Lista de Poemas
O que lhe pertença
Um abraço em falta, balanço de alma carente
Inconformidade com um suposto amor ardente,
Confirmado pela redução a uma triste vela, velinha,
Uma chama pequenina, tremeluzente, a ponto de extinção
Baça Luz de paixâo grande ora demente, quiça ausente ,
Posto subitamente o que era nosso não é nem museu,
E nada nada mais da minha extensão te respeita ou pode ser dito teu.
Um caminho diverge sem estrada amarela, e o que dela é dela.
E meu é o desejo de fazer sentido do pretérito preterido.
Desejo que não será, alás, de ser concedido,
Mas Deus quer, alguém sonha...não quero saber de obra
Que de obra já sobra, inacabada, pendurada, já sobra!
.
Inconformidade com um suposto amor ardente,
Confirmado pela redução a uma triste vela, velinha,
Uma chama pequenina, tremeluzente, a ponto de extinção
Baça Luz de paixâo grande ora demente, quiça ausente ,
Posto subitamente o que era nosso não é nem museu,
E nada nada mais da minha extensão te respeita ou pode ser dito teu.
Um caminho diverge sem estrada amarela, e o que dela é dela.
E meu é o desejo de fazer sentido do pretérito preterido.
Desejo que não será, alás, de ser concedido,
Mas Deus quer, alguém sonha...não quero saber de obra
Que de obra já sobra, inacabada, pendurada, já sobra!
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Teu-a falsa posiçâo
Raiva da barba não me dar IRS livre
Revolta de não saber de IPV:6
E nem configurar um mero 127.0.0.1
Como qualquerq idiota non savant.
Queres outro tipo amor, paixão
Que eu fiz e não consegui
Eu era o teu homem, a tua tesão,
Se queres um pai para a tua filha
A lua é brilhante e eu nem tanto,
Sou o teu homem mas não nas promessas.
Pois as minhas resultam dessas ruas travessas.
Sou a tua ilusão, a tua desconsideração
Sou aquilo que queríamos,
A base da nossa canção-a falsa posição.
Revolta de não saber de IPV:6
E nem configurar um mero 127.0.0.1
Como qualquerq idiota non savant.
Queres outro tipo amor, paixão
Que eu fiz e não consegui
Eu era o teu homem, a tua tesão,
Se queres um pai para a tua filha
A lua é brilhante e eu nem tanto,
Sou o teu homem mas não nas promessas.
Pois as minhas resultam dessas ruas travessas.
Sou a tua ilusão, a tua desconsideração
Sou aquilo que queríamos,
A base da nossa canção-a falsa posição.
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Pedras nos seixos rolados
Chi bi du da da, seu back vocal,
Animal, back, low profile, not vile
Nos seixos da Gália Sul, a sair de Kabul,
Qualquer latitude, a mesma atitude,
A ilha do dia anterior nâo resolve, no Norte ou no Sul.
Fuga do excesso de melanina,
Dobrando uma esquina, menina, amada, maltratada,
Senhora Dona, escrava, ID, natureza enterrada
A pior algema é a invisível aldraba, dobra essa esquina menina.
Moinhos de vento, sopro do desalento,
Aqui, nos seixos da praia,
Sem mais ninguém que me traia,
Medo dos gregos e do seu intento.
Bandido, rapaz, gata, catraia,
Hoje apenas só
Sem piedade nem dó.
Praia sem mar, vocal sem cantar.
Animal, back, low profile, not vile
Nos seixos da Gália Sul, a sair de Kabul,
Qualquer latitude, a mesma atitude,
A ilha do dia anterior nâo resolve, no Norte ou no Sul.
Fuga do excesso de melanina,
Dobrando uma esquina, menina, amada, maltratada,
Senhora Dona, escrava, ID, natureza enterrada
A pior algema é a invisível aldraba, dobra essa esquina menina.
Moinhos de vento, sopro do desalento,
Aqui, nos seixos da praia,
Sem mais ninguém que me traia,
Medo dos gregos e do seu intento.
Bandido, rapaz, gata, catraia,
Hoje apenas só
Sem piedade nem dó.
Praia sem mar, vocal sem cantar.
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US, precluded.
A tsunami of dreadful tides of fear in despair,
So certain of unavoidable demise
That the inner doubt,
In its mad shouts,
Beyond any hope or help,
Living a drama, a pay, while we may.
And are we the pretenders, delusional sad things,
Creating fate, talking of free will, imaginimg a nature of a human being.
None so far from a substance engulfing us eluded, US, ou nature, precluded.
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Ruas vs travessas
Raiva da barba não me dar IRS livre
Revolta de não saber de IPV:6
E nem configurar um 127.0.0.1
Como qq idiota non savant
Queres outro tipo amor, paixão
Que eu fiz e não consegui
Eu era o teu homem, a tua tesão,
Se queres um pai para a tua filha
A lua é brilhante e eu nem tanto,
Sou o teu homem mas não nas promessas.
