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Lista de Poemas

O MENINO QUE QUERIA SER SUPER-HEROI, de Silas Correa Leite, a Venda no Site Amazon

"O MENINO QUE QUERIA SER SUPER-HEROI", Romance Infantojuvenil do CiberPoeta Silas Correa Leite, agora a venda no mundo inteiro pelo site Amazon!

O livro "O MENINO QUE QUERIA SER SUPER-HERÓI" foi publicado na Kindle Store e já está disponível para compra aqui.

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O romance conta a historia de um menino de Itararé que foi registrado como se fosse filho de seus avós, com os quais vive brilhantemente, porque sua mãe sumiu quando ele nasceu, e seu pai, que ele desconhece, e que mora na cidade, não sabe que ele está vivo. Inteligente, precoce, sabido, ótimos instintos e mais alguns dons e talentos, muito ativo, sensível, o menino sabe que o sótão de sua casa guarda um segredo, e o porão também esconde coisas do passado de seus familiares. Fã de desenhos animados, de histórias em quadrinhos, e de personagens de gibis, como Super-Homem, Batman, o Homem Invisível e o Capitão Marvel, o menino, que tem o nome de Ben-Hur, precisa visitar seus subterrâneos, conhecer os mistérios de sua vida, descobrir segredos, achar sua mãe, realizar todos os seus sonhos impossíveis. Terá a ajuda de alguns de seus heróis de gibis prediletos? Fã do Tarzan, Zorro, Homem-Aranha e outros heróis, como ele poderá contar com seus amigos prediletos da Liga da Justiça, ele que sempre sonhou em ser rei, ser santo, e que pode tentar também ser um Super-Herói? Essa é a história do menino que queria ser Super-Herói.

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ROMANCE GOTO de Silas Correa Leite

GOTO, Romance, A Lenda do Reino do Barqueiro Noturno do Rio Itararé, de Silas Correa Leite, membro da UBE-União Brasileira de Escritores

Resumo de Três Resenhas Sobre o livro Publicadas na web

1

Numa ótima narrativa bem situada territorialmente e em tessitura de prosa poética, personagens que vão se revelando em aspectos psicológicos e formadores aos poucos, o autor, na parte inicial apresenta o palco iluminado do circo historial todo do território-rio, beiras e margens, pântanos e brumas. E o personagem principal, Ari, que se autonomina Goto, vai contando histórias que colhe dos passageiros do rio e suas travessias, causos que não são desse mundo; e de passageiros navegantes de outras margens, almas penadas, de outras dimensões. Causo por causo, história por "estória", papos de bar, do passado, presente e futuro, como se ali fosse uma transversal do tempo, uma encruzilhada-rio, e assim o menino deficiente físico faz do remo a sua muleta, ou de sua muleta de aleijado o remo, em que, com seu andar de segura peido, seu calcanhar de frigideira, vai saltando pocinhas-histórias, voando nos remos, nas asas do rio, na sua própria imaginação-rio. Passageiros que já estiveram aqui, e o menino-navegador que tem o dom também espiritual-fantástico de fazer as pessoas contarem tudo para ele, começa a trazer moedas de outras paragens, de outros tempos, de épocas de Debret e Saint Hilaire no Brasil e na região de Itararé, que você não sabe qual é o rio e qual o personagem principal, mas vai, evoca, se aprofunda nas correntezas, mas sabe o rio criativo que o autor pincela no romance, cantando sua terra, seu rio que é o mais belo rio que corre por sua aldeia, seu Tejo tropical, particular e infinitamente lírico e, no caso, enlivrado em grande proporção no livro. O guri-ribeirinho, com suas mãos de pardal, suas mãos de água e sua alma-rio, adoece e vem visitas do tempo do imperador, de escravos a bandas de circos franceses antigos (almas de antigos naufrágios?), quando começa a colecionar moedas de gorjetas de uma outra época, como se achasse uma ponte de ouro no fim do arco-íris. E vai por aí o romance em sua narrativa que cativa, abduz, como se o atiçado leitor também tivesse nos finca pés da Canoa Faísca de Aladim, inventariando também as mil e umas noites do menino feito um Goto-Sherazade. - Lucia Camargo Mariano, in:

http://www.overmundo.com.br/overblog/goto-o-novo-romance-de-silas-correa-leite

2

O menino atiçado, sensível - sensitivo? - começa a baldear além de passageiros comuns a passageiros estranhos, e também começa ganhar mais do que o pai que é barqueiro durante o dia, e acontecem coisas inexplicáveis, surreais, fantásticas, além do Goto, personagem principal do rio, sempre vir, ao raiar de cada manhã com um causo pra lá de interessante, do tipo história que povo conta, numa narração cênica, uma história pra contar pros velhos curiosos e sua plateia naquele ermo rural. Os causos no começo são uma espécie assim de cinema mental dos velhos, depois começam a acontecer coisas, o menino parece conhecer a alma do rio, a alma da canoa, a alma da noite, a alma do lugar, aqueles cafundós. Chega a um termo em que, os causos não se sabe se são do passado, do presente, do futuro, e se ele estaria transportando além de passageiros notívagos, talvez, também almas penadas encalhadas nos desvãos de outros desmundos, que veem no moço sensível, solícito e puro uma espécie de abridor de corações, destinos, mentes e vidas passadas, e deitam falatório enquanto ele ganha o rio levando a trazendo gente e não gente. Nessas contações, cada dia um causo, Goto começa a reavaliar a vida, a sondar e criticar os pais, entrando na fase da adolescência e logo ficando jovem, mesmo aleijado, o remo do barco sendo sua muleta, nos finca-pés da canoa meio encantada tece sua vida, sua fuga, sua alma-rio. Uma espécie de terceira margem do rio Itararé com um sentido historial. A alma do Goto é exposta, seu sistemático e implicante pai com mão de pardal, sua mãe humilde que adora o filho doente - achando que ele é louco - que fala só por versinhos pueris, e a canoa-imaginação vai singrando profundezas de momentos, almas, situações de conflitos. História com densidade narrativa, o estilo todo próprio do autor elaborando um clássico que a obra se tornou, a sintaxe peculiar apontando cargas de profundidade, neologismos, palavras recuperadas, situações clarificadas, pertinências e entornos, e mesmo a visita do outro lado do mundo de soldados do imperador, escravos nus, dando tons bonitos ao encorpamento da tessitura do livro. - Antonio T. Gonçalves, in:

