Lista de Poemas
Truism
Vós bronzeados como eu, mais, por vinte ou trinta anos,
Vós malhados de piscina, praia eu objecto de atos, danos.
Nós na mesma mata por diferentes trilhas
Eu certo do abismo no cumprir da milhas.
Eu celebrando o torpe destino
Vós abordando a coisa com tino,
A hora incerta, a morte certa.
Oh my, it is a fucked up, eluded world...
Called a truism.
Called a truism.
👁️ 179
Olhar preto
Quando o agora te canta uma solidão
Sólida e persistente, justificada,
Nunca uma de asas negras alada
Antes uma intensidade que te cega
E um tacto de pimenta preta
Um aroma de jacintos na sarjeta
Volta para dentro e pede um tuning
Desafinado, o teu timbre um falsetto
As garras venenosas o teu olhar preto.
Sólida e persistente, justificada,
Nunca uma de asas negras alada
Antes uma intensidade que te cega
E um tacto de pimenta preta
Um aroma de jacintos na sarjeta
Volta para dentro e pede um tuning
Desafinado, o teu timbre um falsetto
As garras venenosas o teu olhar preto.
👁️ 251
Yeah, no name, only rage
Dear, hypothetical, future of individuality,
Have you asserted about distortion
Of body and brain,
& how about clear, crystal disdain?
Have you ever pondered,
Or, in illo and in the end,
Praised, actually, in vain?
Have you asserted about distortion
Of body and brain,
& how about clear, crystal disdain?
Have you ever pondered,
Or, in illo and in the end,
Praised, actually, in vain?
👁️ 166
Que o grifo; hárpia
Porque eu não fodo nada,
Nem bInária ativa, bem enganada
Eu estou grávida,
Que o grifo; hárpia
Se sente culpado de foder
Comigo, chama-me um figo
Fruto doce, mas sem umbigo.
Que ele se há-de ver, inimigo.
Nem bInária ativa, bem enganada
Eu estou grávida,
Que o grifo; hárpia
Se sente culpado de foder
Comigo, chama-me um figo
Fruto doce, mas sem umbigo.
Que ele se há-de ver, inimigo.
👁️ 156
Uma ideia bem incerta
Que gostaria de escrever como se não houvesse amanhã
Esse dealbar de desejos, desalento,
outras vicissitudes
Que o meu silêncio é negro e devora minha loquaz natureza,
Natureza
Essa que grita e dá socos ensanguentados nos escritos esperados,
Esses que me apoquentam, nunca nunca plasmados,
Pura Beleza
Afrodite, Vénus, Adónis, Parvati, mulheres e homens
Na encruzilhada.
Na rua empecilhada,
Quisera eu ser bonito, sábio e sagaz.
Há um sagrado lugar para os sonhos quebrados,
Há uma vontade incompleta que nos afeta
Eu numa Gravitational lensing, outrado cosmógico corpo
Medido e reescrito, sempre renovado, cálculo diferencial,
Topologia que te quero nas tuas curvas, um dia.
Ademais, para lá da expectativa
Há coisa da ciência certa
Que é, malgré tous, em perspetiva,
Uma ideia bem incerta.
Esse dealbar de desejos, desalento,
outras vicissitudes
Que o meu silêncio é negro e devora minha loquaz natureza,
Natureza
Essa que grita e dá socos ensanguentados nos escritos esperados,
Esses que me apoquentam, nunca nunca plasmados,
Pura Beleza
Afrodite, Vénus, Adónis, Parvati, mulheres e homens
Na encruzilhada.
Na rua empecilhada,
Quisera eu ser bonito, sábio e sagaz.
Há um sagrado lugar para os sonhos quebrados,
Há uma vontade incompleta que nos afeta
Eu numa Gravitational lensing, outrado cosmógico corpo
Medido e reescrito, sempre renovado, cálculo diferencial,
Topologia que te quero nas tuas curvas, um dia.
Ademais, para lá da expectativa
Há coisa da ciência certa
Que é, malgré tous, em perspetiva,
Uma ideia bem incerta.
👁️ 215
Tonight the thing is nigh
Tonight the thing is nigh
A blur around my sight
Announces a forgotten theme
Some preordained scene
So better not to lay down
With the singers magic words
And rise to those alien worlds
The patio a bit weedy, overthrown
As is this piece of my own.
Stone Fucked reality,
Nemesis,
I have an embroidered thesis
A view of tomorrow
One I cannot care less
A space beyond a guess
Impertinent, void of sorrow
Just the act of pinning
Angels dancing around a Sax
A character as hot wax
Worlds full of meaning
That are also yours
Without marriage or divorce
Lone bed, awakening saying
Hi dear, I love your smell,
Then realize, no one to tell.
Some days it looks hell.
The wheight of such a difference,
These few years of solitude
Exceed the net value of servitude...
Cammon and squeeze me,
But I suspect your teasing
As previous experience
Proeminent proof, a self aloof
So not cats, dogs, lovers or wives,
Got my daughters and sons,
Family may be far
A door always ajar,
While. thuthfully, so many are closed.
