Lista de Poemas
Imprescindível
Há tantos poemas de amor,
Que o amor enamorou-se,
Há amor entre as estações,
Sensações da alma em si,
Declamando sentimentos,
Expressões magníficas,
Seduzindo os frágeis corações,
Incapazes de se defender.
Há amor para todos os lados,
Todos os gostos e jeitos,
Perfeitos imperfeitos trajes,
Olhares infundidos de esperança,
Revelando suas obras indubitáveis,
Ao pleno destino enredado,
Cantado sob os séculos,
Modelando as emoções transitórias.
Há um poeta para cada tipo de amor,
E uma poetisa para cada amor de um poeta,
Musa inconteste de inspirações infindáveis,
Perfumando o infinito de palavras,
Traduzindo o invisível em seus aromas,
Absorvendo da natureza seus dilemas,
Controversa roda da caótica suavidade,
Em suas aparências dissimuladas.
Há no mundo lágrimas de todos os tipos,
Desabafos de todos os modos,
Sepultados na memória de seus pares,
Candelabros com suas luzes embaciadas,
Caixas de segredos silenciosos,
Conduzindo seus escravos cadenciados,
A trocar afeições pelo caminho,
Enquanto o tempo segue benevolente.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
Que o amor enamorou-se,
Há amor entre as estações,
Sensações da alma em si,
Declamando sentimentos,
Expressões magníficas,
Seduzindo os frágeis corações,
Incapazes de se defender.
Há amor para todos os lados,
Todos os gostos e jeitos,
Perfeitos imperfeitos trajes,
Olhares infundidos de esperança,
Revelando suas obras indubitáveis,
Ao pleno destino enredado,
Cantado sob os séculos,
Modelando as emoções transitórias.
Há um poeta para cada tipo de amor,
E uma poetisa para cada amor de um poeta,
Musa inconteste de inspirações infindáveis,
Perfumando o infinito de palavras,
Traduzindo o invisível em seus aromas,
Absorvendo da natureza seus dilemas,
Controversa roda da caótica suavidade,
Em suas aparências dissimuladas.
Há no mundo lágrimas de todos os tipos,
Desabafos de todos os modos,
Sepultados na memória de seus pares,
Candelabros com suas luzes embaciadas,
Caixas de segredos silenciosos,
Conduzindo seus escravos cadenciados,
A trocar afeições pelo caminho,
Enquanto o tempo segue benevolente.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
👁️ 153
Alienação
Inóspita solidão avassaladora,
Sensível transgressão d'alma,
Levando ao vazio o ser em desalinho,
Igual a um pássaro de asas feridas,
Que não pode voar sabendo voar,
Pródiga vida em suas dilatações,
Mananciais tempestuosos mortais.
A existência é um grande piano,
Cujos dedos que o tocam em seus tons,
São as nossas predileções ansiosas,
Vertendo no mar de aspirações,
Sonhos e pesadelos incansáveis,
Tediosos em suas corporizações,
Substancioso véu da purificação.
Revelam os labirintos seus desafios,
Pensamentos de facas afiadas,
Suprimindo a estranha consciência,
Alquebrada em seus dogmas enfadonhos,
Temerosos contrastes do espírito,
Deslizando pelas mãos cansadas,
Observando a fria solidão enaltecida.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
Sensível transgressão d'alma,
Levando ao vazio o ser em desalinho,
Igual a um pássaro de asas feridas,
Que não pode voar sabendo voar,
Pródiga vida em suas dilatações,
Mananciais tempestuosos mortais.
A existência é um grande piano,
Cujos dedos que o tocam em seus tons,
São as nossas predileções ansiosas,
Vertendo no mar de aspirações,
Sonhos e pesadelos incansáveis,
Tediosos em suas corporizações,
Substancioso véu da purificação.
Revelam os labirintos seus desafios,
Pensamentos de facas afiadas,
Suprimindo a estranha consciência,
Alquebrada em seus dogmas enfadonhos,
Temerosos contrastes do espírito,
Deslizando pelas mãos cansadas,
Observando a fria solidão enaltecida.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
👁️ 101
Escaninho
Admiro a lua no céu sem nuvens,
Meu olhos brilham enquanto deliro,
Ao lembrar-me de tantos abraços,
Momentos de fúria entre dois corpos,
Buscando fundir-se numa luxúria louca,
Deliciando-se de bocas entreabertas,
Feito flores prestes a desabrochar,
Vislumbre do apetecido amor.
