Lista de Poemas
ONTEM A CHUVA
Ontem sentia-te disparada,
Teclando as pedras no chão,
E apurei o meu ouvido,
Só pr’a ouvir tua canção.
Espreitei-te p’la janela, fria,
O meu sentir te avistou,
Há muito que não dormia,
Tanta falta que fazias,
Que meu coração s’ aclamou.
Estava escuro e o chão brilhava,
Abracei-te para agradecer,
Aos beijos tu me molhavas,
E eu contente ali ficava,
Com saudade de tanto querer.
Havia tanta energia,
Namoramos p’la noite fora,
O instante apetecia,
O vento doido corria,
Pareciam as noites d’ outrora.
Chorava o beiral de contente,
Lençóis de água a rebolar,
Sintonia comovente,
Numa noite bem diferente,
Musicalidade a pairar.
02-03-2018 Maria Antonieta Matos
Teclando as pedras no chão,
E apurei o meu ouvido,
Só pr’a ouvir tua canção.
Espreitei-te p’la janela, fria,
O meu sentir te avistou,
Há muito que não dormia,
Tanta falta que fazias,
Que meu coração s’ aclamou.
Estava escuro e o chão brilhava,
Abracei-te para agradecer,
Aos beijos tu me molhavas,
E eu contente ali ficava,
Com saudade de tanto querer.
Havia tanta energia,
Namoramos p’la noite fora,
O instante apetecia,
O vento doido corria,
Pareciam as noites d’ outrora.
Chorava o beiral de contente,
Lençóis de água a rebolar,
Sintonia comovente,
Numa noite bem diferente,
Musicalidade a pairar.
02-03-2018 Maria Antonieta Matos
👁️ 272
A SAUDADE DA CHUVA
Caem gotas escassas e brandas,
Com meiguice a beijar a vidraça,
Parecem olhinhos da ciranda,
Que o vento a traz de banda,
Oh! Chuva tens tanta graça!
Fixei-te cheia de saudade,
Que não tardei a sorrir,
A pensar com esta idade,
Nunca te senti fragilidade,
E tão custosa de parir!
Não te ausentes por mais tempo,
Que fico triste na desventura,
A lutar contra esse tempo,
Esperando-te a qualquer momento,
Mesmo que tragas loucura!
27-02-2018 Maria Antonieta Matos
Com meiguice a beijar a vidraça,
Parecem olhinhos da ciranda,
Que o vento a traz de banda,
Oh! Chuva tens tanta graça!
Fixei-te cheia de saudade,
Que não tardei a sorrir,
A pensar com esta idade,
Nunca te senti fragilidade,
E tão custosa de parir!
Não te ausentes por mais tempo,
Que fico triste na desventura,
A lutar contra esse tempo,
Esperando-te a qualquer momento,
Mesmo que tragas loucura!
27-02-2018 Maria Antonieta Matos
👁️ 422
A LUZ DO PENSAMENTO
Oiço eterna luz do pensamento,
Que me envolve subitamente neste anseio,
Que desdobra em emoções e enleios,
Minhas mãos que pintam agraciado momento.
Surpreende-me e leva-me longe, tão perto,
Renasce como a fonte inesgotável,
Como ter dentro a criança inseparável,
Que emerge e se deslumbra no deserto.
Canto o amor que na tela deito,
Abro a chama que os meus olhos veem,
E encadeio os teus sem preconceito.
Toco vivamente o sentir do meu pensar,
Acordo a leveza e o rasgar das cores,
E espero de ti a loucura de gostar.
23-03 2018 Maria Antonieta Matos
Que me envolve subitamente neste anseio,
Que desdobra em emoções e enleios,
Minhas mãos que pintam agraciado momento.
Surpreende-me e leva-me longe, tão perto,
Renasce como a fonte inesgotável,
Como ter dentro a criança inseparável,
Que emerge e se deslumbra no deserto.
Canto o amor que na tela deito,
Abro a chama que os meus olhos veem,
E encadeio os teus sem preconceito.
Toco vivamente o sentir do meu pensar,
Acordo a leveza e o rasgar das cores,
E espero de ti a loucura de gostar.
