Lista de Poemas
Explore os poemas da nossa coleção
Entre o passado e o futuro
Devastando tudo
Estou à frente dos anos
Mas estou parado.
Nunca estive em primeiro
Jamais fui o derradeiro
Os anos chegam devagar
E permaneço neste lugar.
São navalhas,
Marcam minha pele,
São recordações
Que me repele.
Escrevem minhas vitórias
Relatam minhas derrotas,
Neles faço histórias
Implodindo-me de esperança
Com os anos fui inocentado,
Vitalício, juvenil,
Com os anos fui acusado,
Perdi La juventude não sou mais viril.
Tchoroco Záfenat
1 717
82
Quando finar-se
Quando eu me extinguir
Não quero choros de fim,pois.
Nessa hora prefiro aplausos,
Demostração de agrado a um vencedor,
Que venceu muitos desafios e obstáculos.
Quando por algum motivo,
O criador resolver separar-me
Em “dois” e plantar levando novamente
A terra, a carne, não quero gotículas salgadas
E cristalinas lamentáveis,mas sim,
Lágrimas de graças,por tudo que conseguir.
Quando o inicio chegar ao fim,
Por favor não lamente
É o fim se iniciando.
Então lá na reunião marcada pelo destino
Não quero choro,mas lacrimação de felicidade
É bem vindas, quero muitos sorrisos,
Elogios públicos,aperto de mãos,abraços,lindas canções
Se possível uma boa festa,pois não foi em vão,
A minha estada.
Quando a hora chegar de simplesmente
Na visão de cada um a carne sumir,
Então,sem dor estarei a esperar
Com muito amor, cada rosa
Cada flor que juntos ao lençol
De pó a pó irá me cobrindo
E não quero lamento,
Quero afeto de cada um,
Todos de mãos dadas,
Cantando e agradecendo a Deus por tudo.
Não quero choros de fim,pois.
Nessa hora prefiro aplausos,
Demostração de agrado a um vencedor,
Que venceu muitos desafios e obstáculos.
Quando por algum motivo,
O criador resolver separar-me
Em “dois” e plantar levando novamente
A terra, a carne, não quero gotículas salgadas
E cristalinas lamentáveis,mas sim,
Lágrimas de graças,por tudo que conseguir.
Quando o inicio chegar ao fim,
Por favor não lamente
É o fim se iniciando.
Então lá na reunião marcada pelo destino
Não quero choro,mas lacrimação de felicidade
É bem vindas, quero muitos sorrisos,
Elogios públicos,aperto de mãos,abraços,lindas canções
Se possível uma boa festa,pois não foi em vão,
A minha estada.
Quando a hora chegar de simplesmente
Na visão de cada um a carne sumir,
Então,sem dor estarei a esperar
Com muito amor, cada rosa
Cada flor que juntos ao lençol
De pó a pó irá me cobrindo
E não quero lamento,
Quero afeto de cada um,
Todos de mãos dadas,
Cantando e agradecendo a Deus por tudo.
Tchoroco Záfenat
2 353
101
1
Plácido
Plácido é o orvalho da manhã, no vento que sopra em todas as direções.
Plácido é o entardecer, no sol que se despede da jornada.
Plácido é o silêncio, na madrugada que indica o recomeço.
Plácido é o entardecer, no sol que se despede da jornada.
Plácido é o silêncio, na madrugada que indica o recomeço.
2 742
101
1
Luna
Luna, gostava de te explicar
Assim - simples e claro
Que há em todo o Amor
Um quê de estranho... e um quê de raro.
Começa tudo a brincar
Sem qualquer má intenção
Com pormenores a brilhar
No meio da multidão.
Inicia de mansinho
Sem pressas ou agitação
É uma piada. Um carinho.
Um gesto ou uma atenção.
Fica a fotografia, lá guardada na memória
Mais um detalhe ou papel no sótão da nossa História.
Não ligamos à partida...
Já passamos por aí!
Temos história, temos vida
Mais pesos e regras aqui.
Pouco tempo. Pouco espaço.
Menos paciência e fervor.
Mas não contamos com o traço
Que dá à vida o Amor.
Não fosse ele reaparecer, sem razão ou fundamento
E o Tempo aumentaria o baú do esquecimento.
