Lista de Poemas
I-XXI Jaezes de vida e morte
Esquecendo pesadelos à medida que tenho outros,
arrependo-me do último que, aos porcos, jogou-me.
Era dor, não medo. Era raiva sem ambição.
E diante da injustiça, pouco me importa ter vida,
importa-me mesmo ser visto como ingênuo sofrendo
por privilégios que não tenho.
E quem garante ser eu se os sinais do meu corpo removeu?
Quem de mim lembraria sem as marcas que louvam santos que sofriam?
Estava sem tempo em meu tempo, temendo medos que não temo.
Morrendo como ignorante após décadas sendo hierofante.
Mal mais culpo os males dos meus romances, nem invejo alheias aventuras triunfantes.
Carregado ao único mundo que posso ser seu,
fez de minha fé cristã coisa vã.
Vivi pesadelos que fingem matar-me e orei por deuses que fingem libertar-me.
Fizeram das coisas minhas besteiras humanas, coisas de vivo, coisas da Terra.
arrependo-me do último que, aos porcos, jogou-me.
Era dor, não medo. Era raiva sem ambição.
E diante da injustiça, pouco me importa ter vida,
importa-me mesmo ser visto como ingênuo sofrendo
por privilégios que não tenho.
E quem garante ser eu se os sinais do meu corpo removeu?
Quem de mim lembraria sem as marcas que louvam santos que sofriam?
Estava sem tempo em meu tempo, temendo medos que não temo.
Morrendo como ignorante após décadas sendo hierofante.
Mal mais culpo os males dos meus romances, nem invejo alheias aventuras triunfantes.
Carregado ao único mundo que posso ser seu,
fez de minha fé cristã coisa vã.
Vivi pesadelos que fingem matar-me e orei por deuses que fingem libertar-me.
Fizeram das coisas minhas besteiras humanas, coisas de vivo, coisas da Terra.
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I-XXIII Jaezes de vida e morte
Intrigaram quem, um dia, questionou-me sobre minhas armas.
Disseram ter sido eu, um voluntário de devassas jornadas.
Se colocarem-me a prova, inventarei um problema.
Se tirarem meu tempo, direi-lhes ofensas.
Assim, as coisas vão sendo o que são, dando-lhes
o que rir ao caminho do lar, onde ser mais um fez-me enfermar.
Não me dê nomes piores então, se não os meus que já os são.
Diga-me menos dessas bestices malditas.
Mostre o feito, não o que faço,
livre-me de estar nas causas de quem não mato.
E cruzando o limite da alheia liberdade, há quem leve coisas aos outros
apenas para ter quem o indague.
Se questionados, dirão trovas romanas e algumas de gálatas.
Se violentados, seremos nós os donos da famosa marca.
Assim vai esta vida, quase tão cara quanto os sapatos
de quem a banaliza.
E orando por quem nos ampare,
sobra-a nós esperarmos que tais dias acabem.
Disseram ter sido eu, um voluntário de devassas jornadas.
Se colocarem-me a prova, inventarei um problema.
Se tirarem meu tempo, direi-lhes ofensas.
Assim, as coisas vão sendo o que são, dando-lhes
o que rir ao caminho do lar, onde ser mais um fez-me enfermar.
Não me dê nomes piores então, se não os meus que já os são.
Diga-me menos dessas bestices malditas.
Mostre o feito, não o que faço,
livre-me de estar nas causas de quem não mato.
E cruzando o limite da alheia liberdade, há quem leve coisas aos outros
apenas para ter quem o indague.
Se questionados, dirão trovas romanas e algumas de gálatas.
Se violentados, seremos nós os donos da famosa marca.
Assim vai esta vida, quase tão cara quanto os sapatos
de quem a banaliza.
E orando por quem nos ampare,
sobra-a nós esperarmos que tais dias acabem.
