Lista de Poemas
Anjo
Anjo ( Sil Peres )
Por entre as asas celestiais, por entre a tua glória
Por entre todo o sangue que escorre por suas mãos
Milênios de obediência cega
Também tens os dois lados
O divino da presença do Pai
E o Negro de ódio por mim
Roubas a minha fé em ti
Com os atos nefastos de suas traições
No desenlace do destino
Serás menos que o pó das minha sandálias
Por entre as asas celestiais, por entre a tua glória
Por entre todo o sangue que escorre por suas mãos
Milênios de obediência cega
Também tens os dois lados
O divino da presença do Pai
E o Negro de ódio por mim
Roubas a minha fé em ti
Com os atos nefastos de suas traições
No desenlace do destino
Serás menos que o pó das minha sandálias
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Amizade
Diz ela
Com medo e com suspiro
Com desejos de futuro
Dizes, amiga minha,
O quê... realmente...
Queres de mim?
Que eu digo o que quero de ti...
Com medo e com suspiro
Com desejos de futuro
Dizes, amiga minha,
O quê... realmente...
Queres de mim?
Que eu digo o que quero de ti...
👁️ 330
Um Beijo e um Bom Dia
Quando dito com sinceridade
e tão quente quanto uma noite inteira,
vale por tantas coisas
que enfrentamos para chegar nesses momentos tão singelos,
mas que são únicos
na vida de cada um,
se perdeu o tempo naquele carinho quase chorado,
quase como um obrigado,
velado,
mas que os olhos
e as mãos dadas explicam.
e tão quente quanto uma noite inteira,
vale por tantas coisas
que enfrentamos para chegar nesses momentos tão singelos,
mas que são únicos
na vida de cada um,
se perdeu o tempo naquele carinho quase chorado,
quase como um obrigado,
velado,
mas que os olhos
e as mãos dadas explicam.
👁️ 281
Sonho ( Inccubus )
Hoje invado os teus sonhos
Não importa a distância ou local
Nem toda a distância do que somos
Hoje à noite acabo com o medo residual
Tudo o que fiz da última vez
Mas sem os cuidados
Se pensas que algo vai ti defender disso
Tu já queimas por debaixo por mim
E é contigo que vou bater o meu recorde
Nada de só cinco rounds
Vamos até o vigésimo oitavo
Sem choro nem vela
O choro só na hora que se lembrares da minha falta
E velas, só para iluminar as nuancias das tuas ancas
Não importa a distância ou local
Nem toda a distância do que somos
Hoje à noite acabo com o medo residual
Tudo o que fiz da última vez
Mas sem os cuidados
Se pensas que algo vai ti defender disso
Tu já queimas por debaixo por mim
E é contigo que vou bater o meu recorde
Nada de só cinco rounds
Vamos até o vigésimo oitavo
Sem choro nem vela
O choro só na hora que se lembrares da minha falta
E velas, só para iluminar as nuancias das tuas ancas
👁️ 215
Domingo em Santos
Dize-me se nesses longos domingos
Malditos dias que não acabam há meses
Se tudo que si pede não são gritos
Senta-te no meu colo e premasses
Calada como gata a espiar por horas
A presa idiota que se curva em silêncio
E si entrega na rosa de teu suar
De teu corpo faminto de gozar a noite
Erva daninha vil que devoras
Demônio de meus desejos brados
Agora te vejo em sombras de nada, tudo é frágil
Já gritei, já ti possui por noites
Mas os caminhos de outrora não são os mesmos
Só mi resta às curvas de Santos e não as suas...
Malditos dias que não acabam há meses
Se tudo que si pede não são gritos
Senta-te no meu colo e premasses
Calada como gata a espiar por horas
A presa idiota que se curva em silêncio
E si entrega na rosa de teu suar
De teu corpo faminto de gozar a noite
Erva daninha vil que devoras
Demônio de meus desejos brados
Agora te vejo em sombras de nada, tudo é frágil
Já gritei, já ti possui por noites
Mas os caminhos de outrora não são os mesmos
Só mi resta às curvas de Santos e não as suas...
👁️ 236
Quando fores ao mar
Quando fores ao mar
Desenhe na beira
Onde as ondas se desfazem
Desenhe...
Mas não qualquer desenho
Desenhe o meu coração
Senta-te e observe
E veja as ondas apagarem uma a uma
Depois... Si abrace ao mar
E em suas águas salgadas
De tantas lágrimas de saudades
Derrubadas em suas águas
Se ainda restar alguma...
Derrames as últimas
E lave a sua alma nelas
Desenhe na beira
Onde as ondas se desfazem
Desenhe...
