Lista de Poemas
NATAL É PRESENTE
Neste natal, nós queremos presente:
- Um pai presente
- Uma mãe presente
- Um filho presente
- Um irmão presente
- Um amigo presente
- O perdão presente
- O amor presente
- O arrependimento presente
- A solidariedade presente
- A atitude presente
- A sinceridade presente
Neste natal, não dê somente um presente a seu filho, mas dê um futuro, uma expectativa nova, uma razão para ser diferente!
Não seja apenas mais um figurante na sala, mas se faça presente, em amor,
em carinho e em solidariedade, tão necessária a todos os corações!
Feliz Natal
- Um pai presente
- Uma mãe presente
- Um filho presente
- Um irmão presente
- Um amigo presente
- O perdão presente
- O amor presente
- O arrependimento presente
- A solidariedade presente
- A atitude presente
- A sinceridade presente
Neste natal, não dê somente um presente a seu filho, mas dê um futuro, uma expectativa nova, uma razão para ser diferente!
Não seja apenas mais um figurante na sala, mas se faça presente, em amor,
em carinho e em solidariedade, tão necessária a todos os corações!
Feliz Natal
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SÚPLICA DAS FLORES
Clamam as flores que em silêncio te mando:
- Perdoa os desmandos do seu bem-querer
Relembre em perfumes de tão doces encantos
A margarida de pétalas, que só quis: bem te quer
Crisântemos e lírios quais lágrimas em rios
Suplicam a ventura de eu poder te amar
E fagulhas de flores em um lilás sombrio
Diz quão triste e vazio é sem você ficar
Ramalhete de amores em rosa delicado
Manda mais um recado ao seu coração:
- Esquece os rancores e recebe o coitado
Que em seu doce sorriso espera o perdão
- Perdoa os desmandos do seu bem-querer
Relembre em perfumes de tão doces encantos
A margarida de pétalas, que só quis: bem te quer
Crisântemos e lírios quais lágrimas em rios
Suplicam a ventura de eu poder te amar
E fagulhas de flores em um lilás sombrio
Diz quão triste e vazio é sem você ficar
Ramalhete de amores em rosa delicado
Manda mais um recado ao seu coração:
- Esquece os rancores e recebe o coitado
Que em seu doce sorriso espera o perdão
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PRECE DA MANHÃ
Ajudai-me Senhor,
Pra que onde eu aportar, lá nasçam as flores.
Que as águas sejam calmas, ventos de amores
Que eu reme sempre, mas firme em ti, seja minha rota
Que em meu barco azul, eu leve a paz que tanto importa
Que eu não esqueça da minha missão pelo caminho
Que embora só, tu não me deixes sentir-me sozinho
Que se aqueçam os corações, sol de esperanças
Que onde eu for, de lá não traga, senão lembranças
Que em cada missão, minha volta seja, desejada
E a tua graça em mim pra sempre renovada
Pra que onde eu aportar, lá nasçam as flores.
Que as águas sejam calmas, ventos de amores
Que eu reme sempre, mas firme em ti, seja minha rota
Que em meu barco azul, eu leve a paz que tanto importa
Que eu não esqueça da minha missão pelo caminho
Que embora só, tu não me deixes sentir-me sozinho
Que se aqueçam os corações, sol de esperanças
Que onde eu for, de lá não traga, senão lembranças
Que em cada missão, minha volta seja, desejada
E a tua graça em mim pra sempre renovada
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AMO
A irreverência do teu charme entre olhares cegos
O teu sorriso irônico, mas sem perder a calma
A ternura do teu olhar a reforçar-me o ego
A doçura dos teus carinhos a afagar-me a alma
A forma boba e inteligente como tu sais por cima
As batidas do teu canto alegre a dar ritmo à marcha
As loucuras das tuas fantasias a quebrar rotinas
O teu olhar zombeteiro quando se quebra uma taça
Teu cantarolar desafinado pra me dizer bom dia
A forma como se faz de forte pra me inspirar coragem
A elegância do teu andar a desabrochar poesias
E como perdoa e releva todas as minhas bobagens
O teu sorriso irônico, mas sem perder a calma
A ternura do teu olhar a reforçar-me o ego
A doçura dos teus carinhos a afagar-me a alma
A forma boba e inteligente como tu sais por cima
As batidas do teu canto alegre a dar ritmo à marcha
As loucuras das tuas fantasias a quebrar rotinas
O teu olhar zombeteiro quando se quebra uma taça
Teu cantarolar desafinado pra me dizer bom dia
A forma como se faz de forte pra me inspirar coragem
A elegância do teu andar a desabrochar poesias
E como perdoa e releva todas as minhas bobagens
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SAUDADE NÃO SE REPARTE
Saudade é a dor que nos parte,
Depois que alguém cedo parte
Que de dia em nós queima e arde
E à noite nos consome até tarde
Calor que aguça e excita as partes
Que jamais com outrem se reparte
É a parte de alguém que, em parte,
Fixa em nós seu eterno estandarte
Indulgência a pagar quando as partes
Trata o amor como um caso à parte
Até que extinto ou em dor se aparte
