Escritas

Biografia

Ícaro Ítalo Gomes dos Santos,pseudônimo;Italo_poetrix. Descobriu sua paixão por livros ao ler"A Árvore Generosa" (The Giving Tree) e desde então tornou-se súdito da palavra poética e busca entender seus conhecimentos através dos caminhos líricos .Nascido em Aquidabã,do agreste Nordestino ,vêm se destacando com seus poemas com temas múltiplos . Atualmente reside em Luz,uma pequena cidade de Minas Gerais . Suas escritas são fisioterapias para a alma .

Lista de Poemas

Total de poemas: 42 Página 2 de 5

Calçados descalços

Bendita a escrita 
Versos que veste -me em mantra 
Tinta da escrita Santa
Resplandeça  meus olhares por onde eu caminhar e que eu jamais seja controlado pelas irmãs do Destino 
Com o tempo eu entendi que não basta apenas ser genuíno 
Um Lao Tsé que busca  iluminação 
Sabe muito bem que as trevas também pertencem ao Divino
Carreguei o mundo de erros dos meus pais nas minhas costas quando menino 
Desde muito tempo atrás 
Atos  atroz em templos  Atlas 
O barulho dessas correntes que me prendem são a ruína desse hino 
A arte da petrificação do medo no olhar eu domino 
Tão transparente e cristalino 
Um Pegasus de fogo 
A Lilith  no logo 
E é assim que eu me defino
Metade de mim é uma metáfora que se houver um amanhã eu designo 
Não é tão simples ser tão simples nesse mundo onde moro aonde o ORO é um Deus que eu oro para obter  oportunidade de acesso até na água que bebo 
Não sou tão bêbado de levar tudo ao sóbrio tão sério 
Nas sombras de luzes desse cemitério desce um abismo tão febril que o remédio para não morrer de tédio é a exploração de cérebros 
Depois de um caça as bruxas vieram os caças bombardeando ideias de caça aos lobos 
E com todos  eles presos no bolso 
O caçador passa a viver dentro do seu próprio cativeiro 
São,
1 por amor,2 por dinheiro 
Linhas Racionais o evangelho que se espalhou por esse Mundo inteiro 
Me pergunto o que o emblema faria se surgissem novos Antônios Conselheiros 
Abre o sacorgafo e liberta a mente agora Pandora 
Cleópatra da sua própria liberdade de expressão,faz da sua lágrima a vida criando Oásis 
Ísis não duvida que cê é capaz de vencer 
Que surjam ,
Matérias sobre tantas Marias Quitérias 
Sábio o homem louco que jantou no mesmo prato da miséria e conformou-se dormir com o cobertor da fome 
Andando descalço por ai eu percebi que a saciedade é os calçados da vaidade
Andando descalço por ai eu percebi 
que a sociedade  é espelho dessa insalubridade
Andando descalço por ai eu percebi que o caminho que me leva até mim
É aquele que eu não trilhei ainda e por ele não existe não fim 
Andando descalço por aí eu percebi que o julgamento desgasta meus pés mais do que o asfalto 
Andando descalço por ai eu percebi que nem todo olhar Salvador vem do alto 
Andando descalço por ai eu percebi que muitos passam despercebidos 
Andando descalço por ai .....
Andando descalço por ai ....
Andando descalço por ai....

 

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Reescrevo ,relato ,rebato,resisto

Como me apego ao desagradável desapego?
Como me apago ao destrutível desespero?
Procuro uma nova forma que me conforme 
Procuro uma nova fórmula que confirme,
À obstrução do que me deixa inseguro 
À observação do que me deixa inóspito de vida , imagem destruída 
Se entro na minha mente ,viro um intruso 
Minha alma   me disse que já não pertence ao corpo que uso
O vazio é um vaso que acolhe a planta da ansiedade 
Ânsia de flores mortas ,servindo de adubo para florescer raízes tortas na sociedade 
Regada por migalhas de  falhas no próprio oxigênio ácido em solidão ,
Indisposição de acreditar em mim mesmo e nas pessoas desse mundo 
Não sei ao certo se me acuso 
Independentemente não sou totalmente inocente nem independente
Tenho assustado assuntos pendentes 
Recordações recorrentes 
Sonhos que são apenas sonhos 
Sonhos que vão após sonos 
Sonhos que me fazem dormir por sonhar demais 
Sonhos que me fazem acordar sem querer dormir nunca mais 
Quantos pesadelos serão realizados?
Quantos pesadelos ainda tendem à serem inclusos?
O que tanto recuso ,requer atenção 
O que tanto requer atenção eu reflito se é necessário atenção 
E essa tenção é a  maldita benção dos que são confrontados como loucos nos olhos dos  são 
Decepção desculpa por te decepcionar 
Sei que você esperava mais de mim 
Recepção de culpa que ocupa toda vírgula antes de raciocinar 
Ei, ué! Vê? Errava o início e até depois do fim
Eu sou assim,
Hóspede da carência no quarto da crucial coerência, enrolado no lençol da concupiscência 
Ar condicionado ligado ao ar concorrência 
Travesseiro da renúncia que apesar de pesar ,
liberta a consciência 
Meu café da manhã é sofisticado 
A crença de vencer dentro de uma  frágil xícara ao sabor de um  solstício fraccionado
Meu almoço é um prato de vaidades 
Nutrientes não muito importantes 
Mas que são vislumbre de poucas verdades 
Meu lanche da tarde é um mar de objetivos conectivos que me dão coragem
Carrego no coração os batimentos que não cabem na bagagem 
Minha janta é um prato envenenado 
A sopa do pecado 
Assopra meu passado 
Assombra_me até onde tenho chegado 
Incapacitado de emprestar todo o meu diálogo falado para o tempo que não quer me dar ouvidos e nem ser ouvido durante o tempo