Pois as minhas resultam dessas ruas travessas
Sou a tua ilusão, a tua desconsideração
Sou aquilo que queríamos,
A base da nossa canção-a falsa posição
Revolta de não saber de IPV:6
E nem configurar um 127.0.0.1
Como qq idiota non savant
Queres outro tipo amor, paixão
Que eu fiz e não consegui
Eu era o teu homem, a tua tesão,
Se queres um pai para a tua filha
A lua é brilhante e eu nem tanto,
Sou o teu homem mas não nas promessas.
Pois as minhas resultam dessas ruas travessas
Sou a tua ilusão, a tua desconsideração
Sou aquilo que queríamos,
A base da nossa canção-a falsa posição
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The far shore of human conscientiousness...to edit
« Je me trompe peut-être, mais le ça, le moi, le surmoi, le moi idéal, l’idéal du moi, le processus secondaire et le processus primaire du refoulement, etc. – en un mot les grandes machines freudiennes (y compris le concept et le mot d’inconscient) – ne sont à mes yeux que des armes provisoires, voire des outils rhétoriques bricolés contre une philosophie de la conscience, de l’intentionnalité transparente et pleinement responsable. Je ne crois guère à leur avenir. Je ne pense pas qu’une métapsychologie puisse résister longtemps à l’examen. On n’en parle déjà presque plus »
« déconstruction en indiquant dans quelle mesure la psychanalyse ressortit au règne du logos de la métaphysique occidentale tout en lui échappant »
I correlate these citations with Sein und Zeit, Paul Ricoeur and " Son œuvre constitue l’un des piliers de l’école dites de la « Théorie Française[63] ».
Mais un “ rationaliste classique ”[64] comme Chomsky récuse complètement la pensée de Derrida " On va d’une absurdité à l’autre – stalinisme, existentialisme, structuralisme, Lacan, Derrida – les unes obscènes (le stalinisme) et d’autres simplement infantiles ou ridicules (Lacan et Derrida)" [65].
Derrida bénéficie d’une reconnaissance qui va au-delà du monde universitaire. Par exemple, le film de Woody Allen Deconstructing Harry (en 1997, traduit en français par Harry dans tous ses états) est une référence directe aux travaux de cet auteur—« référence » que Derrida jugera d’ailleurs pauvre et décevante au regard de la complexité de ce « concept ».
I do not agree.
I see as philosophie, since Tales de Mileto, through the Lyceum, a dream unfulfilled, the "Patristica" of the fathers od the Roman Church in faciendo, over Sain Augustin, all those heterodoxies, the Gnose, all the splilled blood over the soul or theisms, a bon entendeur...
We are shure that Gilgamesh epic or Homer ouevre are collages...
" A epopeia eterniza lendas a um texto em versos, tais como a Ilíada e a Odisseia, os quais têm a sua origem nas lendas sobre a Guerra de Troia.
Mais tarde Aristóteles definiu as regras da epopeia a partir da Ilíada, a Odisseia, sendo que estas regras têm de ser cumpridas à risca para serem consideradas uma obra épica.
A epopeia pertence ao gênero épico. Embora tenha fundamentos históricos, não representa os acontecimentos com fidelidade ; geralmente reveste os acontecimentos relatados com conceitos morais e atos exemplares que funcionam como modelos de comportamento, além de atribuir um caráter quase divino ao herói. ”
As so with the Universals, the proofs of the existence of Gods or a single God, Geometry is much more consistent.
We love to send the angels dance on the head of the nail. While a carpenter does his deeds...
Derrida is a great personality.
So are Hegel, Husserl, Habermas, but the man, trying to return to itself, only finds the vacuity of his empty interior (Gehlen)
Then the reaction of the analytical philosophy...
I was born and bred in Continental Construct, and admire the Anglo Saxon Culture more for its achievements in Computer Science, Theater, Applied technologies like Quantum multi core parallel processing gifts that have shaped humanity.
Iambic pentameter, 18, 60, 73, do you know the Petrarch related polysyllables (10), decasylables sonnets of Luis Vaz de Camões ?
https ://youtu.be/5LHSXXqbtQkh
(Basic notions about Lyric poetry by Luis de Cames in Pt-hBR)
Um mover d’olhos brando e piadoso, Sem ver de quê ; um sorriso brando e honesto, quási forçado ; um doce e humilde gesto, de qualquer alegria duvidoso ;
Um desejo quieto e vergonhoso ; um repouso gravíssimo e modesto ; a pura bondade, manifesto indício da alma, limpo gracioso ;
Um escolhido ousar ; a brandura ; um medo sem ter culpa ; um ar sereno ; um longo e obediente sofrimento :
Esta foi a celeste formosura da minha Circe, e o mágico veneno que pôde transformar meu pensamento.