Sinto a brisa da noite em sua singeleza,
Uma lágrima toca-me o rosto,
Tantos beijos se perderam no tempo,
Resquício de uma paixão serena,
Deitada entre os lençóis da lembrança,
Imagem do espaço-tempo,
Projetando-nos em meu coração,
Enquanto o desejo me consome.
Quem sou aqui nesta solidão,
Tentando me encontrar em confissões,
Silenciosas tentações em tons de saudade,
Vivacidade em mim transitória,
Enredo de sensações sussurrantes,
No íntimo clamor da minha cobiça,
Embriagando-me de sabores platônicos,
Ao meu envolvente querer em chamas.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
Meu olhos brilham enquanto deliro,
Ao lembrar-me de tantos abraços,
Momentos de fúria entre dois corpos,
Buscando fundir-se numa luxúria louca,
Deliciando-se de bocas entreabertas,
Feito flores prestes a desabrochar,
Vislumbre do apetecido amor.
Sinto a brisa da noite em sua singeleza,
Uma lágrima toca-me o rosto,
Tantos beijos se perderam no tempo,
Resquício de uma paixão serena,
Deitada entre os lençóis da lembrança,
Imagem do espaço-tempo,
Projetando-nos em meu coração,
Enquanto o desejo me consome.
Quem sou aqui nesta solidão,
Tentando me encontrar em confissões,
Silenciosas tentações em tons de saudade,
Vivacidade em mim transitória,
Enredo de sensações sussurrantes,
No íntimo clamor da minha cobiça,
Embriagando-me de sabores platônicos,
Ao meu envolvente querer em chamas.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
👁️ 143
Solidez
Sair de mim e não dizer nada,
Não significa que não tenho nada a dizer,
Minha voz emudecida grita à tua surdez,
Este sentimento cego de asas tortas,
Que por não entender de liberdade,
Encolheu-se defeituoso sem poder voar,
Olhar de longe o que de perto escondeu-se.
De tanto amar o seu amor estressou-se,
Abandonou-te após tantas palavras vazias,
Tedioso som de sua boca pérfida,
Louvando a falsidade que tua alma aporta,
Lapso corruptível de sua soberba,
Desenhando corações ao vento,
Tal qual suas intenções promíscuas.
Seus lírios murcharam antes de colhê-los,
Tuas mãos deixaram de me oferecer flores,
Pois não as tinham por serem puras,
Tuas gentilezas simplesmente não existiram,
Ao meu contexto sincero de amar-te,
Estive só todo o tempo desta insanidade,
Agora factível pelo despertar do tempo.
Vá embora com esta dor que te cabe,
Deixe-me aqui nesta cela do meu retiro,
O perfume da vida revela-me aos poucos,
Seguirei juntando os fragmentos,
Purificando-me nas lágrimas do arrependimento,
Banhando meu espírito no mar da esperança,
Enquanto sua imagem se desfaz no esquecimento.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
Não significa que não tenho nada a dizer,
Minha voz emudecida grita à tua surdez,
Este sentimento cego de asas tortas,
Que por não entender de liberdade,
Encolheu-se defeituoso sem poder voar,
Olhar de longe o que de perto escondeu-se.
De tanto amar o seu amor estressou-se,
Abandonou-te após tantas palavras vazias,
Tedioso som de sua boca pérfida,
Louvando a falsidade que tua alma aporta,
Lapso corruptível de sua soberba,
Desenhando corações ao vento,
Tal qual suas intenções promíscuas.
Seus lírios murcharam antes de colhê-los,
Tuas mãos deixaram de me oferecer flores,
Pois não as tinham por serem puras,
Tuas gentilezas simplesmente não existiram,
Ao meu contexto sincero de amar-te,
Estive só todo o tempo desta insanidade,
Agora factível pelo despertar do tempo.