Eu já falei para você que isso não dá lucro...
Você nunca será  suficiente...
Ninguém quer você por perto...
Eu tenho nojo de você...

Piores frases eu tenho escutado
Nas piores fases ,eu tenho me escoltado de silêncio e esse silêncio acumulado 
Se tornou o ódio em mim guardado
Nas melhores fases , percebi que o ódio é a transferência da ira na cura
Turbulência na mira loucura o gatilho que atira também é o dedo que atura e responde a altura 
Eu tenho fé na humanidade ? 


Cultura....

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Janela de vozes

O peso da ausência soa sussurrando em mim
O piso da consciência sujo ,muros murmurando em incitações  à decepções 
Abre a janela da alma, julgamentos sem fim 
dizem que são processos ,

Eu não quero promessas à acessos restritos da penumbra sombra da imagem da vida
Fora da margem de erros de lembranças doloridas 

Autópsia da vida vira vozes vindas de um jardim onde a folha em branco tem tantas flores a serem coloridas 
Porém o incolor tornou-se tão lindo de ser ver ,
Que até  o tormento achou mais formidável continuar assim 

Já não tenho certeza se quero essa sonhada liberdade 
Quero realizar minhas vontades indo contra as vontades da verdade 
Forjando pactos com a mentira , toda minha criação me faz ser  súdito da enganação 
Não quero ser livre do esquecimento 
E sim saber o porquê somos tão evoluído ao ponto de nunca evoluirmos o esclarecimento 
Porque toda matéria,ainda que estudada, transcende o nosso conhecimento?

Eu me pergunto,
Quando eu vou vencer na vida ?
Acho que esse tema é uma imagem distorcida 
Ninguém nunca vence 
O sistema quer que você pense 
Ou melhor , não pense 
Viva com esse suspense 
Acredito que no próximo ano seja tudo melhor 
Esse romance ilusório faz poli dance 
A gente cresce em meio a sonhos e preciso estudar para obter um bom emprego 
Meu terreno,meu sossego 
Um pedaço de terra que será meu enquanto eu estiver vivo
O problema é que eu já nem me sinto tão vivo 
Sei que o sucesso é relativo 
Huns na beira da morte do hospital 
Eu na beira da morte do estado mental 
O porquê viver ?

Alguém explica para um mero mortal que querer entender sobre viver é sobreviver em um singelo espiral de dúvidas e emoções fora do porcentual do  raciocínio cerebral 
Chega de buscar entender 
É melhor atender o que se vê no agora 
Se o passado nos condena e futuro não existe 
Apenas cada segundo presente nos revigora 
Chora ,em cada lágrima mora o sorriso da alegria 
Agradeço aos tesouros da memória 
As lágrimas de tristeza  que me trouxeram redenção e  a recordação dos  bons momentos que eu não sabia o quanto valiam
É nas lágrimas que vemos o quanto tudo era valioso e nem pareciam
As mesmas lágrimas também apreciam o luto 
Afinal , existem melancolias que merecem um fim absoluto 

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Vórtices viram versos (part.1)

Nesse céu da dúvida
Nesse véu da vida 
Vejo que velejo no vórtice de versos que veste -me
Nesse abismo literal 
Nesse mesmo ritual onde a escrita é meu refúgio dessa sombra que assopra o existencial 
Dizeres que tudo isso é um teste

Fujo ,da minha mente 
Cujo,com minha morte 
Ao lado lido na aula do colírio lírico
Aprendo com a disciplina da superstição
Formigas na parede e os pés formigando no chão
O inusitado é inusitante 
Se comentando ,o comentário  parece ser algo entediante feito por um principiante comediante 
Quer ganhar risada da plateia 
Sem nunca ter parado para escutar seu próprio choro antes 
Cuidado com pensamentos farsantes

