Lista de Poemas
cartas
brinco
com pérolas enlaçãdas
agrupadas num cordão de letras
fio no que confio
e escrevo
revelando ideias com tinta
que no papel
com versam
escuto o que ressoa dentro
desse imaginário diálogo
ouço ruidos e silencios
um toc toc longíncuo
em código morse
telegrafado em primeira pessoa
e
dirigido a mim
brinco de correio
sem carimbo ou selos
entrego todas as cartas
que recebo
a quem possa interessar
com pérolas enlaçãdas
agrupadas num cordão de letras
fio no que confio
e escrevo
revelando ideias com tinta
que no papel
com versam
escuto o que ressoa dentro
desse imaginário diálogo
ouço ruidos e silencios
um toc toc longíncuo
em código morse
telegrafado em primeira pessoa
e
dirigido a mim
brinco de correio
sem carimbo ou selos
entrego todas as cartas
que recebo
a quem possa interessar
👁️ 266
sinfonia dos arcos
soam notas
quando me notas
penetrando teu olhar
que me convida
a tocar
você
puplilas a dilatar
em busca de infindos brilhos
no olhar
de
profundo desejo
sigo adiante
avanço
tateando
seus tons
suavemente
no céu interior
de você
vejo estase em forma
de
estrelas guias
admiro os teus sons
abafados num vibrato
que produzo
ao deslisar pelo corpo
os meus nos seus braços
somos dois semi-arcos
um só
inteiro
sem produzir semi breves
violinos imaginários
dedos certeiros enlaçados
afinizados
pelo leve toque
num delicado contato
dedilhados
vagarosos conhecendo
seus instrumentos
buscamos com leve tato
produzir multiplos sons
procuramos nos guiar
buscando a nota
que
vibra
LÁ
cores de um arco-íris
fluem do teu e do meu corpo
num prazer
sem esforço
novos sons semelhantes
na sinfonia ensaiada
êstase do gozo
por vir
surge dessa atmosfera
nossa música transcendente
vinda de outras esferas
e
terna
e
serenamente
compomos sem pressa
nossa única sinfonia
improvisada
no ato
interminável
amor
liberto
expresso
por
puro
prazer
Ella de Castro
👁️ 271
incerta
Sou depois de me enquadrar
E não gostar, por anos
Uma incerteza certa!
Estou feliz de me sentir
Incerta!
Posso de agora em diante...
Me permitir pensar em voar
👁️ 282
flores suspiram by Ella de Castro
Ella,
assim como você
é o meu segredo
revelado só
por Deus
Os ventos são para Ella
assim como você
brisa
ventania
tufão
aragem que arrepia
Ella
atua nas esferas
do sol
teu calor
encantado que dá sentido
de amor
que as flores em ti
reconhecem
e
suspiram ao ver-te
passar
aromas de cores
floráis de amores
que te alinham
a cada passo
alegras o mundo
que Ella
te consagra
com as asas
da arte
enquanto
imaginas
qual gesto
composto por beijos
darão o tom certeiro
aquela flor de abril
no céu despontado em anil
telas e enquadros
são pétalas insurgentes
dos ares
soprados dos mares distantes
no seu remar
no seu nado aquarela
esgrimas no ar
como pirata na paleta de cores
sentimentos a trotar
seu cavalgar
envonvido por Ella... Dulcinéia!
eterna e jovem dama
dos seus sonhos delirantes...
Quixotescos
rédeas viram pincéis
em suas mãos
seus sonhos
gestam
você
é
no
seu
cavalete
um quadro a galope
uma aventura estética
em busca da pincelada
alada...
climax
de numa
cena
marcante
nas asas da imaginação
divagas protegida
pelo
escudo vigoroso
o amor almejado
e inspirador
amor que
areja
e
tudo
renova
e
revela
assim como você
é o meu segredo
revelado só
por Deus
Os ventos são para Ella
assim como você
brisa
ventania
tufão
aragem que arrepia
Ella
atua nas esferas
do sol
teu calor
encantado que dá sentido
de amor
que as flores em ti
reconhecem
e
suspiram ao ver-te
passar
aromas de cores
floráis de amores
que te alinham
a cada passo
alegras o mundo
que Ella
te consagra
com as asas
da arte
enquanto
imaginas
qual gesto
composto por beijos
darão o tom certeiro
aquela flor de abril
no céu despontado em anil
telas e enquadros
são pétalas insurgentes
dos ares
soprados dos mares distantes
no seu remar
no seu nado aquarela
esgrimas no ar
como pirata na paleta de cores
sentimentos a trotar
seu cavalgar
envonvido por Ella... Dulcinéia!
eterna e jovem dama
dos seus sonhos delirantes...