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I-XX Jaezes de vida e morte
Pelo maçante cansaço encerro minha oração a Gotardo,
restando-me esta consciência angustiante de minha vida infame.
Sou eu um dos muitos que tanto lembram-me dela,
um dos que, com o bem, jamais justificam o mal.
Com o bem, jamais justificam coisa alguma,
e nada sobra de arrimo à vileza que me encosta.
Acabo-me assim enquanto a fome nada faz em mim:
fazendo da carência uma loucura, e o que invento um passatempo.
E é tarde, pois esperei os artifícios desta Terra,
feliz no presente por acreditar estar feliz no futuro,
comovido com o passado por vê-lo mesmo com muros.
restando-me esta consciência angustiante de minha vida infame.
Sou eu um dos muitos que tanto lembram-me dela,
um dos que, com o bem, jamais justificam o mal.
Com o bem, jamais justificam coisa alguma,
e nada sobra de arrimo à vileza que me encosta.
Acabo-me assim enquanto a fome nada faz em mim:
fazendo da carência uma loucura, e o que invento um passatempo.
E é tarde, pois esperei os artifícios desta Terra,
feliz no presente por acreditar estar feliz no futuro,
comovido com o passado por vê-lo mesmo com muros.
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I-XII Jaezes de vida e morte
Miserável, aposto ao acaso como dono de Deus.
Intrigados por verem-me sozinho, questionam o que não podem perguntar e,
como quem detém culpa, temem então, o que inventam para si, para os outros, e para ninguém.
São as tentativas de ver-me feliz que me lembram de vossas almas que residem aqui.
Por serem de outras que outros têm, ou de algum que tenha alguém, esqueço-me do que pedem ao lembrar-me do que merecem.
E se, por séculos, as respirações segurassem, faria com que morte alguma os achassem,
apenas para rirem, aqui, de mim e do que não supero, de quem se vitimiza e arrepende, e de quem com a morte consente.
Basta, então, isto ser o que é, e ser eu quem tenho sido.
Intrigados por verem-me sozinho, questionam o que não podem perguntar e,
como quem detém culpa, temem então, o que inventam para si, para os outros, e para ninguém.
São as tentativas de ver-me feliz que me lembram de vossas almas que residem aqui.
Por serem de outras que outros têm, ou de algum que tenha alguém, esqueço-me do que pedem ao lembrar-me do que merecem.
E se, por séculos, as respirações segurassem, faria com que morte alguma os achassem,
apenas para rirem, aqui, de mim e do que não supero, de quem se vitimiza e arrepende, e de quem com a morte consente.
Basta, então, isto ser o que é, e ser eu quem tenho sido.
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I-XVII Jaezes de vida e morte
Estava eu imerso há poucos instantes,
exausto por nadar, pressionado por tanto o ar segurar.
Fui salvo por uma colérica besta que, ao abocanhar-me, fez-me acordar.
E ao lembrar de minha vida, esqueci-me de outras.
Mas não me esqueço daquela que se mostra bela,
que me faz tantas noites perder tentando ela rever.
Lembro-me de dias e horas, dos países e das cidades.
Sorte minha ser entre todos o único em seu coração,
pois sou ingenuo como os bobos, e malícia alguma trago das vidas que sofro.
E antes que qualquer coisa eu pudesse a indagar, sumiu-se como mágica,
deixando-me como testemunha de tanta besteira inventada.
E sentindo mais do que lembro, sofro por saudade dessas vidas pintadas ao relento.
exausto por nadar, pressionado por tanto o ar segurar.
Fui salvo por uma colérica besta que, ao abocanhar-me, fez-me acordar.
E ao lembrar de minha vida, esqueci-me de outras.
Mas não me esqueço daquela que se mostra bela,
que me faz tantas noites perder tentando ela rever.
Lembro-me de dias e horas, dos países e das cidades.
Sorte minha ser entre todos o único em seu coração,
pois sou ingenuo como os bobos, e malícia alguma trago das vidas que sofro.
