AMOR A LOUCURA
Amo-te loucura minha,
Que a mim liberta, que rompe as correntes.
Que me alucina, mas me faz ser gente
Que não aceita regras, nem se adéqua aos mandos
Que a dor não se entrega, nem aceita os danos
Que não venera o medo, nem os preconceitos
Que só obedece a alma no que lhe é direito
Que não se incomoda se é errada ou certa
Mas nada vê de longe, tudo apalpa e aperta
Que não vê o dolo em conhecer a vida
Nem aos desaforos, ampara ou abriga
Que não conhece cercas para a liberdade
Mas vive livre e plena em sua insanidade
Se alguém a condena, critica e apedreja
Não passa de escravo, a morrer de inveja
Que a mim liberta, que rompe as correntes.
Que me alucina, mas me faz ser gente
Que não aceita regras, nem se adéqua aos mandos
Que a dor não se entrega, nem aceita os danos
Que não venera o medo, nem os preconceitos
Que só obedece a alma no que lhe é direito
Que não se incomoda se é errada ou certa
Mas nada vê de longe, tudo apalpa e aperta
Que não vê o dolo em conhecer a vida
Nem aos desaforos, ampara ou abriga
Que não conhece cercas para a liberdade
Mas vive livre e plena em sua insanidade
Se alguém a condena, critica e apedreja
Não passa de escravo, a morrer de inveja