About alienating power of the feminine...
Returning to the Occidental philosophical tradition, from Occams Razor, Baruch Espinosa to The Ethica more Geometrico Demonstrata, indirectly related to works like Kelsen in Rheine RechtsLehre, all them searching, Like Max Weber, and his naíve Positivismus, Wittgenstein, Rorty, explicitly or not, one Ultima Ratio.
Anne Sexton says, putting tears in my eyes not one but so many times,
I that I am no good...
For My Lover, Returning To His Wife:
She is all there.
She was melted carefully down for you and cast up from your childhood, cast up from your one hundred favorite aggies.
She has always been there, my darling.
She is, in fact, exquisite.
Fireworks in the dull middle of February and as real as a cast-iron pot.
Let’s face it, I have been momentary.
A luxury.
A bright red sloop in the harbor.
My hair rising like smoke from the car window.
Littleneck clams out of season.
She is more than that.
She is your have to have, has grown you your practical your tropical growth.
This is not an experiment.
She is all harmony.
She sees to oars and oarlocks for the dinghy, has placed wild flowers at the window at breakfast, sat by the potter’s wheel at midday, set forth three children under the moon, three cherubs drawn by Michelangelo, done this with her legs spread out in the terrible months in the chapel.
If you glance up, the children are there like delicate balloons resting on the ceiling.
She has also carried each one down the hall after supper, their heads privately bent, two legs protesting, person to person, her face flushed with a song and their little sleep.
I give you back your heart.
I give you permission—for the fuse inside her, throbbing angrily in the dirt, for the bitch in her and the burying of her wound—for the burying of her small red wound alive—for the pale flickering flare under her ribs, for the drunken sailor who waits in her left pulse, for the mother’s knee, for the stocking, for the garter belt, for the call—the curious call when you will burrow in arms and breasts and tug at the orange ribbon in her hair and answer the call, the curious call.
She is so naked and singular
She is the sum of yourself and your dream.
Climb her like a monument, step after step.
She is solid.
As for me, I am a watercolor.
I wash off.
Philosophy washes off.
Although it is still the Apex of human search for we don’t know what,
A search made intelligible by people as J. Clark Maxwell set of equations, explaining color, influencing Art and poetry, technologies and politics...
My point is that there is no point, only the vain effort, like Rodin’s Sculpture, of standing a charge that is by nature unsustainable.
CERN, ATLAS, LHC and SETI, Alma Observatory (https://www.astronomictourism.com/astronomical-observatories-chile.html)
I say ALMA cause so much ink has gone under a bridge made of fear in a handful of dust, as T.S Elliot, after the waste land, masterfully expressed in the Four Quartets,
(https ://drive.google.com/open ? id=0B_tM0TMFaAg0STBodV9wVjBpc0U)
Where is more science and phenomenology that in most Physics or Philosophy departments published papers.
We are the sense of everything, but there in not one regula,
Fractals and all beyond XYZ, discrete domains,
Atacama's aridity chanalized to all those gains.
Only the conscientiousness flux brings motivation to activists like that little courageous Swedish, Billie Eilish or the Bremen Musicians.
Bebe Rexta may be a Ferrari, others also fast steady cars...
The best Podcast of the moment, Mindscape, from one of the greatest pedagogues of our era would not be possible without the distinguished guest that nourish our souls and give us resilience to fall and still rise for answers to questions not yet asked.
Love and GIT, Gerrit or Sourceforge may be the key, but
remembering that someone singing, once,
“ I got a pocket full of keys that have no bounds...”
In a Time of focus ans specialization, fragmentation of knowledge,
From the Pacific Islands to the Steps of the North,
The permafrost melting, the North passages forth,
Sustainability and Circular economy, a Black Wedding here and there...
Only the soul that doesn’t interact with Higgins Field, has no weight or relates to plank constant...
https ://physics.unc.edu/laura-mersini-houghton-planck-mapping-project-multiverse-theory/,
Mersini-Houghton dares to go forward,
Nicolas Grifith, Neal Stephenson, the one of the overlap of cities, that admirer of Periwinkle Sphinx, David Brin, Anne Mccaffrey, Heinlein and Ursula Le Guin and Atwood are avatars of Jules Verne, H.G. Wells, Cyrano de Bergerac, Galileu Galilei and all those we bring closer to our hearts of dreamers and curious incoherent ethereal structured clash of stellar born particules, revering Phi or 18036 as magical anti metaphysical numbers,
We, paradoxes made flesh and something, superbia so great that we have the courage to pick names and create gods.
In a line,
Align with hard sciences, recognize the reality of poetry and dream, ambition and frustration, and the unavoidable tessiture of broken hearts and unfulfilled love.
That is why Philosophy should play its incoherence in search of Alethea, the far shore of human conscientiousness.
Good Riddance.
Collapse
P.S.
