Redenção plena
MARIA DE FATIMA FERREIRA RODRIGUES
Redenção plena
De repente aquele ímpeto a jorrar
Àquele enorme sentimento de liberdade àquela pulsão de vida
antes enviesada
represada
Àquela dor arrancada do peito
dor que esmagava
Tudo clareou e tão claro ficou
que virou prenúncio
Virou carta, declaração
documento assinado
acordo consagrado consigo mesmo
Virou o contrário do que era
De sonho represado
De prática proibida
a obra em exercício
Do que era apenas uma ilusão à plena redenção
Descoberta do mundo, ação!
Assim é que se faz a liberdade
num grito interior
Num riso exterior
Cabelo ao vento
Corpo em movimento
Pura ação para ser o que se é
e negar o que não somos
A impostura ficou para trás
Agora é só seguir!
De repente aquele ímpeto a jorrar
Àquele enorme sentimento de liberdade àquela pulsão de vida
antes enviesada
represada
Àquela dor arrancada do peito
dor que esmagava
Tudo clareou e tão claro ficou
que virou prenúncio
Virou carta, declaração
documento assinado
acordo consagrado consigo mesmo
Virou o contrário do que era
De sonho represado
De prática proibida
a obra em exercício
Do que era apenas uma ilusão à plena redenção
Descoberta do mundo, ação!
Assim é que se faz a liberdade
num grito interior
Num riso exterior
Cabelo ao vento
Corpo em movimento
Pura ação para ser o que se é
e negar o que não somos
A impostura ficou para trás
Agora é só seguir!
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