http://www.midiaindependente.org/pt/red/2013/09/524832.shtml

3

A bela e bucólica cidade histórica de Itararé, claro, santa estância boêmia das artes, aqui, literatura itarareense em seu melhor estilo, a Terra do Nunca feito palco iluminado do autor. No livro, o escritor desfila o bufão do personagem ribeirinho, o menino GOTO, num barco também meio encantado chamado Faísca de Aladim, em que o personagem principal leva e traz passageiros noturnos, cruzando de margem a margem as guirlandas espumosas do rio Itararé, do lado de São Paulo, ermo da periferia rural do município de Itararé, até Bom Jesus da Versalhada, nordeste do Paraná. A leitura da obra, uma viagem. Esse rio... esse barco... esse menino deficiente físico... E os causos hilários, as loucas contações, risadorias por atacado e implicações; falas bizarras (língua bastarda?), tudo acontecendo de acontecer para assim também extrapolar a vazão do rio de divisa de estados, e a imaginação espeloteada (e estrambólica) do navegante com seus dons, falácias, sua inspiração, sua doce e questionadora espiritualidade purgando umidades, estrelas e mesmo a hileia verde do habitat que o protege entre jaós, andorinhas, acrobáticos peixes salteadores e acontecências que não são desse mundo, não estão no gibi. Ah o Goto que meio criança e meio jovem, inocente, puro e besta, viaja na batatinha, na maionese, com seu lado sentidor, pensador, inquiridor, loquaz, já que fala pelos cotovelos, e que tem o dom de arrancar das pessoas tudo o que delas houve em vidas, acertos, errações e problemas. E as margens que oprime o rio, ora bruma, ora cerração, ora turvações propositais. Quem viaja nesse barco-livro é o leitor cativado também, pois o livro-canoa arrebata e leva, numa fruição náutica, narrativa fluvial em prosa que é cativante, sedutora, engraçada e lítero-culturalmente rica, entre causos pra boi dormir, entre remos, barrancos e desconcertezas paraexistenciais, a natureza e sua fauna e flora, mais a atiçada alma humana juvenil levitando, clarificando, sendo arrebatada pelo que ouve, capta, sente, mais o que aprofunda a natureza épica do romance. Na canoa ele pode andar, pelo menos; nos causos ele pode sair de si, voar, ditar os enfoques, gestos, sonoridades, tons e timbres. O pior lugar, lá, qualquer lá, é em si mesmo? O que é verdade, o que é mentira, o que é invenção transgressora e libertária, feito um rebelde de muletas, na terceira margem do rio Itararé? O Goto, a Faísca de Aladim, ou os rios causos navegados e navegantes, até navegadores? - Maria da Gloria L. M. Aranha, in:

http://www.partes.com.br/2013/10/20/goto-o-novo-romance-de-silas-correa-leite/

Contatos com o autor:

poesilas@terra.com.br

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Romance GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório de Silas Correa Leite

BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTORIO, Romance - Silas Corrêa Leite

Nesses tempos pós-modernos em que a criança sai do ventre da mãe para a piscina, em que a ciência já descobriu que crianças aprendem e evoluem desde a barriga-mestra da grávida, e se um casal de Ph.Ds. tivesse um bebê superdotado e com QI elevado desde a concepção, se pudesse falar, precisasse, e se encontrasse outras crianças de igual qualidade evolutiva para trocas, o diálogo, com quem pudesse conversar, dizer a que virá, o que vai ser quando nascer, a partir das apreendências desde o entorno e contexto umbilical? Qual o repertório dessa visão, dessas conversas, entorno e pré-nascer? BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO é a voz da criança que não há, dizendo a que virá, sempre a partir da barriga-mundo-Mãe. Autor: Silas Correa Leite - E-mail: poesilas@terra.com.br

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No ventre de uma mãe havia dois bebês. Um perguntou ao outro: "Vc acredita em vida após o parto?" O outro respondeu: "É claro. Tem que haver algo após o parto. Talvez nós estejamos aqui para nos preparar para o que virá mais tarde." "Bobagem", disse o primeiro. "Não há vida após o parto. Que tipo de vida seria esta?" O segundo disse: "Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez nós poderemos andar com as nossas próprias pernas e comer com nossas bocas. Talvez teremos outros sentidos que não podemos entender agora." O primeiro retrucou: "Isto é um absurdo. Andar é impossível. E comer com a boca!? Ridículo! O cordão umbilical nos fornece nutrição e tudo o mais de que precisamos. O cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto está fora de cogitação." O segundo insistiu: "Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez a gente não vá mais precisar deste tubo físico." O primeiro contestou: "Bobagem, e além disso, se há realmente vida após o parto, então, por que ninguém jamais voltou de lá? O parto é o fim da vida e no pós-parto não há nada além de escuridão, silêncio e esquecimento. Ele não nos levará a lugar nenhum." "Bem, eu não sei", disse o segundo, " mas certamente vamos encontrar a Mamãe e ela vai cuidar de nós." O primeiro respondeu: " Mamãe, vc realmente acredita em Mamãe? Isto é ridículo. Se a Mamãe existe, então, onde ela está agora?" O segundo disse: "Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela este mundo não seria e não poderia existir." Disse o primeiro:" Bem, eu não posso vê-la, então, é lógico que ela não existe." Ao que o segundo respondeu: " Às vezes, quando vc está em silêncio, se vc se concentrar e realmente ouvir, vc poderá perceber a presença dela e ouvir sua voz amorosa lá de cima." Este foi o modo pelo qual um escritor húngaro explicou a existência de Deus.

