Lista de Poemas
A semente em ti ainda dormente
Nesse sonho secreto
Semente que se sente
Nesse pensamento
Ainda sendo ausente
Mergulhada na terra molhada
Esperando em cada alvorada
Assim se ouvir esse toque
Eco suave que evoque
Essa chamada por dentro
Essa chama
palpitando em segredo
Esse embrulho quedo e ledo
Que é em ti ainda desconhecido
Em tudo o que tens vivido
E a sêmea dessa casca grossa
Algo que parece qual prosa
Em lírica sendo enlevada
Nos véus do tempo levada
Embevecida
pela madrugada orvalhada
Palpitando qual estrela
que cintilava
Nessa noite aveludada
Na que jazia adormecida
nesse instante qual abraço
no que a vida e o espaço
parecem se deixar levar
nesse sonho que refaço
ao te voltar a evocar
Semente que se sente
Nesse pensamento
Ainda sendo ausente
Mergulhada na terra molhada
Esperando em cada alvorada
Assim se ouvir esse toque
Eco suave que evoque
Essa chamada por dentro
Essa chama
palpitando em segredo
Esse embrulho quedo e ledo
Que é em ti ainda desconhecido
Em tudo o que tens vivido
E a sêmea dessa casca grossa
Algo que parece qual prosa
Em lírica sendo enlevada
Nos véus do tempo levada
Embevecida
pela madrugada orvalhada
Palpitando qual estrela
que cintilava
Nessa noite aveludada
Na que jazia adormecida
nesse instante qual abraço
no que a vida e o espaço
parecem se deixar levar
nesse sonho que refaço
ao te voltar a evocar
👁️ 20
Quando nos encontramos
Quando nos encontramos
Nessa noite estreita
Quando o que somos
Não se rende nem se deita
Permanece nessa luz velada
à espreita
De encontrar
esse algo que se aceita
nova forma de se olhar
nesse mundo
tão coerente
tudo o que se esvai
por dentro da gente
ao se deixar levar
E se se chegar a achegar
Tudo se irá transformar
Nesse peito um sentimento
Neste mundo uma nova forma
De ser
De estar
De conseguir encontrar
O tempo
O lugar
Para se ficar atento
Ao que em nós lateja por dentro
A esse lume a nos bem iluminar
A esse tempo luzidio ao achegar
O ser que de si se distanciava
O mundo que se afastava
O tempo que não chegava
o lugar que se não encontrava
Tudo entre teus braços
Nesse abraço colossal
Tudo nesse olhar
Ao me ver assim
sem igual
Tudo nessas mãos
A se deixar levar
Na mão de quem
assim
Estiver a par
E nessa presença
singela
Que acende o mundo
Dá luz à treva
E desde o mais profundo
Assim se encanta e nos eleva
Nessa noite estreita
Quando o que somos
Não se rende nem se deita
Permanece nessa luz velada
à espreita
De encontrar
esse algo que se aceita
nova forma de se olhar
nesse mundo
tão coerente
tudo o que se esvai
por dentro da gente
ao se deixar levar
E se se chegar a achegar
Tudo se irá transformar
Nesse peito um sentimento
Neste mundo uma nova forma
De ser
De estar
De conseguir encontrar
O tempo
O lugar
Para se ficar atento
Ao que em nós lateja por dentro
A esse lume a nos bem iluminar
A esse tempo luzidio ao achegar
O ser que de si se distanciava
O mundo que se afastava
O tempo que não chegava
o lugar que se não encontrava
Tudo entre teus braços
Nesse abraço colossal
Tudo nesse olhar
Ao me ver assim
sem igual
Tudo nessas mãos
A se deixar levar
Na mão de quem
assim
Estiver a par
E nessa presença
singela
Que acende o mundo
Dá luz à treva
E desde o mais profundo
Assim se encanta e nos eleva
👁️ 64
Anunciar o ser Criança
Quando tanto amas
Que proclamas
Na tua mais viva voz
Essa que nasce e cresce
Vaga que não se desvanece
Que nos abala e embala e afaga
Que é calor de vida entre nós…
Assim nos abraça e nos leva a couraça
