Vórtices viram versos (part.1)
Nesse céu da dúvida
Nesse véu da vida
Vejo que velejo no vórtice de versos que veste -me
Nesse abismo literal
Nesse mesmo ritual onde a escrita é meu refúgio dessa sombra que assopra o existencial
Dizeres que tudo isso é um teste
Fujo ,da minha mente
Cujo,com minha morte
Ao lado lido na aula do colírio lírico
Aprendo com a disciplina da superstição
Formigas na parede e os pés formigando no chão
O inusitado é inusitante
Se comentando ,o comentário parece ser algo entediante feito por um principiante comediante
Quer ganhar risada da plateia
Sem nunca ter parado para escutar seu próprio choro antes
Cuidado com pensamentos farsantes
Faço_me antes um principiante
Acredito que a vida é uma oscilação constante
Quero manter minha alma em conserva longe desses derivantes
Nessa Queima de arquivos
Entendi quem são os fornecedores intoxicantes
Criadores de fontes sem fontes
Por essas vielas tem de monte
A paisagem é bela quando não mostrada abaixo da ponte
Nesse céu da dúvida
Nesse véu da vida
Neblina ,curva fechada,alta madrugada
Plena segunda feira com a quarta marcha
Retrovisores embaçado e um Vôo Rasante
Os Fora do Eixo ,tudo fora da faixa
Tropa da "Vents" , blitz de neurônios subconsciente
Simbologias metalúrgicas de cirurgias master Gold canetadas por mãos poéticas
Sistema operacional de Panchs
Surgimento de novos Heráclitos
Selvagens devoradores de livros ,talvez triceratops
Entendendo que nem todo conhecimento é válido
Não há porquê eu querer desenvolver tão rápido
Mas fui obrigado a entender que o ponteiro do relógio não me espera
Clara correnteza com certeza é a natureza simples e com samples na junção de Aristóteles e Cora Coralina
Hoje "carburando" escritas
Eu me desligo mais um pouco dessa intensa rotina ..
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