3 hours ago
A Poison Tree
By William Blake
I was angry with my friend ;
I told my wrath, my wrath di
Show complete
3 hours ago
Anne Sexton
I open my pocketbook,
as women do,
and fish swim back and forth
between the dollars and the lipststick
Show complete
Nov 24, 2019
A touch of harmony:
Tchaikovsky Romance Op. 51 #5 Valentina Lisitsa
Thoughts refused by Reddit moderators that are uni language compelling, in a time of automatic translation.
#beyourself #inconformism #Occam razor's #philosophy #poetry #physics #interdisciplinarity #dreams&tears
👁️ 159
Brumas de respeito, amor e prazer, às bellas, a todas elas.
Tim Maia, vacilamos numa intensa tarde de dança,
Eu tinha decidido não morar com ela, embora adorasse a menina,
Tal nostalgia, a alcoolémia, ainda se o peito aperta 17 anos passados
Dançamos até a temperana tarde se tornar enevoada alvorada.
Vou encontrar as emoções por ti Simone kondack que me deste um ataque.
Atacaste pelas costas no dentista,
Coisa para colunista,
Fazias um amor óptimo,
Talvez não melhor comigo do que com qualquer outro,
Grandes transas rápidas e noites a foder sem parar,
Tudo é demais mas para nunca enjoar,
Mulher que sabia ser bonita sendo gostosa e atraente,
Sabia dar um toque de classe
Uma puta linda com o tesão,
Gozava muitas e contraídas vezes,
Com 23 anos gozava tanto que ficava hipóxica...arte em privação de O2
E depois e depois, adição em progressão e depois?
Au contraire,
(com certa donzela tive de parar de transar pois deixei de aguentar a herética contemplação,
Um pecado de aversão,
Ao seu esgar de gozo quando ia ao clímax...)
E
É assim a vida.
Coitada.
Gostava de mim?
E isso importa?
Q. E. D.
Com a Simone não,
Transamos no sofá de reclinar,
No quarto da frente, no chão da sala,
No pátio da garagem, na mesa da sala,
No banheiro dos bares,
No meio da mata atlântica em cima do capô,
Invocando Oxalá Oxum e Xangô.
Eu prefiro ficar por baixo e ria quando ela me montava como num rodeio de peão,
Me dava aquela linda boceta na boca,
No nariz, na testa,
Nada nela, naquela bella havia que se não beijasse,
Lambesse, chupasse, gozasse, dentro, em cima, na narina,
Conforme o clima.
A língua no cu bem feita, os sacos bem lambidos, o boquete,
Dava graças a Deus que ela tivesse fodido tanto e tantos.
Não que eu não causasse impressão na chupilância onde sou bom bom,
As mulheres passam-se e dizem mais umas lambidinhas,
Se mais convencionais vacilam com os orgasmos múltiplos,
Ou negam no dia seguinte,
É que se esqueceram ou estavam bebinhas...queridinhas!
Conseguia pô-las a gozar umas vezes em cima das outras,
Às vezes uma hora de porrinha branquinha, a língua nos buraquinhos todos,
O nariz, a testa, do cli para os lábios, a bunda, o cuzinho ansioso...
Algumas vezes com sincera admiração,
Outras porque diziam isso a qualquer Pinto abaulado
Com bolso e ouvidos para ser bajulado...
Mas VC sabe a diferença,
Excepto quanto às mestras,
Mães de Santo da fudilância,
Em que fica mesmo difícil distinguir o falso do verdadeiro.
Estão para além da minha liga…
Vestais, Geichas, Vénus do mundo inteiro.
A minha liga era muito elevada para um gordo,
Apesar de bonito e sem pau grande
Ou, principalmente, grosso, que as queridas gostam mais....
Usava uma prótese para alargar o pau,
Boa porque me massageava a base enquanto batia e batia,
E gozava mais e mais tempo.
Com mdma e cocaína, no terceiro dia chegava a gozar a gritar como uma garota teatral,
Vinha-me, gozava, e a seguir gozava e ficava doido de tesão, elas pensavam que eu estava a passar mal,
Gritava e insultava o ar como um possesso e não conseguia parar,
Às vezes mais de quinze minutos...
E a seguir ficava a tremer todo e passado 5 minutos ia outra(s) vezes
Até que já não saia porra nenhuma
E o orgasmo era forte na mesma.
As queridas diziam que nunca tinham visto e as menos espertas,
Ou experientes achavam que eu estava a fingir.
Já ouvi, de si para si ao lado da outra,
VC não pense que este cabrão está a dar linha para nós,
O cara é doido de todo mas não mentiroso.
Só não entendo, puta, como o cara consegue.
São as porras das substâncias e o treino.
Nunca vi um homem gozar como uma mulher passada...
Se há um querida, vai por mim, há mais desses por aí...
Acha um pra VC que este é meu chapa... entendeu,
Pode foder com ele mas não foder ele.