Para a peito aberto chegar a declamar
Essa melodia esquecida
Essa palavra de vida
Nessa tela rasgada
realidade mais amada
E se ver a imagem real
Que era assim levada
No pensamento imaginada
Essa sensação que comove
Esse frenesim que nos move
A ir mais longe
Mais profundo
Mais alto que este mundo
E trazer desse lugar infinito
O mais estranho grito
De vida a berrar sendo nascida
Nessa humanidade investida
Nessa graça que se passa
Quando a cegueira
É bem vista
E nesse primeiro olhar
Entre o cego e o ser a amar
De repente ao se encontrar
Assim o ser recém-chegado
Com o que acolhe o ser amado
E nessa ponte no tempo
Que dá à vida o presente
Fulgente e sentido
Sentimento de ser nascido
Assim no peito varado e vivido
À espera de se lançar
Nessas águas do amplo mar
Que proclamas
Na tua mais viva voz
Essa que nasce e cresce
Vaga que não se desvanece
Que nos abala e embala e afaga
Que é calor de vida entre nós…
Assim nos abraça e nos leva a couraça
Para a peito aberto chegar a declamar
Essa melodia esquecida
Essa palavra de vida
Nessa tela rasgada
realidade mais amada
E se ver a imagem real
Que era assim levada
No pensamento imaginada
Essa sensação que comove
Esse frenesim que nos move
A ir mais longe
Mais profundo
Mais alto que este mundo
E trazer desse lugar infinito
O mais estranho grito
De vida a berrar sendo nascida
Nessa humanidade investida
Nessa graça que se passa
Quando a cegueira
É bem vista
E nesse primeiro olhar
Entre o cego e o ser a amar
De repente ao se encontrar
Assim o ser recém-chegado
Com o que acolhe o ser amado
E nessa ponte no tempo
Que dá à vida o presente
Fulgente e sentido
Sentimento de ser nascido
Assim no peito varado e vivido
À espera de se lançar
Nessas águas do amplo mar
👁️ 21
Sonhos quais estrelas cadentes
Se folego restasse
Para dar esse passe
De algo mais sentido
Mais profundo e vivido
Assim qual luar
a roçar folhas ao de leve
A deixar os ramos dançar
Nesse encanto tão breve
Suave toque de verdade
Entre esse ser de cidade
olhando horizontes iluminados
Quando os campos estrelados
Lá no cimo dos céus bordados
Seguem a clamar que nos amam
E em estrelas fugazes se apagam
Para podermos chegar a desejar
Esse sonho jamais concretizado
Nesse lugar jamais encontrado
Assim ainda em prosa levado
Sendo o verso em ti plantado
Esperando a primavera de vida
Para chegar a germinar
Nesse tempo de saudade
Dessa tua mais íntima verdade
Dessa coragem ao se voltar a avançar
Por onde não havia caminho marcado
E alcançar esse algo mais bem amado
Para dar esse passe
De algo mais sentido
Mais profundo e vivido
Assim qual luar
a roçar folhas ao de leve
A deixar os ramos dançar
Nesse encanto tão breve
Suave toque de verdade
Entre esse ser de cidade
olhando horizontes iluminados
Quando os campos estrelados
Lá no cimo dos céus bordados
Seguem a clamar que nos amam
E em estrelas fugazes se apagam
Para podermos chegar a desejar
Esse sonho jamais concretizado
Nesse lugar jamais encontrado
Assim ainda em prosa levado
Sendo o verso em ti plantado
Esperando a primavera de vida
Para chegar a germinar
Nesse tempo de saudade
Dessa tua mais íntima verdade
Dessa coragem ao se voltar a avançar
Por onde não havia caminho marcado
E alcançar esse algo mais bem amado
👁️ 13
Ideal a Abraçar
Nessa alegria esquecida
De se viver
De se aproveitar a vida
Essa que nos convida
a crescer
a dar
No sentimento
que levamos dentro
Instilar sentido ao momento
Dar tempo para se apreciar