23-03 2018 Maria Antonieta Matos
👁️ 435
APROXIMA-SE A NOITE
Aproxima-se a noite no dia tão negro,
Navego nas águas tão escuras de medo,
Ao longe um farol ilumina o rochedo,
E sinto arrepios na noite que é dia,
Tão gelada, tão fria,
As horas, tão cedo.
As ondas s' enfurecem na areia,
Tapam e destapam o meu leito,
Oiço o choro da Sereia,
Querendo namorar o meu amor-perfeito.
O Sol escapa-se envergonhado,
Beijando a lua à socapa,
Num momento coroado,
Que a nuvem cúmplice faz de graça.
Aconchego-me a ti, meu amor,
Pulsando meu peito que sentes bater,
Abraças-me com jeito no manto sedutor,
Que atenua o pranto no fundo do SER,
Que aquece a alma,
Tão frágil mais calma
Sempre a renascer.
Depois descobre o dia numa luz clara,
E livres ao vento voando no céu,
Trocamos olhares, sentimos desejos,
No sonho de amor vamos tu e eu.
14-01-2018 Maria Antonieta Matos
Navego nas águas tão escuras de medo,
Ao longe um farol ilumina o rochedo,
E sinto arrepios na noite que é dia,
Tão gelada, tão fria,
As horas, tão cedo.
As ondas s' enfurecem na areia,
Tapam e destapam o meu leito,
Oiço o choro da Sereia,
Querendo namorar o meu amor-perfeito.
O Sol escapa-se envergonhado,
Beijando a lua à socapa,
Num momento coroado,
Que a nuvem cúmplice faz de graça.
Aconchego-me a ti, meu amor,
Pulsando meu peito que sentes bater,
Abraças-me com jeito no manto sedutor,
Que atenua o pranto no fundo do SER,
Que aquece a alma,
Tão frágil mais calma
Sempre a renascer.
Depois descobre o dia numa luz clara,
E livres ao vento voando no céu,
Trocamos olhares, sentimos desejos,
No sonho de amor vamos tu e eu.
14-01-2018 Maria Antonieta Matos
👁️ 299
HOJE CAEM PÉTALAS CHORANDO
Hoje caem pétalas chorando,
Por uma rosa que murchou,
Tão extremosa, muito amando,
Aqueles por quem ela... passou.
Aprimorava de cor o seu jardim,
Repleta de luz, tanto carinho,
Tinha um perfume sem fim,
Na solidão do caminho.
Hoje contando a tua "estória,"
Todos juntos fazendo juízos,
Surge a saudade na memória.
É tão dura e triste ausência,
Num destino de escura sorte,
Sem nenhuma complacência.
Maria Antonieta Matos 28-01-2018
Por uma rosa que murchou,
Tão extremosa, muito amando,
Aqueles por quem ela... passou.
Aprimorava de cor o seu jardim,
Repleta de luz, tanto carinho,
Tinha um perfume sem fim,
Na solidão do caminho.
Hoje contando a tua "estória,"
Todos juntos fazendo juízos,
Surge a saudade na memória.
É tão dura e triste ausência,
Num destino de escura sorte,
Sem nenhuma complacência.
Maria Antonieta Matos 28-01-2018
👁️ 263
Há palavras…
Há palavras...
que ganham asas ao soprar do vento,
Permanecem estáticas e mudas ditas em silêncio,
Carinhosas e cristalinas num nobre sentimento,
E tão rudes quando se erguem em tom violento.
Há palavras...
sábias esculpidas em papiros e inventos,
Permanentemente remexidas num tamanho vicio,
Às vezes meditadas num satírico momento,
Em cenário lúdico de consagrado argumento
Há palavras...
Que trazem emoção e gestos, no mudo discurso,
Apinhadas de colo, em abraços certos,
E engradecem a alma em cada percurso.
Há palavras....
Unidas num seio laureado de alento,
E outras injustas e deprimentes de afetos,
Que rasgam a alma num sórdido desalento.
Há palavras...
Difíceis de esquecer e cruéis de ver,
Desventradas, manipuladas em sombras e medos,
Que estalam no corpo em rasgos do ser.
Há palavras...
