Lista de Poemas
Som da concertina, ausente
Evito o reflexo meu, não no espelho, no filho teu,
Que me olhava com adoração, estima, consideração,
E dos meus exemplos, retirava os de um apócrifo e ateu.
Perdi a linha do pensamento, ilusão da disciplina,
Som da concertina, ritmo em surdina,
Noção de que falhei em tudo, gargântua XXXL
E mais: fiz isso de forma a criar corrente.
Essa a simples razão por que me sinto descontente.
Descontente por não estar presente meu lado ausente,
Aquele que canta, declama, critica e indaga, por vezes divaga,
Aquele que, tudo isso passado, é um humano informado e decente.
Que me olhava com adoração, estima, consideração,
E dos meus exemplos, retirava os de um apócrifo e ateu.
Perdi a linha do pensamento, ilusão da disciplina,
Som da concertina, ritmo em surdina,
Noção de que falhei em tudo, gargântua XXXL
E mais: fiz isso de forma a criar corrente.
Essa a simples razão por que me sinto descontente.
Descontente por não estar presente meu lado ausente,
Aquele que canta, declama, critica e indaga, por vezes divaga,
Aquele que, tudo isso passado, é um humano informado e decente.
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Quando era outro
Quando era exótico, jovem e hercúleo
E a minha cabeça um mar de estrelas
Tinha medo da rejeição
Julgava ser má criação
E nunca levei para a cama as tantas,
Aquelas que desanimaste, desiludiste,
Nem as que olá, me agarra, agora,
nem dessas, e nunca te despediste.
E ora sonho com as aberturas,
A incompreensão e suas agruras.
Um escrito de quando era pequenito, grande, bonito.
Os Cumulus confirmam: há muito, querido, tudo está dito.
Vou acrescentar que não entendia,
Que o Pedrinho e Eu tínhamos a atenção
O Pedro arrumou a garota mais linda da Falésia,
E ma entregou com um falso bilhete de também vou.
E eu que por vinte quilos não era o mais bonito,
Nunca entendi esse querido, falecido, maldito,
Que hoje choro meu amigo lindo, de abraço
Que eu nunca transei com ela que me entregou de abraço.
Onde estejas Pedro, manda um soco de idiota para mim,
Fiquei com aquela maravilha sem pensar que eu poderia também,
Amar e acarinahar, cansei a coitada,
Dizendo que tu chegarias, enfim,
Estupidez não tem fim...numa única noitada.
Chegaste no dia seguinte, e muito lamento
Que a outro dado momento te tenha levado o vento.
E assim esse caminho de un niño de desatino…
Essa saudade de um amigo maior que meu curto destino.
E a minha cabeça um mar de estrelas
Tinha medo da rejeição
Julgava ser má criação
E nunca levei para a cama as tantas,
Aquelas que desanimaste, desiludiste,
Nem as que olá, me agarra, agora,
nem dessas, e nunca te despediste.
E ora sonho com as aberturas,
A incompreensão e suas agruras.
Um escrito de quando era pequenito, grande, bonito.
Os Cumulus confirmam: há muito, querido, tudo está dito.
Vou acrescentar que não entendia,
Que o Pedrinho e Eu tínhamos a atenção
O Pedro arrumou a garota mais linda da Falésia,
E ma entregou com um falso bilhete de também vou.
E eu que por vinte quilos não era o mais bonito,
Nunca entendi esse querido, falecido, maldito,
Que hoje choro meu amigo lindo, de abraço
Que eu nunca transei com ela que me entregou de abraço.
Onde estejas Pedro, manda um soco de idiota para mim,
Fiquei com aquela maravilha sem pensar que eu poderia também,
Amar e acarinahar, cansei a coitada,
Dizendo que tu chegarias, enfim,
Estupidez não tem fim...numa única noitada.
Chegaste no dia seguinte, e muito lamento
Que a outro dado momento te tenha levado o vento.
E assim esse caminho de un niño de desatino…
Essa saudade de um amigo maior que meu curto destino.
👁️ 141
No filho teu
Evito o reflexo meu, não no espelho, no filho teu,
Que me olhava com adoração, estima, consideração,
E dos meus exemplos, retirava os de um apócrifo e ateu,
Perdi a linha do pensamento, ilusão da disciplina,
Som da concertina, ritmo em surdina,
Noção de que falhei em tudo gargântua XXXL
E mais: fiz isso de forma a criar corrente.
Essa a simples razão por que me sinto descontente.