Putaria de homem de meia idade, a loucura dos 35/45 foi o pico do meu bico.
Fazia a prancha de pica engatada na boceta ou na bunda enquanto chupava outra ou outra fazia sanduíche total, usando aparelho no meu cu.
Uma beleza.
Hei-de analisar bem.
A ducha dourada...quando todos gostavam... estrelas.
O top, exceptuando umas de duas ou dez transas
O top foi a grande pequena Tereza dos Santos Silva.
A super Foda, seja louvada, madresilva.
Diga-se que outra batia bem,
Esta morena que me fodeu, e o corpo nāo esqueceu,
Mãe dos meus filhos, não lhe ficava muito atrás e era mais super puta,
Demónio, linda, grande corpasso...
A Tereza era paixão pura.
Mútua.
Amor e ódio, amor grande,...
Apesar de ser sapatona ou bi
Sei lá o quê, interessa?
Sei que, garota de presença, dos sentidos excitados, ela foi aquela coisa.
Falamos e eu fico doido de vontade de a ir buscar.
Vou tentar ligar para ela.
Já tentei e liguei
E não resisti e pu-la em linha com a amiga que estava comigo.
Andrea.
Claro: Jú VC continua doido...
Pois.
Jú continua doido dez anos depois sem beber sem cheirar...
Nem trabalhar.
Que pena, pequena, que pena.
Não sei, Sr. Horizonte, onde este cais vai dar,
Mas sei que se
Cais de cara no chão,
Levanta-te, aí, cabrão!
Há um lugar no mar da amarga solidāo a que me devoto,
E ò Tu, querida gata que me deu a patinha,
Tu é e será para sempre adoraçāo minha.
Sarava, que saudade da idade, da cidade, da verdade.
Brilhantes dias, mulheres grandes, gatas vadias,
Dentro da noite, presentes nos dias, felicidades,
Fica o meu respeito, o meu peito, o vazio no meu leito.
Eu tinha decidido não morar com ela, embora adorasse a menina,
Tal nostalgia, a alcoolémia, ainda se o peito aperta 17 anos passados
Dançamos até a temperana tarde se tornar enevoada alvorada.
Vou encontrar as emoções por ti Simone kondack que me deste um ataque.
Atacaste pelas costas no dentista,
Coisa para colunista,
Fazias um amor óptimo,
Talvez não melhor comigo do que com qualquer outro,
Grandes transas rápidas e noites a foder sem parar,
Tudo é demais mas para nunca enjoar,
Mulher que sabia ser bonita sendo gostosa e atraente,
Sabia dar um toque de classe
Uma puta linda com o tesão,
Gozava muitas e contraídas vezes,
Com 23 anos gozava tanto que ficava hipóxica...arte em privação de O2
E depois e depois, adição em progressão e depois?
Au contraire,
(com certa donzela tive de parar de transar pois deixei de aguentar a herética contemplação,
Um pecado de aversão,
Ao seu esgar de gozo quando ia ao clímax...)
E
É assim a vida.
Coitada.
Gostava de mim?
E isso importa?
Q. E. D.
Com a Simone não,
Transamos no sofá de reclinar,
No quarto da frente, no chão da sala,
No pátio da garagem, na mesa da sala,
No banheiro dos bares,
No meio da mata atlântica em cima do capô,
Invocando Oxalá Oxum e Xangô.
Eu prefiro ficar por baixo e ria quando ela me montava como num rodeio de peão,
Me dava aquela linda boceta na boca,
No nariz, na testa,
Nada nela, naquela bella havia que se não beijasse,
Lambesse, chupasse, gozasse, dentro, em cima, na narina,
Conforme o clima.
A língua no cu bem feita, os sacos bem lambidos, o boquete,
Dava graças a Deus que ela tivesse fodido tanto e tantos.
Não que eu não causasse impressão na chupilância onde sou bom bom,
As mulheres passam-se e dizem mais umas lambidinhas,
Se mais convencionais vacilam com os orgasmos múltiplos,
Ou negam no dia seguinte,
É que se esqueceram ou estavam bebinhas...queridinhas!
Conseguia pô-las a gozar umas vezes em cima das outras,
Às vezes uma hora de porrinha branquinha, a língua nos buraquinhos todos,
O nariz, a testa, do cli para os lábios, a bunda, o cuzinho ansioso...
Algumas vezes com sincera admiração,
Outras porque diziam isso a qualquer Pinto abaulado
Com bolso e ouvidos para ser bajulado...
Mas VC sabe a diferença,
Excepto quanto às mestras,
Mães de Santo da fudilância,
Em que fica mesmo difícil distinguir o falso do verdadeiro.
Estão para além da minha liga…
Vestais, Geichas, Vénus do mundo inteiro.
A minha liga era muito elevada para um gordo,
Apesar de bonito e sem pau grande
Ou, principalmente, grosso, que as queridas gostam mais....