Mas estranha coincidência e rara conjugação
Levam a que este baú no Amor não tenha mão.
Não querendo isto dizer
Que é destino ou está traçado,
Pois em tudo o que é viver
A Condição é o fado
Cabendo-nos apenas escolher - e nem sempre com saber
Se entra Acaso deste lado.
Dizia eu:
Após o seu doce toque
(suave som, breve sopro)
Põe o Mistério a reboque,
Chama o Azul que há no outro.
A Imaginação, o Riso, o Perigo
Unem-se a ele a brincar.
Ternura, Sorriso e Sentido
Fazem fila pra ficar.
E nesta conjugação de factores
Estranha, rara e de passagem
Renascem velhos valores
Ganham espaço, criam cores
E alteram a paisagem
Tudo joga em euforia
Quando o encontro acontece.
Tudo é a fantasia
Da Urgência e d' Alegria
No frenesim que enlouquece.
*******
Ao encontro seguem-se outros...
E outros... e outros ainda.
Todos igualmente loucos,
Cada qual com a sua rima.
Difíceis de entender,
Sem qualquer explicação
Excepto aquela de viver
Tendo o Sol como Paixão...
Na perfeita perfeição
Desta instintiva vontade
Entendemos a razão
Do Mundo e da Liberdade.
E nesta viagem única
De leveza e de prazer
Reconhecemos que a Vida
É bonita de viver...
*******
- E Depois?
Depois se verá...
Faz já parte de outra estória
Não tão forte, não tão quente,
Se não me falha a memória...
Mas Luna - fica o resto e a eterna esperança
Já cansada... meio vaga...
Que será diferente a lembrança:
Neste caminho, outra estrada.
Assim - simples e claro
Que há em todo o Amor
Um quê de estranho... e um quê de raro.
Começa tudo a brincar
Sem qualquer má intenção
Com pormenores a brilhar
No meio da multidão.
Inicia de mansinho
Sem pressas ou agitação
É uma piada. Um carinho.
Um gesto ou uma atenção.
Fica a fotografia, lá guardada na memória
Mais um detalhe ou papel no sótão da nossa História.
Não ligamos à partida...
Já passamos por aí!
Temos história, temos vida
Mais pesos e regras aqui.
Pouco tempo. Pouco espaço.
Menos paciência e fervor.
Mas não contamos com o traço
Que dá à vida o Amor.
Não fosse ele reaparecer, sem razão ou fundamento
E o Tempo aumentaria o baú do esquecimento.
Mas estranha coincidência e rara conjugação
Levam a que este baú no Amor não tenha mão.
Não querendo isto dizer
Que é destino ou está traçado,
Pois em tudo o que é viver
A Condição é o fado
Cabendo-nos apenas escolher - e nem sempre com saber
Se entra Acaso deste lado.
Dizia eu:
Após o seu doce toque
(suave som, breve sopro)
Põe o Mistério a reboque,
Chama o Azul que há no outro.
A Imaginação, o Riso, o Perigo
Unem-se a ele a brincar.
Ternura, Sorriso e Sentido
Fazem fila pra ficar.
E nesta conjugação de factores
Estranha, rara e de passagem
Renascem velhos valores
Ganham espaço, criam cores
E alteram a paisagem
Tudo joga em euforia
Quando o encontro acontece.
Tudo é a fantasia
Da Urgência e d' Alegria
No frenesim que enlouquece.
*******
Ao encontro seguem-se outros...
E outros... e outros ainda.
Todos igualmente loucos,
Cada qual com a sua rima.
Difíceis de entender,
Sem qualquer explicação
Excepto aquela de viver
Tendo o Sol como Paixão...
Na perfeita perfeição
Desta instintiva vontade
Entendemos a razão
Do Mundo e da Liberdade.
E nesta viagem única
De leveza e de prazer
Reconhecemos que a Vida
É bonita de viver...
*******
- E Depois?
Depois se verá...
Faz já parte de outra estória
Não tão forte, não tão quente,
Se não me falha a memória...
Mas Luna - fica o resto e a eterna esperança
Já cansada... meio vaga...
Que será diferente a lembrança:
Neste caminho, outra estrada.
1 312
23
Meu filho
Quero apresentar “meu” filho.
É um dragão.