Quixotescos
rédeas viram pincéis
em suas mãos
seus sonhos
gestam
você
é
no
seu
cavalete
um quadro a galope
uma aventura estética
em busca da pincelada
alada...
climax
de numa
cena
marcante
nas asas da imaginação
divagas protegida
pelo
escudo vigoroso
o amor almejado
e inspirador
amor que
areja
e
tudo
renova
e
revela
👁️ 272
In maturos
Imatura idade é coisa de época
Que todos se dêem conta
Da importância de suas experiências lúcidas...
as lúdicas
Mas que nunca se envelheçam
nem se esqueçam disso
Que nunca se curem
como um queijo cristálizado
duro... carrísimo
maturado
a ser ralado, comido e carcomido
pelo tempo
regado a uma
boa safra de vinho
a ser ex-tinto!
A natureza é in natura
Continuem in maturos
Cremosos e amorosos
como um bom
queijo
que
acolhe
todos
os pratos
onde todos os sumos
fluidos
são bem-vindos
A melhor idade
é sempre agora
sem planos nem hora
e muito menos
RECEITA
DE
OUTRORA
👁️ 281
Jardim no mar
E de repente
lentamente...
os sons... as falas...
viraram sussurros
o calor quente dos corpos distantes em separados
se aproximaram
com o encanto das faíscas de um fogo novo
que ardia sem machucar
em pleno auto... amar
exalavam um cheiro doce
de insenso
por sobre as encostas e as ondas
gestos do amar que eram calmos e as eriçavam
como o gosto de frutas silvestres
colhidas ainda verdes
e aguçavam a língua
suave era a brisa que não dexistia
do sopro cálido da vida
entrecortados e inspirados
na suave maresia
expirados
sons que ouvidos, se abriam
como as velas e veias do coração
Num delírio inflado e brando
quase palpável
como estase em ascensão
deixei me levar, nas marolas
num vem e vai
do amar imenso
serenos sentidos
pequenos grunhidos ao luar
de dia feito para não terminar
som das estrelas abertos a canais
como
sereia a nos chamar...
Vem!
Meu corpo velejava
em busca dela
meu tudo, se rendia
a este sonho lúcido
Ella sereia, procuro...
e ela?
Me canta ao longe
como um farol palpitante
que me rodopia com ele
ouço a estrela guia
que farfalha nas águas mas...
não pia
eu, a mirava à deriva
entregue ao sons sinalizantes
com sua colcha brilhante
tecida de silenciosa luz
sem tramas ou medidas conhecidas
neste mundo científico e
ainda cru
O vento soprando absorto
despertava a florescência
do linho em alinho
Éramos até então
Um barco naufrago, no jardim do mar
Enamoradas em si mesmo
pelo proprio desejo e por puro prazer
de remar a sós
Não queríamos chegar
pois...
já estávamos!
Unas e alinhadas
como folhas num galho
disposto pelo simples gozo de estar ali... presente
sem braço de mar a separar
encostas, falésias ou laços
tudo era limites
de outra esfera
limites de sem terra
entre ellas
fora de proporção e adequação
úmidas a espera do surgimento em flor
do mimoso gerânio
gestado nos abraços da terra
ainda em semente
berço que espera
camada fofa que aterra
local sagrado
onde se dará a luz
ao amado rebento
botões atiçado
eriçados pelos ventos
calor de sol manso, de um belo dia
sem hora nem data
para reger os segundo
desperta da timidez, verde imatura
pétalas de um tom virgem... rosado
Matizes... miríades...
dançam
buscando tons e sons
como vida
deleite no clímax final
se dará
ruborizante
como bebida espumante
frizante na pele em arrepios
intensos desejos de entregar-se à vida
plenas de todas as cores vivificádas
Rosas
de um
vermelho encarnado
brotam nas faces sem maquiagem
sem máscaras
despidas de todo
pudor
nuas
entregues como oferenda
abertas à receber
numa taça de vida
o que jorra incontido
fazendo das cores amores
indescritíveis
Sê navegante pioneiro
sem desejos de rota ou roteiros
Sê marinheiro em pleno instante da Graça
Nem pense!
