Lista de Poemas
Iluminar a cidade desde dentro
Na simplicidade desta cidade
Na que as rotinas se aglutinam
E as gentes se avizinham
Sem se notar
Essa magia que paira no ar
Essa maravilha de se estar
Tão perto quanto sonhado
Tão longe e afastado
Sem ser olhado
Sem se deixar olhar
O ser por entre nós a passar
Dando voltas sem sentido
Nesse algo mais vivo
Que está sempre a chamar
Nessa avenida garrida
Nesse jardim de encantar
Nessa praça escondida
Onde só passa quem quer ficar
Nesse encanto entre tanto
Ser a se saber corresponder
No seu mesmo tempo
Sem se notar
Nesse lugar de novo alento
Que se ergue por fora e dentro
Quando lhe damos asas para voar
Nesse sentido sentimento
Que não esmorece no tempo
E se faz forte para nos animar
E se faz grande para nos abraçar
E aparece em qualquer momento
Algo de luz e fermento
Para nos fazer levedar
E os recantos mais sombrios
Iluminar em luz de brio
Que nos faça rejubilar
E nesse tempo tão profundo
Anima e dá cor e vida
Até ao confim deste mundo
Na que as rotinas se aglutinam
E as gentes se avizinham
Sem se notar
Essa magia que paira no ar
Essa maravilha de se estar
Tão perto quanto sonhado
Tão longe e afastado
Sem ser olhado
Sem se deixar olhar
O ser por entre nós a passar
Dando voltas sem sentido
Nesse algo mais vivo
Que está sempre a chamar
Nessa avenida garrida
Nesse jardim de encantar
Nessa praça escondida
Onde só passa quem quer ficar
Nesse encanto entre tanto
Ser a se saber corresponder
No seu mesmo tempo
Sem se notar
Nesse lugar de novo alento
Que se ergue por fora e dentro
Quando lhe damos asas para voar
Nesse sentido sentimento
Que não esmorece no tempo
E se faz forte para nos animar
E se faz grande para nos abraçar
E aparece em qualquer momento
Algo de luz e fermento
Para nos fazer levedar
E os recantos mais sombrios
Iluminar em luz de brio
Que nos faça rejubilar
E nesse tempo tão profundo
Anima e dá cor e vida
Até ao confim deste mundo
👁️ 13
Nesse teu lei, jazendo em meu peito
Se neste mar de silêncio ficasse
sem o teu alento que passe
Neste meu rosto bafejado
Por tudo o que é
por dentro desejado
Ainda que ignorado
Por tudo o resto em meu redor
Se ficasse sem a tua canção de amor
Sem esse teu encanto
Sem esse som melodioso
Luz de vida que amo tanto
Se ficasse sem a tua água viva
Tão pura, transparente e cristalina
Para preencher os meus espaços
Esses onde me movo e que abraço
Esperando expressar
Espremer devagar
Esse algo sumarento
Do qual estou sedento
Para voltar a entregar
Nessa forma singela
Que nunca se gela
Assim o calor a nos abraçar
E essa humildade silvestre
Dessa flor que me deste
Um dia para plantar
Aromas de sonho e cetim
Pétalas nesse jardim
No meu peito poisado
Nesse teu leito sonhado
sem o teu alento que passe
Neste meu rosto bafejado
Por tudo o que é
por dentro desejado
Ainda que ignorado
Por tudo o resto em meu redor
Se ficasse sem a tua canção de amor
Sem esse teu encanto
Sem esse som melodioso
Luz de vida que amo tanto
Se ficasse sem a tua água viva
Tão pura, transparente e cristalina
Para preencher os meus espaços
Esses onde me movo e que abraço
Esperando expressar
Espremer devagar
Esse algo sumarento
Do qual estou sedento
Para voltar a entregar
Nessa forma singela
Que nunca se gela
Assim o calor a nos abraçar
E essa humildade silvestre
Dessa flor que me deste
Um dia para plantar
Aromas de sonho e cetim
