Lista de Poemas

Abandon


C’est cet abandon
cet isolement parfois douloureux
qui me laisse terriblement amère.

Mon cœur est atteint d’une maladie.
Une grave maladie…
                      Insuffisance d’amour.


Mon cœur reste froid, glacé, insensible:
Tes mots ne me disent rien.
Tes lèvres ne me donnent plus de plaisir
et, tes regards, non plus.

Reste en moi, la douceur…
                     de nos petits moments.


 


Lucibei@poems
Lúcia Ribeiro
In “Un morceau de moi”
👁️ 56

Sou

Sou tsunami
Sou fera.
Sou tempo que para
Sou tempo que espera…
                 Desabrochar em ti
                     Ser tua primavera.
                   


Lucibei@poems
Lúcia Ribeiro
In “Erótica MENTE”
👁️ 39

Apetece-me

Apetece-me

 
Soltar a voz…
                    do coração.
Entrelaçar palavras…
                     de amor adubadas.
Plantá-las em teu peito…
                    Colhê-las a cada instante.


Lucibei@poems
Lúcia Ribeiro
In “Muita Poesia e Pouca Prosa”
👁️ 52

A morte



A morte tossiu,
estrebuchou…
                ganhou vida.
 
 A morte ganhou força
 e deveras assanhada...
                                 saiu à rua.
 
Sádica e pervertida,
A morte deambula por aí...
                        matando a vida.


Lucibei@poems
Lúcia Ribeiro
In " Mensagens, Preces & Reflexões"
👁️ 38

A fila

A fila

A morte existe e não respeita ninguém.

Não se deixa comprar pelos altos cargos e posições sociais.

Perante a morte, temos todos a mesma importância.
Fica o viso à navegação.
Para aqueles que acham que a morte, a doença, os naufrágios e os acidentes… só acontecem aos outros, cuidem-se!
Toda a gente é visada. Toda a gente faz parte da fila de espera e, nem sempre, a morte respeita o número de ordem.

Lucibei@poems
Lúcia Ribeiro
In “Mensagens, Preces & Reflexões”

👁️ 48

Salivando

É bem húmido este beijo
que à porta do desejo
se farta de salivar.


Lucibei@poems
Lúcia Ribeiro
In “Mensagens, Preces & Reflexões”
👁️ 45

Espírito mulheril


 
Ora brando e relaxado
De tons marfim ou anil
Nem sempre se sente bem
Estádios de mulheril.
 
Quantas vezes alma e corpo
Não estão em sintonia
É a voz da consciência
Defraudando a fantasia.
 
O laranja fica escuro
O escuro torna-se preto
Também eu fiz estas trovas
E queria um bom soneto.
 
Mas o tempo cura tudo
Volta à alma o colorido
Não aquele que desejas
Mas o que te é permitido.
 
E corpo e alma, enfim
Voltam às cores triviais
Anil ou cor de marfim
Essas duas, pouco mais.

Lucibei@poems
Lúcia Ribeiro
In “ Do Romântico ao Brejeiro”
👁️ 50

O amor



O amor é santo remédio
E não falha, há quem o diga;
Cura todas as maleitas
Desde a cabeça à barriga.

 

E da cinta para baixo
É certinha a sua cura…
Cura do mais pervertido
Até à gente mais pura.


Lucibei@poems
Lúcia Ribeiro
In “Do Romântico ao Brejeiro”
👁️ 49

O peso da consciência…

O peso da consciência…

                                   não se nota na balança.

Que pena!

Pesa na alma?

 Às vezes, mas cada vez menos….

                                                       Trágico!


Lucibei@poems
Lúcia Ribeiro
In “Muita Poesia e Pouca Prosa”

👁️ 65

Vou e venho...

Vou e venho…

                         a pensar em ti.
Tomara que a viagem
não acabe nunca.


Lucibei@poems
Lúcia Ribeiro
In “Mensagens, Preces & Reflexões”

👁️ 64

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