Descontente por não estar presente meu lado ausente,
Aquele que canta, declama, critica e indaga, por vezes divaga,
Aquele que, tudo isso passado, é um humano informado e decente.
Que me olhava com adoração, estima, consideração,
E dos meus exemplos, retirava os de um apócrifo e ateu,
Perdi a linha do pensamento, ilusão da disciplina,
Som da concertina, ritmo em surdina,
Noção de que falhei em tudo gargântua XXXL
E mais: fiz isso de forma a criar corrente.
Essa a simples razão por que me sinto descontente.
Descontente por não estar presente meu lado ausente,
Aquele que canta, declama, critica e indaga, por vezes divaga,
Aquele que, tudo isso passado, é um humano informado e decente.
👁️ 138
Possa a morte...
Possa a morte nunca te parar
Tu voltarás para o enledo dele,
Eu, homenagem de passagem,
Vou desaparecer como uma
MIRAGEM.
Tu voltarás para o enledo dele,
Eu, homenagem de passagem,
Vou desaparecer como uma
MIRAGEM.
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Sopra sopro
Maldita a forma que me enforma!
Sempre torna, sino de disciplina,
Que contraria a tal, diáfana sina.
Prova que é afinal possível dobrar uma esquina,
Insiste em quão fundo me afundo,
Enquanto lá em cima persiste o tom da concertina,
Assegura-me de que não mais duro,
Nem sequer até, enfim, bater contra o Muro,
Sopra no meu ouvido
Que não sou mais, já fui tido.
Sopra sopro no meu labiríntico ouvido,
Que mais não sou, já fui tido...E a isso fui remetido...
Sempre torna, sino de disciplina,
Que contraria a tal, diáfana sina.
Prova que é afinal possível dobrar uma esquina,
Insiste em quão fundo me afundo,
Enquanto lá em cima persiste o tom da concertina,
Assegura-me de que não mais duro,
Nem sequer até, enfim, bater contra o Muro,
Sopra no meu ouvido
Que não sou mais, já fui tido.
Sopra sopro no meu labiríntico ouvido,
Que mais não sou, já fui tido...E a isso fui remetido...
👁️ 166
Não pertenço
Não pertenço à vossa axiologia,
Renego os valores subtis do autoritarismo pós moderno,
E olho a vossa ineptitude com um olhar terno.
Pois eu não sou o inimigo, nem fraternal, sou amoral,
Mercurial e misantropo sem escusa.
Renego os valores subtis do autoritarismo pós moderno,
E olho a vossa ineptitude com um olhar terno.
Pois eu não sou o inimigo, nem fraternal, sou amoral,
Mercurial e misantropo sem escusa.
👁️ 171
Is such, aquilo de sonhos feitos?
As simples flores roubadas do quintal,
A pura crença de que o amor vence,
O teu sorriso, contido e incondicional,
Tudo matéria de que os sonhos são feitos,
Até os leitos sangrentos e desfeitos,
Até as facas e os teus desrespeitos.
A pura crença de que o amor vence,
O teu sorriso, contido e incondicional,
Tudo matéria de que os sonhos são feitos,
Até os leitos sangrentos e desfeitos,
Até as facas e os teus desrespeitos.
👁️ 115
Mindscape 78, a scape into portuguese pseudo philosofic slung...
👁️ 138
Mindscape 78, a scape into portuguese pseudo philosofic slung...
Sete foi um dia o número de sorte para mim. Ó Fortuna!
Agora é a pedra no meio do caminho, porque no meio do caminho tem uma pedra, já dizia o modernismo.
Todos pensam ser modernos antes de asumir o archaism, arcaico em si mesmo.
Idem para post modern ou pós modernismo, outra ilusão que a mente coletiva cria para auto sustentar a sua iniquidade inerente.
Daniel Dennett, que, prima facie, ficou aquém do podcast do Prof Sean Carroll's citado,
Sir Roger Penrose, em 2019, dentro do âmbito alvo, admita-se, foi uma satisfação.
Suspensa, todavia, a perfunctória opinião até posterior reapreciação, com os devidos respeito à douta troca de ideias entre os prezados interlocutores.
Cavaleiros Ateístas?
Input/output diz-se I/O.
Um urso não é objecto de prossecução jurídico penal por falta de livre arbítrio indiferenciado ou opções de escolha fornecidas pelo córtex pré frontal.