O romance GUTE GUTE Barriga Experimental de Repertório, de Silas Corrêa Leite, Editora AUTOGRAFIA, Rio de Janeiro, conta mais, muito mais.

http://www.autografia.com.br/

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Links de minhas resenhas e criticas literárias

Alguns links de Resenhas Literárias de Silas Correa Leite, inclusive em links de sites de Portugal e da áfrica

http://www.amigosdolivro.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=3255

http://www.mallarmargens.com/2015/06/o-feroz-circulo-do-homem-de-carlos.html

http://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=9433

http://jornalcultura.sapo.ao/dialogo-intercultural/as-putas-tristes-de-gabriel-garcia-marquez

http://homoliteratus.com/author/silas/

https://poetasilascorrealeite.wordpress.com/2009/11/07/romance-a-menina-que-roubava-livros-resenha-critica-de-silas-correa-leite/

http://cartunistasolda.com.br/o-trevisanico-dalton-da-o-tom-morbido-da-escurez-humana/

http://www.incomunidade.com/v36/art.php?art=17

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Fados, Poema

FADO

(Definição)

-O fado é filho da lonjura

A nave, a terra, o sal

Na saudade catarineta

Dentro da alma viajosa, a terra natal

-O fado é âncora íntima

Um sextante residual

Na distância, na ausência

O alecrim de abril na dor espiritual

O fado é oceano dizendo

Bendição, no lustral

O mapa da alma portuguesa

Náutica lágrima de lonjura ancestral

O fado é porto de dor

Bandolim; tear musical

Somos todos almas naus

Pátria-Mãe - sinos de Portugal

Silas Correa leite

Brasil

E-mail: poesilas@terra.com.br

www.artistasdeitarare.blogspot.com/

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Filosofias do Silas Correa Leite

"FilosoSilas"

Cem "Bijutelíricas" do Livre Pensador Humanista Silas Corrêa Leite

(Perguntamentos, Desesespelhos, Desabandonos e Alucilâminas)

Almanaque de Cem Doses de LactobaSilas e suas "siladas"

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"Adquirimos sabedoria? Eis um belo paradoxo,

já que a sabedoria é fruto das perdas

e não das aquisições." (Alma Welt)

01.Quem tem uma só breve e inócua razão para querer continuar existindo, é doido de parafuso solto e da pá virada e da pá varrida...

02.O destino da existência do chamado "humanus" no telúrico inferno humanizado é a nossa cruz adâmica ancestral e ainda corrompida

03.A natureza nos protege de nós, porque quando nos sentimos superiores por ela somos derrubados como árvores podres

04.Só os imbecis são felizes

05.Nossa infância é o nosso maior tesouro

06.O silêncio é a maior prece de uma ser "almando" uma outra superior alma na placa mãe sideral

07.Nosso fim revelará nossa honra ou nosso horror no verdor da existencialização

08.O homem que se proclama bom, não é realista, é um mero burro de carga amoral

09.Algumas pessoas com peçonhas conversam só para fugirem de ser o que pensam que são

10.Não podemos amar o outrem, se não toleramos nosso próprio reduto intimo, sendo perversos e egoístas na nossa mais secreta interioridade recalcada

11.Só quem ergueu sozinho, com luta, fibra, sangue, choro e ranger de dentes, seu futuro limpo, é que tem direito a arguir alguma coisa de um lado ou de outro

12.Amigos mesmo cabem na palma da mão, mas sobram dedos na hora de contá-los no frigir dos problemas e enfrentamentos

13.Pelos nossos inimigos nos conhecerão e nos reconhecerão em honra, glória e respeito

14.O tal do bendito sucesso é só uma mentira de ocasião

15.O homem é o estrume no esgoto da terra, o aterro depositado do espaço, onde estão depositados todos os vermes

16.Quem muito de si mesmo fala, um jumento presencial embala

17.Virtutes, acertos e erros, afinam prudências ressentidas

18.O tal dos reinos dos céus começa a ser assentado depois de uma nossa particular e infinito mea-culpa

19.O homem é antes de tudo, acima e sobre todas as coisas, apenas um mero eco à beira do abismo

20.A melhor arma contra um inimigo é um currículo espetacular, portentoso, excepcional, fora de série

21.Os nossos maiores êxitos são desaforos obscuros, oportunismos sórdidos de mal- feitos, aproveitamentos escusos de ocasião, como indecências que resignamos e contamos palha com um papo furado que fura o olho da verdadeira verdade em nome de uma falsa meritocracia de ocasião, do rastilho do ocaso, do cardume do acaso e de um nefasto percurso maquiavélico...

22.Ser você mesmo faz parte de seu verdadeiro caráter. As vezes dói a portabilidade de se ser, mas, mesmo doendo, não queira parecer ser o que não é, nem pensando que pensa, pois fingir mostra a escurez da falta de escrúpulos assentando tijolos de vaidades customizadas com chiquezas espúrias de pústulas

23.Na verdade, o melhor do sumo de nós mesmos, aprendemos sozinhos e em enfrentações com sequelas de dor em neuras, mas nos cabendo em nós, desfrutamos o fortalecimento depois de erros, acertos, apreendências

24.Nossas opiniões só fazem bem para a nossa pose

25.Feridos venceremos

26.Toda razão perfeita e acabada de quem veio do pó começa a esvair-se quando vamos ao banheiro soltar um barro

27.O futuro sempre começa a ser construído bem lá atrás, com nossas ações contínuas de perdas de lastros setoriais ou customizados de clã e meio. Só assim nos livramos de nós e de ranços, e ergueremos nossa própria sombra, muro e pódio

28.As pedras rolam em artes. Que pedra polida queremos ser, parados, em mesmices e achismos, criando limo e húmus vegetativo?

29.A melhor lição de vida é um exemplo limpo de vitória em campo minado

30.Toda reclamação deveria vir precedida de uma bela ideia de conserto, solução ou refinamento para uma purgação evolutiva

31.No amor sempre existe um pouco de enlevo circunstancial, de devaneio residual, e de submissão unilateral

32.O dia de aprender voar, não é o dia de se atirar no abismo com paraquedas de ego doentio superestimado

33.Quem vê muitos monstros habita o surto circuito do miolo mole de um deles feito espectro

34.Se falamos de verdades olhando no espelho, fugimos do medo-rabo de nós mesmos

35.O ser humano mais do que um acidente criacional, é um embuste e uma mentira da conspiradora natureza corporativa

36.O dia que não lemos alguma coisa, não existimos

37.A alma tem sabedoria toda peculiar e inerente, que até a lucidez desconhece

38.Algumas pessoas com peçonhas deveriam vir ao mundo com tarja preta na fronte

39.Extremismos são impotências sublimadas

40.A solidão do homem no espaço é o cadáver insepulto de si mesmo que ele leva no lombo de sua mediocridade

41.Amar é despertencer-se

42.A meritocracia é uma enganação assistida, um erro

43.Todos os grandes pensamentos e as grandes ideias, foram produzidas na intimidade privada de um banheiro, como contrapartida para um descarregamento de intimo transido.