Lies are so quiet, like secret betrothed.
When the sun is high,
Every single thing seems right
From dusk to dawn
You feel the destiny's pawn,
No philosophy can rationalize
What you don't want to realize.
You despise that arrow of time,
Seagull lover, cry over my shoulders
Burden with those boulders
I puted, stone by stone, over them
Ergo only one can put them aside,
Even if would be easier with someone
By your brooding, resilient side.
One kiss away from the unknown.
To be free is so scary
Decisions you cannot bare
The crazy train and its fare.
👁️ 187
Click Neural.
Nesta hora sem demora one nem se habita nem se mora,
Tenho os neurônios ocupados pela batida
Diz que o meu pai era rico e bonita a mãe.
O Sourceforge revisitado está ligado ao Git
Na rua calcorreada a cachorrada não admite.
Annabel Lee no seu reino junto ao mar,
Um casal novo de aves, ícones de amar.
O meu pequeno a dar jeito de me dar proveito,
Não sei do que sou feito, sei que anseio
Pelo mar, som near and yet so far, devaneio,
Pois a minha natureza é a ausência da presença,
No paradoxo de estar, me ausentar, voltar,
Sem nunca, nunca achar que é bem feito acordar.
Uns e outros, versos soltos, ditos livres,
De quem nunca se lançou numa rima formal,
Memory dump no chiaro escuro da noite,
A mente presente, e o medo numa caixa,
Engarrafado por dois copos de maduro,
Que dão um click neural, sensível e duro.
👁️ 214
morrer é sempre divino
Horror da floresta,
Que me olhas pela fresta,
Devora-me e morre de indigestão, ignoto da razão.
Era um fumo de heroína
Um charro de óleo e axe
Era uma panóplia, de repente,
Em forma de cornucópia
Crescia em padrão circular
Sempre em direção ascendente..
O monstro da floresta
Não tinha tolerância
Já estava morto na ânsia
Que lhe caiu quando olhou
Pela aquela sinistra fresta
Donde vigiava vítimas
Não tóxicas, enganou-se nesta.
O horror do bosque repousa
E á roda dele,
Os putre ingíridores
Não terão sensores
Não sentirão as dores
Apenas repousarão
Numa camada tóxica
Então um ouriço ou passarão
Terão o mesmo destino
A cadeia ecológica concentra
E morrer é sempre divino
Como nós, obras do destino.
Que me olhas pela fresta,
Devora-me e morre de indigestão, ignoto da razão.
Era um fumo de heroína
Um charro de óleo e axe
Era uma panóplia, de repente,
Em forma de cornucópia
Crescia em padrão circular
Sempre em direção ascendente..
O monstro da floresta
Não tinha tolerância
Já estava morto na ânsia
Que lhe caiu quando olhou
Pela aquela sinistra fresta
Donde vigiava vítimas
Não tóxicas, enganou-se nesta.
O horror do bosque repousa
E á roda dele,
Os putre ingíridores
Não terão sensores
Não sentirão as dores
Apenas repousarão
Numa camada tóxica
Então um ouriço ou passarão
Terão o mesmo destino
A cadeia ecológica concentra
E morrer é sempre divino
Como nós, obras do destino.
👁️ 207
Aqui nada há para ti
Uma ideia corriqueira numa corredeira,
Entre a inteira a verdadeira ideia de morrer agora
O instante de tempo entre o intento e o fato consumado
Vai um imenso instante onde nada existe
Senão a inata sobrevivência,
Que nos quebra,
O corpo desiste,
Tola ideia persiste.
A mente arrependida, dizendo
De si para si, aqui nada há para ti
A não ser dôr, vigilância e abuso,
Um controle escaleno, obtuso.
Tudo o que não sofrerias no chão,
Orientado para o intento, seu cão.
Iludes-te há já longo, oblongo.
Não há senão geometrias exóticas nessa ilusão
Tu, cão, que bem sabes que o fio é da navalha
A tralha tua, a rua nua e a espera curta, canalha.
Entre a inteira a verdadeira ideia de morrer agora
O instante de tempo entre o intento e o fato consumado
Vai um imenso instante onde nada existe
Senão a inata sobrevivência,
Que nos quebra,
O corpo desiste,
Tola ideia persiste.
A mente arrependida, dizendo
De si para si, aqui nada há para ti
A não ser dôr, vigilância e abuso,
Um controle escaleno, obtuso.
Tudo o que não sofrerias no chão,
Orientado para o intento, seu cão.
Iludes-te há já longo, oblongo.
Não há senão geometrias exóticas nessa ilusão
Tu, cão, que bem sabes que o fio é da navalha
A tralha tua, a rua nua e a espera curta, canalha.
👁️ 154
Teu estranho amor
Só vejo brilho no teu olhar, senhora
Quando maquinas e mentes, Influencias,
Somente sinto a tua satisfação, senhora
No prazer de iludir, controlar, tuas falências e decorrencias.
Sempre quis que fosses gente,
Sempre te tratei mal,
Proporcional às tuas perfídias, ritmo sazonal,
E és incapaz de ouvir a verdade da veracidade.