De chuva, de vento, de pó, de pedras, e folhas caídas no chão...
De noites sombrias, sem leito, nem pão,
De nuvens cinzentas, tristes e agoirentas,
De pombas brancas, de lírios e cores de limão,
De luzes e estrelas guiadas pelo céu,
Estro de poemas, de livros e toques
Que nunca se vão.
08-12-2018 Maria Antonieta Matos
que ganham asas ao soprar do vento,
Permanecem estáticas e mudas ditas em silêncio,
Carinhosas e cristalinas num nobre sentimento,
E tão rudes quando se erguem em tom violento.
Há palavras...
sábias esculpidas em papiros e inventos,
Permanentemente remexidas num tamanho vicio,
Às vezes meditadas num satírico momento,
Em cenário lúdico de consagrado argumento
Há palavras...
Que trazem emoção e gestos, no mudo discurso,
Apinhadas de colo, em abraços certos,
E engradecem a alma em cada percurso.
Há palavras....
Unidas num seio laureado de alento,
E outras injustas e deprimentes de afetos,
Que rasgam a alma num sórdido desalento.
Há palavras...
Difíceis de esquecer e cruéis de ver,
Desventradas, manipuladas em sombras e medos,
Que estalam no corpo em rasgos do ser.
Há palavras...
De chuva, de vento, de pó, de pedras, e folhas caídas no chão...
De noites sombrias, sem leito, nem pão,
De nuvens cinzentas, tristes e agoirentas,
De pombas brancas, de lírios e cores de limão,
De luzes e estrelas guiadas pelo céu,
Estro de poemas, de livros e toques
Que nunca se vão.
08-12-2018 Maria Antonieta Matos
👁️ 306
AQUI NUM CANTO ESQUECIDO
Aqui num canto esquecido,
No meu olhar mais profundo,
Vislumbro o horizonte tão belo,
Como príncipe num castelo,
Que se sente senhor do mundo.
Sorri-me o sol... hilariante,
O vento oscula... meu peito,
As estrelas brilham sem fim,
E com a lua, olham por mim,
Cobre-me a chuva onde me deito.
Pasmo com as luzes da cidade,
O sonho acompanha-me longe,
Como um pássaro em liberdade,
Voando com graciosidade,
Mas recatado como um monge.
Sou rico... tendo tão pouco,
Nada me pesa que me canse,
Tenho chão... tenho cascalhos,
Tenho o sol como agasalho,
No infinito um grande alcance.
Pensativo em cada dia,
Sou delicado e tão forte,
Vivo sem medo... de mão vazia,
Regalo o estômago de fantasia,
E os dias passam por sorte.
Nasci d'um momento de amor,
Num dia de grande fracasso,
Herdei o mundo como amigo,
A família deu-me o castigo,
Aprendo tudo quanto faço.
Maria Antonieta Matos 03-02-2018
No meu olhar mais profundo,
Vislumbro o horizonte tão belo,
Como príncipe num castelo,
Que se sente senhor do mundo.
Sorri-me o sol... hilariante,
O vento oscula... meu peito,
As estrelas brilham sem fim,
E com a lua, olham por mim,
Cobre-me a chuva onde me deito.
Pasmo com as luzes da cidade,
O sonho acompanha-me longe,
Como um pássaro em liberdade,
Voando com graciosidade,
Mas recatado como um monge.
Sou rico... tendo tão pouco,
Nada me pesa que me canse,
Tenho chão... tenho cascalhos,
Tenho o sol como agasalho,
No infinito um grande alcance.
Pensativo em cada dia,
Sou delicado e tão forte,
Vivo sem medo... de mão vazia,
Regalo o estômago de fantasia,
E os dias passam por sorte.
Nasci d'um momento de amor,
Num dia de grande fracasso,
Herdei o mundo como amigo,
A família deu-me o castigo,
Aprendo tudo quanto faço.