Usava uma prótese para alargar o pau,
Boa porque me massageava a base enquanto batia e batia,
E gozava mais e mais tempo.
Com mdma e cocaína, no terceiro dia chegava a gozar a gritar como uma garota teatral,
Vinha-me, gozava, e a seguir gozava e ficava doido de tesão, elas pensavam que eu estava a passar mal,
Gritava e insultava o ar como um possesso e não conseguia parar,
Às vezes mais de quinze minutos...
E a seguir ficava a tremer todo e passado 5 minutos ia outra(s) vezes
Até que já não saia porra nenhuma
E o orgasmo era forte na mesma.
As queridas diziam que nunca tinham visto e as menos espertas,
Ou experientes achavam que eu estava a fingir.
Já ouvi, de si para si ao lado da outra,
VC não pense que este cabrão está a dar linha para nós,
O cara é doido de todo mas não mentiroso.
Só não entendo, puta, como o cara consegue.
São as porras das substâncias e o treino.
Nunca vi um homem gozar como uma mulher passada...
Se há um querida, vai por mim, há mais desses por aí...
Acha um pra VC que este é meu chapa... entendeu,
Pode foder com ele mas não foder ele.
Putaria de homem de meia idade, a loucura dos 35/45 foi o pico do meu bico.
Fazia a prancha de pica engatada na boceta ou na bunda enquanto chupava outra ou outra fazia sanduíche total, usando aparelho no meu cu.
Uma beleza.
Hei-de analisar bem.
A ducha dourada...quando todos gostavam... estrelas.
O top, exceptuando umas de duas ou dez transas
O top foi a grande pequena Tereza dos Santos Silva.
A super Foda, seja louvada, madresilva.
Diga-se que outra batia bem,
Esta morena que me fodeu, e o corpo nāo esqueceu,
Mãe dos meus filhos, não lhe ficava muito atrás e era mais super puta,
Demónio, linda, grande corpasso...
A Tereza era paixão pura.
Mútua.
Amor e ódio, amor grande,...
Apesar de ser sapatona ou bi
Sei lá o quê, interessa?
Sei que, garota de presença, dos sentidos excitados, ela foi aquela coisa.
Falamos e eu fico doido de vontade de a ir buscar.
Vou tentar ligar para ela.
Já tentei e liguei
E não resisti e pu-la em linha com a amiga que estava comigo.
Andrea.
Claro: Jú VC continua doido...
Pois.
Jú continua doido dez anos depois sem beber sem cheirar...
Nem trabalhar.
Que pena, pequena, que pena.
Não sei, Sr. Horizonte, onde este cais vai dar,
Mas sei que se
Cais de cara no chão,
Levanta-te, aí, cabrão!
Há um lugar no mar da amarga solidāo a que me devoto,
E ò Tu, querida gata que me deu a patinha,
Tu é e será para sempre adoraçāo minha.
Sarava, que saudade da idade, da cidade, da verdade.
Brilhantes dias, mulheres grandes, gatas vadias,
Dentro da noite, presentes nos dias, felicidades,
Fica o meu respeito, o meu peito, o vazio no meu leito.
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ABsTRACTION OF BJCT IN A LOSed SUBJECTIVITY
What’s the drive keeping me on,
While continuing to ignore when I hear come on,
Deaf to my desires, blind to evidence, nothing in my defense
Stance after stance not knowing how to dance
Move void of choreography
Discourse house, cacophony
Indisposed, once high spirited won’t you come?
In the sands of time I seek thee
You, oblivious of once being me
As indecision mates with suspicion in a dark marriage
Celebration of decadence, tainted flowers, stench of cans
An imaginary line of jalopy vans
Fugue in a crazy run, rabid horses, Gothic carriage.
Because you could have had all that and more,
Still reserving all the rest you adore, family and lore
Erudition and folklore, the red moon, an embrace, your own pace.
Life is only a shadow of doubts, forgetful of abouts,
Cards already played returning to the deck
Unrelenting, intransigent, not meant to be conducted, void of leniency
Pieces always fitting, too late to make sense, steel grim
And I always turning stones, looking for fantasy, whim
Opportunities come and pass, epochs stare as I never dare.
Praised be my progeny, may they be free
Independent, adverse to their father,
May they look upon things with humility
Distance themselves of conceptual artifices stay natural
Cultivate the body through activity
Drown my fears, lost friend, there’s no you.
You asphyxiated in your imaginary and were tore to pieces
You inhabit the entrails of gavials and gators
And still there is some of your stench over some bayou
Turning into the snake author to this incoherence
Materialization of an insane nation of your savage nature
All of you frustrations, layers of auto piety you cannot hide
As ugly as the worst inside of the tiniest you.
