Lista de Poemas
Alinhavando ventos, tempestades e utopias
Se já fui um furacão
antes era ventania
Tempestades me atingiram
Verguei, mas não fui ao chão
Fui movido por eventos
de natureza adversa
que causaram oscilações
em curtas e longas ações
Se agora sou monções
outrora de brisa vivia
Nada disso é estranho
quando visto à luz do dia
O ar em seus muitos estados
me compõe do inicio ao fim
O ser me salva dos outros
e até mesmo de mim
II
O ar sorvido aos pulmões
nos guia à calmaria
Respirar a poesia
nos dias acalorados
e nas madrugadas frias
harmoniza o viver
Se isso é uma teimosia
me aproxima da utopia
Cozer sons é alforria
é lume para quaquer um.
Fátima Rodrigues. Expedicionários. João Pessoa, Paraíba, Brasil em 05 de dezembro de 2012.
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Senões em vão?!
Senão ...
Ficarás dois dias sem computador
Ficarás sem sair com os amigos
Ficarás com fome
Vestirás as roupas sujas
O gatinho poderá adoecer
Senão... !
Não haverá passeio
Os seus amigos não virão para casa
Não entrarás para a faculdade
Tudo irá de água abaixo
A vida assim tem sentido?
E se tudo for dito com amor e firmeza?
E se nada do que se espera acontecer ...
Sempre há o que se rever nos percursos e nos ditos. O tempo é o de cada um.
Fátima Rodrigues
Expedicionários, João Pessoa, Paraiba, Brasil em 12 de junho de 2023..
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Senões em vão?!
Senão ...
Ficarás dois dias sem computador
Ficarás sem sair com os amigos
Ficarás com fome
Vestirás as roupas sujas
O gatinho poderá adoecer
Senão... !
Não haverá passeio
Os seus amigos não virão para casa
Não entrarás para a faculdade
Tudo irá de água abaixo
A vida assim tem sentido?
E se tudo for dito com amor e firmeza?
E se nada do que se espera acontecer ...
Sempre há o que se rever nos percursos e nos ditos. O tempo é o de cada um.
Fátima Rodrigues
Expedicionários, João Pessoa, Paraiba, Brasil em 12 de junho de 2023..
👁️ 168
Redenção plena
Redenção plena
De repente aquele ímpeto a jorrar
Àquele enorme sentimento de liberdade àquela pulsão de vida
antes enviesada
represada
Àquela dor arrancada do peito
dor que esmagava
Tudo clareou e tão claro ficou
que virou prenúncio
Virou carta, declaração
documento assinado
acordo consagrado consigo mesmo
Virou o contrário do que era
De sonho represado
De prática proibida
a obra em exercício
Do que era apenas uma ilusão à plena redenção
Descoberta do mundo, ação!
Assim é que se faz a liberdade
num grito interior
Num riso exterior
Cabelo ao vento
Corpo em movimento
Pura ação para ser o que se é
e negar o que não somos
A impostura ficou para trás
Agora é só seguir!
De repente aquele ímpeto a jorrar
Àquele enorme sentimento de liberdade àquela pulsão de vida
antes enviesada
represada
Àquela dor arrancada do peito
dor que esmagava
Tudo clareou e tão claro ficou
que virou prenúncio
Virou carta, declaração
documento assinado
acordo consagrado consigo mesmo
Virou o contrário do que era
De sonho represado
De prática proibida
a obra em exercício
Do que era apenas uma ilusão à plena redenção
Descoberta do mundo, ação!
Assim é que se faz a liberdade
num grito interior
Num riso exterior
Cabelo ao vento
Corpo em movimento
Pura ação para ser o que se é
e negar o que não somos
A impostura ficou para trás
Agora é só seguir!
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Redenção plena
Redenção plena
De repente aquele ímpeto a jorrar
Àquele enorme sentimento de liberdade àquela pulsão de vida
antes enviesada
represada
Àquela dor arrancada do peito
dor que esmagava
Tudo clareou e tão claro ficou
que virou prenúncio
Virou carta, declaração
documento assinado
acordo consagrado consigo mesmo
Virou o contrário do que era
De sonho represado
De prática proibida
a obra em exercício
Do que era apenas uma ilusão à plena redenção
Descoberta do mundo, ação!
Assim é que se faz a liberdade
num grito interior
Num riso exterior
Cabelo ao vento
Corpo em movimento
Pura ação para ser o que se é
e negar o que não somos
A impostura ficou para trás
Agora é só seguir!
De repente aquele ímpeto a jorrar
Àquele enorme sentimento de liberdade àquela pulsão de vida
antes enviesada
represada
Àquela dor arrancada do peito
dor que esmagava
Tudo clareou e tão claro ficou
que virou prenúncio
Virou carta, declaração
documento assinado
acordo consagrado consigo mesmo
Virou o contrário do que era
De sonho represado
De prática proibida
a obra em exercício
Do que era apenas uma ilusão à plena redenção
Descoberta do mundo, ação!
