Lista de Poemas
Sonhos nas sombras
Silêncio que rasgo no intento
De trazer essa luz à tua morada
Qual essa estrela de amor
Que antecede a alvorada
a bruma, o orvalho
esse algo de brio
Lembrando
a noite sonhada
E se deixa ficar,
nesse lugar ancorada
quando tudo esmorece
e a forma se enaltece
no que se definia
à luz do novo dia
assim permanecia
De trazer essa luz à tua morada
Qual essa estrela de amor
Que antecede a alvorada
a bruma, o orvalho
esse algo de brio
Lembrando
a noite sonhada
E se deixa ficar,
nesse lugar ancorada
quando tudo esmorece
e a forma se enaltece
no que se definia
à luz do novo dia
assim permanecia
👁️ 11
A Vasilha bem amada
E esta vasilha
vai aguardando
Que desta forma
Sendo modelada
Essa lama vivente
Pelo amor desta vida
A mais terna morada
Que se fez assim despida
Para ser bem-nascida
Para bem ser amada
E nesse algo que nos anima
A cuidar desse bem amar
Que se instila
qual fogo lento
Em tudo o que vibra
por dentro
se expressa no brilho do olhar
nesse sorriso suave e sereno
nesse crer e confiar
nesse algo que não sabemos
E nesse mais amplo vagar
sendo qual passo apertado
até se embevecer do licor
que é graça de se ter amado
vai aguardando
Que desta forma
Sendo modelada
Essa lama vivente
Pelo amor desta vida
A mais terna morada
Que se fez assim despida
Para ser bem-nascida
Para bem ser amada
E nesse algo que nos anima
A cuidar desse bem amar
Que se instila
qual fogo lento
Em tudo o que vibra
por dentro
se expressa no brilho do olhar
nesse sorriso suave e sereno
nesse crer e confiar
nesse algo que não sabemos
E nesse mais amplo vagar
sendo qual passo apertado
até se embevecer do licor
que é graça de se ter amado
👁️ 5
Mergulho no Infinito
Neste mergulho no infinito
Desde onde se tenha escrito
À chegada mais se espera
Nesse olhar que se eleva
Ao se reconhecer
a gente cega
Que nasce
entre luz e treva
E no amor sendo forjada
aliança mais que sagrada
silêncio que prenuncia
nesse grito pleno dizia
Que o sorrir mais ameno
Era desse encanto pleno
Qual em grito de ave altiva
Qual em onda no mar alto
luz sobre a montanha antiga
Tudo em volta iluminando…
Nesse ribombar de alvorada
No cintilar de estrela amada
Manhãzinha tão sublime
ao peito assim se exprime
Nessa vaga que se aconchega
Nessa praia sempre se lembra
De se achegar a segredar
A força das marés
O amor do mais amplo mar
Desde onde se tenha escrito
À chegada mais se espera
Nesse olhar que se eleva
Ao se reconhecer
a gente cega
Que nasce
entre luz e treva
E no amor sendo forjada
aliança mais que sagrada
silêncio que prenuncia
nesse grito pleno dizia
Que o sorrir mais ameno
Era desse encanto pleno
Qual em grito de ave altiva
Qual em onda no mar alto
luz sobre a montanha antiga
Tudo em volta iluminando…
Nesse ribombar de alvorada
No cintilar de estrela amada
Manhãzinha tão sublime
ao peito assim se exprime
Nessa vaga que se aconchega
Nessa praia sempre se lembra
De se achegar a segredar
A força das marés
O amor do mais amplo mar
👁️ 17
Poesia para sempre
Um poema é para sempre
a poesia que abraça a mente
E traz o coração bem ao lado
E se se inspira
Nesse algo
que nunca é contado
Mas voga e salta
Em todos os poemas
que neste mundo
se tenham entregado
a poesia que abraça a mente
E traz o coração bem ao lado
E se se inspira
Nesse algo
que nunca é contado
Mas voga e salta
Em todos os poemas
que neste mundo
se tenham entregado
👁️ 27
Poema para perder o fôlego
Era a poesia era o canto
Era o parto mais incerto
De quem se quer tanto
Era o ritmo,
era a alegria
era a sintonia
se elevando…
Era esse manto
de fantasia
entretecida
Nesse algo
de esperanto
Era a pintura mais garrida
Alguma vez sonhada
Era a fantasia renascida
Alimentada pelo pranto
era falar sem saber que se dizia
até ler a letra vazia
preenchida desse algo mais alto
Era a noite mais luzidia
Anunciando a chegada
De tudo o que se bem sentia
Assim qual sendo a alvorada
Dessa compaixão
Comezinha
Misturada
Com a humanidade mais luzidia
Que ainda vaga pela estrada…