Pequeno dragão,
Habilidoso e bastante equilibrado,
Igual a uma balança
Com mil para cada lado.
Não é criança
(mesmo sendo)
Por falta de sete dias.
Mais é tímido e inteligente
Por causa da décima casa mensal.
Filho este que nasceu,
Do meu desejo incontrolável,
Da minha sede de amar.
Filho meu
Apenas meu e de mais ninguém,
Porque foi gerado
No meu coração
E educado pelo mesmo
Filho “meu” de “meu” pai,
De meu padrasto
E de mais alguém.
Filho “meu”
Com alguém que ainda vou conhecer.
Este mesmo é
Filho de minha mãe
E é filho daquela que a guardou
Em seu saco d’água
Durante nove meses,
É “meu” sangue
E não tem do meu sangue.
De mim herdou características e personalidades.
Apesar do parecer,
Não é filho nem parente de (Tiquim).
O filho é “meu”
Eu insisto em dizer:
Tenho dito e ...
O filho é “meu”.
É um dragão.
Pequeno dragão,
Habilidoso e bastante equilibrado,
Igual a uma balança
Com mil para cada lado.
Não é criança
(mesmo sendo)
Por falta de sete dias.
Mais é tímido e inteligente
Por causa da décima casa mensal.
Filho este que nasceu,
Do meu desejo incontrolável,
Da minha sede de amar.
Filho meu
Apenas meu e de mais ninguém,
Porque foi gerado
No meu coração
E educado pelo mesmo
Filho “meu” de “meu” pai,
De meu padrasto
E de mais alguém.
Filho “meu”
Com alguém que ainda vou conhecer.
Este mesmo é
Filho de minha mãe
E é filho daquela que a guardou
Em seu saco d’água
Durante nove meses,
É “meu” sangue
E não tem do meu sangue.
De mim herdou características e personalidades.
Apesar do parecer,
Não é filho nem parente de (Tiquim).
O filho é “meu”
Eu insisto em dizer:
Tenho dito e ...
O filho é “meu”.
Tchoroco Záfenat
2 039
91
No jardim uma flor (Para o dia das mulheres)
De um sorriso simples e inocente
O coração logo tã ta
Faz sofrer loucamente
Um homem sã.
Não tem desejo que resista
A um olhar tão puro e verdadeiro
E pergunta a cientista:
Será mesmo de um arqueiro?
Não existe flecha nem cupido
O que existe é uma flor
Que trás como destinado
O dom do amor.
É uma flor,Maria da penha, Raquel...
É uma rosa,Lourdes,Lityeska...
É ainda Fernanda, Ana e Isabel...
E também Núbia, Vanessa e Valeska...
Que faz valer-se do seu valor
De ser linda e charmosa como quer
No jardim do amor
Uma flor chamada mulher.
O coração logo tã ta
Faz sofrer loucamente
Um homem sã.
Não tem desejo que resista
A um olhar tão puro e verdadeiro
E pergunta a cientista:
Será mesmo de um arqueiro?
Não existe flecha nem cupido
O que existe é uma flor
Que trás como destinado
O dom do amor.
É uma flor,Maria da penha, Raquel...
É uma rosa,Lourdes,Lityeska...
É ainda Fernanda, Ana e Isabel...
E também Núbia, Vanessa e Valeska...
Que faz valer-se do seu valor
De ser linda e charmosa como quer
No jardim do amor
Uma flor chamada mulher.
Tchoroco Záfenat
2 134
83
Mãe
Mãe um nome forte.
Sensível como uma borboleta, e linda como uma flor.
És abençoada por Deus, lutas sempre com amor.
Mãe, para você não há barreiras,
Sempre existe a esperança.
Você ensina a todos com alegria a ser criança.
Quando crescemos você continua lá, dando conselhos,
E quando envelheces nós é que estaremos a te dar
nossos beijos.
Mãe és a bondade de Deus,
A benção de Nosso Senhor,
Tu és à força de um Leão,
E a simplicidade de um beija-flor.
Parabéns por todos os dias,
Porque tu és a campeã da vida e do amor.
2 938
100
3
Silenciar!!!
Silenciar não é fácil, pois somos bombardeados a todo instante.
Silenciar simplesmente um dom.
Silenciar é a capacidade que cada um tem de refletir sobre si mesmo.
