Lista de Poemas
Criança Poeta
nesse tempo
que se não contava
Quando se brincava
Veredas afora
Sem limite nem hora
Para bem se pintar
Mundos de trova nova
Para chegar ao lar e contar
Alegria da casa
Sempre viva flor
que não passa
E acendia luzes mais brilhantes
Trespassando o baço da vidraça
E elevava luzes mais candentes
Ali por onde as gentes
Ainda em silêncio passam
E nesse algo coerente
De renovar e lembrar
essa vida tão intensa
Tão real
Essa que vai mais além
do que se pensa
Mais além do bem e do mal
Depois definidos
Mais além do que é
alegria ou mágoa
Sentimentos sentidos
juntas pequenas divagações
Em letras coloridas
Em palavras bem garridas
Que reacendem corações
Cuidam essas tuas emoções
Deixam o olhar bem iluminado
Abrindo o peito de par em par
Para se ter de novo inspirado
que se não contava
Quando se brincava
Veredas afora
Sem limite nem hora
Para bem se pintar
Mundos de trova nova
Para chegar ao lar e contar
Alegria da casa
Sempre viva flor
que não passa
E acendia luzes mais brilhantes
Trespassando o baço da vidraça
E elevava luzes mais candentes
Ali por onde as gentes
Ainda em silêncio passam
E nesse algo coerente
De renovar e lembrar
essa vida tão intensa
Tão real
Essa que vai mais além
do que se pensa
Mais além do bem e do mal
Depois definidos
Mais além do que é
alegria ou mágoa
Sentimentos sentidos
juntas pequenas divagações
Em letras coloridas
Em palavras bem garridas
Que reacendem corações
Cuidam essas tuas emoções
Deixam o olhar bem iluminado
Abrindo o peito de par em par
Para se ter de novo inspirado
👁️ 23
A semente III
Nesse lume candente
Farol na rocha mais quente
Que se deixa assim acender
E nessa tua noite - varada
A barca que jazia ancorada
Pode voltar a navegar
Entre estrelas e mar
Horizontes mais bem lonjanos
Nestes nossos estranhos fados
Que em arte transformamos
Para todos os que beijamos
Qual toque de pétala suave
Qual o tempo sem ter idade
Subtil
Suavidade de encantos mil
Qual tempestade em ebulição
Luzindo no lampejo de relâmpago
O teu ser assim levantando
atravessando o teu coração
Trazendo luz
à tua razão
E nesse rumor
que vai crescendo
Que se leva por ti adentro
E se faz eco de melodia
Além da tristeza e melancolia
Obra-prima dessa pedra pristina
Que no amor mais sereno se acendia
E no peito
Incandescente
Qual no céu
sendo presente
Se levava
E se elevava
Desde o ocaso
Até à madrugada
Dessa tua vida
Sendo pela Vida
Em verdade chamada
Farol na rocha mais quente
Que se deixa assim acender
E nessa tua noite - varada
A barca que jazia ancorada
Pode voltar a navegar
Entre estrelas e mar
Horizontes mais bem lonjanos
Nestes nossos estranhos fados
Que em arte transformamos
Para todos os que beijamos
Qual toque de pétala suave
Qual o tempo sem ter idade
Subtil
Suavidade de encantos mil
Qual tempestade em ebulição
Luzindo no lampejo de relâmpago
O teu ser assim levantando
atravessando o teu coração
Trazendo luz
à tua razão
E nesse rumor
que vai crescendo
Que se leva por ti adentro
E se faz eco de melodia
Além da tristeza e melancolia
Obra-prima dessa pedra pristina
Que no amor mais sereno se acendia
E no peito
Incandescente
Qual no céu
sendo presente
Se levava
E se elevava
Desde o ocaso
Até à madrugada
Dessa tua vida
Sendo pela Vida
Em verdade chamada
👁️ 21
Dar luz ao mundo