Esse sol a nascer
Esse ocaso a viver
Esse momento
a se transcender
Levado pelas asas do sonho
Claro o pensamento
Intenso sentido sentimento
E na gente tão humana
Ser qual algo que se lava
Com ademão constante
Co subtil ciência e arte
Com esse carinho encarnado
Que deixa o ser embelezado
Pronto para se deixar brilhar
Esse sentido que não engana
quando o calor da madrugada
Se faz areola orlada
À volta desse algo
a nos trespassar
Pontes subtis se estendem
Gentes de outros lugares
se entendem
E nesse sorriso
de se chegar a anuir
Nesse algo mais profundo
a se compartilhar
Nesse elevar braços
para abraçar
Como assim
elevar o olhar
Para ver brilhar
Todas as estrelas do firmamento
Tudo o que levamos dentro
Nesse momento a cintilar
E nesse preciso instante
Sabemos que chegamos
Sabemos que encontramos
Aquilo que ainda chamamos
de lar
Esse tempo e lugar
Esse par de braços
a acolher e abraçar
De se viver
De se aproveitar a vida
Essa que nos convida
a crescer
a dar
No sentimento
que levamos dentro
Instilar sentido ao momento
Dar tempo para se apreciar
Esse sol a nascer
Esse ocaso a viver
Esse momento
a se transcender
Levado pelas asas do sonho
Claro o pensamento
Intenso sentido sentimento
E na gente tão humana
Ser qual algo que se lava
Com ademão constante
Co subtil ciência e arte
Com esse carinho encarnado
Que deixa o ser embelezado
Pronto para se deixar brilhar
Esse sentido que não engana
quando o calor da madrugada
Se faz areola orlada
À volta desse algo
a nos trespassar
Pontes subtis se estendem
Gentes de outros lugares
se entendem
E nesse sorriso
de se chegar a anuir
Nesse algo mais profundo
a se compartilhar
Nesse elevar braços
para abraçar
Como assim
elevar o olhar
Para ver brilhar
Todas as estrelas do firmamento
Tudo o que levamos dentro
Nesse momento a cintilar
E nesse preciso instante
Sabemos que chegamos
Sabemos que encontramos
Aquilo que ainda chamamos
de lar
Esse tempo e lugar
Esse par de braços
a acolher e abraçar
👁️ 5
Nessa sala partilhada, na alegria e na tristeza pintada
Nesse alegre tristeza
De se estar a partilhar
A mesma mesa
Onde se apoiam os sonhos
Onde se deixam – risonhos
na que deixámos
O que cremos e amamos
Assim sem mais…
Apenas nos levantando
Desses mais finos vitrais
Por onde a luz translucida progride
E o que se leva por dentro
mais intenso se vive
E quando assim se ilumina
E a inspiração em nós se aviva
A estância na que se vivia
Assim nas sombras a vogar
Parece largar amarras
E nos levar a bem amar
De se estar a partilhar
A mesma mesa
Onde se apoiam os sonhos
Onde se deixam – risonhos
na que deixámos
O que cremos e amamos
Assim sem mais…
Apenas nos levantando
Desses mais finos vitrais
Por onde a luz translucida progride
E o que se leva por dentro
mais intenso se vive
E quando assim se ilumina
E a inspiração em nós se aviva
A estância na que se vivia
Assim nas sombras a vogar
Parece largar amarras
E nos levar a bem amar
👁️ 35
Entre as águas
Esse ribeirinho manso
Que se ergue por acaso
de quando em quando
ser essa lágrima salgada
que descai
gota de chuva deixada
chorada
água da mesma água
sal do mesmo sal
ser semelhante e intenso
algo mais íntimo e coeso
parecido
qual algo
normal
E ser suavidade
dessa folha
que se baloiça
Desse floco de neve
Que repousa
Na mão de uma criança
Nesse algo de esperança
Que se faz orvalho
Transparecido
Pela luz do ser renascido
Ao se ver assim qual pingente
Entre o corpo a alma e a mente
No coração qual licor destilado