Silenciar consiste numa viagem do macro para o micro e do micro para o macro.
Silenciar revela nossa autonomia e autoridade.
Silenciar aparentemente nos torna frágil.
Silenciar nos leva a um turbilhão de emoções.
Silenciar exige doação.
Silenciar sempre para amar.
Silenciar apresenta exemplo.
Silenciar mostra o herói ou heroína.
Silenciar sobre tudo e sobre o nada.
Silenciar na dor.
Silenciar no amor.
Silenciar no cheiro.
Silenciar no prazer.
Silenciar na humildade.
Silenciar na cumplicidade.
Silenciar para encontrar a Deus.
Silenciar só silenciar.
Silenciar simplesmente um dom.
Silenciar é a capacidade que cada um tem de refletir sobre si mesmo.
Silenciar consiste numa viagem do macro para o micro e do micro para o macro.
Silenciar revela nossa autonomia e autoridade.
Silenciar aparentemente nos torna frágil.
Silenciar nos leva a um turbilhão de emoções.
Silenciar exige doação.
Silenciar sempre para amar.
Silenciar apresenta exemplo.
Silenciar mostra o herói ou heroína.
Silenciar sobre tudo e sobre o nada.
Silenciar na dor.
Silenciar no amor.
Silenciar no cheiro.
Silenciar no prazer.
Silenciar na humildade.
Silenciar na cumplicidade.
Silenciar para encontrar a Deus.
Silenciar só silenciar.
3 465
101
5
De Vez em Quando
De vez em quando paramos,
Deitamos fora o já velho e sem notar, recomeçamos...
Novos trilhos mais sentidos - que o sentimento é mais forte
Mais intenso e colorido. Nova arte, nova sorte.
Alteramos as rotinas, sorrimos ao acordar
Reganhamos a energia de viver e de sonhar.
De vez em quando acontece... Despertar do dia a dia.
E mal daquele que não troca
O linear pelo incerto. A tristeza pela alegria.
E o real pela fantasia.
Recuperamos o sentido. Deixamos o Sol entrar...
Sabemos, intimamente, que vale a pena mudar......
Deitamos fora o já velho e sem notar, recomeçamos...
Novos trilhos mais sentidos - que o sentimento é mais forte
Mais intenso e colorido. Nova arte, nova sorte.
Alteramos as rotinas, sorrimos ao acordar
Reganhamos a energia de viver e de sonhar.
De vez em quando acontece... Despertar do dia a dia.
E mal daquele que não troca
O linear pelo incerto. A tristeza pela alegria.
E o real pela fantasia.
Recuperamos o sentido. Deixamos o Sol entrar...
Sabemos, intimamente, que vale a pena mudar......
1 311
21
3
Entre Garfo e Faca
A barriga aperta
Eu tenho sede
Olhos no espelho e não tem pão
Vejo uma lágrima
Entre garfo e faca
Alimentando meu irmão
A barriga aperta
Eu tenho sede
Bebo um pouco dágua
Pra matar a minha fome
Não quero dormir no chão
por isso te peço um pão
Amigo tenho sede
por favor me dê um pão
Vou buscando forças
Em minhas fraquezas
E a alguém eu peço pão
Para saciar-nos
Uma grande sede
Minha e também de meu irmão.
Eu tenho sede
Olhos no espelho e não tem pão
Vejo uma lágrima
Entre garfo e faca
Alimentando meu irmão
A barriga aperta
Eu tenho sede
Bebo um pouco dágua
Pra matar a minha fome
Não quero dormir no chão
por isso te peço um pão
Amigo tenho sede
por favor me dê um pão
Vou buscando forças
Em minhas fraquezas
E a alguém eu peço pão
Para saciar-nos
Uma grande sede
Minha e também de meu irmão.
Tchoroco Záfenat
1 677
80
Mortalha
Um dia hei de vestir-me
Em uma mortalha. Espero eu,
Que não seja preta por dentro,
E preta por fora.
Mas que tenha, no mínimo
Uma fresta reluzida,
Que me aplaque os olhos
Em noite de breu!
Que triste seria se eu morresse
Ser ver a luz do dia;
Ou se ainda ficasse a espera
De um pouco de água...