Faço_me antes um principiante
Acredito que a vida é uma oscilação constante
Quero manter minha alma em conserva longe desses derivantes 
Nessa Queima de arquivos
Entendi quem são os fornecedores  intoxicantes 
Criadores de fontes sem fontes 
Por essas vielas tem de monte 
A paisagem é bela quando não mostrada abaixo da ponte

Nesse céu da dúvida
Nesse véu da vida
Neblina ,curva fechada,alta madrugada
Plena segunda feira com a quarta marcha
Retrovisores embaçado e um Vôo Rasante
Os Fora do Eixo ,tudo fora da faixa 
Tropa da "Vents"  , blitz de neurônios subconsciente
Simbologias metalúrgicas de cirurgias master Gold canetadas por mãos poéticas 
Sistema operacional de Panchs
Surgimento de novos Heráclitos 
Selvagens devoradores de livros ,talvez  triceratops
Entendendo que nem todo conhecimento é válido
Não há porquê eu querer desenvolver tão rápido
Mas fui obrigado a entender que o ponteiro do relógio não me espera 
Clara correnteza com certeza é a natureza simples e com samples na junção de Aristóteles e Cora Coralina 
Hoje "carburando" escritas 
Eu me desligo mais um pouco dessa intensa  rotina ..

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Vórtices viram versos (part.2)

Nesse céu da dúvida
Nesse véu da vida
Nessa luz da lua que me traz a transparência 
Nessa luz do sol que me faz ser essência
Faço _me de freestyle 
Valorizando cada momento 
Memórias póstumas sobre minhas vivências
E são nos  detalhes
Que eu começo a desacelerar o tempo
Vejo que no vértice do retrato auto humanidade
A bondade se fez em maldade 
Já que foi desgastante usar o afeto de forma degustante
A saudade se sentiu saudável quando abraçou o seu imaginável
Todo vazio improvável foi provado
Filósofos , nós somos ótimos em sermos péssimos por enxergar o cenário caótico
Filósofos ,nós somos péssimos em sermos ótimos por se cegar ao imaginário melancólico

Sem respirar o hoje ,sufocada na angústia
Solidão paga o preço por muitos sem saber quanto custa a luz que ofusca toda busca da semântica recíproca brusca 
Talvez eu seja o fruto da árvore cronológica
E todo meu batimento cardíaco é apenas um relógio que conta os  meus minutos finais ou uma reprise de todas as vivências ancestrais
Talvez eu seja o fruto 
Dessa árvore genealógica 
Onde a lógica foge do comum 
E eu fico com um fruto  colhido para o amadurecimento bruto 
Do solo sem vida 
Da nuvem em partida de outro formato 
De uma simples gotícula vívida 
A lágrima que ao cair molha a poeira e de imediato toma por si a lembrança da inocência que pagamos fiança para libertarmos  nosso jeito criança
E quanto mais eu desacelero o tempo mais o tempo avança. ..


Disseram-me quê eu não era o suficiente
Pois é....
Apenas disseram-me....

 

Por ícaro Italo Gomes dos Santos

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Ao corte do caule

A depressão é silenciosa
Em harmonia melancólica como uma gota de orvalho na pétala  da rosa

Roubando sua alegria de viver
te faz crer em uma ilusão
que o fim de toda a sua decepção 
é a corta do caule

Nessa fotossíntese a foto síntese do retrato que retrata
o desconhecimento do Seu Ser,
No oxigênio do medo, deixando que a angústia o
enjaule

Toxina que se diz ser generosa,
O envenenamento do pensamento que causa o
falecimento dessa rosa,
mas,
Não consegue destruir suas raízes
E ainda que em solo árido é válido lembrar que sempre há,
O ressurgimento de suas origens...


Poema por; Ícaro Italo Gomes dos Santos
Pseudônimo; Italo_Poetrix

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Ao corte da adaga (part.2)