Assim traçada pelos dias
Pelas horas já marcadas
Pelas rotinas de si mesmas vazias
Se não se planta o que nos salva
De ser assim tão humildes
Cheios dessa maior inspiração
Canais ainda mais firmes
Para trazer de volta o coração
À razão mais inquieta
A essa humanidade que é a meta
Era o parto mais incerto
De quem se quer tanto
Era o ritmo,
era a alegria
era a sintonia
se elevando…
Era esse manto
de fantasia
entretecida
Nesse algo
de esperanto
Era a pintura mais garrida
Alguma vez sonhada
Era a fantasia renascida
Alimentada pelo pranto
era falar sem saber que se dizia
até ler a letra vazia
preenchida desse algo mais alto
Era a noite mais luzidia
Anunciando a chegada
De tudo o que se bem sentia
Assim qual sendo a alvorada
Dessa compaixão
Comezinha
Misturada
Com a humanidade mais luzidia
Que ainda vaga pela estrada…
Assim traçada pelos dias
Pelas horas já marcadas
Pelas rotinas de si mesmas vazias
Se não se planta o que nos salva
De ser assim tão humildes
Cheios dessa maior inspiração
Canais ainda mais firmes
Para trazer de volta o coração
À razão mais inquieta
A essa humanidade que é a meta
👁️ 25
Frenesim de poesia
Neste frenesim inquieto
Nesse sentir irrequieto
Que nos invade e permeia
Quando se entrega
à luz do segredo
Esse cantar mais ledo
Que se entrelaça
E nos abraça
E acende
por dentro
quando se passa
Assim ao se entregar
Esse algo mais íntimo
Para se deixar levar
Esse segredo escondido
Ali onde se tenha esquecido
Deixado
Assim plantado
Para ser recolhido
Mesmo entre a luz da alvorada
Nessa orla orvalhada
Água íntima
Suor ardente
Ou nessa página marcada
Para ser assim enviada
A quem fosse leitor presente
Desse algo que voga na mente
E que advém desse algo mais quente
Que palpita no saber ser e estar
Qual na forma de se deixar levar
Pelas letradas palavras
Pelas linhas mais claras
Que nos é dado a entrelaçar
Por essas horas vagas
Preenchidas não levadas
De volta ao mar de amar
De onde emanam
Para onde regressam
Se não se fizer lugar
A que preencham
O tempo
Com a sua força imensa
A nos saber levar
Para esse momento que se não pensa
Para essa linha tão tensa
Que basta um toque
para a fazer vibrar…
E acender a melodia mais íntima
Que nos foi dado a saber cantar
Nesse sentir irrequieto
Que nos invade e permeia
Quando se entrega
à luz do segredo
Esse cantar mais ledo
Que se entrelaça
E nos abraça
E acende
por dentro
quando se passa
Assim ao se entregar
Esse algo mais íntimo
Para se deixar levar
Esse segredo escondido
Ali onde se tenha esquecido
Deixado
Assim plantado
Para ser recolhido
Mesmo entre a luz da alvorada
Nessa orla orvalhada
Água íntima
Suor ardente
Ou nessa página marcada
Para ser assim enviada
A quem fosse leitor presente
Desse algo que voga na mente
E que advém desse algo mais quente
Que palpita no saber ser e estar
Qual na forma de se deixar levar
Pelas letradas palavras
Pelas linhas mais claras
Que nos é dado a entrelaçar
Por essas horas vagas
Preenchidas não levadas
De volta ao mar de amar
De onde emanam
Para onde regressam
Se não se fizer lugar
A que preencham
O tempo
Com a sua força imensa
A nos saber levar
Para esse momento que se não pensa
Para essa linha tão tensa
Que basta um toque
para a fazer vibrar…
E acender a melodia mais íntima
Que nos foi dado a saber cantar
👁️ 15
Aldeias das nossas terras
nesse tempo sabias
que o que mais querias
era voltar a andar
pelos tempos
pelos fundamentos
de tudo o que nos é dado a amar
e nesses trilhos comezinhos
nesses recantos sozinhos
nesses montes esquecidos
nessas aldeias banidos
ainda estavam
os que vogavam
entre o tempo a se rever
e o espaço a jamais se esquecer
que o que mais querias
era voltar a andar
pelos tempos
pelos fundamentos
de tudo o que nos é dado a amar
e nesses trilhos comezinhos
nesses recantos sozinhos
nesses montes esquecidos
nessas aldeias banidos
ainda estavam
os que vogavam
entre o tempo a se rever
e o espaço a jamais se esquecer
👁️ 12
Nesse teu lei, jazendo em meu peito
Se neste mar de silêncio ficasse
