Lista de Poemas
Anjo
Anjo ( Sil Peres )
Por entre as asas celestiais, por entre a tua glória
Por entre todo o sangue que escorre por suas mãos
Milênios de obediência cega
Também tens os dois lados
O divino da presença do Pai
E o Negro de ódio por mim
Roubas a minha fé em ti
Com os atos nefastos de suas traições
No desenlace do destino
Serás menos que o pó das minha sandálias
Por entre as asas celestiais, por entre a tua glória
Por entre todo o sangue que escorre por suas mãos
Milênios de obediência cega
Também tens os dois lados
O divino da presença do Pai
E o Negro de ódio por mim
Roubas a minha fé em ti
Com os atos nefastos de suas traições
No desenlace do destino
Serás menos que o pó das minha sandálias
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Amizade
Diz ela
Com medo e com suspiro
Com desejos de futuro
Dizes, amiga minha,
O quê... realmente...
Queres de mim?
Que eu digo o que quero de ti...
Com medo e com suspiro
Com desejos de futuro
Dizes, amiga minha,
O quê... realmente...
Queres de mim?
Que eu digo o que quero de ti...
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Um Beijo e um Bom Dia
Quando dito com sinceridade
e tão quente quanto uma noite inteira,
vale por tantas coisas
que enfrentamos para chegar nesses momentos tão singelos,
mas que são únicos
na vida de cada um,
se perdeu o tempo naquele carinho quase chorado,
quase como um obrigado,
velado,
mas que os olhos
e as mãos dadas explicam.
e tão quente quanto uma noite inteira,
vale por tantas coisas
que enfrentamos para chegar nesses momentos tão singelos,
mas que são únicos
na vida de cada um,
se perdeu o tempo naquele carinho quase chorado,
quase como um obrigado,
velado,
mas que os olhos
e as mãos dadas explicam.
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Angústia II
23h17min
Tudo está lá, escondido nas sombras
Mi incomodando, mi ferindo
Tu estás lá, como ontem
Tão distante como um sonho
Tão perto como tua presença
Tudo aperta o que carregas em sua mão
Tudo...
Sem saber de nada
Sem saber de ti
O dia passa assim...
Quieto e soturno numa troca de distrações vazias
Vazias como os comentários cretinos que mi protegem
E nem o teu nome posso dizer... Descanse meu anjo
Tudo está lá, escondido nas sombras
Mi incomodando, mi ferindo
Tu estás lá, como ontem
Tão distante como um sonho
Tão perto como tua presença
Tudo aperta o que carregas em sua mão
Tudo...
Sem saber de nada
Sem saber de ti
O dia passa assim...
Quieto e soturno numa troca de distrações vazias
Vazias como os comentários cretinos que mi protegem
E nem o teu nome posso dizer... Descanse meu anjo
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Prisioneira II
Da conformidade e da normalidade
Primaz ensinamento de nossos pais
Que nos controlam todos os dias
Até a primeira luz de desejo
Entrega a que... A quem... Por que...
Si olhe no espelho e mi diga
Qual é a tua visão atrás do ombro
Quem é que ti abraça quando sozinha
Quem invade os teus sonhos
O que ti faz acordar
E não me diga: - "O DespertaDOR"
O que ti consome em segredo
Na solidão da rotina
Diga-me... A que... A quem... Por que...
Primaz ensinamento de nossos pais
Que nos controlam todos os dias
Até a primeira luz de desejo
Entrega a que... A quem... Por que...
Si olhe no espelho e mi diga
Qual é a tua visão atrás do ombro
Quem é que ti abraça quando sozinha
Quem invade os teus sonhos
O que ti faz acordar
E não me diga: - "O DespertaDOR"
O que ti consome em segredo
Na solidão da rotina
Diga-me... A que... A quem... Por que...
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Um pedaço de sua atenção por favor
Quando em um bello domingo.