Essa tranquilidade
renascida
Entra por ti adentro
Renova o sentimento
E faz evocar
Essa imagem ancestral
Imbuída nessa melodia
que tão bem nos chega
Da nascente
Desse ser corrente
Que és na vida a passar
E mostra paisagens
de ensonho
por ti a dentro
a se deixar levar
Mares a teus pés
Acariciando
quem verdadeiramente és
sussurrando
segredos que não ouvias
até te aperceber
e parar
um momento
abrindo o tempo
e dando vida e magia
a qualquer lugar
e essa luz que te alumia
renascida entre noite e dia
assim alvorada ou ocaso
a se fazer misturar
nesse teu cadilho preparado
para transformar o mundo
nesse teu canto mais elevado
renascida
Entra por ti adentro
Renova o sentimento
E faz evocar
Essa imagem ancestral
Imbuída nessa melodia
que tão bem nos chega
Da nascente
Desse ser corrente
Que és na vida a passar
E mostra paisagens
de ensonho
por ti a dentro
a se deixar levar
Mares a teus pés
Acariciando
quem verdadeiramente és
sussurrando
segredos que não ouvias
até te aperceber
e parar
um momento
abrindo o tempo
e dando vida e magia
a qualquer lugar
e essa luz que te alumia
renascida entre noite e dia
assim alvorada ou ocaso
a se fazer misturar
nesse teu cadilho preparado
para transformar o mundo
nesse teu canto mais elevado
👁️ 7
e ter n@ idade
O sentido do sentimento evoca
Essa palavra nascida
No peito contida
Nessa tua boca ancorada
E nesse alento
Suave e lento
Deixada
Até se pintar
Bafejada
Nessa tua janela
ainda fechada
Nessa alvorada
De sonhos por concretizar
Nesse espelho discreto
Que não entende dialeto
E apenas te devolve o olhar
Ao se deixar iluminar
Pela luz que irradia
Nesse teu nascer de dia
E nessa melodia
Assim sendo entrançada
Entre o renascer que se cria
E esse algo que se lamentava
E nessa harmonia
Entre a mágoa
alegria e tristeza
Nasceu a fantasia
Da mais extrema beleza
Que ainda se delicia
Por nos deixar comover
Nessa subtil graça enlevada
Que é qual aurora bordada
Nas teias do amanhecer…
Essa palavra nascida
No peito contida
Nessa tua boca ancorada
E nesse alento
Suave e lento
Deixada
Até se pintar
Bafejada
Nessa tua janela
ainda fechada
Nessa alvorada
De sonhos por concretizar
Nesse espelho discreto
Que não entende dialeto
E apenas te devolve o olhar
Ao se deixar iluminar
Pela luz que irradia
Nesse teu nascer de dia
E nessa melodia
Assim sendo entrançada
Entre o renascer que se cria
E esse algo que se lamentava
E nessa harmonia
Entre a mágoa
alegria e tristeza
Nasceu a fantasia
Da mais extrema beleza
Que ainda se delicia
Por nos deixar comover
Nessa subtil graça enlevada
Que é qual aurora bordada
Nas teias do amanhecer…
👁️ 7
Amigo Inesperado
Evocar
Essa memória
De alguém
Que sem ouro e sem glória
Estendeu a mão
Foi irmão
Assim nos tendo ajudado
Sem ser conhecido
Nem sequer procurado
E nesse brio
Estranho fado
Sendo amigo
Sendo humano
Abraço fraterno
Não deixado
Jamais esquecido
Por se ter entranhado
Nesse destino
Entretecido
Pelo mais estranho fado
Desse caminho
Perdido
Jamais esquecido
Apenas renovado
E nesse tempo
No que por dentro
Nos tenha tocado
Uma voz serena
Uma calma e uma pena
Algo simples de toque quente
Algo suave de chama ardente
Amais firme vontade
Que se estende
E se aprende
À medida que se vê a idade
Sendo qual vida
Que se pronuncia
Qual avenida
Mais ampla e garrida
Ou mais bem decorada