44.Todos os cadáveres deveriam ser congelados, desde o surgimento e evolução do homem na tábua de carne da terra, porque no futural vai faltar alimento e nutrientes básicos

45.Só tragédias curam paixões impossíveis

46.Quem acha alguns idiotas, deve estar procurando sustentação e companhia para sua tacanha mediocridade

47.Algumas pessoas sabem ser confidentes, e sacam o que deve ser isso, não tentam ser extintores de incêndios

48.Pessoa que repete que lê, como papagaios de piratas, é entidade vazia de si mesma

49.Estar só é um colírio, se você sozinho consegue ser um vencedor limpo em teoria e prática, você merece companhia qualificada para se reproduzir, não fazer parte do sistema

50.O humano que é um sofredor bem resolvido, tem em sua sapiência espiritual de recolhes ascendentes um ótimo butim

51.Gosto de brigões. Não gosto de cagões. Nessa vida é mesmo assim: ou você é um Nerd, ou você é um merd.

52.Quem não gosta de animais, não se enxerga.

53.Querer tentar ser sábio, significa porões, tormentas, sequelas descompensadas, não vitória boba com mãos sujas

54.O cérebro faz parte do kit básico da evolução necessária. Todos deveriam usar um

55.Quem não ergue, não constrói seu dia, cava seu poço de mediocridade. Deveria tentar arte como libertação. Quem não trabalha, não estuda e não lê, é parte da escoria tangida pela mediocridade.

56.Pessoas confusas, inseguras e fracas, fazem mal pra cadeia residual da civilização. Deveria haver um mosteiro para ateus, cegos e frustrados?

57.O homem que nunca deixou de ser criança, é que nesse conhecimento adquirido potencializa o DNA quântico do evoluído humanus em si

58.Ninguém é louco sozinho. Deus é o maior louco e solitário do universo multipangalaxial, e ergueu todo esse Big Bang que virou orquestral Big Band espacial, já que do jazz nasce a luz

59.Opinião é como fralda geriátrica: cada um preenche seu vazio dogmático com o que acha que fez de si e na verdade não fez

60.Para os animais, o homem é um deus. Para Deus, o homem para chegar a ser animal ainda tem que sair do lugar que está, pois está no átomo sem cachorro

61.Casar é humor a dois. Ou é tédio, rotina, apropriação, iniquidade, dezelo intimo e parcimônia com a infelicidade conjugal reciproca

62.Todo homem é um ignorante na sua essência

63.O melhor pensador é aquele que reflete com realismo sobra a sua sentição e o seu próprio lado sentidor enquanto neura, fuga, tentativa de achismo

64.Poeta que não lê o defeito de si, não sabe o que de per-si é, não sabe o que é uma coisa ou outra.

65.A vida é rotina cruel, tédio. Viver é plágio. Morrer é pós pago?

  1. O homem é um câncer historial.

67.Nossos maiores bens são nossas estadias de severos estudos

68.Quem não sabe se doar, não faz parte de um todo sagracial ético-plural comunitário

69.A ilusão consentida e alumbrada alimenta e amola a faca cega da esperança

70.A arte tende a ser a libertação do ser de si

71.Somos todos meras cópias. Alguns, nem isso

72.Quem não ama seus pais, e quer julgá-los sem estar a altura, nunca será nada na vida e na morte também

73.Nas profundezas da alma acesa em lume neutro, estão todos os tipos de tições de monstros que afinal nos restamos

74.Viver intensamente é tribunal, alga, palco, iluminura e refinamento com o qual cerzimos a pele arisca do dia

75.Algumas almas bobamente boas, habitam corpos parasitas

76.Odiar deveria ser proibido. O ódio enfeza o odiador, e só faz bem pras fezes.

  1. A vida inteirinha tentamos ser o tempo todo o mais distante e diferente possível do que realmente e na verdade somos

78.Numa guerra todos perdem. Até os vencedores

79.Um mestre que não tem um aluno muito melhor do que ele, não foi um bom mestre

80.O mundo da imaginação coletiva é que permite uma realidade substituta, com todas as suas lonjuras, pompas de podres poderes e sofisticadas mentiras com significados libertários pífios, ignóbeis e rasos

81.Perdoar é divino. Tirar lições de errações é que fortificam nossas muletas de prosseguimentos

82.A esperança é a inteligência da vida

83.O que nos mata, nos leva consigo

84.Quem mal vê, mal ouve, mal sabe, mal capta. Aprender é sempre um curtume de aproximação com o diferenciado de nós

85.Todas as vezes que levantamos a voz, perdemos o conteúdo, a razão, a ética

86.Todo idealismo é chulo, farpa, nonsense, um verdadeiro chute na sombra

87.Todo caminho é corrente, vazão e hangar

88.Toda certeza é esgoto de esgotamento neural martirizado nas aparências

89.Não vivemos por nós, mas pela manada com grife

90.Nossos erros de escolhas e situações, nos acompanharão por toda a corda esticada da eternidade

91.Fórmula de felicidade: olaria, silo, salina, embarcadouro, biblioteca

92.Ser feliz é fazer alguém feliz

93.A grandeza da vida é a belezura de ser simples

94.A vida é muito curta para ficarmos preenchendo questionários de renúncias e de perguntamentos

95.Nossa força pode ser nosso algoz

96.Nossos pecados são nossos professores

97.Quem remói muito um osso duro de ruir, é animal de sua própria insignificância

98.O amor é eixo e farol. Quem não se desarma, não ama

99.Somos o nosso próprio capital. As ações que somamos é o árduo trabalho, muitos estudos, leituras a todo e pleno vapor, e assim erguemos um castelo com a cara e coragem de nosso encantário vivencial, feito documento de presença, de passagem e de estadia nesse plano dimensional de uma dobra do espaço

  1. Tudo o que você fizer no calado da viagem e no dizer nas honras, feito desaceleração de partículas, será usado a favor de você, ou contra você, em sua acusação, naquele bendito final feliz em que todos morrem, e todas as páginas do livro aberto de sua vida regurgitarão além de sua retina como um ácido nucleico da barriga dos céus gerando uma evolução, ou uma volta ao estado primevo dos perdedores e infelizes, para uma nova tentativa...

