Criança Poeta
nesse tempo
que se não contava
Quando se brincava
Veredas afora
Sem limite nem hora
Para bem se pintar
Mundos de trova nova
Para chegar ao lar e contar
Alegria da casa
Sempre viva flor
que não passa
E acendia luzes mais brilhantes
Trespassando o baço da vidraça
E elevava luzes mais candentes
Ali por onde as gentes
Ainda em silêncio passam
E nesse algo coerente
De renovar e lembrar
essa vida tão intensa
Tão real
Essa que vai mais além
do que se pensa
Mais além do bem e do mal
Depois definidos
Mais além do que é
alegria ou mágoa
Sentimentos sentidos
juntas pequenas divagações
Em letras coloridas
Em palavras bem garridas
Que reacendem corações
Cuidam essas tuas emoções
Deixam o olhar bem iluminado
Abrindo o peito de par em par
Para se ter de novo inspirado
que se não contava
Quando se brincava
Veredas afora
Sem limite nem hora
Para bem se pintar
Mundos de trova nova
Para chegar ao lar e contar
Alegria da casa
Sempre viva flor
que não passa
E acendia luzes mais brilhantes
Trespassando o baço da vidraça
E elevava luzes mais candentes
Ali por onde as gentes
Ainda em silêncio passam
E nesse algo coerente
De renovar e lembrar
essa vida tão intensa
Tão real
Essa que vai mais além
do que se pensa
Mais além do bem e do mal
Depois definidos
Mais além do que é
alegria ou mágoa
Sentimentos sentidos
juntas pequenas divagações
Em letras coloridas
Em palavras bem garridas
Que reacendem corações
Cuidam essas tuas emoções
Deixam o olhar bem iluminado
Abrindo o peito de par em par
Para se ter de novo inspirado
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