Assim é que se faz a liberdade
num grito interior
Num riso exterior
Cabelo ao vento
Corpo em movimento
Pura ação para ser o que se é
e negar o que não somos
A impostura ficou para trás
Agora é só seguir!
👁️ 189
Redenção plena
Redenção plena
De repente aquele ímpeto a jorrar
Àquele enorme sentimento de liberdade àquela pulsão de vida
antes enviesada
represada
Àquela dor arrancada do peito
dor que esmagava
Tudo clareou e tão claro ficou
que virou prenúncio
Virou carta, declaração
documento assinado
acordo consagrado consigo mesmo
Virou o contrário do que era
De sonho represado
De prática proibida
a obra em exercício
Do que era apenas uma ilusão à plena redenção
Descoberta do mundo, ação!
Assim é que se faz a liberdade
num grito interior
Num riso exterior
Cabelo ao vento
Corpo em movimento
Pura ação para ser o que se é
e negar o que não somos
A impostura ficou para trás
Agora é só seguir!
De repente aquele ímpeto a jorrar
Àquele enorme sentimento de liberdade àquela pulsão de vida
antes enviesada
represada
Àquela dor arrancada do peito
dor que esmagava
Tudo clareou e tão claro ficou
que virou prenúncio
Virou carta, declaração
documento assinado
acordo consagrado consigo mesmo
Virou o contrário do que era
De sonho represado
De prática proibida
a obra em exercício
Do que era apenas uma ilusão à plena redenção
Descoberta do mundo, ação!
Assim é que se faz a liberdade
num grito interior
Num riso exterior
Cabelo ao vento
Corpo em movimento
Pura ação para ser o que se é
e negar o que não somos
A impostura ficou para trás
Agora é só seguir!
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Dons, sons e moções da palavra
Dons, sons e moções da palavra
Ah!,a palavra...?
No presente é herança e patrimônio
Se está no entre é intersticio
Se emudece desafia o silêncio
Ao se adequar
expropria'-se no ato
Nos confrontos
é coragem assimilada
Em seus rodeios
se desvela em metáforas
Quando discursa
é um elo emblemático
Se endurece
é pedra cristalizada
Quando contida
é água aprisionada
Quando liberta
é torrente apaziguada
Quando cala
é explosão represada
Se desafia
é duelo em linguagem
Renascer, se reinventar e comunicar
é o desafio do Ser palavra.
Fátima Rodrigues.
Expedicionários, João Pessoa, Paraiba, Brasil. em 17 de junho de 2021.
Ah!,a palavra...?
No presente é herança e patrimônio
Se está no entre é intersticio
Se emudece desafia o silêncio
Ao se adequar
expropria'-se no ato
Nos confrontos
é coragem assimilada
Em seus rodeios
se desvela em metáforas
Quando discursa
é um elo emblemático
Se endurece
é pedra cristalizada
Quando contida
é água aprisionada
Quando liberta
é torrente apaziguada
Quando cala
é explosão represada
Se desafia
é duelo em linguagem
Renascer, se reinventar e comunicar
é o desafio do Ser palavra.
Fátima Rodrigues.
Expedicionários, João Pessoa, Paraiba, Brasil. em 17 de junho de 2021.
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Dons, sons e moções da palavra
Dons, sons e moções da palavra
Ah!,a palavra...?
No presente é herança e patrimônio
Se está no entre é intersticio
Se emudece desafia o silêncio
Ao se adequar
expropria'-se no ato
Nos confrontos
é coragem assimilada
Em seus rodeios
se desvela em metáforas
Quando discursa
é um elo emblemático
Se endurece
é pedra cristalizada
Quando contida
é água aprisionada
Quando liberta
é torrente apaziguada
Quando cala
é explosão represada
Se desafia
é duelo em linguagem
Renascer, se reinventar e comunicar
é o desafio do Ser palavra.
Fátima Rodrigues.
Expedicionários, João Pessoa, Paraiba, Brasil. em 17 de junho de 2021.
Ah!,a palavra...?
No presente é herança e patrimônio
Se está no entre é intersticio
Se emudece desafia o silêncio
Ao se adequar
expropria'-se no ato
Nos confrontos
é coragem assimilada
Em seus rodeios
se desvela em metáforas
Quando discursa
é um elo emblemático
Se endurece
é pedra cristalizada
Quando contida
é água aprisionada
Quando liberta
é torrente apaziguada
Quando cala
é explosão represada
Se desafia
é duelo em linguagem
Renascer, se reinventar e comunicar
é o desafio do Ser palavra.
Fátima Rodrigues.
Expedicionários, João Pessoa, Paraiba, Brasil. em 17 de junho de 2021.
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Às divindades, oxalá!
Às divindades, oxalá!
Divindades!
Livrai-me de tudo que não sei lidar
Falo até mesmo do toque insistente da campainha
Quero me encontrar com o outro sem sobressaltos
Sem malquerências
Livrai-me de um outro que se torna familiar
mas quer obrigar-me a sair de mim
Livrai-me dos bons homens e das boas damas que desconhecem a empatia, mas potencializam a simpatia enganadora
Estranhas senhoras, estranhas em si e em mim
Estranhos senhores que nem desconfiam das dores de suas damas
Diz Sartre, são bons pais e mães, filantropos, mas racistas!
