à matéria possamos conta o tempo e reproduzi-lo antes que seja tarde

Desejar e ir atrás da conquista para possamos se conquistados pelo tempo... tenho que se eterno

Mesclei as galáxias nos meus olhos e no infinito do meu amor despenhou-se do vácuo para poder comparar o meu vazio que parece tão insignificante e tão grade aqui dentro da alma

Se sol só amarelo cria um crepúsculo tão formidável e buraco negro como o abismo da alma incendido, varando milênios de solidão de desencontros fatais

Perco-me entre os espaços e pausa abandonado ao seu tempo e ao seu bel-prazer arrastando no seu vértices astros e luz você lua eu estrela moribunda

O espaço é um personagem triste? Visto por nós, mas a alegria de brilhar

Mundos sem manhãs e se acordo vejo os orvalhos na relva parece a noite estrelada

Perco-me entre a sala e o corredor infinitos de vazios

Á janela bloquear parcialmente a luz da rua de luzes amena

À gastura da luz da lua convertida em silêncios