sem o teu alento que passe
Neste meu rosto bafejado
Por tudo o que é
por dentro desejado
Ainda que ignorado
Por tudo o resto em meu redor
Se ficasse sem a tua canção de amor
Sem esse teu encanto
Sem esse som melodioso
Luz de vida que amo tanto
Se ficasse sem a tua água viva
Tão pura, transparente e cristalina
Para preencher os meus espaços
Esses onde me movo e que abraço
Esperando expressar
Espremer devagar
Esse algo sumarento
Do qual estou sedento
Para voltar a entregar
Nessa forma singela
Que nunca se gela
Assim o calor a nos abraçar
E essa humildade silvestre
Dessa flor que me deste
Um dia para plantar
Aromas de sonho e cetim
Pétalas nesse jardim
No meu peito poisado
Nesse teu leito sonhado
sem o teu alento que passe
Neste meu rosto bafejado
Por tudo o que é
por dentro desejado
Ainda que ignorado
Por tudo o resto em meu redor
Se ficasse sem a tua canção de amor
Sem esse teu encanto
Sem esse som melodioso
Luz de vida que amo tanto
Se ficasse sem a tua água viva
Tão pura, transparente e cristalina
Para preencher os meus espaços
Esses onde me movo e que abraço
Esperando expressar
Espremer devagar
Esse algo sumarento
Do qual estou sedento
Para voltar a entregar
Nessa forma singela
Que nunca se gela
Assim o calor a nos abraçar
E essa humildade silvestre
Dessa flor que me deste
Um dia para plantar
Aromas de sonho e cetim
Pétalas nesse jardim
No meu peito poisado
Nesse teu leito sonhado
👁️ 22
Brado de poeta
Se nesse caminho traçado
No peito bem-amado
Se nesse destino velado
Que nos é entregue
Qual brado
A ser elevado
Nessa vida
Que nos definia
Assim qual recinto quebrado
Pelo ir mais além do que o fado
E encontrar nesse novo lugar
Assim sempre a palpitar
Oceano imenso
Que vai mais além
do que sinto e penso
Em ondas a sussurrar
Palavras de vida
e de encantar
Que permeiam minhas veias
E enchem estas artérias
Desse fluir vital
Entre o normal e o fenomenal
Que se apresenta
em cada virar de esquina
Que nos aquece e ilumina
Em momentos de divagar
Que pinta cores de fantasia
Onde a realidade morna se abria
E nos eleva ao mais amplo patamar
Ao se entender devagar
A mensagem
que esse sopro mais vivo
Passa entre o que leio e digo
Em silêncios ardentes
Nestas linhas que amamos
Preenchidas quais presentes
No peito bem-amado
Se nesse destino velado
Que nos é entregue
Qual brado
A ser elevado
Nessa vida
Que nos definia
Assim qual recinto quebrado
Pelo ir mais além do que o fado
E encontrar nesse novo lugar
Assim sempre a palpitar
Oceano imenso
Que vai mais além
do que sinto e penso
Em ondas a sussurrar
Palavras de vida
e de encantar
Que permeiam minhas veias
E enchem estas artérias
Desse fluir vital
Entre o normal e o fenomenal
Que se apresenta
em cada virar de esquina
Que nos aquece e ilumina
Em momentos de divagar
Que pinta cores de fantasia
Onde a realidade morna se abria
E nos eleva ao mais amplo patamar
Ao se entender devagar
A mensagem
que esse sopro mais vivo
Passa entre o que leio e digo
Em silêncios ardentes
Nestas linhas que amamos
Preenchidas quais presentes
👁️ 3
poema longo II
Nessa linha desenhada
Pela mão sendo traçada
Amada
Delicada
Fina
Suave
Perfumada…
Por sonhos de alvorada
Pela seda mais fina
Transparecida
Pela luz da madrugada
Assim em traços
cintilantes
Desenhada
Qual estrada
No firmamento
Periclitante
Nesse alento
Algo sedento
Dessa água salgada
Que nos anima e nos afaga
Que nos fulmina para ser lavrada
Entre gotas
Dessa tinta
Íntima
Tão amada
Deixada
À solta
Nessa volta
Do destino
Que dá brilho
E equilíbrio
A esse princípio
Não nascido
Assim recriado
Pelo artista
Mais Divino
Em graça
Que se não passa
Se entretece
E se abraça
Se doa
Ainda que a mágoa
Esteja instilada
Entre cada pincelada
Dessa tela esbranquiçada
Esperando ser rasgada
Pela realidade mais amada
Ou ainda
Bafejada
Qual imagem espelhada
Assim sendo esbatida
Qual aquarela renascida
Nessa orla orvalhada
Onde se deixava
Prendada
Em gotas
pingentes
Transparentes
Frio fio fino
Que se destilava