Hoje és o iludir na idade,
No volume do aparelho,
No esqueci,
Não ouvi.
Eu sempre te quis e queri.
E hoje sonho em acordar
Onde realmente te esqueci,
Ó senhora que há tanto que perdi,
E o mais que me falta és tu, afogada em ódio
Inconsciente a si mesma,
Prosseguindo na mesma.
Para além de um braço,
Presa num olhar baço
Que apenas reluz na tristeza a que me conduz
Na mesquinha arte de enganar e tirar, ainda que dando,
Num espírito partido pelo génio e propósito querido.
A senhora que me quiçá me pariu,
Que nunca foi uma vaca para dar de mamar,
Que não aceita amar sem dominar,
Ainda que seja no discricionário desiderato
Eu aponto e mando, esse é o trato.
Comprou a certeza com o esforço,
E nunca nunca admite que lhe dói o torço,
Uma criança decidida numa vida conseguida.
Por quem os sinos da torre dobram.
Por quem os mendigos da Thorn tree
E os amores perfeito crescem, amolecem,
As violetas extravasam das prisões,
E os cânticos se entoam em violões.
Eu não repico nem sino, não vejo destino.
Conto e canto um entretanto,
Um que me enche de espanto,
Sem espaço para amar,
Um espanto em observar,
Na epopeica certeza do que fica para contar.
Olho e vejo, presencio, sinto frio, olho incrédulo....
Quem assim é não deveria ser, disfarçada.
Obter,
Sem qualquer favor.
Inverter para causar dôr.
Faria tudo por amor,
Mas não farei
A exigência do teu estranho amor.
Pretensa progenitora, minha querida senhora.
Quando maquinas e mentes, Influencias,
Somente sinto a tua satisfação, senhora
No prazer de iludir, controlar, tuas falências e decorrencias.
Sempre quis que fosses gente,
Sempre te tratei mal,
Proporcional às tuas perfídias, ritmo sazonal,
E és incapaz de ouvir a verdade da veracidade.
Hoje és o iludir na idade,
No volume do aparelho,
No esqueci,
Não ouvi.
Eu sempre te quis e queri.
E hoje sonho em acordar
Onde realmente te esqueci,
Ó senhora que há tanto que perdi,
E o mais que me falta és tu, afogada em ódio
Inconsciente a si mesma,
Prosseguindo na mesma.
Para além de um braço,
Presa num olhar baço
Que apenas reluz na tristeza a que me conduz
Na mesquinha arte de enganar e tirar, ainda que dando,
Num espírito partido pelo génio e propósito querido.
A senhora que me quiçá me pariu,
Que nunca foi uma vaca para dar de mamar,
Que não aceita amar sem dominar,
Ainda que seja no discricionário desiderato
Eu aponto e mando, esse é o trato.
Comprou a certeza com o esforço,
E nunca nunca admite que lhe dói o torço,
Uma criança decidida numa vida conseguida.
Por quem os sinos da torre dobram.
Por quem os mendigos da Thorn tree
E os amores perfeito crescem, amolecem,
As violetas extravasam das prisões,
E os cânticos se entoam em violões.
Eu não repico nem sino, não vejo destino.
Conto e canto um entretanto,
Um que me enche de espanto,
Sem espaço para amar,
Um espanto em observar,
Na epopeica certeza do que fica para contar.
Olho e vejo, presencio, sinto frio, olho incrédulo....
Quem assim é não deveria ser, disfarçada.
Obter,
Sem qualquer favor.
Inverter para causar dôr.
Faria tudo por amor,
Mas não farei
A exigência do teu estranho amor.
Pretensa progenitora, minha querida senhora.
👁️ 219
Comentários (1)
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nilza_azzi
2019-08-17
Contra plágio também é uma maneira de dizer e não dizer. Muito obrigada pelo comentário em meu poema.
Por ora não interessa quem sou, que entenda a/o ?! Outr/a/o.
Peço desculpa por postar escritas toscas, textos mal editados ou nem revistos.
Parte da minha escrita fora da nuvem., formatei-a num ssd...😂😢🤗 A plataforma é rápida. Sem sequência ou ordem de assunto. A cronologia: nem sempre é clara a data real, por isso a não incluo.
Gente entre gente, que não se pense que se sente o que outro sente, nem que se pressente para além do presente.
Só me retrato por tanta falta de critério e qualidade.
A verdade é que alguns dos que mais prezo não serão incluídos para já.
Uso também um novo repositório para a língua inglesa, idioma que tenho vindo a usar por vários motivos, e.g. (https://www.poeticous.com/m-genth )
Embora quase não escreva em espanhol e francês, uso um site espanhol que considero, entre outros.
Não posso aquilatar exactamente o que perdi, dado que....blá blá blá.
Quando encontrar uma ordem e decidir se quero incluir algo pessoal além das iniciais cruzadas, ou pseudónimo/fotografia.
Atentos cumprimentos a todos os que mantêm, participam e contribuem para este repositório de escritas, as melhores, e todos os que chegaram. Obrigado
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