Sítio
O tempo nas pontas dos pés faz girar os céus... ricocheteando os meus sonhos esse frasco de sais... os ventos aspirando as partículas tão particulares regendo tão canção do fim
Poderia abrir a ampulheta com a lâmina fiada entornar este líquido da crepuscular de uma alma eclipsa
Escapo-me aos conselhos viajo sem destino conhecido... no conforto da promessa do online...
O torpor dela avançava como névoa e fume da fogueira ou da chaminé onde o pró visto ao longe
Os meus olhos como faróis se incendiado da beleza das castanheiras
Companhia doce e gentil de uma alma madura
A luz de um sítio noite que se ajoelha a dama sem sombra
os selos renovados de um encanto de noite serena quebra pela frenesia duradoura mordidas na maça depois do lanche
promessas noturnas se uniam aos seios da bela desconhecida...
Sobreviventes o amor entrar um pouco néctar desta substância e suor a arte de falar de tudo e potência sensorial enquanto os grilos que canta os seus cabelos com cinza da lareira que não sei operar muito bem...
O anoitecer parece uma estátua que lançou os seus olhares de inteligência ate mim eu como chuva do silêncio e desejo correspondido a boca do vivente captura o seu braço na mesma ordem dos dela a chama que talvez se penderia encontra a chama
dela são tantos minutos sem queda sem as asas eu voo
A inocência ao mentira-la a janela em baça no frio e deixam os seus rastros num espelho do meu próprio reflexos
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