Agnostic by social correctness, atheistic without distress
Pantheistic xantoist, Buddhist hindu
J’étais très jeune quand je lisais le singe nu
Je croyais que Mircea Eliade était une jolie femme
Tant d’erreurs dans ce chemin qu’au bout, je l’aime
Et les yeux d’un homme parle comme personne
S’il y avait une interprète pour les montrer
C’est la raison, en écoutant Québec,
J’ai décidé d’écrire en français san rimer
Que j’adore car ma nature sont les émotions
Et je ne suis pas capable d’être petit et vain longtemps.
Comme la bonanza doit succéder à rage des vents....
While continuing to ignore when I hear come on,
Deaf to my desires, blind to evidence, nothing in my defense
Stance after stance not knowing how to dance
Move void of choreography
Discourse house, cacophony
Indisposed, once high spirited won’t you come?
In the sands of time I seek thee
You, oblivious of once being me
As indecision mates with suspicion in a dark marriage
Celebration of decadence, tainted flowers, stench of cans
An imaginary line of jalopy vans
Fugue in a crazy run, rabid horses, Gothic carriage.
Because you could have had all that and more,
Still reserving all the rest you adore, family and lore
Erudition and folklore, the red moon, an embrace, your own pace.
Life is only a shadow of doubts, forgetful of abouts,
Cards already played returning to the deck
Unrelenting, intransigent, not meant to be conducted, void of leniency
Pieces always fitting, too late to make sense, steel grim
And I always turning stones, looking for fantasy, whim
Opportunities come and pass, epochs stare as I never dare.
Praised be my progeny, may they be free
Independent, adverse to their father,
May they look upon things with humility
Distance themselves of conceptual artifices stay natural
Cultivate the body through activity
Drown my fears, lost friend, there’s no you.
You asphyxiated in your imaginary and were tore to pieces
You inhabit the entrails of gavials and gators
And still there is some of your stench over some bayou
Turning into the snake author to this incoherence
Materialization of an insane nation of your savage nature
All of you frustrations, layers of auto piety you cannot hide
As ugly as the worst inside of the tiniest you.
Agnostic by social correctness, atheistic without distress
Pantheistic xantoist, Buddhist hindu
J’étais très jeune quand je lisais le singe nu
Je croyais que Mircea Eliade était une jolie femme
Tant d’erreurs dans ce chemin qu’au bout, je l’aime
Et les yeux d’un homme parle comme personne
S’il y avait une interprète pour les montrer
C’est la raison, en écoutant Québec,
J’ai décidé d’écrire en français san rimer
Que j’adore car ma nature sont les émotions
Et je ne suis pas capable d’être petit et vain longtemps.
Comme la bonanza doit succéder à rage des vents....
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The tiniest you is me
What’s the drive keeping me on,
While continuing to ignore when I hear, come on,
Deaf to my desires, blind to evidence, nothing in my defense
Stance after stance, not knowing how to dance
Move void of ususpcted choreography
Discourse house, cacophony
Indisposed, once high spirited, won’t you come?
In the sands of time I seek thee
You, oblivious of once being me
As indecision mates with suspicion in a dark marriage
Celebation of decadence, tainted flowers, stench of cans
An imaginary line of jalopy van,
Fugue in a crazy run, rabid horses, Gothic carriage.
Because you could have had all that and more,
Still reserving all the rest you adore, family and lore
Erudition and folklore, the red moon, an embrace, your own pace.
Life is only a shadow of doubts, forgetful of abouts,
Cards already played returning to the decko existency
Unrelenting, intransigent, not meant to be conducted, void of leniency
Pieces always fitting, too late to make sense, steel grim
And I always turning stones, looking for fantasy, whim
Opportunities come and pass, epochs stare as I never dare.
Praised be my progeny, may they be free
Inee3pendent, adverse to their father,
May tey look upon things with humility
Distance themselves of conceptual artifices stay natural
Cultivate the body through activity
Drown my fears, lost friend, there’s no you.
You asphyxiated in your imaginary and were tore to pieces
You inhabit the entrails of gavials and gators
And still there is some of your stench over some bayou
Turning into the snake author to this incoherence
Materialization of an insane nation of your savage nature
All of you frustrations, layers of auto piety you cannot hide
As ugly as the worst inside of the tiniest you.
Agnostic by social correctness, atheistic without distress
Pantheistic xantoist, Buddhist hindu
J’étais très jeune quand je lisais le singe nu
Je croyais que Mircea Eliade était une jolie femme
Tant d’erreurs dans ce chemin qu’au bout, je l’aime
Et les yeux d’un homme parle comme personne
S’il y avait une interprète pour les montrer
C’est la raison, en écoutant Québec,
J’ai décidé d’écrire en français san rimer
Que j’adore car ma nature sont les émotions
Et je ne suis pas capable d’être petit et vain longtemps.
Comme la bonanza doit succéder à rage des vents....
