Escritas

Lista de Poemas

Ou não

Uma verdade é mais nociva que mil mentiras.
E tudo é pior  do que aquilo que cada dia me tiras.
E ao tirar, me dás todo este poder que por morse te responde.

Ou não
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heart of all abouts.

The second law of thermodynamics a drama,
Not a play, a project of improved entropy ,
An audience, and the characters, casting,
Casting where human needs do not apply.

Not a dream, reality such an uncertainty
I do not dare to propose any solution,
For a sphinx question not answered
For a Stardust not yet ignited, not twisting
Fast enough, angular momentum,

If fast is included, we are fated
As Greek tragedies,
Blood and incompleteness, tormentum
Unresolved conundrum,
Unelected tantrum, just that road

That ends in a wall that will fall, linear time
As with Berlín Wall, it was going to fall
And it was dismantled earlier in, after all.

So, some quote or children's tale
Would have better Babbage, lugage,
What?
Better, would have communicate some message
Not an opaque low ceiling of Grey clouds.
A crushed damaged heart of all abouts.
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Surrounded

We are surrounded by surrounders, 
In a way not even epiphany wonders. 
We are poor and coerced to earn some

When we don't even know how it's done. 
Admitting was done, accepting, 
Then you got deeper into trouble 
As every shit has its double. 
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à mestra do anel mal informado

Eh eh ele não é de nada,
Bad guy, duh
Mau pra fazer a família triste,
Mau pra ser provocado e não reagir.
Ou responder em proporção
E tomar outros dezoito anos de prisão maior.
O que será o melhor?

Está pagando e merece que optou.
Prescindiu da mulher, sozinho se restou.

Nunca disse que era valente
Nunca disse nada de valentia  mercês
Nunca disse sou um cara marrento
Posso dizer, sem incomodar o vento.

Dizer que quero matar ou morrer,
Muito cansado em procrastinar para optar. 

Antes do presídio que eu inventei,
Antes do presídio que vcs dirigiram,
Onde eu vos neguei elegantemente,
Nas nossas más máscaras com cara legal beleza pura de cara
O cara é um Portuga sangue bom.
O meliante não é nada disso

É um viciado de merda tão consistente
Que tivemos que lhe arrumar um crime,
Para ver se ele vai contestar,
Retórica juridica aqui no meu colo,
Da melhor qualidade o melhor que tem
Só que ao doce ele não vai. 

Só que ele é um retirante sem seca nem sertão,
Um crente sem devoção,
Um bandido sem munição
O cara é uma complicação
E diz:
Venham e me tirem tudo, me enterrem,
Cobardes de merda, matam com tanta leveza,
E sou eu que vos encarei em todo o lado
E vergonhosamente voltei,
Fugi sem querer da porra desse Brasil que amo, 

Para ficar enterrado nesse caralho de cave.
Sei o credo do comando no um e o caminho do bicho,
Sei da mineira inteira e da outra porra maneira.
Onde estaria eu afinal bem, neste lixo ou além,
Onde se faz ou dança, onde se contam os urubus,
Que afinal quando se pegam nem se comem crus?
Gaiola dourada, aqui a catatua, canora sua,

Mestra do Samba, caramba,
Não sei por que crítica, VC anda na sua,
Para VC eu que só envio merecidos elogios, 

Então, ou não me vai querer encarar,
Ou bate na minha porta pirata,
Meu penhorado arrematado,
Não manda recados, não vem com psicologia que não é sua,
Não me canta mais do que sua supremacia
Harmonia que cria e não crítica por mão alheia. 

Pode chegar.
Não me entristece.
Não me agrada reconhecer o monstro que tenho na trela.
E não me fala dela, qualquer que seja.
Se quer falar ouça.
Por isso eu vos não dou relevância.
Vivo num circuito fechado, num mundo alienado.

Reza pelos jovens, que eu estou para lá da redenção.
Quer saber porque ajo assim, não, não quer.
Escreve e ensaia uma lírica rápida,
Maria.
Sou ninguém rodeado de povoado hostil,
Que se assume salvador de quem não deseja ser resgatado,
Um cara que não aprecia ouvir por ouvir dizer.
Juridicamente é depoimento inválido. 

Então continuo aqui simplesmente impávido.
Certo de que o "melhor" ainda está para vir
Como seu samba que a A I insiste em repetir.
Desprazer em ouvir VC em linhas atrevidas
Que desconhecem as tramas entretecidas.
Fica empre a universalidade da vossa razão. 

E a minha posição de continuar a dizer não.
Não nunca. Não é assim Tom Jobim.
Primeiro saiba aquilo que eu vim. 

E fica da errada métrica destes versos,
Caminhão partido para o infinito,
Tudo o que claramente está dito,

Irrevogável,
Sem me esconder, sem invocar razão,
Albedo, alvorada, magnitude, servitude, 

Sempre vou pairar por cima do vosso provocar,
Cantar o infinito da minha abertura e coerência
Da minha inocência em termos de um elemento.