Incerto o autor dessa declaração, já que é na atribuição da personalidade jurídica como titular de direitos e deveres que se fundamenta a punibilidade jurídico penal.
Um aparente ser humano é julgado inimputável quando se quebra o nexo de inteligibilidade (causation or causality in philosophical "conceptuology") entre o ato e a motivação…
Operada a "arrow of decision" no tal lobo pré frontal.
Errado.
Não sabemos o "quantum satis" dos processos cognitivos.
Engatinhamos, gatinham em Portugal, posição de bípede erecto ainda não assumida.
Alimentamos a Soberba com modelos em tempo real.
Ingenuidade, só um grão de sal…
Um batráquio pode ser julgado por comer um inocente inseto sem recurso a especialistas em entomologia.
Basta que a sociedade erigida em poder organizado, (poupe-se Marx VS Kapitalismus) classifique aquela espécie de rã como titular de um tipo de personalidade jurídica e determine o seu encarceramento numa perspetiva de prevenção e geral, especial, de rebatraquializacão, o que seja.
A questão da punibilidade como ofensas corporais ou homicídio de Golfinhos, Símios, Octopodidae, nomeadamente, relaciona-se com a sua natureza jurídica mas, igualmente, com o "Hard Problem" relativo a esses seres tão próximos de nós, usando a categoria da linguística geral, semântica, considerados "inteligentes" o que quer que essa categoria venha futuramente a agregar…
Qualia.
The Hard Problem.
Há piscívoros, insectívoros, carnívoros, e porcos, gente ou não, que se classificam como omnívoros.
Porque comem qualquer coisa até serradura.
Zombie filosófico?
Assim como o bem sempre acaba, o mal nem sempre dura.
A corrente da filosofia Continental, em termos anglicanos, é superior em geral, mas pensadores como Dewey, discípulo de distintos autores virados para as lógicas matemáticas nas ciências do Real e a sua utilização nas Humanidades, não se podem considerar paralelos a outros continentais com Wittgenstein, ainda que apóstulos do Vien Circle...
Há sempre um meta problema. Por isso meta hodos logos…
Hoje vejo no Trivium e Quadrivium uma consistente coerência...
E a metafísica, dizia alguém, é por vezes uma consequência de se estar mal disposto…
existindo por suposto da sua etiologia.
Quod abundat… incomóda.
Ainda que se diga Non Nocet.
Por isso em Elizabeth Bishop, Anne Sexton v. g., ou,
Eu diria, em "Four Quartets" de T. S. Eliot
Encontro mais pós modernismo do que neste meio de cyber autoritarismo
E pythoniano Tensor Flow, (parabéns a Lex Friedman que vai além) teorias de incompletude, problemas de Siracusa onde as disciplinas se fragmentam por necessidade e conveniências e os Antigos continuam certos
Enquanto nós "fractalizamos" questões num processo epistemológico que se deve rever e refletir, em busca de uma utópica meta que todavia escape ao paradoxo de Zenão de Eleia.
A fase final é reflexiva e não apriorística, todavia faltosa dessa desejosa idade,
Quando a ipseidade se oferece ilimitada na juventude da idade.
Que nos deixe aproximar por patamares, pomares de pesquisa e consequentes ilações, das humanas aspirações.
Muito a dizer haveria, e, enquanto o escrivão acompanha Paradise Lost palavra por palavra, por comparação, ser conciso, posto que impreciso, vale mais.
Perdoe-se.
This comment is written in the noble Portuguese 🇵🇹 language
And, according to the powers that be…
Would see a revised, corrected version in English and French.
What a noble work is Humanity,
If you have any eyes to see it.
Agora é a pedra no meio do caminho, porque no meio do caminho tem uma pedra, já dizia o modernismo.
Todos pensam ser modernos antes de asumir o archaism, arcaico em si mesmo.
Idem para post modern ou pós modernismo, outra ilusão que a mente coletiva cria para auto sustentar a sua iniquidade inerente.
Daniel Dennett, que, prima facie, ficou aquém do podcast do Prof Sean Carroll's citado,
Sir Roger Penrose, em 2019, dentro do âmbito alvo, admita-se, foi uma satisfação.
Suspensa, todavia, a perfunctória opinião até posterior reapreciação, com os devidos respeito à douta troca de ideias entre os prezados interlocutores.
Cavaleiros Ateístas?
Input/output diz-se I/O.
Um urso não é objecto de prossecução jurídico penal por falta de livre arbítrio indiferenciado ou opções de escolha fornecidas pelo córtex pré frontal.