Lembro-me ainda daquelas
Assombrosas histórias
Que meu povo contava:
De que quem morre sedento
E sem uma vela nas mãos,
Ao menos não entra no céu...
Sabe-se lá os exércitos celestiais
Onde se encontra agora toda essa gente!
Queira Deus que não venha eu
Ser um desses moribundos
Que jazem sem esperança de vida;
Porém, venha eu arrepender-me
Primeiro de tudo, antes que a morte
Me passe a fio da espada,
Assim como fizera com todos esses defuntos.
Em uma mortalha. Espero eu,
Que não seja preta por dentro,
E preta por fora.
Mas que tenha, no mínimo
Uma fresta reluzida,
Que me aplaque os olhos
Em noite de breu!
Que triste seria se eu morresse
Ser ver a luz do dia;
Ou se ainda ficasse a espera
De um pouco de água...
Lembro-me ainda daquelas
Assombrosas histórias
Que meu povo contava:
De que quem morre sedento
E sem uma vela nas mãos,
Ao menos não entra no céu...
Sabe-se lá os exércitos celestiais
Onde se encontra agora toda essa gente!
Queira Deus que não venha eu
Ser um desses moribundos
Que jazem sem esperança de vida;
Porém, venha eu arrepender-me
Primeiro de tudo, antes que a morte
Me passe a fio da espada,
Assim como fizera com todos esses defuntos.
1 926
148
3
As pazes
Que, quer isso camarada!?
Trato-lhe com tanto carinho, e você só sabe me deixar de cara lisa!
É a você que dou os créditos do rejuvenescimento temporário
E você me corta a cara!
Não, não é coisa que se faça
Estou de mal com você e não vou fazer as pazes.
Não faço, não faço e não faço!
Ah! É bem lembrado!
Éramos bons e grandes amigos, desde a minha adolescência,
Lembro que você me ajudou com a primeira namorada,
Aquele emprego e entre outras coisas que me ajudasse.
Com um novo visual, um visual rejuvenescedor.
Sei que os amigos me criticam com as minhas decisões polêmicas,
Dizem que sou radical, talvez estejam com a razão, não sei!
O tempo passa, e todos reparam que o laço que se quebrou entre nós
Só causou distúrbios em mim, a namorada fala, o patrão fala, os amigos falam
E até minha família fala,
O tempo que se passa e nada volta atrás,
Percebo que não há outro jeito
Tenho que reatar com você
Todos ficam felizes (os mesmos citados)!
A família, os amigos, o patrão e a namorada
Agradecem e dizem:-Até que fim,ele fez as pazes com o barbeador.
Trato-lhe com tanto carinho, e você só sabe me deixar de cara lisa!
É a você que dou os créditos do rejuvenescimento temporário
E você me corta a cara!
Não, não é coisa que se faça
Estou de mal com você e não vou fazer as pazes.
Não faço, não faço e não faço!
Ah! É bem lembrado!
Éramos bons e grandes amigos, desde a minha adolescência,
Lembro que você me ajudou com a primeira namorada,
Aquele emprego e entre outras coisas que me ajudasse.
Com um novo visual, um visual rejuvenescedor.
Sei que os amigos me criticam com as minhas decisões polêmicas,
Dizem que sou radical, talvez estejam com a razão, não sei!
O tempo passa, e todos reparam que o laço que se quebrou entre nós
Só causou distúrbios em mim, a namorada fala, o patrão fala, os amigos falam
E até minha família fala,
O tempo que se passa e nada volta atrás,
Percebo que não há outro jeito
Tenho que reatar com você
Todos ficam felizes (os mesmos citados)!
A família, os amigos, o patrão e a namorada
Agradecem e dizem:-Até que fim,ele fez as pazes com o barbeador.
Tchoroco Záfenat
2 135
92
Companheiro de caminhada
Caminhei na rua
Caminhei na praça
E numa destas caminhadas
Tomei banho de chuva
Percebi então o teu estado
Doente,resfriado e encharcado.
Tossia como tuberculoso
Seu coro rachava e abria.
Boca aberta,língua de fora
Mal hálito exalando,
Não há mais condições
Meu pobre sapatinho!
Tchoroco Záfenat
Baia da Traição – PB 08/12/07
Caminhei na praça
E numa destas caminhadas
Tomei banho de chuva
Percebi então o teu estado
Doente,resfriado e encharcado.