E antes que qualquer coisa eu pudesse a indagar, sumiu-se como mágica,
deixando-me como testemunha de tanta besteira inventada.
E sentindo mais do que lembro, sofro por saudade dessas vidas pintadas ao relento.
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I-VII Jaezes de vida e morte
Querida mãe,
há anos quero dar-te algumas palavras e receber as suas.
Perdi-me neste péssimo tempo e não quero ser encontrado.
Ouço quem diga meu nome enquanto pensa em outro.
E cansado de tantas vidas aqui, vejo que se tornou um vício me iludir.
Não entendo o mundo, nem este tempo que nos envelhece sem que passa.
Lembro-me de sua antipatia por quem normal se faça,
e vi que talvez, assim, mais goste de mim.
Mas por tanto culpar-me por existir, depressa lembro-me do porquê larguei-te aqui.
Descansa-se, então, com a paz de mim tomada, pois já não creio que justiça haja.
há anos quero dar-te algumas palavras e receber as suas.
Perdi-me neste péssimo tempo e não quero ser encontrado.
Ouço quem diga meu nome enquanto pensa em outro.
E cansado de tantas vidas aqui, vejo que se tornou um vício me iludir.
Não entendo o mundo, nem este tempo que nos envelhece sem que passa.
Lembro-me de sua antipatia por quem normal se faça,
e vi que talvez, assim, mais goste de mim.
Mas por tanto culpar-me por existir, depressa lembro-me do porquê larguei-te aqui.
Descansa-se, então, com a paz de mim tomada, pois já não creio que justiça haja.
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I-XIII Jaezes de vida e morte
Teu corpo é mapa de vossos capítulos, de uma infância mimada a uma carcaça atirada.
E por um instante, diante de tantas peças largadas,
vosso vestido pareceu-me a única vítima da lâmina afiada.
Fez-se, então, de palco vermelho sob um oceano seco,
dando cor à capa, à introdução, e à arte.
Assim perde seu preço enquanto ganha valor.
Não desprezemos quem tudo isso nos trouxe, pálida mulher que cor alguma pode mais perder.
Forço-me a observa-la com mais afinco, ansiando meus carmas deixar de ter.
Que valor há o cinza sobre esta cidade que nada nos impressiona?
Encontrando vácuo no vácuo, resta-me apreciar este fato.
Cabelos lindos, se imaginada de pé. Estonteantes olhos, se imaginados abertos.
Deleitantes lábios, se paciência nos resta para fantasiar.
Seria eu ainda mais insosso prostrado sobre este pavimento rachado.
Educação vã que nem sequer é lembrada. Um nada sábio, belo e apaixonado, ainda é nada.
Mulher, de tudo que fizestes, é nada para mim. E tão pouco sou eu para todos.
Sei que esteves assustada pela lâmina que pudera adentrar-te, e morreste sem que respirasse.
Ainda assim, não a ouviria se algo pudesse contar, pois sei que não ouviria a mim.
Sei disso com base alguma, sei porque quero saber.
Finjo que sei. Consequência por viver e tanto ser impedido de morrer.
Tenho feito assim, mas já antes disso não gostava de mim.
Há um homem, talvez amigo antes de assassino, talvez erudito antes de estúpido, talvez sem antes.
Talvez este homem aqui nunca estivesse se não por você.
Tanto alucinar não me faz deixar de ouvir o mar,
como o vazio não me fez deixar de as rosas notar.
O chão é pedra, esculpida uma a uma, e delas são os muros e as pilastras.
As lâmpadas são dispensáveis diante da luz da lua.
Há areia até aqui, trazida pelo vento e pelos pés dos que andam.
Para que presumir sobre a orla se cada grão tem sua história?
Já ouço cães, ouço alguém, ouço paços, e nada se mostra.
É a distância. São fatalidades.
É o bom gosto do destino sobre arte.
