Lista de Poemas
Dunas entre marés, qual tu és
Nesse trilho secreto
Que te leva o alento
Ao ser percorrido
Nesse sentimento
Que brilha
por dentro
Ao ser vivido
Nesse momento
No que tudo
volta a reluzir
E no que o tempo
Jorra suave e lento
Parece se expandir
nesse retrato gravado
Nesse teu peito levado
Para se bem mostrar
Essa obra inacabada
linha entre tudo e nada
Horizonte que se ilumina
Pela luz da noite ou do dia
E nesses mares
mais ignorados
fica sempre
ondulado
Qual o teu ser
Ao ser descrito
Nessas pisadas na areia
Que sempre te tenho escrito
Que te leva o alento
Ao ser percorrido
Nesse sentimento
Que brilha
por dentro
Ao ser vivido
Nesse momento
No que tudo
volta a reluzir
E no que o tempo
Jorra suave e lento
Parece se expandir
nesse retrato gravado
Nesse teu peito levado
Para se bem mostrar
Essa obra inacabada
linha entre tudo e nada
Horizonte que se ilumina
Pela luz da noite ou do dia
E nesses mares
mais ignorados
fica sempre
ondulado
Qual o teu ser
Ao ser descrito
Nessas pisadas na areia
Que sempre te tenho escrito
👁️ 16
Lado a Lado
E o que sinto que se tem deixado
Em cada linha a nos trespassar
E nessa espada candente
Se une passado e presente
Para que o fruto do futuro
Se erga além deste muro
E nos aproxime
desse algo que se exprime
Quando tu me estás a olhar
Nestas letras ao te tocar
Em cada linha a nos trespassar
E nessa espada candente
Se une passado e presente
Para que o fruto do futuro
Se erga além deste muro
E nos aproxime
desse algo que se exprime
Quando tu me estás a olhar
Nestas letras ao te tocar
👁️ 19
Memórias a se aconchegar
Apenas a memória desse nosso lar
Nessa infância garrida esquecida
Nessa memória levada
Nessa melodia escondida
Nessa chama assim tão amada
Apenas se entretecendo
apenas se saber deixar
qual essa palavra ao vento
que um dia vai saber chegar
Qual onda avançando no seu meio
Esse amplo mar de amar
Que se achegando bem cedo
Anuncia alvoradas de encantar
E nessas praias vazias
Despidas
Sem se terminar
Suspira palavras escondidas
Levadas onde nem sabias
Que se podia assim chegar
Nessa infância garrida esquecida
Nessa memória levada
Nessa melodia escondida
Nessa chama assim tão amada
Apenas se entretecendo
apenas se saber deixar
qual essa palavra ao vento
que um dia vai saber chegar
Qual onda avançando no seu meio
Esse amplo mar de amar
Que se achegando bem cedo
Anuncia alvoradas de encantar
E nessas praias vazias
Despidas
Sem se terminar
Suspira palavras escondidas
Levadas onde nem sabias
Que se podia assim chegar
👁️ 19
Amor Recatado
Quando o corpo dói
e não se entende
O dar de si
a toda a gente
O entregar esse eterno presente
Que se aviva em cada momento
Que é qual ser vivente
alimento perene
íntimo sustento
nesse coração
Estendido em letras de brio
Elevado em linhas desenhado
E nesses acordes de melodia
Assim entrelaçado
Entre a noite e o dia
Quando é assim chamado
A se mostrar
E se se estiver desperto
De coração aberto
Quiçá venha a poisar
Na palma da tua mão
Nesse simples ademão
Nesse jeito singelo
E recatado
De se conseguir trazer
esse amor a teu lado
e não se entende
O dar de si
a toda a gente
O entregar esse eterno presente
Que se aviva em cada momento
Que é qual ser vivente
alimento perene
íntimo sustento
nesse coração
Estendido em letras de brio
Elevado em linhas desenhado
E nesses acordes de melodia
Assim entrelaçado
Entre a noite e o dia
Quando é assim chamado
A se mostrar
E se se estiver desperto
De coração aberto
Quiçá venha a poisar
Na palma da tua mão
Nesse simples ademão
Nesse jeito singelo
E recatado
De se conseguir trazer
esse amor a teu lado
👁️ 11
... meu canto
Cantar à vida
Ao amor humano
Cantar ao que nos eleva
Ao que nos guia
Ao ser assim
Mano a mano
E nesse estranho lugar
contido
Em teu ser plantado
Ainda se esconde o sentido
De se caminhar sem ter chegado
Ao amor humano
Cantar ao que nos eleva
Ao que nos guia