Silas Corrêa Leite - Texto da Série Assim Falou Silas e suas Culatras

E-mail: poesilas@terra.com.br

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Poema Bendições

BENDIÇÕES

(Terras em Mim de Portugal)

-O que será, que tenho em mim

De Portugal, terra de ancestrais

De meus pais?

A pureza original da Ilha da Madeira?

A bruteza náutica do inquerer?

A busca de uma paz impossível?

A arte como refinamento íntimo?

O amor pelas estrelas do mar?

A língua-mãe, ou o fado,

do meu destino de peregrinador?

Alguma coisa de Portugal, por parte de meu pai

Eu tenho em mim

E escrevo odes, erranças, naufrágios, bendições,

pertencimentos e quireras de me ser

em poemas.

Talvez por parte de não saber o que tenho

Mais as lágrimas afrocontinentais de minha mãe

Misturada à alma portuguesa

Tudo isso em somas façam de mim um poeta buscador

Da paz - no sextante dentro da forma da poesia

Na âncora do laboratório de me ser

Como uma nau catarineta no meu intimo a dizer:

-Às armas!

-Às Armas!

E então tomo da arma branda canetinha bic amarela

como uma bússola lustral

E risco meus caminhos em águas, paragens, raízes,

ilhas e velas ao vento-coisa

Tentando me encontrar comigo mesmo

Um lusonauta que encara a barra pesada de viver

Nesse cínico e hipócrita mundo cão

Barrabrava

Emergindo-me, levanto-me

Pois a minha alma lusitana grita:

-Às armas!

-Às armas!

E depois que escrevo mundos e fungos, ícaros e ácaros

Ora Pessoa, ora Eça de Queiróz

Ora Saramago ou Bocage

E então descanso da dura batalha de sobreviver

No mar de sargaços da vida

Porque minha terra é minha língua

Minha pátria é minha língua

Minha pátria é o português

E em virtude disso eu sigo, sangro,

singro e dou testemunho de mim

Com os cortantes ventos ancestrais no meu DNA

No meu sangue; no meu suor de sais de Portugal

E nas minhas curtidas lágrimas lusodescendentes

Gritando no surto-circuito de meus fios desencapados

Feito um fado de dizer com o espírito ancestral:

-As armas!

-As Armas!

-0-

Silas Corrêa Leite

Itararé/São Paulo/Brasil

E-mail: poesilas@terra.com.br

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Os 20 Livros de Silas Correa Leite

Vinte Livros de Um Eterno Autor Emergente e NeoMaldito da WEB

SILAS CORREA LEITE - Escritor, Professor, Jornalista Comunitário, Conselheiro em Direitos Humanos:

Silas Correa Leite - Ciberpoeta, Blogueiro e Ficcionista premiado, tachado pelo site CAPITU de O Rei da Web. Está em mais de 800 sites, até na América espanhola, Europa e África. Seu ESTATUTO DE POETA foi traduzido para o espanhol, inglês, francês e russo.

Foi engraxate, boia-fria, garçom, marceneiro. Começou a escrever só com o curso primário, aos 16 anos, em jornais de sua cidade, Itararé-SP

Breve currículo/Bibliografia:

Silas Corrêa Leite, Ciberpoeta, ensaísta, blogueiro premiado pelo UOL, Professor e Especialista em Educação, Jornalista Comunitário (ECA/USP), diplomado Conselheiro em Direitos Humanos (SP), Coordenador de Pesquisas FAPESP-USP em "Culturas Juvenis", é autor, entre outros, dos livros "O Homem Que Virou Cerveja", Crônicas Hilárias de um Poeta Boêmio, Prêmio Valdeck Almeida de Jesus, Salvador/Bahia; "Porta-Lapsos", Poemas, "Campo de Trigo Com Corvos", contos premiados, incluído para a final do Telecom, Portugal. Da Estância Boêmia de Santa Itararé das Artes, SP, Cidade Poema, o autor foi premiado em Concursos de renome como "Paulo Leminski de Contos"; Prêmio Literal de Contos Fundação Petrobrás (Curadoria Heloisa Buarque de Hollanda); "Ignácio Loyola Brandão de Contos"; Ficções & Fantástico, "Simetria" (Microcontos), Portugal; Prêmio Biblioteca Mário de Andrade/Concurso de Poesia Sobre SP (Secretaria de Cultura Marilena Chauí); Prêmio Lygia Fagundes Telles Para Professor Escritor; Prêmio Cancioneiro Infanto-juvenil Instituto Piaget (Portugal); foi Vencedor do Primeiro Salão Nacional de Causos de Pescadores (USP, Jornal Estado de São Paulo/Rádio Eldorado/Promoção Parceiros do Tietê), entre outros, e consta em mais de cem antologias literárias em verso e prosa, inclusive na FBN-Fundação Biblioteca Nacional e no exterior. Seu ebook de sucesso, "O Rinoceronte de Clarice", primeiro livro interativo da rede mundial de computadores, contos fantásticos, cada ficção com três finais, um final feliz, um final de tragédia e um terceiro final politicamente incorreto, por ser pioneiro e de vanguarda, único no gênero, foi divulgado na mídia, como Estadão, JBonline, Poetry Magazine (EUA), Diário Popular, Jornal da Tarde, Revista Época, Revista Ao Mestre Com Carinho, Revista Kalunga, Revista da Web, Minha Revista (RJ), entre outras, e concedeu entrevista aos programas Metrópolis e Provocações (Antonio Abujamra) TV Cultura/SP, ao programa "Na Berlinda" (Canal 21), Programa Imprensa e Cultura (Canal Universitário) e ao Jornal da Noite/Momento Cultural/TV Bandeirantes (Márcia Peltier), entre outros. O ebook, de sucesso (Portal Imprensa), referência em livro virtual na internet, foi tese de Mestrado na Universidade de Brasília e tese de Doutorado em Semiótica pela UFAL-Universidade Federal de Alagoas, e reco9mendado como leitura obrigatória na matéria Linguagem Virtual, no Mestrado de Ciência da Linguagem, da UNICSUL-SC. Silas está publicado em mais de 800 links de sites. Tem artigos, poemas, microcontos, ensaios literários, resenhas criticas, letras de rock, twitter-poemas, twitter-contos, "Silas e suas "siladas" (humor) etc. publicados em jornais, suplementos de arte e cultura, revistas e fanzines. Por esse handicap líterocultural foi tachado pelo site Capitu como "O Neomaldito da Web".

