Lista de Poemas
Sem sombra de duvida
Sem sombra de duvida!
Sem sombra de duvida!
Certamente, isso explica
Mas, não há calma!
Nem mesmo, acalma!
O que sobra ao final?
Sem sombra de duvida,
Restos... Do que não foi!
Sobras sombrias, do que seria!
Sombras sem função nem razão!
Com toda certeza e...
Sem sombra de duvida!
Sobras do que será um dia, uno com a luz!
Resquícios não manifestos, do que poderá virar, ser!
Então, não há duvida?
Sem sombra de duvida, não!
Sim, certamente... É o fim!
Sim, começo de todas as Incertezas?
Sem sombra de duvida,
Houve luz!
Ah, compreendi!
Teka Barreto
Veja você
Veja você...
Sou o que você pensa e vibra
Sou um bem ou um mal
que revela a tua vida
projetada
como ilusão
Atente-se a isso
Se me odeias...
Sou TEU ódio
Se me amas...
Sou TEU amor
Se sou nada...
Sou TEU vazio interior
Apenas a TI revelo
Todo bem ou todo mal
Que há em ti
Nada
Mais
És
além de MIM!
Em mim começas...
Por fim
acabas
Sou teu abracadabra
que escancara
as portas
do teu GRANDE
NADA
SOU
Teka Barreto
pEdrA dE BolHas
Poesia
É SEiVA de VIdA.
que bROta envolveNDo
QuaLqueR Tanto faz
TrANSmUtA o deSFaZ
Do MoMeNTo
Que ChoRa Lá DentRo
Faz Hora
Faz Tempo
COndeNsA em PoEma
Que Se ConGelA
VirAnDo pedRa De BolhAs
feiTa cOm DoR
Que CompOrta
O AmOr Em PaRtiCuLAr
GenTe que Funde PoeMa
Com AlMa e poeIra...
De estrelas
REjunTa o VazIO
De mIL boLHas atomicAS
E àTIRA cerTeirO
nO LOngE
PRÁ quEBRaR o mar
quE expLodE em BRanCo
EspumaNdo
De tanTa DoR
mareAda pRas BoRdAs
ViraNdo PrO LaDO
QuE É De foRa
BolhAS de AmOr
EscOrRiDas
que AreiaM
Com BriLHo
enSabOaNdo
O mal Que Se Perde no AR
BriLHaNdO tOns dE NUnCa
BoiAnDo No AdEUs
Que Se Apaga CoM DEUS
RumAndo E amaNdo
AtÉ a MorTE ProGraMada
nA Praia da EnseAda
aTerrAda de EspuMa
PeLa ReSsaCa Do MaR
QuE SoL ReSSeCa
SeCaNdo o DesPacHaDo
SecOu
E... coOU
ECoou No FuTuRo
O paSsadO ReveRBerado
Passado em MolHaDo
Passou a LimPo
Sujou sò PapEl e LenÇo
ABALO
Caminho pelos meus rumos
Paro-me quando confio
Ancorei meus pés no nada
Por isso... Abalo
Tomo impulso...
ou suavemente
Balanço
Tudo conforme os rumos
Penas ao vento
Não me julgue poeta
Nem mesmo pateta
Só alinho letras
Que o vento
Me trás
Enquanto digito sem
Rima os rumos
Poesias de vento
Sem querer se faz
Tudo sem pé
Sem corpo ou cabeça
Mas quando te toca
Há sempre a tormenta
Não fique por conta
Não crio transtorno
Se quiseres voar
É só
Não pensar
Em penas
Apenas
Teka Barreto
SIBRILHO
até
chorei
me trocaram
e eu... ?
E
POR SI
AS VEZES
PRESENTE
AS VEZES AUSENTE
RENOVADO E DIVINO
POR MAIS ESCURA QUE PAREÇA
teka barreto
pobre boy
raízes entrecortadas
moldando o
homem bonsai
escorre a seiva
da
vida ceifada que vasa
gota a gota
esvai-se
de suas veias
a vitalidade de sua arte
homem por partes
inteiramente dividido
meieiro fracionanndo-se a si mesmo
presente inflacionado ao vivo
ativos fixos
nas ações que fraciona
milionário ordiário
único beneficiário
de seus medos cativos
tesouros frouxos
dividendos de um tolo inteiro
prisioneiro boi...
feito boy que se gaba com viagra
regurgitando
fartas histórias passadas
Mausoléu erguido ereto
in memoriam do que não foi
covas no rosto
que
sabes
leio
as linhas
de sua testa
que
atestam
o
veredictum
rugas fincadas
fendas
profundas
desgosto
estampando
o corpo
que
esvai
aos poucos
murchando
o
seu
viço
alegria
minada
alegria
enterrada
alegria
se
foi
covas na cara
atestei!
não são
de
sorrisos
CAMINHO
Não sou ainda
que sou isto ou aquilo.
Como sabem com tanta certeza?
Pois eu sei...
Que não sou ainda
Aviso aos navegante e...
Distraídos
Não sou o que pensam
Não sou... Porque não acabei
o que comecei um dia
E enquanto não sou...
Sigo apenas sendo
Um quadro obscuro... inacabado
eu mesma ainda
sou de mim...
um esboço
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