Tossia como tuberculoso
Seu coro rachava e abria.
Boca aberta,língua de fora
Mal hálito exalando,
Não há mais condições
Meu pobre sapatinho!
Tchoroco Záfenat
Baia da Traição – PB 08/12/07
3 246
86
2
La Basura
Lo que te sirvió en El pasado
Hoy no te sirve más,
Resto del pan, sobras del aguas
Por tú rechazado,
Empujado por una escoba,
Cosechado por una pala,
Jugados en mi mesa.
Lo que no te sirve,
Alimenta mi sudor,
Lo que no me sirve hace sudar,
Otro cuerpo en el polvo de mi escoba.
Mimote y el pan pongome
Pongote a la mesa,
En dia de grandeza.
El papel que a-masas,
La hidráulica que quiebras
La má(la)-quina sin función
Es meta-morfo-sis de tú basura
Transformándose en mi pan.
Del pan nuestro, de grano en grano,
De cada día mi sustento.
Oro por tú que hace basura,
Para agradecer el picnic.
Bella tarde de sol,
Sentome al solo y sirvome,
Manzana dañada, carne-sentida,
Nutrí á mi, á mi perro,
Y a la hormiga que mordí.
En la tuya mesa tienes abundancia,
Y en mi mesa falta abundancia,
Y de tanta falta, sólo me falta
Un infarte en la mía creatura,
Pues me falta vitamina,
Me falta higiene
En esta mía caminada durable.
Tchoroco Záfenat
12-13/04/2010
2 110
83
Eternizar
Quero parar o tempo,
No momento que te ver sorrir
Para eternizar esse sorriso limpo
De quem o faz sem o fingir
É pra te ver vislumbrar,
Repleta de amor e paz,
Eu este jovem rapaz,
Quero o teu tempo parar.
Na hora de uma lágrima cair
Para enxugar o teu rosto
Antes da dor persistir
Aumentando o teu pranto
Ah!como quero em teu sonho gostoso
O tempo também fazer parar
Para que viva o caloroso,
Cada momento desfrutar.
O tempo quero também parar
No momento que me beijar
Pois se o mundo acabar
Este instante no tempo quero deixar.
No momento que te ver sorrir
Para eternizar esse sorriso limpo
De quem o faz sem o fingir
É pra te ver vislumbrar,
Repleta de amor e paz,
Eu este jovem rapaz,
Quero o teu tempo parar.
Na hora de uma lágrima cair
Para enxugar o teu rosto
Antes da dor persistir
Aumentando o teu pranto
Ah!como quero em teu sonho gostoso
O tempo também fazer parar
Para que viva o caloroso,
Cada momento desfrutar.
O tempo quero também parar
No momento que me beijar
Pois se o mundo acabar
Este instante no tempo quero deixar.
Tchoroco Záfenat
22/08/07- Campina Grande-PB
7 088
105
Sol
Sol
Solto
Solícito
Solfejava
Soltamente
Solto
Solícito
Solfejava
Soltamente
3 163
100
2
Inteiro
Não quero um fragmento
ou uma citação que cause impacto
quero um poema inteiro
mesmo que seja ácido
Não quero uma esmola
quero o nada que dá impulso
o nada que move a força
a força que move tudo
Não quero uma cópia
quero o original
quero uma trova,
mas que não haja igual
Não quero ser mesquinha
conformada com quase tudo
Sacuda meu corpo com a simplicidade,
mas que seja inteiro.
Então dá-me uma música!
Quero a intensidade
O suspiro profundo
Sair desse mundo
Quero uma palavra
não abreviada
que seja inteira
distinta ou camuflada
Que me faça rir
que me surpreenda
que me faça refletir
que me compreenda
que me faça amante
que me encante
que seja inteira
que me faça inteiro.
ou uma citação que cause impacto
quero um poema inteiro
mesmo que seja ácido
Não quero uma esmola
quero o nada que dá impulso
o nada que move a força
a força que move tudo
Não quero uma cópia
quero o original
quero uma trova,
mas que não haja igual
Não quero ser mesquinha
conformada com quase tudo
Sacuda meu corpo com a simplicidade,
mas que seja inteiro.