Pétalas nesse jardim
No meu peito poisado
Nesse teu leito sonhado
👁️ 22
Grito no deserto
Nesse tempo infinito
Que faz eco num só grito
De amor desesperado
Por ser assim partilhado
Numa certa escrita
Numa linguagem que dita
Assim sem se deixar conter
Mora nessa voz - inaudita
Que vai mais além do querer
E nessa paixão desenfreada
Que nos recobre qual bem-amada
Que nos envolve e nos agasalha
Não nos deixa e nunca falha
E nessa chama nos vai queimando
Doce calor e suave pranto
Nesse outro rumor, qual amor
Qual ribeiro entre o deserto
Que nasce nesse peito aberto
Rasgado para se deixar levar
Tudo o que sentimos dentro
Todo esse grande lamento
Que em melodia mais garrida
Se deixa em nós escoar
Entre o ocaso e o nascer do dia
Assim sem sobra nos unia
A essa luz que se anuncia
E se deixa assim levar
Em poema prosa ou letra
Nessa melodia indiscreta
Linha para se não decorar
Apenas assim levada
Quando nascendo desde o nada
Quando provém dessa gota orvalhada
Nesse firmamento plantada
Para se erguer o olhar
Que faz eco num só grito
De amor desesperado
Por ser assim partilhado
Numa certa escrita
Numa linguagem que dita
Assim sem se deixar conter
Mora nessa voz - inaudita
Que vai mais além do querer
E nessa paixão desenfreada
Que nos recobre qual bem-amada
Que nos envolve e nos agasalha
Não nos deixa e nunca falha
E nessa chama nos vai queimando
Doce calor e suave pranto
Nesse outro rumor, qual amor
Qual ribeiro entre o deserto
Que nasce nesse peito aberto
Rasgado para se deixar levar
Tudo o que sentimos dentro
Todo esse grande lamento
Que em melodia mais garrida
Se deixa em nós escoar
Entre o ocaso e o nascer do dia
Assim sem sobra nos unia
A essa luz que se anuncia
E se deixa assim levar
Em poema prosa ou letra
Nessa melodia indiscreta
Linha para se não decorar
Apenas assim levada
Quando nascendo desde o nada
Quando provém dessa gota orvalhada
Nesse firmamento plantada
Para se erguer o olhar
👁️ 22
poema longo II
Nessa linha desenhada
Pela mão sendo traçada
Amada
Delicada
Fina
Suave
Perfumada…
Por sonhos de alvorada
Pela seda mais fina
Transparecida
Pela luz da madrugada
Assim em traços
cintilantes
Desenhada
Qual estrada
No firmamento
Periclitante
Nesse alento
Algo sedento
Dessa água salgada
Que nos anima e nos afaga
Que nos fulmina para ser lavrada
Entre gotas
Dessa tinta
Íntima
Tão amada
Deixada
À solta
Nessa volta
Do destino
Que dá brilho
E equilíbrio
A esse princípio
Não nascido
Assim recriado
Pelo artista
Mais Divino
Em graça
Que se não passa
Se entretece
E se abraça
Se doa
Ainda que a mágoa
Esteja instilada
Entre cada pincelada
Dessa tela esbranquiçada
Esperando ser rasgada
Pela realidade mais amada
Ou ainda
Bafejada
Qual imagem espelhada
Assim sendo esbatida
Qual aquarela renascida
Nessa orla orvalhada
Onde se deixava
Prendada
Em gotas
pingentes
Transparentes
Frio fio fino
Que se destilava
Entre o suor
Bem quente
Que em areolas
Perladas
Se elevava
Calor de quem se amava
E nessa folha
Tão suavemente poisada
Na palma da mão
Sendo levada
No coração
Ainda guardada
Esperava
A palavra
Verbo distante
O ser substrato
Nesse solo
humidade
humanidade
sorvida qual apelo
pela pele sem segredo
revelada
nesse mais fino facto
Que se sonhava
E na realidade
A barca varada
Que se imaginava
E nas margens
Dessa fina folha
Ainda vogava
O mar de amores
Que se preparava
Nessas areias
Sendo aquecidas