De tudo o que se via
E mais bem se plantava
Enquanto se ia
Pela mais estreita estrada
Essa memória
De alguém
Que sem ouro e sem glória
Estendeu a mão
Foi irmão
Assim nos tendo ajudado
Sem ser conhecido
Nem sequer procurado
E nesse brio
Estranho fado
Sendo amigo
Sendo humano
Abraço fraterno
Não deixado
Jamais esquecido
Por se ter entranhado
Nesse destino
Entretecido
Pelo mais estranho fado
Desse caminho
Perdido
Jamais esquecido
Apenas renovado
E nesse tempo
No que por dentro
Nos tenha tocado
Uma voz serena
Uma calma e uma pena
Algo simples de toque quente
Algo suave de chama ardente
Amais firme vontade
Que se estende
E se aprende
À medida que se vê a idade
Sendo qual vida
Que se pronuncia
Qual avenida
Mais ampla e garrida
Ou mais bem decorada
De tudo o que se via
E mais bem se plantava
Enquanto se ia
Pela mais estreita estrada
👁️ 24
A semente II
Nesse momento
Escasso
Que se faz assim
presente
Inaudito
Para a mente
Estranho grito
Consciência que presencia
A essência que se anuncia
Essa que te preenche
de vida
E dá luz ao teu dia
Se mostra
Qual alegria
E assim sendo chamada
A casca sendo rasgada
Qual tela que se pintava
Para mostrar
uma realidade mais amada
Dessa que se entrevia
Entre a rotina do teu dia
E assim se descrevia
Até a semente em ti plantada
Luz e calor da tua morada
Voltar a anunciar
a primavera no ar
Por palavras no silêncio mergulhadas
Esse algo por dentro que tanto amas
Essa imagem entre seda e cetim
Que jaz em ti e em mim
Quais teias prendadas
De diamantes de águas levadas
Pela névoa sendo trespassada
Pelo fogo incipiente que se elevava
Escasso
Que se faz assim
presente
Inaudito
Para a mente
Estranho grito
Consciência que presencia
A essência que se anuncia
Essa que te preenche
de vida
E dá luz ao teu dia
Se mostra
Qual alegria
E assim sendo chamada
A casca sendo rasgada
Qual tela que se pintava
Para mostrar
uma realidade mais amada
Dessa que se entrevia
Entre a rotina do teu dia
E assim se descrevia
Até a semente em ti plantada
Luz e calor da tua morada
Voltar a anunciar
a primavera no ar
Por palavras no silêncio mergulhadas
Esse algo por dentro que tanto amas
Essa imagem entre seda e cetim
Que jaz em ti e em mim
Quais teias prendadas
De diamantes de águas levadas
Pela névoa sendo trespassada
Pelo fogo incipiente que se elevava
👁️ 21
A semente IV
Uma ode em sinfonia se erguia
Esse rumor de furor se encontrava
O vento que era brisa se levantava
E nessa surpresa tão velada
Olhar nessa noite iluminada
E encontrar quem bem se achegava
A essa bela e simples morada
Essa onde vivia o ser que habitava
A tua infância renascida
Essa juventude que se anima
Essa sabedoria mais elevada
Esse amor que nunca acaba
Esse rumor de furor se encontrava
O vento que era brisa se levantava
E nessa surpresa tão velada
Olhar nessa noite iluminada
E encontrar quem bem se achegava
A essa bela e simples morada
Essa onde vivia o ser que habitava
A tua infância renascida
Essa juventude que se anima
Essa sabedoria mais elevada
Esse amor que nunca acaba
👁️ 15
certos e erráticos
As Palavras certas
E certas palavras
acertam
Ao serem sentidas
Mais que pensadas
E certas palavras
acertam
Ao serem sentidas
Mais que pensadas
👁️ 25
Cantares lusos
Nesse ímpeto aceso
Nesse algo que se liberta
Tendo estado preso