Mas não qualquer desenho
Desenhe o meu coração
Senta-te e observe
E veja as ondas apagarem uma a uma
Depois... Si abrace ao mar
E em suas águas salgadas
De tantas lágrimas de saudades
Derrubadas em suas águas
Se ainda restar alguma...
Derrames as últimas
E lave a sua alma nelas
👁️ 213
Lágrimas escondidas
Cada dia é mais penoso tecer
Os nós que se amarram estão fortes
Cada dia o novelo de lã a ti prender
Começou como gata a pura sorte
Agora, o que tens? Ou não falta ter?
Nesse desenlace louco teu de morte
O desespero cálido da noite norte
Guia os meus passos para ti perder
Caia no mar e volte a si ter
O destino escrito nesse trote
Vai apenas ti magoar e mi arder
E quando tudo for mais fundo
Grite ao mundo mudo e imundo
Que o teu coração vagabundo e de outro fecundo
Os nós que se amarram estão fortes
Cada dia o novelo de lã a ti prender
Começou como gata a pura sorte
Agora, o que tens? Ou não falta ter?
Nesse desenlace louco teu de morte
O desespero cálido da noite norte
Guia os meus passos para ti perder
Caia no mar e volte a si ter
O destino escrito nesse trote
Vai apenas ti magoar e mi arder
E quando tudo for mais fundo
Grite ao mundo mudo e imundo
Que o teu coração vagabundo e de outro fecundo
👁️ 237
Solitude
Na solidão da alma si renova
No amanhecer nosso de todo dia
Essa escolha minha que chora
Pelo doce olhar que pedia
E ainda mi pede pela paz
Mas mi mostra as mãos vazias
E na sombra da ida jazias
O meu coração aos cães faz
Abrace essa sua vil solidão
Como quem abraça o próprio tempo
E nas horas vazias que são
Guarde nessa hora o que mi resta
Nessa dedicatória de lamento
Quando a um cigarro eu mi rimo
No amanhecer nosso de todo dia
Essa escolha minha que chora
Pelo doce olhar que pedia
E ainda mi pede pela paz
Mas mi mostra as mãos vazias
E na sombra da ida jazias
O meu coração aos cães faz
Abrace essa sua vil solidão
Como quem abraça o próprio tempo
E nas horas vazias que são
Guarde nessa hora o que mi resta
Nessa dedicatória de lamento
Quando a um cigarro eu mi rimo
👁️ 219
Felicidade
Acordar à tarde com o pensamento leve
Traçar os passos pelo final do dia
Rever os bons amigos queridos de anos
Sentimento bom de reencontro
Papo fiado atravessado na cama
E como é bom isso em família
A brisa leve do vento pela janela
Gestos de carinho e de afeto
Mesa servida em forma de afeto
Sorver o gosto dos alimentos
A calma da refeição caseira
Vão se as dores
Vão às mágoas
Não preciso de muito... Só do que não tenho
Traçar os passos pelo final do dia
Rever os bons amigos queridos de anos
Sentimento bom de reencontro
Papo fiado atravessado na cama
E como é bom isso em família
A brisa leve do vento pela janela
Gestos de carinho e de afeto
Mesa servida em forma de afeto
Sorver o gosto dos alimentos
A calma da refeição caseira
Vão se as dores
Vão às mágoas
Não preciso de muito... Só do que não tenho
👁️ 251
Um pedaço de sua atenção por favor
Quando em um bello domingo.
E de sua porta vier o chamado de um mendigo
Deixe os sorrisos e abraços em família
Desapegue-se um pouco dos amores que vigia
Não se espante com a figura grotesca
São os dissabores que levam a histórias dantescas
O suor de sua face e todos os seus maus odores
Triste desenlace de dores e amores
Ele será rápido e direto ao implorar
De sua boca o amargor de falar
Um pedaço de pão velho para a fome matar
Dê a ele o que ele pediu... e nada mais
Para que ele não volte querendo carnavais
Como todos têm de ti os mesmo gestos celestiais
E de sua porta vier o chamado de um mendigo
Deixe os sorrisos e abraços em família
Desapegue-se um pouco dos amores que vigia
Não se espante com a figura grotesca
São os dissabores que levam a histórias dantescas
O suor de sua face e todos os seus maus odores
Triste desenlace de dores e amores
Ele será rápido e direto ao implorar
De sua boca o amargor de falar
Um pedaço de pão velho para a fome matar
Dê a ele o que ele pediu... e nada mais
Para que ele não volte querendo carnavais
Como todos têm de ti os mesmo gestos celestiais
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