Solitude
Luiz Fábio da Cruz
Na solidão da alma si renova
No amanhecer nosso de todo dia
Essa escolha minha que chora
Pelo doce olhar que pedia
E ainda mi pede pela paz
Mas mi mostra as mãos vazias
E na sombra da ida jazias
O meu coração aos cães faz
Abrace essa sua vil solidão
Como quem abraça o próprio tempo
E nas horas vazias que são
Guarde nessa hora o que mi resta
Nessa dedicatória de lamento
Quando a um cigarro eu mi rimo
No amanhecer nosso de todo dia
Essa escolha minha que chora
Pelo doce olhar que pedia
E ainda mi pede pela paz
Mas mi mostra as mãos vazias
E na sombra da ida jazias
O meu coração aos cães faz
Abrace essa sua vil solidão
Como quem abraça o próprio tempo
E nas horas vazias que são
Guarde nessa hora o que mi resta
Nessa dedicatória de lamento
Quando a um cigarro eu mi rimo
Comentários (2)
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ai
2021-08-08
tio
éeeeee
2021-08-08
suave
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