Livrai-nos senhor de professores desamparados e desenganados de si
suas palavras podem contaminar a mente fértil dos jovens
Livrai-nos dos pastores que não sabem pastorear, coisa que exige conhecer a Aldeia, seu rebanho e sua história.
Divindades! Teceis laços diretos com os que creem
Se há vontade divina para que a mediação?
Enlaça-me com a tua energia e proteção
Me põe luz na minha escuridão
Me acolhe nos desertos
e na abundância mistificadora
Me acolhe!
Fátima Rodrigues
Expedicionários, João Pessoa, Paraiba, Brasil em 20 de maio de 2023.
Divindades!
Livrai-me de tudo que não sei lidar
Falo até mesmo do toque insistente da campainha
Quero me encontrar com o outro sem sobressaltos
Sem malquerências
Livrai-me de um outro que se torna familiar
mas quer obrigar-me a sair de mim
Livrai-me dos bons homens e das boas damas que desconhecem a empatia, mas potencializam a simpatia enganadora
Estranhas senhoras, estranhas em si e em mim
Estranhos senhores que nem desconfiam das dores de suas damas
Diz Sartre, são bons pais e mães, filantropos, mas racistas!
Livrai-nos senhor de professores desamparados e desenganados de si
suas palavras podem contaminar a mente fértil dos jovens
Livrai-nos dos pastores que não sabem pastorear, coisa que exige conhecer a Aldeia, seu rebanho e sua história.
Divindades! Teceis laços diretos com os que creem
Se há vontade divina para que a mediação?
Enlaça-me com a tua energia e proteção
Me põe luz na minha escuridão
Me acolhe nos desertos
e na abundância mistificadora
Me acolhe!
Fátima Rodrigues
Expedicionários, João Pessoa, Paraiba, Brasil em 20 de maio de 2023.
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Às divindades, oxalá!
Às divindades, oxalá!
Divindades!
Livrai-me de tudo que não sei lidar
Falo até mesmo do toque insistente da campainha
Quero me encontrar com o outro sem sobressaltos
Sem malquerências
Livrai-me de um outro que se torna familiar
mas quer obrigar-me a sair de mim
Livrai-me dos bons homens e das boas damas que desconhecem a empatia, mas potencializam a simpatia enganadora
Estranhas senhoras, estranhas em si e em mim
Estranhos senhores que nem desconfiam das dores de suas damas
Diz Sartre, são bons pais e mães, filantropos, mas racistas!
Livrai-nos senhor de professores desamparados e desenganados de si
suas palavras podem contaminar a mente fértil dos jovens
Livrai-nos dos pastores que não sabem pastorear, coisa que exige conhecer a Aldeia, seu rebanho e sua história.
Divindades! Teceis laços diretos com os que creem
Se há vontade divina para que a mediação?
Enlaça-me com a tua energia e proteção
Me põe luz na minha escuridão
Me acolhe nos desertos
e na abundância mistificadora
Me acolhe!
Fátima Rodrigues
Expedicionários, João Pessoa, Paraiba, Brasil em 20 de maio de 2023.
Divindades!
Livrai-me de tudo que não sei lidar
Falo até mesmo do toque insistente da campainha
Quero me encontrar com o outro sem sobressaltos
Sem malquerências
Livrai-me de um outro que se torna familiar
mas quer obrigar-me a sair de mim
Livrai-me dos bons homens e das boas damas que desconhecem a empatia, mas potencializam a simpatia enganadora
Estranhas senhoras, estranhas em si e em mim
Estranhos senhores que nem desconfiam das dores de suas damas
Diz Sartre, são bons pais e mães, filantropos, mas racistas!
Livrai-nos senhor de professores desamparados e desenganados de si
suas palavras podem contaminar a mente fértil dos jovens
Livrai-nos dos pastores que não sabem pastorear, coisa que exige conhecer a Aldeia, seu rebanho e sua história.
Divindades! Teceis laços diretos com os que creem
Se há vontade divina para que a mediação?
Enlaça-me com a tua energia e proteção
Me põe luz na minha escuridão
Me acolhe nos desertos
e na abundância mistificadora
Me acolhe!
Fátima Rodrigues
Expedicionários, João Pessoa, Paraiba, Brasil em 20 de maio de 2023.
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Sou um ser humano em constante construção. Me sinto parte da natureza e a ela vinculada no sentido material e imaterial. Gosto de lidar com as palavras construindo e desconstruindo castelos. Portanto, escrevo como um exercício de compreensão de mim e do mundo. Além de escrever e ler gosto de cinema, de música e de praticar jardinagem. Sou mãe e essa é uma experiência de vida que me fascina e desafia permanentemente.
https://www.facebook.com/faatimarodrigues
faatimarodrigues@yahoo.com.br
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