E por caminhos de dor se repartem
Depois que alguém cedo parte
Que de dia em nós queima e arde
E à noite nos consome até tarde
Calor que aguça e excita as partes
Que jamais com outrem se reparte
É a parte de alguém que, em parte,
Fixa em nós seu eterno estandarte
Indulgência a pagar quando as partes
Trata o amor como um caso à parte
Até que extinto ou em dor se aparte
E por caminhos de dor se repartem
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OBRAS DO ACASO
Por uma questão de habito, o Sr Wiliian Rosh guardava sempre m sua casa pequeninas peças de toda a natureza, sob a argumentação de um dia elas lhe seriam úteis em algum serviço. Habilidoso como ele era, não raras vezes recorria à sua caixa de bugigangas na busca de alguma determinada peça que lhe prestasse a um reparo específico, ou mesmo para reabastecê-la com os destroços de algum eletrodoméstico desmanchado. Com o passar dos anos, a caixa do Sr. Rosh tornou-se um verdadeiro arsenal de bagulhos tais como: porcas, parafusos, filamentos, molas, resistências e tantas outras, das quais ele nunca sobe quais eram as suas funções específicas.
Após a sua ultima mudança, O Dr. Wiliian Rosh Univac, como mais tarde ficou conhecido internacionalmente, recorreu a sua velha caixa em busca de um treco que substituísse um pino que desaparecera de seu guarda-roupa. Que surpresa! Com o movimento da caixa, as pequeninas peças haviam se rearranjado de tal forma que constituíram um aparelho que passou a ser chamado de calculadora de bolso, capaz de efetuar as quatro operações aritméticas, as funções trigonométricas, além da radiciação e a exponenciação. Tal fato revolucionou o mundo científico da época, iniciando a ciência da cibernética e dando origem aos primeiros computadores que foram lançados no mercado com o nome de UNIVAC.
Por mais ignorantes que fôssemos, em termos dos princípios científicos que regem o funcionamento de uma calculadora, não hesitaríamos em afirmar, categoricamente, que não é verdade o fato acima descrito. É simples, não cabe na nossa mente que um visor luminoso, um teclado codificado e conciso, um mecanismo de alimentação energética e um conjunto de circuitos microscópicos de magnetização lógica, dentre outras coisas, possam ter sido formados e se organizados logicamente ao acaso. Antes sim, deduzimos que ele é fruto de um projeto cuidadoso, construído e analisado por uma equipe técnica altamente qualificada, a qual previu e ponderou todas as interações dos componentes eletrônicos ali encontrados.
A calculadora, embora deslumbrante à nossa vista, não passa de um caco velho quando comparada com a obra que coroou a criação divina, quando no sexto dia, disse Deus: Façamos o homem a nossa imagem e semelhança. As funções realizadas pelo corpo humano, como a capacidade de questionar e decidir, de amar e odiar, o senso de lealdade e de direito, de reprodução e criação de utensílios, como a própria calculadora, são provas de que o ser humano e a vida não são frutos de uma junção aleatória de aminoácidos, que sob a tensão elétrica de descargas de relâmpagos, constituíram, há milhões de anos, a primeira célula viva e dela os demais seres vivos e suas espécies, como afirmam os evolucionistas. Não há dúvidas, a vida não é obra do acaso, mas sim o fruto da mente gloriosa de Deus, que na sua imensa grandeza fez, não só o homem, mas todo o universo.
Após a sua ultima mudança, O Dr. Wiliian Rosh Univac, como mais tarde ficou conhecido internacionalmente, recorreu a sua velha caixa em busca de um treco que substituísse um pino que desaparecera de seu guarda-roupa. Que surpresa! Com o movimento da caixa, as pequeninas peças haviam se rearranjado de tal forma que constituíram um aparelho que passou a ser chamado de calculadora de bolso, capaz de efetuar as quatro operações aritméticas, as funções trigonométricas, além da radiciação e a exponenciação. Tal fato revolucionou o mundo científico da época, iniciando a ciência da cibernética e dando origem aos primeiros computadores que foram lançados no mercado com o nome de UNIVAC.
Por mais ignorantes que fôssemos, em termos dos princípios científicos que regem o funcionamento de uma calculadora, não hesitaríamos em afirmar, categoricamente, que não é verdade o fato acima descrito. É simples, não cabe na nossa mente que um visor luminoso, um teclado codificado e conciso, um mecanismo de alimentação energética e um conjunto de circuitos microscópicos de magnetização lógica, dentre outras coisas, possam ter sido formados e se organizados logicamente ao acaso. Antes sim, deduzimos que ele é fruto de um projeto cuidadoso, construído e analisado por uma equipe técnica altamente qualificada, a qual previu e ponderou todas as interações dos componentes eletrônicos ali encontrados.