While continuing to ignore when I hear, come on,
Deaf to my desires, blind to evidence, nothing in my defense
Stance after stance, not knowing how to dance
Move void of ususpcted choreography
Discourse house, cacophony
Indisposed, once high spirited, won’t you come?
In the sands of time I seek thee
You, oblivious of once being me
As indecision mates with suspicion in a dark marriage
Celebation of decadence, tainted flowers, stench of cans
An imaginary line of jalopy van,
Fugue in a crazy run, rabid horses, Gothic carriage.
Because you could have had all that and more,
Still reserving all the rest you adore, family and lore
Erudition and folklore, the red moon, an embrace, your own pace.
Life is only a shadow of doubts, forgetful of abouts,
Cards already played returning to the decko existency
Unrelenting, intransigent, not meant to be conducted, void of leniency
Pieces always fitting, too late to make sense, steel grim
And I always turning stones, looking for fantasy, whim
Opportunities come and pass, epochs stare as I never dare.
Praised be my progeny, may they be free
Inee3pendent, adverse to their father,
May tey look upon things with humility
Distance themselves of conceptual artifices stay natural
Cultivate the body through activity
Drown my fears, lost friend, there’s no you.
You asphyxiated in your imaginary and were tore to pieces
You inhabit the entrails of gavials and gators
And still there is some of your stench over some bayou
Turning into the snake author to this incoherence
Materialization of an insane nation of your savage nature
All of you frustrations, layers of auto piety you cannot hide
As ugly as the worst inside of the tiniest you.
Agnostic by social correctness, atheistic without distress
Pantheistic xantoist, Buddhist hindu
J’étais très jeune quand je lisais le singe nu
Je croyais que Mircea Eliade était une jolie femme
Tant d’erreurs dans ce chemin qu’au bout, je l’aime
Et les yeux d’un homme parle comme personne
S’il y avait une interprète pour les montrer
C’est la raison, en écoutant Québec,
J’ai décidé d’écrire en français san rimer
Que j’adore car ma nature sont les émotions
Et je ne suis pas capable d’être petit et vain longtemps.
Comme la bonanza doit succéder à rage des vents....
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Pichado e pintado.
Destino Me/arcado sob outonal chuva
Portuense Tripeira, cantante, possante,
Molha num instante, o corpo encharcado e desperto,
Nulla alma aparente em regozijo,
E Eu na alegria da música numa pausa de mil passos.
Descartem-se as compras, escassas as aquisições,
Num terceiro mundo Imundo onde vou fundo,
Cuja ilha dos câes habito, câes outrados,
Canídeos pulgentos, salobra água, inegável mágoa
Quâo aparte dos quadrúpedes, elites, vinho de sommelier
Companheiros chipados e tagueados de distintos vizinhos.
O Pingo Doce de hoje é o dos caninos conspirados,
Cujas pisadas, apesar da excelente película, vitoriosa,
Se quedaram em passos tâo curtos, molhados, frustrados,
Furtados à espiritual, mais gélida, coureácea bota da realidade
Deste vetusto, ilustre, super-auto-estimado burgo, coletividade.
De ser quem sou nesta avançada idade,
Debaixo do velho Plátano, vergado e vendido,
Uma não pessoa, vencido não, pretensamente esquecido.
Nâo cidadão, não chipado, postergado privado, apenas vigiado,
Pessoa de interesse, elemento na Nobre e Invicta cidade
O riso inaceitável, comportamento censurável, um intolerado.
O nome escrito em esoterismos para banidos, pichado e pintado.
Em Loop, a música onde o ser gente habita, bate e agita a alma catita.
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Comentários (1)
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nilza_azzi
2019-08-17
Contra plágio também é uma maneira de dizer e não dizer. Muito obrigada pelo comentário em meu poema.
Por ora não interessa quem sou, que entenda a/o ?! Outr/a/o.
Peço desculpa por postar escritas toscas, textos mal editados ou nem revistos.
Parte da minha escrita fora da nuvem., formatei-a num ssd...😂😢🤗 A plataforma é rápida. Sem sequência ou ordem de assunto. A cronologia: nem sempre é clara a data real, por isso a não incluo.
Gente entre gente, que não se pense que se sente o que outro sente, nem que se pressente para além do presente.
Só me retrato por tanta falta de critério e qualidade.
A verdade é que alguns dos que mais prezo não serão incluídos para já.
Uso também um novo repositório para a língua inglesa, idioma que tenho vindo a usar por vários motivos, e.g. (https://www.poeticous.com/m-genth )
Embora quase não escreva em espanhol e francês, uso um site espanhol que considero, entre outros.
Não posso aquilatar exactamente o que perdi, dado que....blá blá blá.
Quando encontrar uma ordem e decidir se quero incluir algo pessoal além das iniciais cruzadas, ou pseudónimo/fotografia.
Atentos cumprimentos a todos os que mantêm, participam e contribuem para este repositório de escritas, as melhores, e todos os que chegaram. Obrigado
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