Lista de Poemas
O Teu Brilho
Além de todas as sombras que teimam
E como teimam, em apagar os teus olhos
O sol sempre volta, todos os dias
Sempre com um bom dia de nova promessa
Além da escuridão desse caminho fechado
Há o desejo de brilhar além de tudo isso
O valor da luta só sabe quem passa
Nem quem observa pode saber de tudo
O sol quente desse dia de verão
Não ofusca os teus brilhos
Mas cala-te e se proteja
Como as flores, se proteja
No frio do dia-a-dia indesejado
Se feche e guarde a sua beleza
E como teimam, em apagar os teus olhos
O sol sempre volta, todos os dias
Sempre com um bom dia de nova promessa
Além da escuridão desse caminho fechado
Há o desejo de brilhar além de tudo isso
O valor da luta só sabe quem passa
Nem quem observa pode saber de tudo
O sol quente desse dia de verão
Não ofusca os teus brilhos
Mas cala-te e se proteja
Como as flores, se proteja
No frio do dia-a-dia indesejado
Se feche e guarde a sua beleza
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Brilhar II
Em cada manhã que passa por nós
Roubamos o que há de melhor nos outros
O Brilho de sua vida
Sem notar
Em cada discussão, em cada não
Rebelde desconfiança de tudo
Outrora o que foi o bem mais valioso
Sugamos o "core" até secá-lo
Seu ledo engano, põe tudo a perder
Em sua pressa de voltar, não esqueça
Uma vez mais o sol vai brilhar amanhã
Seu ledo erro, escreve de modo torto
Em sua história, esse capítulo já acabou
Uma vez mais o sol vai brilhar amanhã
Roubamos o que há de melhor nos outros
O Brilho de sua vida
Sem notar
Em cada discussão, em cada não
Rebelde desconfiança de tudo
Outrora o que foi o bem mais valioso
Sugamos o "core" até secá-lo
Seu ledo engano, põe tudo a perder
Em sua pressa de voltar, não esqueça
Uma vez mais o sol vai brilhar amanhã
Seu ledo erro, escreve de modo torto
Em sua história, esse capítulo já acabou
Uma vez mais o sol vai brilhar amanhã
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Descanso
Deixe-me só, esqueça o meu nome
Feche seus olhos, e mi esqueça
Não diga nada, muito menos o que sou
Sussurre baixinho aos pássaros
Hoje não é dia de lamentos
Tão pouco de más lembranças
Hoje é dia de café com pão caseiro
Dia de aguar as flores
Dia dos amigos de inconfidências
Horas lentas de Bolero, Pour Elise
De almoço tardio, e tarde indolente
O Santo ofício pode me chamar;
mas ainda assim...
Descanso
Feche seus olhos, e mi esqueça
Não diga nada, muito menos o que sou
Sussurre baixinho aos pássaros
Hoje não é dia de lamentos
Tão pouco de más lembranças
Hoje é dia de café com pão caseiro
Dia de aguar as flores
Dia dos amigos de inconfidências
Horas lentas de Bolero, Pour Elise
De almoço tardio, e tarde indolente
O Santo ofício pode me chamar;
mas ainda assim...
Descanso
👁️ 304
Procure-me e mi acharás em sua mente
O teu pedido amiga de ontem
É frio como a trágica mentira
Trairás a confianças de quem?
Nesse falsa fachada de moça
Os divinos dias teus se prestarem para isso
Pedido de ajuda de loucos escutaste
Na mocidade de teus olhos perdidos
Viste o quê? Sou mais velho que o mundo
Caído dos céus e augusto escolhido
Nos teus olhos só há culpa pela falsidade
Confesso só a Deus, e ele em nada mi culpa
Vil rosa ariana que em silêncio ocultas
Veio, viu e não soube nada, nada
Cala-te, quando eu sair deixarei o pó de minhas sandálias
É frio como a trágica mentira
Trairás a confianças de quem?
Nesse falsa fachada de moça
Os divinos dias teus se prestarem para isso
Pedido de ajuda de loucos escutaste
Na mocidade de teus olhos perdidos
Viste o quê? Sou mais velho que o mundo
Caído dos céus e augusto escolhido
Nos teus olhos só há culpa pela falsidade
Confesso só a Deus, e ele em nada mi culpa
Vil rosa ariana que em silêncio ocultas
Veio, viu e não soube nada, nada
Cala-te, quando eu sair deixarei o pó de minhas sandálias
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27 de janeiro no ano da Graça de Nosso Senhor de 2013
Santa Maria rogai por nós
Por entre as chamas deste beijo maldito
Agora na hora da nossa morte
Ilumine-nos e tire-nos dessa escuridão
Mãe de Deus, pecadores?
Lembre-se do pranto dos próximos dias
Devolva a Graça as nossas mães
O sangue derramado nunca seca
Lembre-se de cada rosto no choro
Que já foi o seu choro a teu Filho
Lembre-se de cada um como o seu
O pesar de todos passa, e passa rápido
Mas as mães não esquecem
Mesmo que todos as suas lágrimas seque
Por entre as chamas deste beijo maldito
Agora na hora da nossa morte
Ilumine-nos e tire-nos dessa escuridão
Mãe de Deus, pecadores?