Vá embora com esta dor que te cabe,
Deixe-me aqui nesta cela do meu retiro,
O perfume da vida revela-me aos poucos,
Seguirei juntando os fragmentos,
Purificando-me nas lágrimas do arrependimento,
Banhando meu espírito no mar da esperança,
Enquanto sua imagem se desfaz no esquecimento.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
👁️ 182
Naturalidade
Há tanto entre nós,
O olhar, desejos e sorrisos,
Prelúdios exoráveis de ternura,
Cantando aos nossos ouvidos,
Música suave em nossas intenções,
Singelas expressões de amor,
Catalogando nossos sentidos.
Há tanto sob nossa loucura,
Felicidade gravada no tempo,
Digitais da entrega embevecida,
Feito asas sobrevoando o infinito,
Desafiando os perigos da jornada,
Libido de entonações adoradas,
Beijando a beleza em teus poros.
Fecho os olhos seguindo-te,
Me jogo em teus braços sem medo,
A escuridão da noite não me assusta,
Apenas me fascina quando me tocas,
Sigo o som da tua voz embriagante,
Plena rendição nueza do meu querer,
Prostrado diante de tua luxúria.
Há tanto sob as palavras,
Caindo sobre a folha branca imaginaria,
Gotas de ilusões feito tinta,
Escrevendo tudo que aqui não cabe,
Mas que está lá de forma poética,
Delirando seus versos brancos,
Voz silenciosa da minha muda timidez.
Sirlânio Jorge Dias gomes
O olhar, desejos e sorrisos,
Prelúdios exoráveis de ternura,
Cantando aos nossos ouvidos,
Música suave em nossas intenções,
Singelas expressões de amor,
Catalogando nossos sentidos.
Há tanto sob nossa loucura,
Felicidade gravada no tempo,
Digitais da entrega embevecida,
Feito asas sobrevoando o infinito,
Desafiando os perigos da jornada,
Libido de entonações adoradas,
Beijando a beleza em teus poros.
Fecho os olhos seguindo-te,
Me jogo em teus braços sem medo,
A escuridão da noite não me assusta,
Apenas me fascina quando me tocas,
Sigo o som da tua voz embriagante,
Plena rendição nueza do meu querer,
Prostrado diante de tua luxúria.
Há tanto sob as palavras,
Caindo sobre a folha branca imaginaria,
Gotas de ilusões feito tinta,
Escrevendo tudo que aqui não cabe,
Mas que está lá de forma poética,
Delirando seus versos brancos,
Voz silenciosa da minha muda timidez.
Sirlânio Jorge Dias gomes
👁️ 134
Fundamento
Aqui em cima desta pedra,
Posso ver a copa das árvores feito um véu,
Vê-las se misturarem com as nuvens,
Magnífica pureza sob um olhar singular,
Entre os perigos guardados no silêncio,
Perfumado pelas flores desconhecidas.
Virtuosa beleza aflora entre as folhas,
Gratidão perene das criaturas,
Entonando seus mantras extasiantes,
Adorando a vida em seus pormenores,
Em cada canto da selvagem fortaleza,
Riqueza de números infinitos.
Uma imensidão de cores,
Colorindo o horizonte junto ao sol,
Prateando a terra a luz do luar,
Cintilando os tesouros da terra,
Primitivo tabernáculo de sabedoria,
Esperando que o homem o redescubra.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
Posso ver a copa das árvores feito um véu,
Vê-las se misturarem com as nuvens,
Magnífica pureza sob um olhar singular,
Entre os perigos guardados no silêncio,
Perfumado pelas flores desconhecidas.
Virtuosa beleza aflora entre as folhas,
Gratidão perene das criaturas,
Entonando seus mantras extasiantes,
Adorando a vida em seus pormenores,
Em cada canto da selvagem fortaleza,
Riqueza de números infinitos.
Uma imensidão de cores,
Colorindo o horizonte junto ao sol,
Prateando a terra a luz do luar,
Cintilando os tesouros da terra,
Primitivo tabernáculo de sabedoria,
Esperando que o homem o redescubra.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
👁️ 160
Sofia
Não procure a lógica do amor,
Apenas ame o que tem de ser amado,
Esteja onde precisa estar,
A estrada é uma incógnita,
O ontem jamais voltará,
O olhar de segundos atrás,
Não é o mesmo de agora.
Beije,abraçe e viva,
Admire o melhor pôr do sol,
Sorrindo sem medo do riso,
Dos dias imprecisos da tua vida,
Esta passagem sem hora marcada,
De embarque incerto,
Simplesmente a tua espera.