Pelas peugadas
Assim levadas
Pelo som
Desse emoção
Quais vagas
Densas
Perfumadas
Pelo som da maré
a teu pé
nesse sopé
cume sem nome
Sendo lavrada
A imagem
Em ponto claro
Desse algo
Que se tenha amado
E nessa transparência
Doce sentença
Que se disfarça
Aparecem
Arcos de volta
E arcadas
E nessas letras
Sonhadas
Sem se deixar
Assim desenhar
Abraçadas
Nesses olhares…
Se chegar a entrever
Olhares de crer
E mais bem querer
Nesse voltar
Sem se saber
Nesse descobrir
Sem querer
Assim tanto
Se vai voltando
A escrever
O por enquanto
O momento
Que vai ficando
E entre tanto
Se vai passando
Esse fio
Mais fino
Que o cabelo
Mais pristino
Orlado
Dessas gotas
De mais puro cristal
que se têm emanado
Suor desse amor
Que se tem prezado
Calor dessa imensidão
Qual maior união
Nesse abraço dado
E nessa orvalho
Qual flor silvestre
Em pétalas de vestes
Que se tenham
assim desenhado
Nesse teu ser
Que veja sem ver
Nesse algo
Que ainda
chegará a o ser
E nesse veludo
Mais bem calado
Que fala e nos diz
O que nos tem contado
(…)
Pela mão sendo traçada
Amada
Delicada
Fina
Suave
Perfumada…
Por sonhos de alvorada
Pela seda mais fina
Transparecida
Pela luz da madrugada
Assim em traços
cintilantes
Desenhada
Qual estrada
No firmamento
Periclitante
Nesse alento
Algo sedento
Dessa água salgada
Que nos anima e nos afaga
Que nos fulmina para ser lavrada
Entre gotas
Dessa tinta
Íntima
Tão amada
Deixada
À solta
Nessa volta
Do destino
Que dá brilho
E equilíbrio
A esse princípio
Não nascido
Assim recriado
Pelo artista
Mais Divino
Em graça
Que se não passa
Se entretece
E se abraça
Se doa
Ainda que a mágoa
Esteja instilada
Entre cada pincelada
Dessa tela esbranquiçada
Esperando ser rasgada
Pela realidade mais amada
Ou ainda
Bafejada
Qual imagem espelhada
Assim sendo esbatida
Qual aquarela renascida
Nessa orla orvalhada
Onde se deixava
Prendada
Em gotas
pingentes
Transparentes
Frio fio fino
Que se destilava
Entre o suor
Bem quente
Que em areolas
Perladas
Se elevava
Calor de quem se amava
E nessa folha
Tão suavemente poisada
Na palma da mão
Sendo levada
No coração
Ainda guardada
Esperava
A palavra
Verbo distante
O ser substrato
Nesse solo
humidade
humanidade
sorvida qual apelo
pela pele sem segredo
revelada
nesse mais fino facto
Que se sonhava
E na realidade
A barca varada
Que se imaginava
E nas margens
Dessa fina folha
Ainda vogava
O mar de amores
Que se preparava
Nessas areias
Sendo aquecidas
Pelas peugadas
Assim levadas
Pelo som
Desse emoção
Quais vagas
Densas
Perfumadas
Pelo som da maré
a teu pé
nesse sopé
cume sem nome
Sendo lavrada
A imagem
Em ponto claro
Desse algo
Que se tenha amado
E nessa transparência
Doce sentença
Que se disfarça
Aparecem
Arcos de volta
E arcadas
E nessas letras
Sonhadas
Sem se deixar
Assim desenhar
Abraçadas
Nesses olhares…
Se chegar a entrever
Olhares de crer
E mais bem querer
Nesse voltar
Sem se saber
Nesse descobrir
Sem querer
Assim tanto
Se vai voltando
A escrever
O por enquanto
O momento
Que vai ficando
E entre tanto
Se vai passando
Esse fio
Mais fino
Que o cabelo
Mais pristino
Orlado
Dessas gotas
De mais puro cristal
que se têm emanado
Suor desse amor
Que se tem prezado
Calor dessa imensidão
Qual maior união
Nesse abraço dado
E nessa orvalho
Qual flor silvestre
Em pétalas de vestes
Que se tenham
assim desenhado
Nesse teu ser
Que veja sem ver
Nesse algo
Que ainda
chegará a o ser