LIVROS Livros do Autor Silas Corrêa Leite

-01)-"Raízes e Iluminuras", Poemas Escolhidos Para a Antologia de Concurso do Prêmio Eduardo Dias Coelho, Elos Clube, Comunidade Lusíada Internacional, Ano 1995.

-02)-"Trilhas e Iluminuras", libreto, Poemas, Coleção Prata Nova, Editora Grafite, Ano 1998, Editor Ademir Antonio Bacca, RS.

-03)-"Porta-Lapsos", Poemas, Editora All-Print, Ano 2005. SP.

-04)-"Os Picaretas do Brasil Real", Poema Social, Série Cantigas de Escárnio e Maldizer, e-book free Editora Thesaurus, Brasília-DF, Ano 2006.

-05)-"Campo de Trigo Com Corvos", Contos, Editora Design, Santa Catarina, Ano 2008, obra inscrita para finalista do Prêmio Telecom/Ficções, Portugal.

-06)- ASSIM ESCREVEM OS ITARAREENSES, Primeira Antologia de Prosa de Itararé, Editora All-Print, São Paulo, Idealizador, Editor e Organizador Silas Correa Leite

-07)-"Ele Está No Meio de Nós", Romance virtual, E-book disponível no site de cultura www.recantodasletras.com.br

-08)-"O Rinoceronte de Clarice", ebook de sucesso, primeiro Livro Interativo da Rede Mundial de Computadores, único no gênero e de vanguarda, com contos fantásticos, cada conto com três finais, um final feliz, um final de tragédia e um terceiro final politicamente incorreto, Editora Hotbook, Rio de Janeiro. Foi destaque na mídia (Estadão, Jornal da Tarde, Diário Popular, Revista Época, JBonline, Poetry Magazine (EUA), Revista Kalunga, Revista da Web, Revista Ao Mestre Com Carinho, Minha Revista (RJ), CBN RJ, Programa Momento Cultural/Jornal da Noite, TV Bandeirantes, Márcia Peltier, Programa de TV "Na Berlinda", Canal 21, Programa Metrópolis, TV Cultura de SP e Programa Provocações (Antonio Abujamra), TV Cultura de SP. E-book recomendando como leitura obrigatória na matéria Linguagem Virtual, no Mestrado de Ciências da Linguagem, na UNICSUL, Santa Catarina, tese de Mestrado na Universidade de Brasília e Tese de Doutorado em Semiótica na UFAL-Universidade Federal de Alagoas, com o Tema: "O Livro depois do livro: a Experiência Literária Hipertextual". Obra disponível no site: www.biblioteca.universia.net/ - A Tese de Doutorado do ebook (livro virtual) "O RINOCERONTE DE CLARICE", contos surrealistas e fantásticos, está disponível atualmente no link do site: http://bdtd.ufal.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=197

-09)-"O Homem Que Virou Cerveja", Crônicas Hilárias de Um Poeta Boêmio, Editora Giz/Primus, SP, Prêmio "Valdeck Almeida de Jesus" (Salvador, Bahia), Ano 2009

10)- "BUBOS TRANSVERSOS" Poemas e Deconcertezas - Abril, 2013 - Pela internacional Editora Bookess, disponível free no link http://www.bookess.com/profile/poesilas/books/

11)-DESVAIRADOS INUTENSILIOS, Poemas do Mundo da Web, Editora Multifoco, Rio de Janeiro, 2013

12)- ESTADOS DA ALMA, Acordes Dissonantes de "Mins", pelo site de Portugal WWW.carmovasconcelos-fenix.org/Escritor/silas-correa-leite-02.htm

13)-GOTO, Romance, A Lenda do Reino do Barqueiro Noturno do Rio Itararé, 2014, Editora Clube de Autores - www.clubedeautores.com.br

14)-TROIOS PERIGRITANTES, Microcontos, 2014, Editora Clube de Autores

15)-O TAO DA POESIA, Poemas na Linha de Tao, 2014, Editora Clube de Autores

16)-NÃO DEIXEM QUE TE TIREM A PRIMAVERA, Livro de Alta Ajuda, 2014, Editora Clube de Autores

17)-PIRILAMPADAS, Poemas Infanto-juvenis, Editora Pragmatha, 214

18)-SURTAGENS, Microcontos, Editora Tinta Livre, ebook: in http://www.tintalivre.com/surtagens?search=Surtagens

19)-O MENINO QUE QUERIA SER SUPER-HEROI, Romance Infanto-juvenil, 2014, Amazon, ebook: http://www.amazon.com.br/MENINO-QUE-QUERIA-SUPER-HER%C3%93I-Infantojuvenil-ebook/dp/B00K9EECBK

Livro a ser lançado em breve:

20)-GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório, Romance Infantojuvenil, aprovado pela Autografia Editora, Rio de Janeiro

-0- Contatos: E-mail: poesilas@terra.com.br

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Quem se interessar em comprar meus livros, indico links de sites

GENTE,

Normalmente não cobro para fazer resenhas, prefácios, posfácios, críticas, formatações, TCCs, leituras avaliatórias, ensaios, artigos, etc. no que posso ajudar um outro escritor, capricho, numa boa. Sou meio bobo nessas área, sou socialista, não dinheirista.

No entanto, indico alguns sites, se o resenhado/criticado/ajudado/ quiser e puder colaborar, comprando alguns dos livros meus, vejam os links:

Aqui: Um Romance, um livro de Microcontos, um de Poemas e um de Alta Ajuda, lançados em 2014

http://www.clubedeautores.com.br/books/search?utf8=%E2%9C%93&where=books&what=silas+correa+leite&sort=&topic_id=

ou

GUTE=GUTE, Barriga Experimental de Repertório, Romance, 2015 - Editora AUTOGRAFIA, RJ, recentemente lançado

http://www.autografia.com.br/loja/pre-venda:-gute-gute-os-livros-serao-entregues-apos-o-lancamento-autografados/detalhes

Porta-Lapsos (Poemas), Campo de Trigo Com Corvos, Contos Premiados, e Desvairados Inutensilios, Poemas, no

site: www.livrariacultura.com.br

Se vc puder colaborar, fico feliz. Fique a vontade. Não é um preço. Apenas uma sugestão.