Incerto o autor dessa declaração, já que é na atribuição da personalidade jurídica como titular de direitos e deveres que se fundamenta a punibilidade jurídico penal.
Um aparente ser humano é julgado inimputável quando se quebra o nexo de inteligibilidade (causation or causality in philosophical "conceptuology") entre o ato e a motivação…
Operada a "arrow of decision" no tal lobo pré frontal.
Errado.
Não sabemos o "quantum satis" dos processos cognitivos.
Engatinhamos, gatinham em Portugal, posição de bípede erecto ainda não assumida.
Alimentamos a Soberba com modelos em tempo real.
Enriquecemos os dados, que, um dado dia, num nano (where are you, old pal, Ängstrom?) momento, vão despoletar um explosivo
ajuste "Cambriano", no nosso entendimento desses processos neuro cognitivos sensoriais, motores, emocionais.
Ingenuidade, só um grão de sal…
Um batráquio pode ser julgado por comer um inocente inseto sem recurso a especialistas em entomologia.
Basta que a sociedade erigida em poder organizado, (poupe-se Marx VS Kapitalismus) classifique aquela espécie de rã como titular de um tipo de personalidade jurídica e determine o seu encarceramento numa perspetiva de prevenção e geral, especial, de rebatraquializacão, o que seja.
A questão da punibilidade como ofensas corporais ou homicídio de Golfinhos, Símios, Octopodidae, nomeadamente, relaciona-se com a sua natureza jurídica mas, igualmente, com o "Hard Problem" relativo a esses seres tão próximos de nós, usando a categoria da linguística geral, semântica, considerados "inteligentes" o que quer que essa categoria venha futuramente a agregar…
Qualia.
The Hard Problem.
Há piscívoros, insectívoros, carnívoros, e porcos, gente ou não, que se classificam como omnívoros.
Porque comem qualquer coisa até serradura.
Zombie filosófico?
Assim como o bem sempre acaba, o mal nem sempre dura.
A corrente da filosofia Continental, em termos anglicanos, é superior em geral, mas pensadores como Dewey, discípulo de distintos autores virados para as lógicas matemáticas nas ciências do Real e a sua utilização nas Humanidades, não se podem considerar paralelos a outros continentais com Wittgenstein, ainda que apóstulos do Vien Circle...
Há sempre um meta problema. Por isso meta hodos logos…
Hoje vejo no Trivium e Quadrivium uma consistente coerência...
E a metafísica, dizia alguém, é por vezes uma consequência de se estar mal disposto…
existindo por suposto da sua etiologia.
Quod abundat… incomóda.
Ainda que se diga Non Nocet.
Por isso em Elizabeth Bishop, Anne Sexton v. g., ou,
Eu diria, em "Four Quartets" de T. S. Eliot
Encontro mais pós modernismo do que neste meio de cyber autoritarismo
E pythoniano Tensor Flow, (parabéns a Lex Friedman que vai além) teorias de incompletude, problemas de Siracusa onde as disciplinas se fragmentam por necessidade e conveniências e os Antigos continuam certos
Enquanto nós "fractalizamos" questões num processo epistemológico que se deve rever e refletir, em busca de uma utópica meta que todavia escape ao paradoxo de Zenão de Eleia.
A fase final é reflexiva e não apriorística, todavia faltosa dessa desejosa idade,
Quando a ipseidade se oferece ilimitada na juventude da idade.
Que nos deixe aproximar por patamares, pomares de pesquisa e consequentes ilações, das humanas aspirações.
Muito a dizer haveria, e, enquanto o escrivão acompanha Paradise Lost palavra por palavra, por comparação, ser conciso, posto que impreciso, vale mais.
Perdoe-se.
This comment is written in the noble Portuguese 🇵🇹 language
And, according to the powers that be…
Would see a revised, corrected version in English and French.
What a noble work is Humanity,
If you have any eyes to see it.
👁️ 212
Poema do assassinato
A Pica do poema do caralho:
Não sei que caralho valho!
A tripla redundância,
Que caralho é esse malho
Com que foderei teus cornos, esmagarei,
Despiciênda, massa encefálica,
A segurança de que não cortareis a trança,
Nascitur enroscada,
Yodababy, pelo de Sansão.
Direito a viver para ver,
Vai pagar para ver?
Posso querer matar por razões de mero ser.