A calculadora, embora deslumbrante à nossa vista, não passa de um caco velho quando comparada com a obra que coroou a criação divina, quando no sexto dia, disse Deus: Façamos o homem a nossa imagem e semelhança. As funções realizadas pelo corpo humano, como a capacidade de questionar e decidir, de amar e odiar, o senso de lealdade e de direito, de reprodução e criação de utensílios, como a própria calculadora, são provas de que o ser humano e a vida não são frutos de uma junção aleatória de aminoácidos, que sob a tensão elétrica de descargas de relâmpagos, constituíram, há milhões de anos, a primeira célula viva e dela os demais seres vivos e suas espécies, como afirmam os evolucionistas. Não há dúvidas, a vida não é obra do acaso, mas sim o fruto da mente gloriosa de Deus, que na sua imensa grandeza fez, não só o homem, mas todo o universo.
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EM UMA LAUDA APENAS
Em uma lauda apenas minha dor transcrevo
Registro os meus medos em falar de amor
Em uma lauda há pena, a registrar temores
A tingir de dores, todos os sonhos meus
Em uma lauda há penas de pássaro desnudo
Que por vil descuido, gaivota amou
Em uma lauda há penas, tremendos castigos
Lembranças do exilo que o amor deixou
Em uma lauda há penas que o vento leva
Mas renasce a relva, brota uma nova flor
Registro os meus medos em falar de amor
Em uma lauda há pena, a registrar temores
A tingir de dores, todos os sonhos meus
Em uma lauda há penas de pássaro desnudo
Que por vil descuido, gaivota amou
Em uma lauda há penas, tremendos castigos
Lembranças do exilo que o amor deixou
Em uma lauda há penas que o vento leva
Mas renasce a relva, brota uma nova flor
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SUFOCAM-ME
As palavras, as quais eu não disse
O medo de romper com a mesmice
Os amores que perdi por crendices
Sonhos mortos sem que os nutrisse
Os que exaltam a asneira e a burrice
Os discursos vazios e as chulices
Os devaneios tomados em perrice
E o desprezo que nós damos à velhice
O medo de romper com a mesmice
Os amores que perdi por crendices
Sonhos mortos sem que os nutrisse
Os que exaltam a asneira e a burrice
Os discursos vazios e as chulices
Os devaneios tomados em perrice
E o desprezo que nós damos à velhice
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LUVAS DE CETIM
Depois de meses na enfermaria
A velha por fim agonizava
Dilacerada em dor, gemia
Porém nada mais ela falava
Não que a sua voz tivesse acabado
Ou que não se lembrasse mais das falas
É que sagradas eram as vozes do passado
E não queria vê-las agora perturbadas
Gemia assim, triste e sozinha,
Não mais clamando a dor da morte
Mas por ver, assim, quão mesquinha
Podia ser a vida em sua sorte
Mãe dedicada de oito filhos
Todos em lágrimas e dor criados
Mas dela há muito, já todos esquecidos
E por seus próprios destinos obcecados
Foi quando por fim ouviu a enfermeira
- Chega-te aqui Senhora, até a cabeceira
Dê a ela a sua mão neste último momento
Será por certo um bálsamo ao sofrimento
Num esforço final, a velha disse com voz turva
Eu quero é a sua mão, por favor, retire a luva
Depois clamou por fim: Esta mão não é Maria
A mão dela, eu lembro, tinha alma, pois eu sentia
A velha por fim agonizava
Dilacerada em dor, gemia
Porém nada mais ela falava
Não que a sua voz tivesse acabado
Ou que não se lembrasse mais das falas
É que sagradas eram as vozes do passado
E não queria vê-las agora perturbadas
Gemia assim, triste e sozinha,
Não mais clamando a dor da morte
Mas por ver, assim, quão mesquinha
Podia ser a vida em sua sorte
Mãe dedicada de oito filhos
Todos em lágrimas e dor criados
Mas dela há muito, já todos esquecidos
E por seus próprios destinos obcecados
Foi quando por fim ouviu a enfermeira
- Chega-te aqui Senhora, até a cabeceira
Dê a ela a sua mão neste último momento
Será por certo um bálsamo ao sofrimento
Num esforço final, a velha disse com voz turva
Eu quero é a sua mão, por favor, retire a luva
Depois clamou por fim: Esta mão não é Maria
A mão dela, eu lembro, tinha alma, pois eu sentia
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SENTIMENTOS
Conselhos em sentimentos não se empresta
Pois que toma a decisão, sua alma arresta
E a todos os seus desencantos leva amarrados
Em cordas de lembranças e manchas do passado
Pois que toma a decisão, sua alma arresta
E a todos os seus desencantos leva amarrados
Em cordas de lembranças e manchas do passado
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Comentários (2)
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2014-09-07
Obrigado Eusébio, espero vê-lo cheio de inspirações felizes.