Olhos de águia 
Ferida aberta ao corte da adaga 
Molho os olhos de lágrimas 
Me cego desses pensamentos curvos 
Julgamentos cujo são dádivas 
Me permitem sofrer e ver quem são os verdadeiros humanos 
No mundo do medo 
O amor se transformou em um holograma de danos 
Projéteis de mágoas 
Retorno retórico da inquisição ao fogo da falácia mais sábia 
Veneno nos lábios 
Na pele do lobo ,somos a lua escura na selva do sono 
Quem clareia nossa alma é o nosso reflexo no olhar do tempo retratado por um quadro no templo pinturas Caravaggio 
A sensação do  poder eu quero perder 
Mas como podar algo que não posso prender ?
Ansiedade 
Rubrica que rouba toda assinatura da essência do meu ser e consequentemente mata a minha idade 
Quero verdades que não sejam totalmente reais 
Fábrica de vontades que não sejam totalmente imaginárias 
Linhas que mesclam os desejos concretizados 
Não muito longe dos dias atuais 
Obter paz na guerra da dualidade é algo improvável e provavelmente não serei capaz de entender essa força motriz
A todo momento sou sempre o errado 
Faço aquilo que acredito ser certo 
Independente do resultado 
O resumo é o meu eu sendo cerrado 
Já não sei em quantas partes fui dividido 
Existem vários modelos de mim  por aí
Senta-se na mesa e descobrirá qual do meu eu falará contigo 
Quero abrigo dentro de um abraço sincero 
Uma conversa que me diga o quanto sou ciclo desse círculo do choro seco e o quanto sou valioso mesmo sendo um mero desprezível 
Queima do fusível 
Tô precisando queimar a função acessível do meu cérebro frutífero 
Essa colheita de memórias aflita é a Colheita Maldita 
Sempre em expansão 
Hectares de expressão 
Terra ao adubo da opressão 
Horas vagas se transformam em  horas pragas 
E eu me pergunto,
O quanto vale tudo isso ?
Quem é que me paga ?
Será que me cobro demais por algo de menos ?
E se tudo isso se apaga?
Se eu começasse tudo do nada 
Ainda assim iria me afogar nessa incitação à ilusão altamente intoxicada?

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Essa daqui eu fiz quando a solidão me fez (part.2)

Ei, ué! Vê? Errava o início e até depois do fim
Eu sou assim,
Hóspede da carência no quarto da crucial coerência, enrolado no lençol da concupiscência 
Ar condicionado ligado ao ar concorrência 
Travesseiro da renúncia que apesar de pesar ,
liberta a consciência 
Meu café da manhã é sofisticado 
A crença de vencer dentro de uma  frágil xícara ao sabor de um  solstício fraccionado
Meu almoço é um prato de vaidades 
Nutrientes não muito importantes 
Mas que são vislumbre de poucas verdades 
Meu lanche da tarde é um mar de objetivos conectivos que me dão coragem
Carrego no coração os batimentos que não cabem na bagagem 
Minha janta é um prato envenenado 
A sopa do pecado 
Assopra meu passado 
Assombra eu e até onde tenho chegado 
Incapacitado de emprestar todo o meu diálogo falado para o tempo que não quer me dar ouvidos e nem ser ouvido durante o tempo

Eu já falei para você que isso não dá lucro...
Você nunca será  suficiente...
Ninguém quer você por perto...
Eu tenho nojo de você...

Piores frases eu tenho escutado
Nas piores fases ,eu tenho me escoltado de silêncio e esse silêncio acumulado 
Se tornou o ódio em mim guardado
Nas melhores fases , percebi que o ódio é a transferência da ira na cura

Eu tenho fé na humanidade ?


.....

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A seda da sede

Sou um aracnídeo lírico 
Com o tecido do que foi esquecido

E a cada verso a alma alivia

A alma ali via que o corpo sentia que já não pertencia aquele mundo que habitava 
Por isso ,
Naquele momento em que o tecido era destruído 
A aranha se moldava 
Mas não mudava

Persistência  na sua residência não por  acaso
Proteção a casa da causa que amava

Ela caiu 
E no cair
Pode sorrir

Pois em poucos segundos,

Ela planava ...

Ícaro Italo Gomes dos Santos

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Obra de arte perdida ,encontre_me ...

A arte está presente em cada palavra que nesse momento eu escrevo e apago 
A arte está presente em todo pensamento vago

Não se define a palavra arte 
Pois a mesma se comparte 

Parte dos nossos sonhos e ideias que ainda não concretizamos 
São obras de artes ocultas
Silenciadas pelo elo do medo da concepção de pessoas ao mundo que nos multa

A arte é um despertar de um relâmpago 
Tocá-la,pode nos retirar o fôlego 

Não sei se é algo do qual eu   creio
Mas nas minhas próprias palavras,
 eu leio  que antes de tudo ,
O nada nunca foi nada pois sempre foi arte 

E na  dúvida da vida após  a morte
Eu vivo   a dívida da dádiva que na arte da morte a vida existe 

A arte está presente em todo momento, ainda que o seu olhar não a registre 

Antes eu queria aprender a desenhar 
Me prender , moldar 
E depois de tantas tentativas vazias
Parei para escrever um pouco do que eu sentia 
Naquele dia eu percebia que eram nos mínimos detalhes ,
Que a arte surgia .
Hoje eu deixo que a arte me ilustre ...
Por : Ícaro Italo Gomes dos Santos 
Pseudônimo: Italo_Poetrix

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