Então dá-me uma música!
Quero a intensidade
O suspiro profundo
Sair desse mundo
Quero uma palavra
não abreviada
que seja inteira
distinta ou camuflada
Que me faça rir
que me surpreenda
que me faça refletir
que me compreenda
que me faça amante
que me encante
que seja inteira
que me faça inteiro.
3 048
13
2
VICIO
Era mais forte que ela...e não havia explicação para tal, apesar de gastar as horas deitada, no divã do psicanalista.
Não havia nada a fazer. Foi-se embora.
Rodou a chave...e entrou de mansinho no apartamento de águas furtadas...
O seu pensamento obssessivo levou-a em direção ao quarto.
Aproximou-se da cama em passos aveludados...como uma felina prestes a cair sobre a presa.
Olhou para ele...destapou-o...com cuidado...observou-o com ternura e afeto...susteve a respiração por segundos...
e atirou-se a ele.
Estava completamente possessa. O seu rosto era uma amálgama de cores...desde o rosa choque...até ao púrpura.
Comeu-o quase todo...com sofreguidão.
Ele...nada disse.
Só então, quando o virou de lado, reparou que estava fora de prazo.
Não conseguia resistir a tudo que era selvagem...
e aquele...
bem...
aquele...era o que ela mais adorava!
TOBLERONE...com amêndoas.
1 975
13
2
OLHA-ME MEU AMOR
Olha por mim meu amor
Afasta-me de todas as mágoas
Com os teus beijos
Apaga todas as minhas lágrimas
Que correm pelo meu rosto
Ninguém me ama, como tu
Ninguém encanta-me, como tu
Nem me vê, como só tu me vês
Por isso amor envolve-me nos teus braços
Deixa-me descansar, adormecer no teu peito
Que os meus olhos durmam nos teus
Que eu sonhe sempre, com o teu corpo a queimar-me
Por dentro, é tudo o que quero de ti meu mor
Gostava que te deitasses; sempre ao meu lado
Que despisses os teus segredos; no meu regaço
Para que não escondesses, todos os teus medos
Enlouquecermos os dois nas noites quentes e inesperadas
Afasta-me de todas as mágoas
Com os teus beijos
Apaga todas as minhas lágrimas
Que correm pelo meu rosto
Ninguém me ama, como tu
Ninguém encanta-me, como tu
Nem me vê, como só tu me vês
Por isso amor envolve-me nos teus braços
Deixa-me descansar, adormecer no teu peito
Que os meus olhos durmam nos teus
Que eu sonhe sempre, com o teu corpo a queimar-me
Por dentro, é tudo o que quero de ti meu mor
Gostava que te deitasses; sempre ao meu lado
Que despisses os teus segredos; no meu regaço
Para que não escondesses, todos os teus medos
Enlouquecermos os dois nas noites quentes e inesperadas
4 395
17
ADORMEÇO FELIZ
Meus pés tocam o chão
Os teus olhos vêm na minha direcção
Tu és o meu farol quando estou perdida
O sofrimento que chega de noite
Somente o sono ameniza a minha dor
Quero viver com o teu sorriso e o teu olhar
Corro paro o mar para lembrar-me de ti
A brisa e o vento, traz-me o que eu não quero esquecer
Entre os soluços e as lágrimas do meu choro
É nos teus braços o meu lugar
Contemplo as estrelas e a minha solidão
É mais que uma emoção que aperta o meu peito
Não quero estar sem amor, sem luz e sem ar
A madrugada esta fria sem ti, tu és a parte
Da minha vida que eu desconhecia, és a presença
Que habita dentro de mim nos meus dias e noites
Consigo escutar o silêncio da tua alma
Que me falas e quando eu leio os meus poemas
Encostada no teu ombro, adormeço e descanso feliz
Os teus olhos vêm na minha direcção
Tu és o meu farol quando estou perdida
O sofrimento que chega de noite
Somente o sono ameniza a minha dor
Quero viver com o teu sorriso e o teu olhar
Corro paro o mar para lembrar-me de ti
A brisa e o vento, traz-me o que eu não quero esquecer
Entre os soluços e as lágrimas do meu choro
É nos teus braços o meu lugar
Contemplo as estrelas e a minha solidão
É mais que uma emoção que aperta o meu peito
Não quero estar sem amor, sem luz e sem ar
A madrugada esta fria sem ti, tu és a parte
Da minha vida que eu desconhecia, és a presença
Que habita dentro de mim nos meus dias e noites
Consigo escutar o silêncio da tua alma
Que me falas e quando eu leio os meus poemas
Encostada no teu ombro, adormeço e descanso feliz
3 966
13
2
SÃO PESADELOS
São os pesadelos que já sepultam
Todos os tédios do inverno ao inferno
Magnólia escondida entre o céu
De mil cores perfumadas de amores
Sobrevive no sono de sonhos excêntricos
Quisera eu ser tua, tu meu, nas cerejas que colho
E as cegonhas que voam além do tempo
Abismos nos olhos de quem nos olha ao longe
Primavera de tédios sepultando o inverno
Neste dia tardio, gavetas invernando palavras
Já o amor agita o meu coração como um vendaval
Nos pesadelos a desabar sobre os carvalhos.