2014-09-06
Que bom ler teus poemas meu amigo estive andando por ai a procura de inspiração e voltei cheio de desejos e para começar quiz ler algo novo algo que me encante assim como teus poemas um abraço
Nasci e cresci pobre, mas não tenho vergonha disso. Sofri na pele as injustiças da pobreza, mas mesmo assim vivi feliz pois não conhecia a sua verdadeira fonte. Saudei heróis forjados na podridão, mas vestidos no linho fino do engodo e da publicidade paga. Sobrevivi milagrosamente à miséria por puro lampejo da graça divina.
Sonhei com um mundo livre e justo. Acreditei que as oportunidades eram uma questão de esforço e que o sucesso só dependia da capacidade e do desprendimento. Pensei que os homens bons transformariam o mundo e que as injustiças seriam aniquiladas pela educação e a sensatez
Infelizmente, a maturidade revelou-me que os pobres são mais pobres de espírito que de oportunidades. Que os ricos, pra se fazerem ricos, já venderam a alma. Que as oportunidades não surgem, são compradas às escuras. Que a decência, quase sempre, sucumbe à propina e ao favorecimento. Que os idealistas se vendem ao poder. Que os justos não subsistem no trono. Que a caridade quase sempre não é cega. Que a violência e a miséria são orquestradas do trono. Que a abnegação tem a infâmia como troco. Que as pessoas amam mais imundícia que a dignidade. Que os insanos são mais aplaudidos que os sensatos. Que a morte é triste, mas sem ela os homens seriam eternos escravos de seus páreos.
Hoje eu luto, não mais para reformar o mundo, mas para não ser sucumbido por ele. Sofro para provar que nem toda dignidade está à venda. Combato a indecência e imoralidade, mesmo sabendo que perderei a batalha. Quero morrer com orgulho, não de ter vencido a guerra, mas de ter lutado sempre em defesa do que é correto. Não quero ser lembrado por ter mudado o mundo, mas apenas por não ter feito coro com aqueles que o tornam fétido.
Algum dia, espero que ainda longe, esta será apenas mais uma página esquecida e provavelmente apagada por falta de manutenção ou custeio. Todavia, antes que este dia chegue, quero fazer transbordar nela as inquietudes da minha alma; fazer soar os clarins da vida, sem ter a presunção de ser o dono da verdade, mas convicto de que proclamei meus erros como alerta aos jovens e chamei à reflexão os pensadores em busca de uma vida mais digna e próspera para as gerações vindouras.
Sonhei com um mundo livre e justo. Acreditei que as oportunidades eram uma questão de esforço e que o sucesso só dependia da capacidade e do desprendimento. Pensei que os homens bons transformariam o mundo e que as injustiças seriam aniquiladas pela educação e a sensatez
Infelizmente, a maturidade revelou-me que os pobres são mais pobres de espírito que de oportunidades. Que os ricos, pra se fazerem ricos, já venderam a alma. Que as oportunidades não surgem, são compradas às escuras. Que a decência, quase sempre, sucumbe à propina e ao favorecimento. Que os idealistas se vendem ao poder. Que os justos não subsistem no trono. Que a caridade quase sempre não é cega. Que a violência e a miséria são orquestradas do trono. Que a abnegação tem a infâmia como troco. Que as pessoas amam mais imundícia que a dignidade. Que os insanos são mais aplaudidos que os sensatos. Que a morte é triste, mas sem ela os homens seriam eternos escravos de seus páreos.
Hoje eu luto, não mais para reformar o mundo, mas para não ser sucumbido por ele. Sofro para provar que nem toda dignidade está à venda. Combato a indecência e imoralidade, mesmo sabendo que perderei a batalha. Quero morrer com orgulho, não de ter vencido a guerra, mas de ter lutado sempre em defesa do que é correto. Não quero ser lembrado por ter mudado o mundo, mas apenas por não ter feito coro com aqueles que o tornam fétido.
Algum dia, espero que ainda longe, esta será apenas mais uma página esquecida e provavelmente apagada por falta de manutenção ou custeio. Todavia, antes que este dia chegue, quero fazer transbordar nela as inquietudes da minha alma; fazer soar os clarins da vida, sem ter a presunção de ser o dono da verdade, mas convicto de que proclamei meus erros como alerta aos jovens e chamei à reflexão os pensadores em busca de uma vida mais digna e próspera para as gerações vindouras.
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