Maria Antonieta Matos 03-02-2018
👁️ 301
SOU FEITO DE TOLERÂNCIA
Sou feito de tolerância
O que digo é discutível
Não quero um "MAS" entalado
Que se perde engasgado
Num pensamento sensível
Sou feito de tolerância
Não me amordacem a voz
Que me grita o pensamento
Revolto a cada momento
Com a garganta cheia de noz
Sou feito de tolerância
Tenho as palavras ao rubro
Quero expressar-me livremente
Sem as letras entre dentes
No meu "eu" mais profundo
Sou feito de tolerância
Dou asas ao sentimento
Que a mente desenvolve
Criativa tudo absorve
Na ânsia a cada momento
Maria Antonieta Matos 05-01-2018
O que digo é discutível
Não quero um "MAS" entalado
Que se perde engasgado
Num pensamento sensível
Sou feito de tolerância
Não me amordacem a voz
Que me grita o pensamento
Revolto a cada momento
Com a garganta cheia de noz
Sou feito de tolerância
Tenho as palavras ao rubro
Quero expressar-me livremente
Sem as letras entre dentes
No meu "eu" mais profundo
Sou feito de tolerância
Dou asas ao sentimento
Que a mente desenvolve
Criativa tudo absorve
Na ânsia a cada momento
Maria Antonieta Matos 05-01-2018
👁️ 302
PORQUE ME OLHAS ASSIM…
Porque me olhas assim,
A espreitar p’la fechadura,
Parece não confiares em mim,
Com esse ciúme sem fim,
Doentio cheio d’ amargura.
Querias ver-me a escorregar,
Isso vive em teu pensamento,
Na tristeza desse olhar,
Que turva a cada momento.
Não digas que não sei amar,
Que me dou levianamente,
Porque há jeitos de gostar,
E meu peito por todos sente.
24-01-2018 Maria Antonieta Matos
A espreitar p’la fechadura,
Parece não confiares em mim,
Com esse ciúme sem fim,
Doentio cheio d’ amargura.
Querias ver-me a escorregar,
Isso vive em teu pensamento,
Na tristeza desse olhar,
Que turva a cada momento.
Não digas que não sei amar,
Que me dou levianamente,
Porque há jeitos de gostar,
E meu peito por todos sente.
24-01-2018 Maria Antonieta Matos
👁️ 416
CASCATA DE PALAVRAS
Deslizam as palavras em cascata,
Um rio leva-as correndo ao mar,
Entoam ondas felizes, cor de prata,
Espraiam emoções, no meu avistar.
Folheiam-se páginas na ventania,
Aromas penetram nos sentidos,
Beijam-me mil gotas de maresia,
Contam-se as histórias nos livros.
Palavras... impulsos, desabafos,
Que se movem dentro do peito,
Falas, que no silêncio guardo,
Porque ditas, não têm jeito.
Palavras desfolhadas, intenções,
Cascatas a murmurar ao ouvido,
Acalmia em letrados corações,
Um doce musical, um namoro colorido.
Cascata de palavras, chuva de escrita,
Abundantes regatos circundando em flor,
Valsa sonante que um sonho dita,
Unidas as letras espalhando o amor.
Lago renovado de lágrimas caídas,
Perfumes que contagiam preceitos,
Nas palavras sentidas e lavradas,
Que edificam um mundo perfeito.
Maria Antonieta Matos 19-11-2017
Um rio leva-as correndo ao mar,
Entoam ondas felizes, cor de prata,
Espraiam emoções, no meu avistar.
Folheiam-se páginas na ventania,
Aromas penetram nos sentidos,
Beijam-me mil gotas de maresia,
Contam-se as histórias nos livros.
Palavras... impulsos, desabafos,
Que se movem dentro do peito,
Falas, que no silêncio guardo,
Porque ditas, não têm jeito.
Palavras desfolhadas, intenções,
Cascatas a murmurar ao ouvido,
Acalmia em letrados corações,
Um doce musical, um namoro colorido.
Cascata de palavras, chuva de escrita,
Abundantes regatos circundando em flor,
Valsa sonante que um sonho dita,
Unidas as letras espalhando o amor.
Lago renovado de lágrimas caídas,
Perfumes que contagiam preceitos,
Nas palavras sentidas e lavradas,
Que edificam um mundo perfeito.