Esse algo que nos tem inspirado
Que se ergue por acaso
de quando em quando
ser essa lágrima salgada
que descai
gota de chuva deixada
chorada
água da mesma água
sal do mesmo sal
ser semelhante e intenso
algo mais íntimo e coeso
parecido
qual algo
normal
E ser suavidade
dessa folha
que se baloiça
Desse floco de neve
Que repousa
Na mão de uma criança
Nesse algo de esperança
Que se faz orvalho
Transparecido
Pela luz do ser renascido
Ao se ver assim qual pingente
Entre o corpo a alma e a mente
No coração qual licor destilado
Esse algo que nos tem inspirado
👁️ 16
Luz no Estio
Nesse lugar onde abraço
Os sonhos, ideais
e o cansaço
De pregar às sombras
nas que me desfaço
De instilar alento
ao lume baço
Nessa cristal bafejado
Pelo tempo mais amado
Nesse sentido sentimento
tudo o que se leva dentro
Nessa flor aveludada…
Suave frágil perfumada
Que quando tocada
Pela imaginação mais fértil
Se abre ou se perde
Entre luzes e melodias
Fantasia de alvorada
Qual barca ancorada
Entre as marés
Esperando
a tua chegada
Para ser desamarrada
E vogar entre o que és
E nesse sentido mais amplo
Nesse algo mais vazio
Escrever de novo o teu canto
Plantando a tua luz no estio…
Os sonhos, ideais
e o cansaço
De pregar às sombras
nas que me desfaço
De instilar alento
ao lume baço
Nessa cristal bafejado
Pelo tempo mais amado
Nesse sentido sentimento
tudo o que se leva dentro
Nessa flor aveludada…
Suave frágil perfumada
Que quando tocada
Pela imaginação mais fértil
Se abre ou se perde
Entre luzes e melodias
Fantasia de alvorada
Qual barca ancorada
Entre as marés
Esperando
a tua chegada
Para ser desamarrada
E vogar entre o que és
E nesse sentido mais amplo
Nesse algo mais vazio
Escrever de novo o teu canto
Plantando a tua luz no estio…
👁️ 21
Procurar o Poema
se nesse recanto apertado
escolhido para ser sonhado
em vigílias tão abertas
às ideias e emoções
e essas coisas certas
para se entretecer
devagar
esse lampejo
mais além da emoção
ou desejo
e saber arrivar
ai onde os sonhos
que por dentro vejo
se possam chegar a mostrar
e nessa litania disfarçada
nessa melodia enjeitada
que se vai alinhando
nessa dança
entre o que sou
o que sinto
o que amo tanto
aparece qual prece
que se despedia
essa nova alegria
festival de magia
que se faz ao dar de si
trazer ao de cima
desde o mais profundo do ser
passando portas de querer
crer
e saber
atravessando veredas cheias dessa razão
que impele linhas retas
espaços quadrados e faz pensar o coração
até se encontrar
nesse cenário decorado
onde as peças desse ser diário
são de novo encenadas
e as mais simples obras
recatadas
dão de si o que não se via
essa luz que permeia
todo e qualquer recanto da vida
e nessa via que se percorre
para trazer
o que por dentro se descobre
e entregar
essa força que impele
assim quem a segue
a se deixar levar
mergulhar no vazio
passar entre o ermo e o frio
e encontrar essa flor de estio
de maravilha pura e cristal
dessa transparente consciência
mais além do dizer da ciência
pétalas com aromas de encantar
suavidade que nos toca
e nos eleva
ali aonde mora quem vela
pelo ser de arte a procurar
mais um remanso de sentimento
mais um segundo no tempo
que se estende sem se contar
mais uma face que sorria
para tudo o que se trazia
assim desses recantos secretos
para dar ao teu olhar
quem assim vê e beija
todas as madrugadas
quando já se repousa
nessas letras entrelaçadas
assim tendo sido trazidas
desde onde a luz se estremecia
as sombras se esvaiam