Todos os tédios do inverno ao inferno
Magnólia escondida entre o céu
De mil cores perfumadas de amores
Sobrevive no sono de sonhos excêntricos
Quisera eu ser tua, tu meu, nas cerejas que colho
E as cegonhas que voam além do tempo
Abismos nos olhos de quem nos olha ao longe
Primavera de tédios sepultando o inverno
Neste dia tardio, gavetas invernando palavras
Já o amor agita o meu coração como um vendaval
Nos pesadelos a desabar sobre os carvalhos.
3 554
18
2
Esta noite
Esta noite
senti o mar incendiar-se
nas tuas mãos
arderam os olhos
nas tuas mão inteiras
enormes
esta noite no teu peito
inventei estrelas
que não conhecia
senti o mar incendiar-se
nas tuas mãos
arderam os olhos
nas tuas mão inteiras
enormes
esta noite no teu peito
inventei estrelas
que não conhecia
4 469
14
4
MALDITA DEPRESSÃO
Como posso explicar-te, esta dor na minha alma
Esta dor no meu peito, esta vontade de chorar
O que eu posso fazer para que tu entendas
Que a saudade invadiu o meu mundo
Tomou posse de mim e da minha vida
Deixando-me assim triste com esta saudade
Que sinto do meu coração chamando-te
Para ficares comigo, mesmo sabendo que tu tens que ir
Como posso explicar meu amor
Como explicar esta dor que eu sinto ao perder meu amor
A vontade de sentir os encantos de uma paixão
E voltar a sentir o meu coração
Como posso explicar esta dor da minha alma
Senão dizer-te que és e foste a verdade
Mais verdadeira de toda a minha vida.
Esta dor no meu peito, esta vontade de chorar
O que eu posso fazer para que tu entendas
Que a saudade invadiu o meu mundo
Tomou posse de mim e da minha vida
Deixando-me assim triste com esta saudade
Que sinto do meu coração chamando-te
Para ficares comigo, mesmo sabendo que tu tens que ir
Como posso explicar meu amor
Como explicar esta dor que eu sinto ao perder meu amor
A vontade de sentir os encantos de uma paixão
E voltar a sentir o meu coração
Como posso explicar esta dor da minha alma
Senão dizer-te que és e foste a verdade
Mais verdadeira de toda a minha vida.
4 534
14
3
AMOR ENSINA-ME
Ensina-me a voar
Como me ensinaste a amar-te
Segura na minha mão
Como se eu quisesse voar
Ao sabor do vento nesta paixão
Sente o meu coração
Neste prazer de voar contigo
Desnuda a minha alma
Faz-me sentir que sou tua
Ensina-me a sentir, faz-me eterna
Dá-me os minutos, os segundos, as horas
Nas estrelas que brilham lá em cima
Que eu te darei o meu amor em vida
Como me ensinaste a amar-te
Segura na minha mão
Como se eu quisesse voar
Ao sabor do vento nesta paixão
Sente o meu coração
Neste prazer de voar contigo
Desnuda a minha alma
Faz-me sentir que sou tua
Ensina-me a sentir, faz-me eterna
Dá-me os minutos, os segundos, as horas
Nas estrelas que brilham lá em cima
Que eu te darei o meu amor em vida
4 343
18
2
Português
English
Español