Abraços

Silas Corrêa Leite

E-mail: poesilas@terra.com.br

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Projeto de Vida, Silas Correa Leite, Depoimento de um Poeta Sexagenário

Projeto de Vida- Depoimento de Um Poeta Sexagenário

Silas Corrêa Leite

(Da Série "Testamento de Uma Jornada")

A partir de uma tenra idade, muito precoce ainda, pais honestos, meio probo, vc começa a delinear um básico projeto de vida. De origem humilde, você cisma: -Estudar muito, ler bastante, trabalhar o mais cedo possível, ganhar a vida honestamente, com as mãos limpas. Simples assim.

Começa a trabalhar, sempre lendo, sendo honesto, pontual, produtivo, criativo, admirado e elogiado pelos patrões, tipo "esse menino vai longe". Quando tem a chance de estudar, se entrega loucamente aos estudos que acabou parando na quarta-série primária ainda guri, para trabalhar e ajudar a família carecida. E exemplos de dignidade, criatividade, honestidade em casa, no meio, no clã. Siga os bons.

Cedo sai de casa em busca de melhores condições de trabalho e estudos. Passa necessidade, passa fome, dorme em cortiço, pensão, dorme na rua. Sempre com um ideal, um sonho, esperanças limpas. Nunca é tarde para recomeçar, e a busca de ser feliz ainda que tardia.

Acaba se formando com dificuldades, acaba melhorando de empregos, sempre respeitado pelos colegas, subalternos, amigos, chefes, patrões, donos. Podem confiar em você. Seu sonho é vencer na vida com esforço e por merecimento. Em todo trampo, mesmo começando por baixo, logo acaba chefe por mérito. Começa a ganhar bem. Ajuda amigos, parentes, familiares. Seu projeto de vida é digno. Aprende a respeitar a dor do outro, estender a mão, ser solidário, também tem um projeto de vida ético-humanitário. Vai realizando seus sonhos...

Erra e acerta no amor. Romântico, poeta, sabe como é. Comete erros que pode dizer que cometeu, na caminhadura. Nada a esconder. Nenhum mal feito que revele você interesseiro, mau caráter, roubando a firma, o patrão, o meio, nem nunca chamado de caloteiro, de velhaco, nem nunca sofrendo despejo por falta de pagamento, nunca ostentando nada que não fizesse por merecer ter com sangue, suor e lágrimas. Projeto de vida. Simples assim.

Vez em quando, levando um tombo da vida, uma mentira, uma traição, uma punhalada pelas costas de parente ou amigo, mas sempre saindo da queda, do chão, limpo, se levantando com mais trabalho, resiliência, mais esforços, três trampos, acordando cedo, dormindo tarde, vendendo as férias para fazer caixa, fazendo cursos em finais de semana, nas férias. Projeto: evoluir, comprar uma casa para si, uma casa prometida para a mãe. Finalmente, entre lonjuras e escolhas, acerta e acha a mulher de sua vida, uma mão na roda, honesta, estudiosa, que trabalha muito também, que estuda até tarde, que dá um show em casa, gerencia sua cabeça, suas loucuras, dá estrutura aos seus planos... Luz atrai luz.

De vez em quando um novo curso, um novo diploma, um prêmio literário de renome, um convite pra palestra paga, uma entrevista no rádio, outra na tevê, em programa de alto nível cult, depois bola um livro pioneiro, de vanguarda e único no gênero que sai na chamada grande mídia, vira tese de mestrado, no doutorado, consta em centenas de sites, até em antologias literárias no exterior, ou mesmo na Biblioteca Nacional, e você com seu projeto de vida ganhando amplitude, destaque, reconhecimento. De três sonhos impossíveis quando criança berebenta com amarelão, realizou mais de dez sonhos impossíveis ao longo de seu projeto de vida. E como escritor elogiado entre outros por Elio Gaspari, Fernando Jorge, Lygia Fagundes Telles, Ignácio de Loyola Brandão, Álvaro Alves de faria, Moacir Scliar e Carlos Nejar,ambos da ABL-Academia Brasileira de Letras. Sentiu firmeza.

Encontra colegas de trabalho, patrões, alunos. Em todos o reconhecimento claro e cristalino. Seus textos em sites, até internacionais, em redes socais, em convites de formatura, em discursos, citações, em teses de TCCS, em posses de academias de letras regionais, em agendas, até fora do Brasil. O menino pobre, pondo suas dores pra fora, seu projeto de vida relido e contato, e novos prêmios, outros livros. E palestras, até em universidades federais, publicado em jornal da USP, onde foi bolsista pesquisador, seus textos em sites da Argentina, Itália, Chile, Estados Unidos, Espanha, Portugal, Angola,Moçambique, Rússia, no Pravda. Seu Estatuto de Poeta vertido para o inglês,francês, espanhol e russo. Seu projeto de vida tem o que dizer,o que valer, o que fazer sentido numa croniqueta, num poema, num livro. Você compra a casa para sua mãe. E a sua mãe descendente de negros com índios, vendo você na TV Cultura, duas vezes, na TV Band, em capa de jornais de sua cidade, em matérias e em revistas, e diz: -Ele sempre foi meio espeloteado. Você a honra. E conta que vc esteve para morrer seis vezes, quando criança. Que seu pai gastou vários terrenos para comprar remédios, tratar de vc, para que você sobrevivesse. Você venceu a morte... a miséria... a batalha da vida dura... Os padres dizem que vc seria um ótimo Frei. Os crentes dizem que vc seria um ótimo pastor. Os Médiuns dizem que vc é médium... Será o impossível? E vc na sua vidinha, fé com obras...