Lembre-se do pranto dos próximos dias
Devolva a Graça as nossas mães
O sangue derramado nunca seca
Lembre-se de cada rosto no choro
Que já foi o seu choro a teu Filho
Lembre-se de cada um como o seu
O pesar de todos passa, e passa rápido
Mas as mães não esquecem
Mesmo que todos as suas lágrimas seque
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Sem título
"Todo mestre usa parábolas,
todo gênio usa enigmas,
mas o escritos às vezes usa de mentiras para dizer a verdade."
todo gênio usa enigmas,
mas o escritos às vezes usa de mentiras para dizer a verdade."
👁️ 294
ViVer II
Dizes-me se a redoma de cristal ti bastou?
Deixa passar essa tempestade
Enquanto sentir que tudo se quebrou
E fores apenas a sombra do que desejas
Por enquanto os sonhos, são isso
Apenas ilusões ditas com gosto de saudade
Que este medo que tu sentes
E nesse vazio não há lugar para mim
Eu ainda estou aqui
Como no dia do meu nascimento
Tão só como o meu ultimo dia
Agora só vou mi sentar nesse café
E observar...
O quê posso dizer mais...
Deixa passar essa tempestade
Enquanto sentir que tudo se quebrou
E fores apenas a sombra do que desejas
Por enquanto os sonhos, são isso
Apenas ilusões ditas com gosto de saudade
Que este medo que tu sentes
E nesse vazio não há lugar para mim
Eu ainda estou aqui
Como no dia do meu nascimento
Tão só como o meu ultimo dia
Agora só vou mi sentar nesse café
E observar...
O quê posso dizer mais...
👁️ 404
Saudade
Ti peço uma palavra e mi dás saudade...
Mas logo essa cara amiga, por quê?
Entre tantas, a mais complicada escolheste
Nem sei mais o que posso dizer
Como vou definir tudo isso que mi aflige?
É tudo que eu sinto e tudo que eu tenho
Esse vazio que ficou
Com a partida de quem não...
Ti peço uma palavra e mi dás saudade...
Ainda quero o sonho impossível
Mas, quanto tempo vou mi iludir
Ti peço uma palavra e mi dás saudade...
Saudade de tudo eu sinto
Um dia tudo vai mudar
Mas logo essa cara amiga, por quê?
Entre tantas, a mais complicada escolheste
Nem sei mais o que posso dizer
Como vou definir tudo isso que mi aflige?
É tudo que eu sinto e tudo que eu tenho
Esse vazio que ficou
Com a partida de quem não...
Ti peço uma palavra e mi dás saudade...
Ainda quero o sonho impossível
Mas, quanto tempo vou mi iludir
Ti peço uma palavra e mi dás saudade...
Saudade de tudo eu sinto
Um dia tudo vai mudar
👁️ 298
O Festival da Carne Brazileira
O Festival da Carne "Brazileira"
Vestidos que despidos são os vazios
Encanto decantado deste "brasios"
Ave-do-paraíso desplumada
Perdes os doces ares de "amada"
Seios seus fartos da amostra
Se o seu preço banal é o olhar...
Cobiça, inveja do vazio gozar
De todos, o meu apreço se prostra
É só meu na hora sagrada morta
Entendera só a de nossa Horta
Meu pecado velado às escuras
Que conheces a rosa a honrar
Em segredo gemido de bradar
De joelhos sente tremer as coxas suas
Vestidos que despidos são os vazios
Encanto decantado deste "brasios"
Ave-do-paraíso desplumada
Perdes os doces ares de "amada"
Seios seus fartos da amostra
Se o seu preço banal é o olhar...
Cobiça, inveja do vazio gozar
De todos, o meu apreço se prostra
É só meu na hora sagrada morta
Entendera só a de nossa Horta
Meu pecado velado às escuras
Que conheces a rosa a honrar
Em segredo gemido de bradar
De joelhos sente tremer as coxas suas
👁️ 185
Ao teu lado
Hoje teus olhos veem o que o teu coração sente
O mesmo aconchego do primeiro dia ti ofereço
Deixa a tua boca senti o gosto que tu temes
Quero todo carinho roubado do teu corpo
Senta-te no meu colo que és o teu abrigo
Não há tempo para cerimônias, ou jogos de cena
Dispa-se de tudo, não só da tua roupa
Sabes que não precisa dizer nada
Acalma-te, esqueça o mundo lá fora
Só preciso saber da verdade que vi
Teu próprio sangue me disse
Bem ao lado de onde brotaram as flores
E de onde roubaste o melhor de mim
Senta-te no meu colo que és o teu abrigo
O mesmo aconchego do primeiro dia ti ofereço
Deixa a tua boca senti o gosto que tu temes
Quero todo carinho roubado do teu corpo
Senta-te no meu colo que és o teu abrigo
Não há tempo para cerimônias, ou jogos de cena
Dispa-se de tudo, não só da tua roupa
Sabes que não precisa dizer nada
Acalma-te, esqueça o mundo lá fora
Só preciso saber da verdade que vi
Teu próprio sangue me disse
Bem ao lado de onde brotaram as flores
E de onde roubaste o melhor de mim
Senta-te no meu colo que és o teu abrigo
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