Entre o suor
Bem quente
Que em areolas
Perladas
Se elevava
Calor de quem se amava
E nessa folha
Tão suavemente poisada
Na palma da mão
Sendo levada
No coração
Ainda guardada
Esperava
A palavra
Verbo distante
O ser substrato
Nesse solo
humidade
humanidade
sorvida qual apelo
pela pele sem segredo
revelada
nesse mais fino facto
Que se sonhava
E na realidade
A barca varada
Que se imaginava
E nas margens
Dessa fina folha
Ainda vogava
O mar de amores
Que se preparava
Nessas areias
Sendo aquecidas
Pelas peugadas
Assim levadas
Pelo som
Desse emoção
Quais vagas
Densas
Perfumadas
Pelo som da maré
a teu pé
nesse sopé
cume sem nome
Sendo lavrada
A imagem
Em ponto claro
Desse algo
Que se tenha amado
E nessa transparência
Doce sentença
Que se disfarça
Aparecem
Arcos de volta
E arcadas
E nessas letras
Sonhadas
Sem se deixar
Assim desenhar
Abraçadas
Nesses olhares…
Se chegar a entrever
Olhares de crer
E mais bem querer
Nesse voltar
Sem se saber
Nesse descobrir
Sem querer
Assim tanto
Se vai voltando
A escrever
O por enquanto
O momento
Que vai ficando
E entre tanto
Se vai passando
Esse fio
Mais fino
Que o cabelo
Mais pristino
Orlado
Dessas gotas
De mais puro cristal
que se têm emanado
Suor desse amor
Que se tem prezado
Calor dessa imensidão
Qual maior união
Nesse abraço dado
E nessa orvalho
Qual flor silvestre
Em pétalas de vestes
Que se tenham
assim desenhado
Nesse teu ser
Que veja sem ver
Nesse algo
Que ainda
chegará a o ser
E nesse veludo
Mais bem calado
Que fala e nos diz
O que nos tem contado
(…)
Pela mão sendo traçada
Amada
Delicada
Fina
Suave
Perfumada…
Por sonhos de alvorada
Pela seda mais fina
Transparecida
Pela luz da madrugada
Assim em traços
cintilantes
Desenhada
Qual estrada
No firmamento
Periclitante
Nesse alento
Algo sedento
Dessa água salgada
Que nos anima e nos afaga
Que nos fulmina para ser lavrada
Entre gotas
Dessa tinta
Íntima
Tão amada
Deixada
À solta
Nessa volta
Do destino
Que dá brilho
E equilíbrio
A esse princípio
Não nascido
Assim recriado
Pelo artista
Mais Divino
Em graça
Que se não passa
Se entretece
E se abraça
Se doa
Ainda que a mágoa
Esteja instilada
Entre cada pincelada
Dessa tela esbranquiçada
Esperando ser rasgada
Pela realidade mais amada
Ou ainda
Bafejada
Qual imagem espelhada
Assim sendo esbatida
Qual aquarela renascida
Nessa orla orvalhada
Onde se deixava
Prendada
Em gotas
pingentes
Transparentes
Frio fio fino
Que se destilava
Entre o suor
Bem quente
Que em areolas
Perladas
Se elevava
Calor de quem se amava
E nessa folha
Tão suavemente poisada
Na palma da mão
Sendo levada
No coração
Ainda guardada
Esperava
A palavra
Verbo distante
O ser substrato
Nesse solo
humidade
humanidade
sorvida qual apelo
pela pele sem segredo
revelada
nesse mais fino facto
Que se sonhava
E na realidade
A barca varada
Que se imaginava
E nas margens
Dessa fina folha
Ainda vogava
O mar de amores
Que se preparava
Nessas areias
Sendo aquecidas
Pelas peugadas
Assim levadas
Pelo som
Desse emoção
Quais vagas
Densas
Perfumadas
Pelo som da maré
a teu pé
nesse sopé
cume sem nome
Sendo lavrada
A imagem
Em ponto claro
Desse algo
Que se tenha amado
E nessa transparência
Doce sentença
Que se disfarça
Aparecem
Arcos de volta
E arcadas
E nessas letras
Sonhadas
Sem se deixar
Assim desenhar
Abraçadas
Nesses olhares…
Se chegar a entrever
Olhares de crer
E mais bem querer
Nesse voltar
Sem se saber
Nesse descobrir
Sem querer
Assim tanto
Se vai voltando
A escrever
O por enquanto
O momento
Que vai ficando
E entre tanto
Se vai passando
Esse fio
Mais fino
Que o cabelo
Mais pristino
Orlado
Dessas gotas
De mais puro cristal
que se têm emanado
Suor desse amor
Que se tem prezado
Calor dessa imensidão
Qual maior união
Nesse abraço dado
E nessa orvalho
Qual flor silvestre
Em pétalas de vestes
Que se tenham
assim desenhado
Nesse teu ser
Que veja sem ver
Nesse algo
Que ainda
chegará a o ser
E nesse veludo
Mais bem calado
Que fala e nos diz
O que nos tem contado
(…)
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