Ao ser assim
Mano a mano
E nesse estranho lugar
contido
Em teu ser plantado
Ainda se esconde o sentido
De se caminhar sem ter chegado
👁️ 11
A onda perdida
Essa força que avança
Que motiva a ser criança
A ver uma outra perspetiva
Qual uma onda à deriva
Que encontrou sua praia
Ali donde a verdade se anima
Ali onde essa tua lágrima caía
Até chegar a repousar
no teu peito escondida
Qual essa onda perdida
Nas areias do tempo a sussurrar
nesse sal e água em nós encontrados
Quando juntos nos rimos e choramos
Nesse calor tão entranhado
que é também tão humano
E chegar a nos encontrar
qual a onda desse mar
nessa praia ainda esquecida…
cantar poemas desta nossa vida
desde o ocaso ao nascer do dia
Que motiva a ser criança
A ver uma outra perspetiva
Qual uma onda à deriva
Que encontrou sua praia
Ali donde a verdade se anima
Ali onde essa tua lágrima caía
Até chegar a repousar
no teu peito escondida
Qual essa onda perdida
Nas areias do tempo a sussurrar
nesse sal e água em nós encontrados
Quando juntos nos rimos e choramos
Nesse calor tão entranhado
que é também tão humano
E chegar a nos encontrar
qual a onda desse mar
nessa praia ainda esquecida…
cantar poemas desta nossa vida
desde o ocaso ao nascer do dia
👁️ 6
Quadros Subtís
Assim nessa folha a se mostrar
Ou nesses lugares fugidios
Vestidos de cores
Investidos
Nessa chama no peito a arder
Esse algo a chamar e se ver
Assim em todo o lado
Nesse recanto mais recatado
Que te é dado para estar
Assim lada a lado com o fado
De sorver essa vida no adro
E pintar palavras que não vês
Nesse subtil requadro
Obra do sempre inacabado
Que te foi dado a esquecer
Para nessa folha que pairava
Nesse teu pensamento
que esvoaçava
Em palavras de letras de sol
Doiradas
Poderes voltar a descrever
Para ti que vês e passavas
A ti que assim também ali estavas
Comigo nesse amanhecer das palavras
Que se guardam sem se esquecer
De se voltar a reviver
Ou nesses lugares fugidios
Vestidos de cores
Investidos
Nessa chama no peito a arder
Esse algo a chamar e se ver
Assim em todo o lado
Nesse recanto mais recatado
Que te é dado para estar
Assim lada a lado com o fado
De sorver essa vida no adro
E pintar palavras que não vês
Nesse subtil requadro
Obra do sempre inacabado
Que te foi dado a esquecer
Para nessa folha que pairava
Nesse teu pensamento
que esvoaçava
Em palavras de letras de sol
Doiradas
Poderes voltar a descrever
Para ti que vês e passavas
A ti que assim também ali estavas
Comigo nesse amanhecer das palavras
Que se guardam sem se esquecer
De se voltar a reviver
👁️ 26
Elogio ao Romance Moderno
Texto simples
Leitura fácil
Mistério vivo
Que se entrelace
E nesse sentido
O mais simples sentimento
Exposto qual se tenha acontecido
Notícia vazia para todo ser vivo
Sem maior embelezamento
Apenas a esse bichinho curioso
Possa chegar a interessar
Ser que folheia os livros
Quais flores a desflorar
Esperando encontrar sentido
ali onde o puseram a divagar
À procura de algo glorioso
Para se descobrir
no seu dia a passar
E nesses poemas
Tão curtos e breves
Que nos fazem pensar
Evocando os que os precedem
Na sua curta forma de nos falar
Leitura fácil
Mistério vivo
Que se entrelace
E nesse sentido
O mais simples sentimento
Exposto qual se tenha acontecido
Notícia vazia para todo ser vivo
Sem maior embelezamento
Apenas a esse bichinho curioso
Possa chegar a interessar
Ser que folheia os livros
Quais flores a desflorar
Esperando encontrar sentido
ali onde o puseram a divagar
À procura de algo glorioso
Para se descobrir
no seu dia a passar
E nesses poemas
Tão curtos e breves
Que nos fazem pensar
Evocando os que os precedem
Na sua curta forma de nos falar
👁️ 20
Mais perto
E nessa calidez sem final
Nesse algo
mais além do normal
Assim estendemos
Esses fios vivos
que em nós tecemos
E se nos unimos
E se assim seguimos
Até ao amanhecer
Desse algo mais alvo
Desse fogo que sangro