E nesse veludo
Mais bem calado
Que fala e nos diz
O que nos tem contado
(…)
👁️ 29
História de um Poema - VII - Paladar
Nessa melodia renovada
Uma fagulha a pairar
Nesse peito guardada
À espera de se incendiar
Na folha em branco deixada
Quando assim se quer entregar
Uma carta à namorada
um poema à pessoa amada
um tema para se contar
e ler
e reler
saborear
devagar
nesse paladar
sedente
que nasce e cresce
por dentro da gente
Uma fagulha a pairar
Nesse peito guardada
À espera de se incendiar
Na folha em branco deixada
Quando assim se quer entregar
Uma carta à namorada
um poema à pessoa amada
um tema para se contar
e ler
e reler
saborear
devagar
nesse paladar
sedente
que nasce e cresce
por dentro da gente
👁️ 13
História de um Poema - I - Esperança
Nesse lugar sem retorno
Que vive no viver a medo
Nesse estranho segredo
De crer
Sem saber
O que irá acontecer
E deixar-se levar
Nesse poema
que paira no ar
Que estará no ignorar
Se o momento presente
Sendo silente
Se vai iluminar
Nesse espaço
entre a gente
Voltar
A caminhar
A dar passos
E voar
Nas asas do momento
Que evocamos por dentro
E nos volta a afagar
E entrançar
Fios de prata bordada
Nessa veste tão amada
Que se pensava rasgada
Pela realidade ancorada
À espera de voltar a vogar
e nessa barca
Solitária
Que se destina
a um outro dia
E que voga
para a madrugada
Que anuncia
esse algo que se dizia
Que renascia na alvorada
Que vive no viver a medo
Nesse estranho segredo
De crer
Sem saber
O que irá acontecer
E deixar-se levar
Nesse poema
que paira no ar
Que estará no ignorar
Se o momento presente
Sendo silente
Se vai iluminar
Nesse espaço
entre a gente
Voltar
A caminhar
A dar passos
E voar
Nas asas do momento
Que evocamos por dentro
E nos volta a afagar
E entrançar
Fios de prata bordada
Nessa veste tão amada
Que se pensava rasgada
Pela realidade ancorada
À espera de voltar a vogar
e nessa barca
Solitária
Que se destina
a um outro dia
E que voga
para a madrugada
Que anuncia
esse algo que se dizia
Que renascia na alvorada
👁️ 8
A tempestade
Nessa musicalidade sem idade
Pairando em nosso redor
Nesse algo de amor
Jorrando desde o interior
Desse ser maior
Desse olhar melhor
Desse reconhecer
Alegria e dor
A dançar
Nessa música interdita
Nesse algo que se agita
Em cada recanto
do teu ser plantada
Nessa tua
mais íntima morada
Qual berro de parto
Ao se ver o ser farto
Assim a saber entregar
Vida em vida renovada
Que se entrega
e não se acaba
ao se deixar desfilar
perante a luz do teu olhar
E nesse desatino
Nesse algo tão pristino
Cristalino e bem burilado
sendo encontro mais fino
Entre o ser já sonhado
O caminho percorrido
E o trilho não andado
E nesse encontro de vidas
encruzilhada que animas
A se desatar em nós
Assim qual a tempestade
Descarregando à vontade
Lampejos desse desejo
Furor desse amor
Trovão do coração inquieto
Água viva desse novo dialeto
E mar em marés que se elevam
Que rasgam a aveludada treva
E chegam às tuas margens
Onde lambem sem coragem
Os pés mais agradecidos
Descalços e não feridos
Desse teu ser a pairar
Nessa harmonia de alegria
Nesse algo de magia
Que te atreveste a entregar
A quem via
A quem te lia
A quem sabia
Que um dia
Irias cá voltar
E essa página em branco
À espera de se anunciar
Nesse tempo calmo
Onde a tempestade
Dessa tua vontade
Não deixa de se animar
Pairando em nosso redor
Nesse algo de amor