E por um instante, diante de tantas peças largadas,
vosso vestido pareceu-me a única vítima da lâmina afiada.
Fez-se, então, de palco vermelho sob um oceano seco,
dando cor à capa, à introdução, e à arte.
Assim perde seu preço enquanto ganha valor.
Não desprezemos quem tudo isso nos trouxe, pálida mulher que cor alguma pode mais perder.
Forço-me a observa-la com mais afinco, ansiando meus carmas deixar de ter.
Que valor há o cinza sobre esta cidade que nada nos impressiona?
Encontrando vácuo no vácuo, resta-me apreciar este fato.
Cabelos lindos, se imaginada de pé. Estonteantes olhos, se imaginados abertos.
Deleitantes lábios, se paciência nos resta para fantasiar.
Seria eu ainda mais insosso prostrado sobre este pavimento rachado.
Educação vã que nem sequer é lembrada. Um nada sábio, belo e apaixonado, ainda é nada.
Mulher, de tudo que fizestes, é nada para mim. E tão pouco sou eu para todos.
Sei que esteves assustada pela lâmina que pudera adentrar-te, e morreste sem que respirasse.
Ainda assim, não a ouviria se algo pudesse contar, pois sei que não ouviria a mim.
Sei disso com base alguma, sei porque quero saber.
Finjo que sei. Consequência por viver e tanto ser impedido de morrer.
Tenho feito assim, mas já antes disso não gostava de mim.
Há um homem, talvez amigo antes de assassino, talvez erudito antes de estúpido, talvez sem antes.
Talvez este homem aqui nunca estivesse se não por você.
Tanto alucinar não me faz deixar de ouvir o mar,
como o vazio não me fez deixar de as rosas notar.
O chão é pedra, esculpida uma a uma, e delas são os muros e as pilastras.
As lâmpadas são dispensáveis diante da luz da lua.
Há areia até aqui, trazida pelo vento e pelos pés dos que andam.
Para que presumir sobre a orla se cada grão tem sua história?
Já ouço cães, ouço alguém, ouço paços, e nada se mostra.
É a distância. São fatalidades.
É o bom gosto do destino sobre arte.
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I-XVI Jaezes de vida e morte
Por aqui, matando o tempo, penso em crimes que, sem coragem, não cometo.
E julgando, tenho lembrado-me o que agora traz-me espanto: vivos são evidências que fazem de mim morto, e mortos fazem de mim coisa alguma. Dediquemos então a vida à gente assim, pondo-os a rir ou a se irar, livrando-os de se matar.
Digamos que voar é besteira para um mundo que voa por si só,
que nos leva parados ou não, ansiosos pelo passado, alheios ao futuro.
Encontremos um dia as costas de quem deixamos,
pois tanto ando que sinto-me voltando.
E mesmo quem paciência tem, não a tem quando a perde.
Que confessem então, desta vez, o que fizeram e o que merecem.
Esses homens que, rodeados por fumaça, acham sempre ar para zombar de nossas desgraças.
E julgando, tenho lembrado-me o que agora traz-me espanto: vivos são evidências que fazem de mim morto, e mortos fazem de mim coisa alguma. Dediquemos então a vida à gente assim, pondo-os a rir ou a se irar, livrando-os de se matar.
Digamos que voar é besteira para um mundo que voa por si só,
que nos leva parados ou não, ansiosos pelo passado, alheios ao futuro.
Encontremos um dia as costas de quem deixamos,
pois tanto ando que sinto-me voltando.
E mesmo quem paciência tem, não a tem quando a perde.
Que confessem então, desta vez, o que fizeram e o que merecem.
Esses homens que, rodeados por fumaça, acham sempre ar para zombar de nossas desgraças.
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I-XVIII Jaezes de vida e morte
Contemplando a vida,
inspirado na saúde e na doença alheia, perdi a melhor parte.