Nem julgues!
Apenas... NADA!
Conforme a maré
Isso é Viver no AMAR
lentamente...
os sons... as falas...
viraram sussurros
o calor quente dos corpos distantes em separados
se aproximaram
com o encanto das faíscas de um fogo novo
que ardia sem machucar
em pleno auto... amar
exalavam um cheiro doce
de insenso
por sobre as encostas e as ondas
gestos do amar que eram calmos e as eriçavam
como o gosto de frutas silvestres
colhidas ainda verdes
e aguçavam a língua
suave era a brisa que não dexistia
do sopro cálido da vida
entrecortados e inspirados
na suave maresia
expirados
sons que ouvidos, se abriam
como as velas e veias do coração
Num delírio inflado e brando
quase palpável
como estase em ascensão
deixei me levar, nas marolas
num vem e vai
do amar imenso
serenos sentidos
pequenos grunhidos ao luar
de dia feito para não terminar
som das estrelas abertos a canais
como
sereia a nos chamar...
Vem!
Meu corpo velejava
em busca dela
meu tudo, se rendia
a este sonho lúcido
Ella sereia, procuro...
e ela?
Me canta ao longe
como um farol palpitante
que me rodopia com ele
ouço a estrela guia
que farfalha nas águas mas...
não pia
eu, a mirava à deriva
entregue ao sons sinalizantes
com sua colcha brilhante
tecida de silenciosa luz
sem tramas ou medidas conhecidas
neste mundo científico e
ainda cru
O vento soprando absorto
despertava a florescência
do linho em alinho
Éramos até então
Um barco naufrago, no jardim do mar
Enamoradas em si mesmo
pelo proprio desejo e por puro prazer
de remar a sós
Não queríamos chegar
pois...
já estávamos!
Unas e alinhadas
como folhas num galho
disposto pelo simples gozo de estar ali... presente
sem braço de mar a separar
encostas, falésias ou laços
tudo era limites
de outra esfera
limites de sem terra
entre ellas
fora de proporção e adequação
úmidas a espera do surgimento em flor
do mimoso gerânio
gestado nos abraços da terra
ainda em semente
berço que espera
camada fofa que aterra
local sagrado
onde se dará a luz
ao amado rebento
botões atiçado
eriçados pelos ventos
calor de sol manso, de um belo dia
sem hora nem data
para reger os segundo
desperta da timidez, verde imatura
pétalas de um tom virgem... rosado
Matizes... miríades...
dançam
buscando tons e sons
como vida
deleite no clímax final
se dará
ruborizante
como bebida espumante
frizante na pele em arrepios
intensos desejos de entregar-se à vida
plenas de todas as cores vivificádas
Rosas
de um
vermelho encarnado
brotam nas faces sem maquiagem
sem máscaras
despidas de todo
pudor
nuas
entregues como oferenda
abertas à receber
numa taça de vida
o que jorra incontido
fazendo das cores amores
indescritíveis
Sê navegante pioneiro
sem desejos de rota ou roteiros
Sê marinheiro em pleno instante da Graça
Nem pense!
Nem julgues!
Apenas... NADA!
Conforme a maré
Isso é Viver no AMAR
👁️ 347
Meio
no peito
um meio aperto
meio árido
meio vapor
meio vago
meio cheio
meio de dor
meio...
um poema
que não terminou
nem começou
meio acabado
meio começado
meio engraçado
meio tolo
no meio os termos
em meias palavras
um poema meio
sem mim
meio desconstrução
meio interrompido
com o autor meio
pego de surpreza
meio dela
meio meu
meio sem dono
meio sem nexo
meio
sem
ninguém
fazendo
meio
sexo
um meio aperto
meio árido
meio vapor
meio vago
meio cheio
meio de dor
meio...
