Mindscape 78, a scape into portuguese pseudo philosofic slung...
mgenthbjpafa21
Sete foi um dia o número de sorte para mim. Ó Fortuna!
Agora é a pedra no meio do caminho, porque no meio do caminho tem uma pedra, já dizia o modernismo.
Todos pensam ser modernos antes de asumir o archaism, arcaico em si mesmo.
Idem para post modern ou pós modernismo, outra ilusão que a mente coletiva cria para auto sustentar a sua iniquidade inerente.
Daniel Dennett, que, prima facie, ficou aquém do podcast do Prof Sean Carroll's citado,
Sir Roger Penrose, em 2019, dentro do âmbito alvo, admita-se, foi uma satisfação.
Suspensa, todavia, a perfunctória opinião até posterior reapreciação, com os devidos respeito à douta troca de ideias entre os prezados interlocutores.
Cavaleiros Ateístas?
Input/output diz-se I/O.
Um urso não é objecto de prossecução jurídico penal por falta de livre arbítrio indiferenciado ou opções de escolha fornecidas pelo córtex pré frontal.
Incerto o autor dessa declaração, já que é na atribuição da personalidade jurídica como titular de direitos e deveres que se fundamenta a punibilidade jurídico penal.
Um aparente ser humano é julgado inimputável quando se quebra o nexo de inteligibilidade (causation or causality in philosophical "conceptuology") entre o ato e a motivação…
Operada a "arrow of decision" no tal lobo pré frontal.
Errado.
Não sabemos o "quantum satis" dos processos cognitivos.
Engatinhamos, gatinham em Portugal, posição de bípede erecto ainda não assumida.
Alimentamos a Soberba com modelos em tempo real.
Ingenuidade, só um grão de sal…
Um batráquio pode ser julgado por comer um inocente inseto sem recurso a especialistas em entomologia.
Basta que a sociedade erigida em poder organizado, (poupe-se Marx VS Kapitalismus) classifique aquela espécie de rã como titular de um tipo de personalidade jurídica e determine o seu encarceramento numa perspetiva de prevenção e geral, especial, de rebatraquializacão, o que seja.
A questão da punibilidade como ofensas corporais ou homicídio de Golfinhos, Símios, Octopodidae, nomeadamente, relaciona-se com a sua natureza jurídica mas, igualmente, com o "Hard Problem" relativo a esses seres tão próximos de nós, usando a categoria da linguística geral, semântica, considerados "inteligentes" o que quer que essa categoria venha futuramente a agregar…
Qualia.
The Hard Problem.
Há piscívoros, insectívoros, carnívoros, e porcos, gente ou não, que se classificam como omnívoros.
Porque comem qualquer coisa até serradura.
Zombie filosófico?
Assim como o bem sempre acaba, o mal nem sempre dura.
A corrente da filosofia Continental, em termos anglicanos, é superior em geral, mas pensadores como Dewey, discípulo de distintos autores virados para as lógicas matemáticas nas ciências do Real e a sua utilização nas Humanidades, não se podem considerar paralelos a outros continentais com Wittgenstein, ainda que apóstulos do Vien Circle...
Há sempre um meta problema. Por isso meta hodos logos…
Hoje vejo no Trivium e Quadrivium uma consistente coerência...
E a metafísica, dizia alguém, é por vezes uma consequência de se estar mal disposto…
existindo por suposto da sua etiologia.
Quod abundat… incomóda.
Ainda que se diga Non Nocet.
Por isso em Elizabeth Bishop, Anne Sexton v. g., ou,
Eu diria, em "Four Quartets" de T. S. Eliot
Encontro mais pós modernismo do que neste meio de cyber autoritarismo
E pythoniano Tensor Flow, (parabéns a Lex Friedman que vai além) teorias de incompletude, problemas de Siracusa onde as disciplinas se fragmentam por necessidade e conveniências e os Antigos continuam certos
Enquanto nós "fractalizamos" questões num processo epistemológico que se deve rever e refletir, em busca de uma utópica meta que todavia escape ao paradoxo de Zenão de Eleia.
A fase final é reflexiva e não apriorística, todavia faltosa dessa desejosa idade,
Quando a ipseidade se oferece ilimitada na juventude da idade.
Que nos deixe aproximar por patamares, pomares de pesquisa e consequentes ilações, das humanas aspirações.
Muito a dizer haveria, e, enquanto o escrivão acompanha Paradise Lost palavra por palavra, por comparação, ser conciso, posto que impreciso, vale mais.
Perdoe-se.
This comment is written in the noble Portuguese 🇵🇹 language
And, according to the powers that be…
Would see a revised, corrected version in English and French.
What a noble work is Humanity,
If you have any eyes to see it.