Maria Antonieta Matos 19-11-2017
👁️ 325
Comentários (2)
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namastibet
2017-10-23
obrigado por me ler
Val
2014-09-22
Gostei , escreves bem :)
Maria Antonieta Rosado Mira Valentim de Matos - MARIA ANTONIETA MATOS, nasceu em 1949 em Terena, Concelho de Alandroal e reside em Évora, Alentejo, Portugal Aposentada da Função Pública
Editou o livro “ Visita à Aldeia da Terra” através de Edições Poejo, baseado e inspirado na Aldeia de esculturas em barro e cimento, sita em Arraiolos, livro de quadras e fotografias personalizadas na atividade e profissões da aldeia, apoiada pela junta de freguesia de Arraiolos. Fez apresentação do livro em escolas e Bibliotecas Municipais para crianças do jardim-de-infância, escola básica e séniores. Colabora em vários grupos de poesia e blogs.
Editou o livro "OLHARES RITMADOS - Nada Sou... Mais Do Que Eu", em 2022
Participação em Coletâneas: “Poetizar Monsaraz - Vol I” “Poetizar Monsaraz Vol II” “Nós Poetas Editamos V” “Nós Poetas Editamos VI” “Sentir D’um Poeta” “Eternamente Poeta” “Poesia sem Gavetas Parte III” “Poemário 2015” “Conto de Poetas Parte III” “Amor Eterno” \"Poemário 2016\" \"Apenas Saudade\" \" Fusão de Sentires\" \"Poemário 2017\" \"Mais Mulher\" \"Perdidamente II\" - Autores Edição - Pastelaria Studios Editora Grupo Múltiplas Histórias \"Sopro de Poesia\" - Autores Edição Orquídea Edições - Grupo Múltiplas Histórias \"Poesia a Cores\" - Pastelaria Studios Editora Grupo Múltiplas Histórias \"Dança das Palavras\" - Pastelaria Studios Editora \"Poesia com Reticências (...) - Pastelaria Studios Editora \"Poemário 2018\" - Pastelaria Studios \"Cascata de Palavras\" - Pastelaria Studios Editora \"Perdidamente Vol. III\" - Poem' Art - Grupo Literário Amigos - " Delírios de Verão" - Delírios de Outono" "Poesia na Escola" Verso & Prosa
https://tradestories.pt/maria-matos/livro/visita-aldeia-da-terra
Editou o livro “ Visita à Aldeia da Terra” através de Edições Poejo, baseado e inspirado na Aldeia de esculturas em barro e cimento, sita em Arraiolos, livro de quadras e fotografias personalizadas na atividade e profissões da aldeia, apoiada pela junta de freguesia de Arraiolos. Fez apresentação do livro em escolas e Bibliotecas Municipais para crianças do jardim-de-infância, escola básica e séniores. Colabora em vários grupos de poesia e blogs.
Editou o livro "OLHARES RITMADOS - Nada Sou... Mais Do Que Eu", em 2022
Participação em Coletâneas: “Poetizar Monsaraz - Vol I” “Poetizar Monsaraz Vol II” “Nós Poetas Editamos V” “Nós Poetas Editamos VI” “Sentir D’um Poeta” “Eternamente Poeta” “Poesia sem Gavetas Parte III” “Poemário 2015” “Conto de Poetas Parte III” “Amor Eterno” \"Poemário 2016\" \"Apenas Saudade\" \" Fusão de Sentires\" \"Poemário 2017\" \"Mais Mulher\" \"Perdidamente II\" - Autores Edição - Pastelaria Studios Editora Grupo Múltiplas Histórias \"Sopro de Poesia\" - Autores Edição Orquídea Edições - Grupo Múltiplas Histórias \"Poesia a Cores\" - Pastelaria Studios Editora Grupo Múltiplas Histórias \"Dança das Palavras\" - Pastelaria Studios Editora \"Poesia com Reticências (...) - Pastelaria Studios Editora \"Poemário 2018\" - Pastelaria Studios \"Cascata de Palavras\" - Pastelaria Studios Editora \"Perdidamente Vol. III\" - Poem' Art - Grupo Literário Amigos - " Delírios de Verão" - Delírios de Outono" "Poesia na Escola" Verso & Prosa
https://tradestories.pt/maria-matos/livro/visita-aldeia-da-terra
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