Nesse sentimento
que se expressa
Nesse pensamento
que se deixa
Assim vogar
Entre o coração
e a mente
Linha candente
A se saber traçar
Sentidos nas entrelinhas
Letras comezinhas
Para assim jorrar
Desse peito aberto
Qual água pura
em pleno deserto
A nos embevecer devagar
E nessa praia abandonada
Na que nem essa onda
bem amada
Deixa de nos saber falar
Desses horizontes afastados
Desses outros fados
Que nos é dado a nós cantar
Em poemas e alegrias
Em mágoas e melancolias
Em vagas desse mar
de amar elevadas
Pelo rumor desse teu rubor
Também por nós cantadas
Nesse algo que se liberta
Tendo estado preso
Nesse sentimento
que se expressa
Nesse pensamento
que se deixa
Assim vogar
Entre o coração
e a mente
Linha candente
A se saber traçar
Sentidos nas entrelinhas
Letras comezinhas
Para assim jorrar
Desse peito aberto
Qual água pura
em pleno deserto
A nos embevecer devagar
E nessa praia abandonada
Na que nem essa onda
bem amada
Deixa de nos saber falar
Desses horizontes afastados
Desses outros fados
Que nos é dado a nós cantar
Em poemas e alegrias
Em mágoas e melancolias
Em vagas desse mar
de amar elevadas
Pelo rumor desse teu rubor
Também por nós cantadas
👁️ 28
Trilho de Fantasia
Nesse trilho secreto
Tantas vezes percorrido
Pés descalços
de recém-nascido
Nesse olhar de criança
Que vê esse estranho mundo
Imenso abraço dado
Alento quente e profundo
Assim qual a luz mais se aviva
Reluzindo na flor de um cravo
E nesse outro mundo renascido
No peito trecho escondido
Segredo sempre bem-amado
Que se abre qual cortinado
Bordado com perolas de sonhos
E mãos ternas que ousem
Assim ao dizer deixar-se levar
Assim ao trazer
essa luz do luar
Nessa sombra
Tão transparente e boa
Com a que voltar a dançar
E nesse mundo subtil
Véu recém-inventado
Assim entretecer
as cores de vida
Que a nossa vida
nos tenha entregado
E deixar esse jardim florido
Plantado entre o frio no estio
Esperando a ser prendado
Pelo que aninha em teu peito
Presente sem fundamento
Ainda estando no passado
E esse fruto doirado
Que se assemelha
Ao que se tem crido
E bem desejado
Quando assim recolhido
Nesse lugar bem-amado
Entretecer melodias de sonho
Com esse teu poema enlevado
Que se diz em cada dia
Risonho
Ao teu ser mais amado
Tantas vezes percorrido
Pés descalços
de recém-nascido
Nesse olhar de criança
Que vê esse estranho mundo
Imenso abraço dado
Alento quente e profundo
Assim qual a luz mais se aviva
Reluzindo na flor de um cravo
E nesse outro mundo renascido
No peito trecho escondido
Segredo sempre bem-amado
Que se abre qual cortinado
Bordado com perolas de sonhos
E mãos ternas que ousem
Assim ao dizer deixar-se levar
Assim ao trazer
essa luz do luar
Nessa sombra
Tão transparente e boa
Com a que voltar a dançar
E nesse mundo subtil
Véu recém-inventado
Assim entretecer
as cores de vida
Que a nossa vida
nos tenha entregado
E deixar esse jardim florido
Plantado entre o frio no estio
Esperando a ser prendado
Pelo que aninha em teu peito
Presente sem fundamento
Ainda estando no passado
E esse fruto doirado
Que se assemelha
Ao que se tem crido
E bem desejado
Quando assim recolhido
Nesse lugar bem-amado
Entretecer melodias de sonho
Com esse teu poema enlevado
Que se diz em cada dia
Risonho
Ao teu ser mais amado
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