E de sua porta vier o chamado de um mendigo
Deixe os sorrisos e abraços em família
Desapegue-se um pouco dos amores que vigia
Não se espante com a figura grotesca
São os dissabores que levam a histórias dantescas
O suor de sua face e todos os seus maus odores
Triste desenlace de dores e amores
Ele será rápido e direto ao implorar
De sua boca o amargor de falar
Um pedaço de pão velho para a fome matar
Dê a ele o que ele pediu... e nada mais
Para que ele não volte querendo carnavais
Como todos têm de ti os mesmo gestos celestiais
E de sua porta vier o chamado de um mendigo
Deixe os sorrisos e abraços em família
Desapegue-se um pouco dos amores que vigia
Não se espante com a figura grotesca
São os dissabores que levam a histórias dantescas
O suor de sua face e todos os seus maus odores
Triste desenlace de dores e amores
Ele será rápido e direto ao implorar
De sua boca o amargor de falar
Um pedaço de pão velho para a fome matar
Dê a ele o que ele pediu... e nada mais
Para que ele não volte querendo carnavais
Como todos têm de ti os mesmo gestos celestiais
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Cansaço II
Tudo que quiseres hoje, peça-o
Não se esqueça de nada, leve tudo
O que quiseres que eu faça, eu o faço
Não mi deixe em paz
Queres que eu morra estafado a teus pés
Serei o escravo das vontades alheias
Queres que eu segure o seu mundo
Pilar de todos os desejos vãos seus
Que assim seja; Que corra meu suor
E quando acabar...
Que seja o meu sangue posto ao chão
Faça o que quiseres de meu corpo
Não se esqueça de nada...
Mas quando eu repousar, dormirei na terra dos sonhos
Não se esqueça de nada, leve tudo
O que quiseres que eu faça, eu o faço
Não mi deixe em paz
Queres que eu morra estafado a teus pés
Serei o escravo das vontades alheias
Queres que eu segure o seu mundo
Pilar de todos os desejos vãos seus
Que assim seja; Que corra meu suor
E quando acabar...
Que seja o meu sangue posto ao chão
Faça o que quiseres de meu corpo
Não se esqueça de nada...
Mas quando eu repousar, dormirei na terra dos sonhos
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Sonho ( Succubus )
Não sei onde estávamos, sinceramente...
Não há vaga lembrança em minha mente
Só o que sei que tu estavas lá
Sem qualquer roupa ou vergonha
As suas curvas de Deusa da Luxuria
Todas elas encaixadas perfeitamente
Como se fosse a extensão do meu corpo
Doce calor dos teus seios nos meus braços
Inconsciente como tudo, puxa a minha mão
Mesmo ti cobrindo por trás
Tua mão procura a minha
Só o que me lembro
Mas foi essa a sua visita
Meu pecado mortal...
Não há vaga lembrança em minha mente
Só o que sei que tu estavas lá
Sem qualquer roupa ou vergonha
As suas curvas de Deusa da Luxuria
Todas elas encaixadas perfeitamente
Como se fosse a extensão do meu corpo
Doce calor dos teus seios nos meus braços
Inconsciente como tudo, puxa a minha mão
Mesmo ti cobrindo por trás
Tua mão procura a minha
Só o que me lembro
Mas foi essa a sua visita
Meu pecado mortal...
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Sonho ( Inccubus )
Hoje invado os teus sonhos
Não importa a distância ou local
Nem toda a distância do que somos
Hoje à noite acabo com o medo residual
Tudo o que fiz da última vez
Mas sem os cuidados
Se pensas que algo vai ti defender disso
Tu já queimas por debaixo por mim
E é contigo que vou bater o meu recorde
Nada de só cinco rounds
Vamos até o vigésimo oitavo
Sem choro nem vela
O choro só na hora que se lembrares da minha falta
E velas, só para iluminar as nuancias das tuas ancas
Não importa a distância ou local
Nem toda a distância do que somos
Hoje à noite acabo com o medo residual
Tudo o que fiz da última vez
Mas sem os cuidados
Se pensas que algo vai ti defender disso
Tu já queimas por debaixo por mim
E é contigo que vou bater o meu recorde
Nada de só cinco rounds
Vamos até o vigésimo oitavo
Sem choro nem vela
O choro só na hora que se lembrares da minha falta
E velas, só para iluminar as nuancias das tuas ancas
👁️ 213
Quando fores ao mar
Quando fores ao mar
Desenhe na beira
Onde as ondas se desfazem
Desenhe...
Mas não qualquer desenho
Desenhe o meu coração
Senta-te e observe
E veja as ondas apagarem uma a uma
Depois... Si abrace ao mar
E em suas águas salgadas
De tantas lágrimas de saudades
Derrubadas em suas águas
Se ainda restar alguma...
Derrames as últimas
E lave a sua alma nelas
Desenhe na beira
Onde as ondas se desfazem
Desenhe...
Mas não qualquer desenho
Desenhe o meu coração
Senta-te e observe
E veja as ondas apagarem uma a uma
Depois... Si abrace ao mar
E em suas águas salgadas
De tantas lágrimas de saudades
Derrubadas em suas águas
Se ainda restar alguma...
Derrames as últimas
E lave a sua alma nelas
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