um poema
que não terminou
nem começou
meio acabado
meio começado
meio engraçado
meio tolo
no meio os termos
em meias palavras
um poema meio
sem mim
meio desconstrução
meio interrompido
com o autor meio
pego de surpreza
meio dela
meio meu
meio sem dono
meio sem nexo
meio
sem
ninguém
fazendo
meio
sexo
👁️ 454
só por hoje
só por hoje
quero só estar
só por hoje
sou além horizontes
só por hoje
sou toda eu
só contigo de longe
avento saber só de mim
só quero um dia
que agora sei
amo também
só e contigo
só por hoje
ouça-me
por bem eu digo
só
em silencio
íntimo
vivo
em
você
e
só
r
i
o
quero só estar
só por hoje
sou além horizontes
só por hoje
sou toda eu
só contigo de longe
avento saber só de mim
só quero um dia
que agora sei
amo também
só e contigo
só por hoje
ouça-me
por bem eu digo
só
em silencio
íntimo
vivo
em
você
e
só
r
i
o
👁️ 257
Senhora das minhas asas
Imatura
sigo segura pois tenho asas
desenvolvida e adquiridas
durantes anos de tompos
cai muitas vezes do ninho
com cheiro de mofo
tentei... saltei... me quebrei
mas hoje estou voando
sou hoje sem hora
livre e com tempo
de criar espaços
espaço/tempo
formula exata
de fracassos
abri as asas
cheias de falhas mas voo
queria um dia
que todo menino e menina
não fossem paralizados
em seus sonhos de voos
crianças anjos
que por mais capetas e apoquentadas
que sejam
são mais capazes
de serenarem
em momentos bobos
do
adulto maturado
pronto para ser consumido no prato
adulterados
seguem calados
buscando um aninho
no prédio frio
no vão vazio
das ruas frias
desses
estados
de
ser
multiplos na rígidez
incoerente
somos a razão de ser
de um
único
Brasil
que
não voa
porque
maturou suas dores
sigo segura pois tenho asas
desenvolvida e adquiridas
durantes anos de tompos
cai muitas vezes do ninho
com cheiro de mofo
tentei... saltei... me quebrei
mas hoje estou voando
sou hoje sem hora
livre e com tempo
de criar espaços
espaço/tempo
formula exata
de fracassos
abri as asas
cheias de falhas mas voo
queria um dia
que todo menino e menina
não fossem paralizados
em seus sonhos de voos
crianças anjos
que por mais capetas e apoquentadas
que sejam
são mais capazes
de serenarem
em momentos bobos
do
adulto maturado
pronto para ser consumido no prato
adulterados
seguem calados
buscando um aninho
no prédio frio
no vão vazio
das ruas frias
desses
estados
de
ser
multiplos na rígidez
incoerente
somos a razão de ser
de um
único
Brasil
que
não voa
porque
maturou suas dores
👁️ 294
Amar semelhante
Não te amo mais
nem teu corpo mais... quero
é meu limite terreno
de amor tão imenso
quase total
num mortal
imortal é tudo que te penso
imaginar
ao amar semelhante
ao que em mim há
chegas a duvidar
crendo-se menos
que o proprio amor
a derivar
do
céu aberto
esferas se atraem
para nos
dar prazer
estrelas se rendem silentes
diante dos lábios inocentes
criando gotas de águas e brilhos
brotamo águas
em jorro
nas fonte de amor corporais
outrora sedentos
do vivo
hidrogenio
nossa química
é física
força poética
como saberes
com sabores
de
filosofia
e
ética
Voltamos a unidade
sem a adversa
idade
saimos do tempo/espaço
nos braços
de um cometa
cometes um erro divino
se achas que te amo ao menos
nem teu corpo mais... quero
é meu limite terreno
de amor tão imenso
quase total
num mortal
imortal é tudo que te penso
imaginar
ao amar semelhante
ao que em mim há
chegas a duvidar
crendo-se menos
que o proprio amor
a derivar
do
céu aberto
esferas se atraem
para nos
dar prazer
estrelas se rendem silentes
diante dos lábios inocentes
criando gotas de águas e brilhos
brotamo águas
em jorro
nas fonte de amor corporais
outrora sedentos
do vivo
hidrogenio
nossa química
é física
força poética
como saberes
com sabores
de
filosofia
e
ética
Voltamos a unidade
sem a adversa
idade
saimos do tempo/espaço
nos braços
de um cometa
cometes um erro divino
se achas que te amo ao menos
👁️ 270
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Letras, palavras, frases vazias... voam a toa... pairando em minha volta docemente.
Ordená-las de forma gramatical será fatal. Ignorá-las é algo muito além do impossível.
Soltá-las... é minha alegria! CONHEÇO-AS de cor e... SALTEADO!
Mostro-me em vão... Nos vãos das letras espaçadas.
Descrevo o NADA!
Nem SOU... poeta
Apenas os incomodo!
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