Sonhos são mutáveis,
Fiel a essência que os criam,
Flertando com os pensamentos,
Além daquilo que pode dar certo,
Experiência a ser vivida,
No quintal de tua sobrevivência,
Sob os vendavais de tuas escolhas.
Quem poderá te julgar?
Ninguém é dono do teu juízo,
Mas voe com segurança,
Pise sobre a rocha firme,
Movediça é a areia do teu erro,
Que pode te imergir para sempre,
Lançando-te na escuridão.
Seja você diante do espelho,
Não queira ver dois eus,
Debatendo-se por liberdade,
Sangrando de modo invisível,
Cheios de espinhos da soberba,
Bebendo o próprio veneno,
Num dúplice labirinto.
Siga sem prender-se ao desnecessário,
O necessário não lhe aprisiona,
Mas te dá escolhas para continuar,
Dando-lhe a oportunidade de ser justo,
Sem fechar portas que não lhe cabe,
Abrindo-lhe os olhos ao verdadeiro,
Permitindo que simplesmente viva.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
Apenas ame o que tem de ser amado,
Esteja onde precisa estar,
A estrada é uma incógnita,
O ontem jamais voltará,
O olhar de segundos atrás,
Não é o mesmo de agora.
Beije,abraçe e viva,
Admire o melhor pôr do sol,
Sorrindo sem medo do riso,
Dos dias imprecisos da tua vida,
Esta passagem sem hora marcada,
De embarque incerto,
Simplesmente a tua espera.
Sonhos são mutáveis,
Fiel a essência que os criam,
Flertando com os pensamentos,
Além daquilo que pode dar certo,
Experiência a ser vivida,
No quintal de tua sobrevivência,
Sob os vendavais de tuas escolhas.
Quem poderá te julgar?
Ninguém é dono do teu juízo,
Mas voe com segurança,
Pise sobre a rocha firme,
Movediça é a areia do teu erro,
Que pode te imergir para sempre,
Lançando-te na escuridão.
Seja você diante do espelho,
Não queira ver dois eus,
Debatendo-se por liberdade,
Sangrando de modo invisível,
Cheios de espinhos da soberba,
Bebendo o próprio veneno,
Num dúplice labirinto.
Siga sem prender-se ao desnecessário,
O necessário não lhe aprisiona,
Mas te dá escolhas para continuar,
Dando-lhe a oportunidade de ser justo,
Sem fechar portas que não lhe cabe,
Abrindo-lhe os olhos ao verdadeiro,
Permitindo que simplesmente viva.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
👁️ 128
Prestígio
Ergui as mãos ao céu,
Queria abrir o horizonte,
Como se abre uma janela,
Numa linda manhã de sol,
Pintar nele a tua face,
Arte do teu olhar infindo.
O teu sorriso canta aos meu olhos,
Chega sem pressa ao meu coração,
Tão sossegado quanto meu desejo,
Dádiva do meu sonho enamorado,
Presente ao meu contentamento.
Teu querer ondula em meu peito,
Divertido meneio grata sorte,
Dançando de braços abertos,
No imenso jardim da felicidade,
Delícias do meu ser afagado.
Adorável criatura meu ser intenta,
Mansão solene terna morada,
Rosa perfumada de farto aroma,
Imitando a beleza imaculada,
Âmago frenético de mim,
Afetuoso deslumbre prometido.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
Queria abrir o horizonte,
Como se abre uma janela,
Numa linda manhã de sol,
Pintar nele a tua face,
Arte do teu olhar infindo.
O teu sorriso canta aos meu olhos,
Chega sem pressa ao meu coração,
Tão sossegado quanto meu desejo,
Dádiva do meu sonho enamorado,
Presente ao meu contentamento.
Teu querer ondula em meu peito,
Divertido meneio grata sorte,
Dançando de braços abertos,
No imenso jardim da felicidade,
Delícias do meu ser afagado.
Adorável criatura meu ser intenta,
Mansão solene terna morada,
Rosa perfumada de farto aroma,
Imitando a beleza imaculada,
Âmago frenético de mim,
Afetuoso deslumbre prometido.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
👁️ 171
Contingência
Uma estranha efígie do outro lado,
Parte de algo infinito,
Transpondo o discreto jardim,
Repleto de flores petrificadas,
Desejos encobertos pelo tempo,
Além da clareira do amor.