Um dia chutam: -Você deu sorte na vida. Não sabem um terço da missa. Um dia perguntam: -E se você fosse avisado por um medico, de que tem pouco tempo de vida,o que faria? Você responde: Eu olharia para trás, vendo que deixei o mundo de meu clã melhor do que recebi, olharia minha origem, minha trajetória, e diria, curto e grosso: -Pintei e bordei.

Cada coisa em sua casa, conquistada com esforço e dignidade. Nunca colocou nada em casa que fosse tirado, furtado, roubado, enganando alguém, a empresa, o amigo, o parente, a facilidade de extorsão, o enriquecimento ilícito com divida, peculato, prevaricação. E ainda socialista, sonhando um humanismo de resultados. Um amigo brinca: Se vc fosse de direita, mau caráter, mulherengo,interesseiro,olho grande,mão rápida, dinheirista, continuasse na área de advocacia, estaria podre de rico? E indagam: -Vc está rico? Vc responde na bucha: -Estou digno.

Quando não te chateiam: -Por que vc estuda tanto,lê tanto, feito um E.T.? Ninguém sabe a sua dor.O que você passou para continuar limpo e para ser o que é. Vc cai no Vestibular na faculdade de letras de sua cidade, da qual é autor de um hino. Cai, junto com Machado de Assis e Vinicius de Moraes no Vestibular da VUNESP.Seu projeto de vida cresceu com você. E vc não ostenta posses,nem nada que valore mais você,a não ser a sua própria história de vida, que já daria um romance de tristeza,de conquista e determinação...

Projeto de vida: vencer com a força de sua cabeça,seus braços; o que tem fazer por merecer e coadugnar com seus ganhos em três trampos e trabalhos de assessorias em escritas,orelhas e prefácios de livros,resenhas criticas, criticas literárias e sociais, escrevendo em mais de 800 links de sites. Você fez além de seu projeto de vida. Há um Deus. Quando chegar a sua hora de ir embora, cantar noutra fregesia do céu, numa Itararezinha Celeste, dirão: -Passou a vida lendo e escrevendo e estudando feito um louco. Alguma pessoa que sabe sua história,dirá: -Queria ter um filho como ele.Uma aluna dirá novamente: -Foi o melhor professor que eu tive,foi como um pai pra mim,e regia aulas como um professor de cursinho, cantava na sala, fazia historias em quadrinhos,teatro,letras de rock, entrevista,rodas vidas de aulas... tudo isso em Geografia,História, Filosofia e Ética e Cidadania, Didática...

Nesses erros e acertos,altos e baixos,idas e vindas, tempos de vacas magras e vacas gordas, perdas e saudades, rupturas e desastres, tragédias e lamentos,procura honrar a memória de seus ancestrais. Você foi forte,dizem. Você deu no couro,diz um parente. E você, passando dos sessenta, jogando limpo, segue o trajeto final de sua vida. Exigindo pelo pai,criticado,cobrado, sancionado,correspondeu, fez bonito. Criticado, foi estudar mais. Cada pé na bunda que levava, um novo curso,um novo livro,um novo diploma. Sempre assim. Primeiro dizem que você é pobre, é feio,filho de preto,de crente, de mãe lavadeira de roupas, faxineira, depois dizem que você é metido (escreve pro jornal com 16 anos), depois que é viado, depois que maconheiro,depois que é bêbado, depois que é comunista, petralha, depois você Vence sem fazer parte do sistema, sem entrar em nenhum esqueminha, sem corporativismo, sem jogos sujos, sem tramoias. E quem humilhou você num determinado tempo de pobrinho, humilhou sua mãe até,hoje compra seus livros no site da Livraria Cutura e pede autografo para você. Já pensou que demais?

A sua primeira professora, que, com a diferenciada pedagogia do afeto alfabetizou você e descobriu sua primeira poesiazinha certamente pueril, décadas depois,num lançamento de mais um livro seu, na Casa das Rosas lotada, na Avenida Paulista, em SP, depõe:--O Silas foi o aluno mais pobre que eu tive. O Silas foi ao aluno mais inteligente que tive.Você chora. Alguns presentes choram.Mais de dez anos depois, você encontra uma ex-aluna que abraça você chama você de pai.Você olha a mãe da aluna chorando por finalmente conhecer você,e diz:-Você ajudou a criar minha filha. Ela estudou oito anos com vc e vc encheu o coração dela de sonhos... e mudou a cabeça. O sr foi como um pai pra ela,que era filha de mãe solteira...

Com quase cinco mil amigos no facebook,muitos até do exterior, entre centenas de ex-alunos, e o surpreso marido de uma ex aluna na pg do facebook diz:-Minha esposa está aqui na sala, na frente dos filhos,chorando,por encontrar o senhor de novo,que diz que foi o melhor professor que ela teve. Esse reconhecimento vale mais que um holerite, vale uma vida, uma alma. Somos todos aprendizes?

Por essas e outras, vencedor com as mãos limpas, sem obter vantagem em nada, sem ludibriar a empresa em que trabalha, ou valer-se do cargo ou situação de meio para ter status, pose, posses, conquistas amorais ou ilegais,você segue seu final de vida, como que lhe couber. Não fiz feio.

Na longa estrada da vida, os amigos podem contar com você. Os parentes podem contar com você. Seu pai contava com você, pois precisou. Você nunca abandonou sua mãe, e ela com você sabia que podia sempre contar.

Todos nós temos uma história pra contar.

Qual é a sua, vai encarar?

Se forem fazer uma auditoria,confirmariam isso. E saberiam de processos que sofreu por corruptos em quem os outros votaram,você não, e vc ainda continua primário apesar de tudo, 47 anos escrevendo para o Jornal O Guarani de Itararé,onde tudo começou como uma escada,uma escola,uma estrada, um treino, um aprendizado básico.

Consciência limpa,sem remorso,várias perdas e tristezas,marcas no corpo e na alma, sem tatuagens mas com várias cicatrizes, e você segue sobrevivendo sem esperar muito da vida agora,afinal,estamos todos no mesmo roçado de trajeto e entornos, e, parafraseando Caetano Veloso, sabemos que uns vão, uns não, uns hão,uns cão, uns chão,e não existem outros...

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Silas Corrêa Leite

E-mail:poesilas@terra.com.br

WWW.artistasdeitarare.blogspot.com/

Texto da Série "Daquilo Que Eu Sei e Vivi Plenamente"

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