e o amor embelezava
essas as íntimas veredas
por onde se caminhava
para trazer a luz do dia
esplendor da nova madrugada
escolhido para ser sonhado
em vigílias tão abertas
às ideias e emoções
e essas coisas certas
para se entretecer
devagar
esse lampejo
mais além da emoção
ou desejo
e saber arrivar
ai onde os sonhos
que por dentro vejo
se possam chegar a mostrar
e nessa litania disfarçada
nessa melodia enjeitada
que se vai alinhando
nessa dança
entre o que sou
o que sinto
o que amo tanto
aparece qual prece
que se despedia
essa nova alegria
festival de magia
que se faz ao dar de si
trazer ao de cima
desde o mais profundo do ser
passando portas de querer
crer
e saber
atravessando veredas cheias dessa razão
que impele linhas retas
espaços quadrados e faz pensar o coração
até se encontrar
nesse cenário decorado
onde as peças desse ser diário
são de novo encenadas
e as mais simples obras
recatadas
dão de si o que não se via
essa luz que permeia
todo e qualquer recanto da vida
e nessa via que se percorre
para trazer
o que por dentro se descobre
e entregar
essa força que impele
assim quem a segue
a se deixar levar
mergulhar no vazio
passar entre o ermo e o frio
e encontrar essa flor de estio
de maravilha pura e cristal
dessa transparente consciência
mais além do dizer da ciência
pétalas com aromas de encantar
suavidade que nos toca
e nos eleva
ali aonde mora quem vela
pelo ser de arte a procurar
mais um remanso de sentimento
mais um segundo no tempo
que se estende sem se contar
mais uma face que sorria
para tudo o que se trazia
assim desses recantos secretos
para dar ao teu olhar
quem assim vê e beija
todas as madrugadas
quando já se repousa
nessas letras entrelaçadas
assim tendo sido trazidas
desde onde a luz se estremecia
as sombras se esvaiam
e o amor embelezava
essas as íntimas veredas
por onde se caminhava
para trazer a luz do dia
esplendor da nova madrugada
👁️ 29
Estrada de Harmonia
nesse terno aroma
entre espuma e mar
esse lume na água
que ainda faz brotar
areolas de fantasia
melodias de encantar
névoa em pleno dia
nevoeiro na noite fria
calor para nos amar…
e chegar assim a vogar
nesse mar de sentimento
nesse sentido vivo
que levamos dentro
nesse algo mais além do alento
que se aquece e nos enaltece
apenas ao se querer entregar…
uma palavra de si despida
nessa estranha despedida
ao ver o tema do poema
assim a se deixar apagar
sendo qual um soneto,
ora num alegre canto
nesse deixar-se levar,
por amar e crer tanto
nessa pura humanidade
nesse algo de verdade
nessa luz de sentimento
que dá vida e alegria ao momento
nessa mais bela estrada
que se caminha na alvorada
nessa luz fugidia
que acende a noite até ser dia
entre espuma e mar
esse lume na água
que ainda faz brotar
areolas de fantasia
melodias de encantar
névoa em pleno dia
nevoeiro na noite fria
calor para nos amar…
e chegar assim a vogar
nesse mar de sentimento
nesse sentido vivo
que levamos dentro
nesse algo mais além do alento
que se aquece e nos enaltece
apenas ao se querer entregar…
uma palavra de si despida
nessa estranha despedida
ao ver o tema do poema
assim a se deixar apagar
sendo qual um soneto,
ora num alegre canto
nesse deixar-se levar,
por amar e crer tanto
nessa pura humanidade
nesse algo de verdade
nessa luz de sentimento
que dá vida e alegria ao momento
nessa mais bela estrada
que se caminha na alvorada
nessa luz fugidia
que acende a noite até ser dia
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