Uma floresta densa entre tudo,
Plantas rasteiras igual minh'alma,
Deitada ao solo entre as pedras,
Beijando o sulco da terra,
Feito meu corpo vegetativo,
Corroendo-se em seus elos irascíveis.
A cerca adjacente ao meu eu,
Brota entre os juncos da vida,
Espalhando-se timidamente dolorida,
Corroída pela ferrugem do tempo,
Numa rebeldia de sentidos,
Tal qual minha dor hedionda.
As ervas daninhas me sufocam,
Sem dar trégua ao meu fastio,
A noite e o dia chegam sem tocar-me,
Delineando minha estranha forma,
Ao chão suplício do meu fim,
Jornada abstrata da existência.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
Parte de algo infinito,
Transpondo o discreto jardim,
Repleto de flores petrificadas,
Desejos encobertos pelo tempo,
Além da clareira do amor.
Uma floresta densa entre tudo,
Plantas rasteiras igual minh'alma,
Deitada ao solo entre as pedras,
Beijando o sulco da terra,
Feito meu corpo vegetativo,
Corroendo-se em seus elos irascíveis.
A cerca adjacente ao meu eu,
Brota entre os juncos da vida,
Espalhando-se timidamente dolorida,
Corroída pela ferrugem do tempo,
Numa rebeldia de sentidos,
Tal qual minha dor hedionda.
As ervas daninhas me sufocam,
Sem dar trégua ao meu fastio,
A noite e o dia chegam sem tocar-me,
Delineando minha estranha forma,
Ao chão suplício do meu fim,
Jornada abstrata da existência.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
👁️ 164
Arpejo
Branda solidão aprazível convite,
Vai o coração incendiando o corpo,
Irradiando da saudade a vontade,
De simplesmente ir sem medo,
Desabrochando entre as sensações,
Notas musicais suave arbítrio.
A flor desabrocha intensamente,
Sentindo o toque da brisa pulsante,
Contorcendo-se entre as folhagens,
Simplicidade em tons vibrantes,
Elevando-se entre as delícias do ser,
Conforto adorável encontro.
A beleza toca a liberdade silenciosa,
Beijando as pétalas em flor,
Suspiro agradável refúgio,
Estradivário em mãos hábeis,
Movimentos celestes rebuscados,
Pura poesia firmada.
Ao ápice doce concerto,
Brisa entre os poros enamorados,
Abraçados ao silêncio pungente,
Sorriso discreto delineado,
Doce prazer confidenciado,
Monólogo concupiscível enredado.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
Vai o coração incendiando o corpo,
Irradiando da saudade a vontade,
De simplesmente ir sem medo,
Desabrochando entre as sensações,
Notas musicais suave arbítrio.
A flor desabrocha intensamente,
Sentindo o toque da brisa pulsante,
Contorcendo-se entre as folhagens,
Simplicidade em tons vibrantes,
Elevando-se entre as delícias do ser,
Conforto adorável encontro.
A beleza toca a liberdade silenciosa,
Beijando as pétalas em flor,
Suspiro agradável refúgio,
Estradivário em mãos hábeis,
Movimentos celestes rebuscados,
Pura poesia firmada.
Ao ápice doce concerto,
Brisa entre os poros enamorados,
Abraçados ao silêncio pungente,
Sorriso discreto delineado,
Doce prazer confidenciado,
Monólogo concupiscível enredado.
Sirlânio Jorge Dias Gomes
👁️ 297
Comentários (2)
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Zuleica
2019-08-10
Palavras que saem do coração
dionesbatista
2018-11-25
Belos escritos. Adelante!
Abre a mente ao que eu te revelo
e retém bem o que eu te digo, pois não é ciência
ouvir sem reter o que se escuta.(Dante Alighieri)
Um homem apaixonado por poesia.
Tento traduzir os pensamentos na fidelidade que estes me concebem.Não tenho a pretensão de ser poeta,e se por acaso as palavras me metamorfosear em algo parecido,não me culpe;apenas me perdoe.(Sirlânio Jorge Dias Gomes)
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