Um assassino nato, vontade de matar,
Que não me querem dar,
Como se retivessem o que vosso não é de tirar,
Simples, mente,
É Vc que tem de pegar e enterrar cremar, acimentar.
Resumo:
Quero esventar, caritidoseccionar
Sangue e morte a, assobiar
E me cago en Dios
Sei que vou viver
É belo espanto contemplar
A carnificina, tua autoria, sendo certa.
Terei que alhear em culpado alheio ,
De modo que após o indício confessar
Se encontrar
Imovel, rigor mortIs, sem lingua
Funcional, e quem a sua pode assegurar?
Um mero Onus probandi a um crimnólogo(a)
A testar, perito, testemunhos providenciar
A um Ministério público a sonhar com monólogo,
Uma abertura de sessão a fechar a questão.
O coletivo informado, a prova coerente, vamos em frente
Celeridade, processo fechado, caso julgado.
Simplesmente, como tantos no continente.
“Europe is the less.
As well as if a promontory were.
As well as if a manor of thy friend's
Or of thine own were:
Any man's death diminishes me,”
So no such cutthroats danse,
But a kind of factful romance
Waiting as a magic Lévre on my lap
To rapid and smart to be called a minor rabbit.
Although it fuchs it endlessly
Again and again, leaving half blood all over.
If I was such an evolved mamifer
Dreaming of progeny…
What the blackboard or the colors would be?
Não sei que caralho valho!
A tripla redundância,
Que caralho é esse malho
Com que foderei teus cornos, esmagarei,
Despiciênda, massa encefálica,
A segurança de que não cortareis a trança,
Nascitur enroscada,
Yodababy, pelo de Sansão.
Direito a viver para ver,
Vai pagar para ver?
Posso querer matar por razões de mero ser.
Um assassino nato, vontade de matar,
Que não me querem dar,
Como se retivessem o que vosso não é de tirar,
Simples, mente,
É Vc que tem de pegar e enterrar cremar, acimentar.
Resumo:
Quero esventar, caritidoseccionar
Sangue e morte a, assobiar
E me cago en Dios
Sei que vou viver
É belo espanto contemplar
A carnificina, tua autoria, sendo certa.
Terei que alhear em culpado alheio ,
De modo que após o indício confessar
Se encontrar
Imovel, rigor mortIs, sem lingua
Funcional, e quem a sua pode assegurar?
Um mero Onus probandi a um crimnólogo(a)
A testar, perito, testemunhos providenciar
A um Ministério público a sonhar com monólogo,
Uma abertura de sessão a fechar a questão.
O coletivo informado, a prova coerente, vamos em frente
Celeridade, processo fechado, caso julgado.
Simplesmente, como tantos no continente.
“Europe is the less.
As well as if a promontory were.
As well as if a manor of thy friend's
Or of thine own were:
Any man's death diminishes me,”
So no such cutthroats danse,
But a kind of factful romance
Waiting as a magic Lévre on my lap
To rapid and smart to be called a minor rabbit.
Although it fuchs it endlessly
Again and again, leaving half blood all over.
If I was such an evolved mamifer
Dreaming of progeny…
What the blackboard or the colors would be?
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Comentários (1)
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nilza_azzi
2019-08-17
Contra plágio também é uma maneira de dizer e não dizer. Muito obrigada pelo comentário em meu poema.
Por ora não interessa quem sou, que entenda a/o ?! Outr/a/o.
Peço desculpa por postar escritas toscas, textos mal editados ou nem revistos.
Parte da minha escrita fora da nuvem., formatei-a num ssd...😂😢🤗 A plataforma é rápida. Sem sequência ou ordem de assunto. A cronologia: nem sempre é clara a data real, por isso a não incluo.
Gente entre gente, que não se pense que se sente o que outro sente, nem que se pressente para além do presente.
Só me retrato por tanta falta de critério e qualidade.
A verdade é que alguns dos que mais prezo não serão incluídos para já.
Uso também um novo repositório para a língua inglesa, idioma que tenho vindo a usar por vários motivos, e.g. (https://www.poeticous.com/m-genth )
Embora quase não escreva em espanhol e francês, uso um site espanhol que considero, entre outros.
Não posso aquilatar exactamente o que perdi, dado que....blá blá blá.
Quando encontrar uma ordem e decidir se quero incluir algo pessoal além das iniciais cruzadas, ou pseudónimo/fotografia.
Atentos cumprimentos a todos os que mantêm, participam e contribuem para este repositório de escritas, as melhores, e todos os que chegaram. Obrigado
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