Agora é a pedra no meio do caminho, porque no meio do caminho tem uma pedra, já dizia o modernismo.
Todos pensam ser modernos antes de asumir o archaism, arcaico em si mesmo.
Idem para post modern ou pós modernismo, outra ilusão que a mente coletiva cria para auto sustentar a sua iniquidade inerente.
Daniel Dennett, que, prima facie, ficou aquém do podcast do Prof Sean Carroll's citado,
Sir Roger Penrose, em 2019, dentro do âmbito alvo, admita-se, foi uma satisfação.
Suspensa, todavia, a perfunctória opinião até posterior reapreciação, com os devidos respeito à douta troca de ideias entre os prezados interlocutores.
Cavaleiros Ateístas?
Input/output diz-se I/O.
Um urso não é objecto de prossecução jurídico penal por falta de livre arbítrio indiferenciado ou opções de escolha fornecidas pelo córtex pré frontal.
Incerto o autor dessa declaração, já que é na atribuição da personalidade jurídica como titular de direitos e deveres que se fundamenta a punibilidade jurídico penal.
Um aparente ser humano é julgado inimputável quando se quebra o nexo de inteligibilidade (causation or causality in philosophical "conceptuology") entre o ato e a motivação…
Operada a "arrow of decision" no tal lobo pré frontal.
Errado.
Não sabemos o "quantum satis" dos processos cognitivos.
Engatinhamos, gatinham em Portugal, posição de bípede erecto ainda não assumida.
Alimentamos a Soberba com modelos em tempo real.
Enriquecemos os dados, que, um dado dia, num nano (where are you, old pal, Ängstrom?) momento, vão despoletar um explosivo
ajuste "Cambriano", no nosso entendimento desses processos neuro cognitivos sensoriais, motores, emocionais.
Ingenuidade, só um grão de sal…
Um batráquio pode ser julgado por comer um inocente inseto sem recurso a especialistas em entomologia.
Basta que a sociedade erigida em poder organizado, (poupe-se Marx VS Kapitalismus) classifique aquela espécie de rã como titular de um tipo de personalidade jurídica e determine o seu encarceramento numa perspetiva de prevenção e geral, especial, de rebatraquializacão, o que seja.
A questão da punibilidade como ofensas corporais ou homicídio de Golfinhos, Símios, Octopodidae, nomeadamente, relaciona-se com a sua natureza jurídica mas, igualmente, com o "Hard Problem" relativo a esses seres tão próximos de nós, usando a categoria da linguística geral, semântica, considerados "inteligentes" o que quer que essa categoria venha futuramente a agregar…
Qualia.
The Hard Problem.
Há piscívoros, insectívoros, carnívoros, e porcos, gente ou não, que se classificam como omnívoros.
Porque comem qualquer coisa até serradura.
Zombie filosófico?
Assim como o bem sempre acaba, o mal nem sempre dura.
A corrente da filosofia Continental, em termos anglicanos, é superior em geral, mas pensadores como Dewey, discípulo de distintos autores virados para as lógicas matemáticas nas ciências do Real e a sua utilização nas Humanidades, não se podem considerar paralelos a outros continentais com Wittgenstein, ainda que apóstulos do Vien Circle...
Há sempre um meta problema. Por isso meta hodos logos…
Hoje vejo no Trivium e Quadrivium uma consistente coerência...
E a metafísica, dizia alguém, é por vezes uma consequência de se estar mal disposto…
existindo por suposto da sua etiologia.
Quod abundat… incomóda.
Ainda que se diga Non Nocet.
Por isso em Elizabeth Bishop, Anne Sexton v. g., ou,
Eu diria, em "Four Quartets" de T. S. Eliot
Encontro mais pós modernismo do que neste meio de cyber autoritarismo
E pythoniano Tensor Flow, (parabéns a Lex Friedman que vai além) teorias de incompletude, problemas de Siracusa onde as disciplinas se fragmentam por necessidade e conveniências e os Antigos continuam certos
Enquanto nós "fractalizamos" questões num processo epistemológico que se deve rever e refletir, em busca de uma utópica meta que todavia escape ao paradoxo de Zenão de Eleia.
A fase final é reflexiva e não apriorística, todavia faltosa dessa desejosa idade,
Quando a ipseidade se oferece ilimitada na juventude da idade.
Que nos deixe aproximar por patamares, pomares de pesquisa e consequentes ilações, das humanas aspirações.
Muito a dizer haveria, e, enquanto o escrivão acompanha Paradise Lost palavra por palavra, por comparação, ser conciso, posto que impreciso, vale mais.
Perdoe-se.
This comment is written in the noble Portuguese 🇵🇹 language
And, according to the powers that be…
Would see a revised, corrected version in English and French.
What a noble work is Humanity,
If you have any eyes to see it.
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