Para to dar
Entre a luz do luar
Escondido
Pelas sombras do segredo
No nosso sonho, banido
E nesses lugares e tempos
Que levamos por dentro
Trazido ao de cima
Qual a luz que se anuncia
Para chegar a iluminar
Esses olhos teus
A me olhar
Esse teu olhar iluminado
Neste tempo no que temos estado
Assim mais perto, lado a lado
Nesse algo
mais além do normal
Assim estendemos
Esses fios vivos
que em nós tecemos
E se nos unimos
E se assim seguimos
Até ao amanhecer
Desse algo mais alvo
Desse fogo que sangro
Para to dar
Entre a luz do luar
Escondido
Pelas sombras do segredo
No nosso sonho, banido
E nesses lugares e tempos
Que levamos por dentro
Trazido ao de cima
Qual a luz que se anuncia
Para chegar a iluminar
Esses olhos teus
A me olhar
Esse teu olhar iluminado
Neste tempo no que temos estado
Assim mais perto, lado a lado
👁️ 4
ode ao jardineiro pintor
Nesses lugares
onde encontramos
O que e quem
Procuramos
Nesses momentos
esquecidos
Nos que parecemos
mais unidos
Nesses tempos
nos que o calor
É bem humano
Nesse algo
que se anima
Que se esquece
Quando se ilumina
Parece que se desvanece
que se traz na simples sina
De se crer
Sem saber
Quando
mergulhar
O ser
Qual espada forjada
Nessa mesma água
Assim qual no fogo
escondido
Ali onde é nascido
E nesse vapor
tão íntimo
vertido
Entre verão e estio
Primavera florida
Em ocasos de outono
Esquecida
Até se deixar pintar
E levar
Qual folha ao vento
Dançando
no seu elemento
Corada
Assim deixada
Para voltar
A vogar
Entre margens
Recém-pintadas
Nesse rio
Esquecido
Que sempre leva
ao amplo mar
E nesse momento
Tão vivo
Que nos liga à nascente
Desse tão simples presente
Esse que agora
Sem mais demora
Poderemos chegar a prezar
E depois…
Ou ainda antes
Quais seres infantes
Ora sentir
Ora já ver seguir
O que dentro se levava
Quais diamantes
Transparecidos
Duros
Momentos vividos
Pela mesma luz
a nos saber
iluminar
Essa luz no olhar
E qual a gota
mais discreta
Nessa linha secreta
Que se fez assim desenhar
E nessa ode de investida
Nessa odisseia de vida
Se atreve ainda a pintar
A abobada celeste inteira
Das cores dessa vida
Verdadeira
Assim qual tu poderás
Assim chegar a imaginar
Ou ainda agora
Nesta mesma hora
Rir
Ou chorar
Dessa alegria tamanha
De voltar a encontrar…
O que se procurava
No íntimo apelo
Esse que sempre
se leva em segredo
E se deixa assim
Ao se plantar…
onde encontramos
O que e quem
Procuramos
Nesses momentos
esquecidos
Nos que parecemos
mais unidos
Nesses tempos
nos que o calor
É bem humano
Nesse algo
que se anima
Que se esquece
Quando se ilumina
Parece que se desvanece
que se traz na simples sina
De se crer
Sem saber
Quando
mergulhar
O ser
Qual espada forjada
Nessa mesma água
Assim qual no fogo
escondido
Ali onde é nascido
E nesse vapor
tão íntimo
vertido
Entre verão e estio
Primavera florida
Em ocasos de outono
Esquecida
Até se deixar pintar
E levar
Qual folha ao vento
Dançando
no seu elemento
Corada
Assim deixada
Para voltar
A vogar
Entre margens
Recém-pintadas
Nesse rio
Esquecido
Que sempre leva
ao amplo mar
E nesse momento
Tão vivo
Que nos liga à nascente
Desse tão simples presente
Esse que agora
Sem mais demora
Poderemos chegar a prezar
E depois…
Ou ainda antes
Quais seres infantes
Ora sentir
Ora já ver seguir
O que dentro se levava
Quais diamantes
Transparecidos
Duros
Momentos vividos
Pela mesma luz
a nos saber
iluminar
Essa luz no olhar
E qual a gota
mais discreta
Nessa linha secreta
Que se fez assim desenhar
E nessa ode de investida
Nessa odisseia de vida
Se atreve ainda a pintar
A abobada celeste inteira
Das cores dessa vida
Verdadeira
Assim qual tu poderás
Assim chegar a imaginar
Ou ainda agora
Nesta mesma hora
Rir
Ou chorar
Dessa alegria tamanha
De voltar a encontrar…
O que se procurava
No íntimo apelo
Esse que sempre
se leva em segredo
E se deixa assim
Ao se plantar…
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