Um bandido assumido, não um conformista.
Um homem já partido, na orla da vossa pista.
À vossa sábia deliberação, fria emoção

PS. não estando identificado além de um inequivoco IP, posso evitar incómodos, e identificar a minha perigosidade com simpatia.
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Estatuto

Nada fica.
Fica nada.
Pica danada,
Cabeça passada.
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Postpone Defoe

I am going to abandon Defoe 

Not Friday, although I hate him. 

Maybe I'll cut his throat, one simple cut

Like making a T-bone

Maybe I'll have to postpone.
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31 EU

Hoje é dia do trabalho.
Nos EUHá
Onde caí, o meu orvalho,

A fucking pouring gale force rain,
Tainted with blood and a grain of disdain.
Um orvaho do caralho.
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Anvil

No lover, red wrath,
Kin pushed away, dark path,
Anvil as a chest,
Or anvil over my heart.
Embraceable you.
Empty dirty bed.
Great trash wall
Polluted mind, fetid air, wonderwall. 
Your psychology won't succeed, undone deed.

Hard strong feelings, sepulcher,
As consistently coherent as a hill,
Falling over a mountain, not still,
Stronger than carbon steel, mad wheel.
A glacier breaking into the dark blue sea.
A demise, an implosion silenter than thee. 

Beyond myself there is certainly me,
Loving prostitute whithout fee.

The translucent sky, the light green sea, life untamed.
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Perdido em ti

Acordei vivo, sem reclamar, pronto para um dia
Que se o permitir,
As ondas a bater, o mar a bramir
Perdido em ti, subjugado e agradado
Na tua presença
Ser uma grande voz, vai doer a cabeça
Não é de pensar, é de cantar e sentir.

sudo apt install net-tools

Cantar, cantei commits falhados,
Admirei a competência alheia,
Fui maltratado na vendetta de morte
Votada por algoz, cuja mesquinhez
Me entristece, apequena, encolhe,
Cada desejo, peau de chagrin,
Foice que escolhe a hora do escolhido.

Já me importei, amarfanhado, malfadado.

Agora, enquanto literalmente baixo calhau
Que imensa falta, me retire o sexo da vista,
Triste dar importância à saudade de visita,
À raiva que transborda,
A quem não mais se avista,
A cujo ato tão sublime hoje se tem ódio, 

E tanto amor e respeito pelas pessoas 

Meus companheiros de leito e secretária 

Que é o palco da ação do panfletário, 

A beleza que se considera

A articulada conclusão da ciência 

Realizada pela mão editorial da excelência. 


Ter alma lavada
Alma vazia e vadia
Que julga ir ter um dia

E, decepcionada
Se reconhece como condenada.
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diário eremita

Caminho no precário equilíbrio de não cair
E passar a estratosfera e morrer na espera. 

Milagres, diário eremita, Saudita heterodoxo,
Um coxo não se define nas pernas,
Assim como os copos não têm pegas
E as canecas com vaquinhas todas quebradinhas
Remetem a reminiscência parasita
Para os undone do passado servido de prato rachado
Sempre repristinado, passado malvado, futuro desalento,
Instante momento
Um provento de sagacidade
Alusão como aluvião
Que desce o Volga da revolta do rebelde
A conformidade o medo e a cidade,
O campo, o céu os daffodils mils.
Campos, horizontes de salgueiros vergados
Restolhada imaginada que aqui não se faz nada
Recita-se a poesia do outros assassina-se a nossa,
Nado morto, verso torto,
E caminho sozinho sem dinheiro para comprar vinho, broa e azeitonas
E as gargalhadas ecoam
E as atitudes destoam

Os ditos findam na raiva da indiferença que é minha registada pertença
Condição de oponibilidade a terceiros
Oponho a certeza do meu amor,
Maior do que tudo o que me puderem opor
Amor sem objecto, à toa à espera do porto
Recorrentes caís demolidos, horizontes perdidos?
Sim e não, não voltem iguais, troquem-se com os demais
Que eu saí, piso o caminho das pedras, vereda do que te quebras.

Quando o verão chegar estarei invernal e descolorido.
Na rotação da galáxia, isso está decidido.
Se é uma outra falácia, não digo.
Pensem vcs, cabeças de bagre, batina de padre
Plenas de citações, vazias de amor excepto o amor normal.
Não tenho nada normal normalmente para amar
Estou no espectro de Asperger?

Neni, my specter is a ghost of the cosmic to nanoscale, 
A real gale, do you inhale?
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Comentários (1)

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nilza_azzi
2019-08-17

Contra plágio também é uma maneira de dizer e não dizer. Muito obrigada pelo comentário em meu poema.