Jorrando desde o interior
Desse ser maior
Desse olhar melhor
Desse reconhecer
Alegria e dor
A dançar
Nessa música interdita
Nesse algo que se agita
Em cada recanto
do teu ser plantada
Nessa tua
mais íntima morada
Qual berro de parto
Ao se ver o ser farto
Assim a saber entregar
Vida em vida renovada
Que se entrega
e não se acaba
ao se deixar desfilar
perante a luz do teu olhar
E nesse desatino
Nesse algo tão pristino
Cristalino e bem burilado
sendo encontro mais fino
Entre o ser já sonhado
O caminho percorrido
E o trilho não andado
E nesse encontro de vidas
encruzilhada que animas
A se desatar em nós
Assim qual a tempestade
Descarregando à vontade
Lampejos desse desejo
Furor desse amor
Trovão do coração inquieto
Água viva desse novo dialeto
E mar em marés que se elevam
Que rasgam a aveludada treva
E chegam às tuas margens
Onde lambem sem coragem
Os pés mais agradecidos
Descalços e não feridos
Desse teu ser a pairar
Nessa harmonia de alegria
Nesse algo de magia
Que te atreveste a entregar
A quem via
A quem te lia
A quem sabia
Que um dia
Irias cá voltar
E essa página em branco
À espera de se anunciar
Nesse tempo calmo
Onde a tempestade
Dessa tua vontade
Não deixa de se animar
👁️ 13
Beleza elevada
Profunda beleza enlevada
Seda acetinada
Suavidade embelezada
Linha marcada
Entre tudo e o nada
assim rimada
Para se corresponder
À letra marcada
A essa linha acompassada
A essa métrica bem afinada
A essa musicalidade bordada
Em linhas entrançadas
Pelo pensamento elevadas
E no sentimento fundadas
Seda acetinada
Suavidade embelezada
Linha marcada
Entre tudo e o nada
assim rimada
Para se corresponder
À letra marcada
A essa linha acompassada
A essa métrica bem afinada
A essa musicalidade bordada
Em linhas entrançadas
Pelo pensamento elevadas
E no sentimento fundadas
👁️ 2
História de um poema - o parto (paideia)
Ainda assim
estando perto de mim
sempre estender a mão
Essa mão que lançamos
Nesses abraços apertados
Que nos demos
Que entregamos
Quando de novo
nos encontramos
Na página em branco
Silente
À nossa frente
Folha pairando
Nesse lugar poente
Esperando cores
De outros amores
A se saber pintar
E nesses lugares
reencontrados
Voltar a semear
E nesses momentos
deixados
Assim voltar a crer
e querer amar
Até renascer
Devagar...
estando perto de mim
sempre estender a mão
Essa mão que lançamos
Nesses abraços apertados
Que nos demos
Que entregamos
Quando de novo
nos encontramos
Na página em branco
Silente
À nossa frente
Folha pairando
Nesse lugar poente
Esperando cores
De outros amores
A se saber pintar
E nesses lugares
reencontrados
Voltar a semear
E nesses momentos
deixados
Assim voltar a crer
e querer amar
Até renascer
Devagar...
👁️ 3
História de um poema III - Emoção
E nesse momento
que se consegue
Na palma da mão
Ver a saltitar
Esse eco de coração
pingente sendo entregueânimo que nos persegue
Imaginação que se segue
Na emoção a se entrelaçar
no meio da gente
Assim em melodia
Em algo de magia
Anunciando o novo dia
Começa de novo a cantar
e nós a suspirar...
que se consegue
Na palma da mão
Ver a saltitar
Esse eco de coração
pingente sendo entregueânimo que nos persegue
Imaginação que se segue
Na emoção a se entrelaçar
no meio da gente
Assim em melodia
Em algo de magia
Anunciando o novo dia
Começa de novo a cantar
e nós a suspirar...
👁️ 2
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