Um estrondo, desta vez trazendo alguém, que ao ver percebi ser mais de três,
fez-me faltar a disposição à civilidade.
Fingindo não ser daqui, me desmenti por tanto instruir.
Mas nada soa fatídico quando se instiga o irrealismo,
fazendo-nos crer andar sob um destino por nós escrito.
E de tantas ali, todas escolhi,
e de todas, uma ouvi o que, para mim, seria brecha para outros fins.
Bastei mentir para tornar-me convicto e uma noite ter-me contigo.
E aos tropeços ímpios diante de si, veio a ingenuidade que aos homens serve de auxílio:
Via-me tímido e pouco precavido, logo eu, quem tanto sorriu e esta noite constituiu.
Nos sabotamos, criando no erro o que nos faz sentirmos certos.
Não é mais prazeroso que o contrário, porém é mais que quando nada se faz.
E desta vez, tudo soa fatídico quando questiono meu destino:
Este que o início com incerteza esperei e o final com convicção aguardei.
Que tenhas mais criatividade que meu fim, e faça de ti alguém sem mim.
inspirado na saúde e na doença alheia, perdi a melhor parte.
Um estrondo, desta vez trazendo alguém, que ao ver percebi ser mais de três,
fez-me faltar a disposição à civilidade.
Fingindo não ser daqui, me desmenti por tanto instruir.
Mas nada soa fatídico quando se instiga o irrealismo,
fazendo-nos crer andar sob um destino por nós escrito.
E de tantas ali, todas escolhi,
e de todas, uma ouvi o que, para mim, seria brecha para outros fins.
Bastei mentir para tornar-me convicto e uma noite ter-me contigo.
E aos tropeços ímpios diante de si, veio a ingenuidade que aos homens serve de auxílio:
Via-me tímido e pouco precavido, logo eu, quem tanto sorriu e esta noite constituiu.
Nos sabotamos, criando no erro o que nos faz sentirmos certos.
Não é mais prazeroso que o contrário, porém é mais que quando nada se faz.
E desta vez, tudo soa fatídico quando questiono meu destino:
Este que o início com incerteza esperei e o final com convicção aguardei.
Que tenhas mais criatividade que meu fim, e faça de ti alguém sem mim.
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I-XIV Jaezes de vida e morte
Não temo a guerra que invejo, oro por querer sê-la.
Por fazer de si real, conhecendo Ele ou não, existindo apenas quando existe, não sempre, não o tempo todo.
O invejo mítica criatura que se mostra finita, mas faz-se imortal, que mesmo criança ceifa a vida de quem a gera.
Figura de tantas mães, tantos pais, tantos irmãos. Já na gestação nos alucina, fazendo-nos inimigos da própria família, de linhagem única e exclusiva, é de longe a honra que nos fascina.
Que homem poria fim em sua própria guerra se o fim sempre foi a nossa meta?
Se não nos sonhos, aqui é este filho que nos espera, o que nos designa e nos leva.
Felizardo quem o tocou sem ser tocado. Infeliz quem diante dele está despreparado.
Faça de mim, então, alguém assim, que dá ao ruim algum fim.
Por fazer de si real, conhecendo Ele ou não, existindo apenas quando existe, não sempre, não o tempo todo.
O invejo mítica criatura que se mostra finita, mas faz-se imortal, que mesmo criança ceifa a vida de quem a gera.
Figura de tantas mães, tantos pais, tantos irmãos. Já na gestação nos alucina, fazendo-nos inimigos da própria família, de linhagem única e exclusiva, é de longe a honra que nos fascina.
Que homem poria fim em sua própria guerra se o fim sempre foi a nossa meta?
Se não nos sonhos, aqui é este filho que nos espera, o que nos designa e nos leva.
Felizardo quem o tocou sem ser tocado. Infeliz quem diante dele está despreparado.
Faça de mim, então, alguém assim, que dá ao ruim algum fim.
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