Lista de Poemas
TODOS OS LIVROS DE SILAS CORREA LEITE
Silas Corrêa Leite, escritor premiado em verso e prosa, embaixador itinerante de Itararé, promotor literocultural da chamada Literatura Itarareense dentro da literatura contemporânea brasileira, elogiado por crítica especializada até da USP e por membros da ABL-Academia Brasileira de Letras, destaque na chamada grande mídia, inclusive televisiva, presente em quase todas as redes sociais, colaborando com sites de renome, no Brasil e no exterior, inclusive na América espanhola, Europa, África e Ásia, quando ainda era pobre e garçom do Bar do Calixtrato começou a escrever com 16 anos em jornais de Itararé, das Famílias Lages e Contieri, e atingiu nesse ano de 2019 mais de trinta livros, a saber, o início:
-01)-“Raízes e Iluminuras”, Poemas Escolhidos Para a Antologia de Concurso do Prêmio Eduardo Dias Coelho, Menção Honrosa, Elos Clube, Comunidade Lusíada Internacional, Ano 1995, poemas do acervo do autor representando Itararé, o Elos Clube de Itararé, Comunidade Lusíada Internacional, Gestão Maria de Lourdes Luciano Nonvieri.
-02)-“Trilhas e Iluminuras”, libreto, Poemas, Coleção Prata Nova, Editora Grafite, Ano 1998, Editor Ademir Antonio Bacca, RS.
-03)-“Porta-Lapsos”, Poemas, Editora All-Print, Ano 2005. SP. Uma espécie de coletânea antológica de seus melhores trabalhos, inclusive premiados em concursos de renome.
-04)-“Os Picaretas do Brasil Real”, Poema Social, Série Cantigas de Escárnio e Maldizer, e-book free, Editora Thesaurus, Brasília-DF, Ano 2006. Um poema social épico, crítico, feroz e voraz, bem ao estilo politizado e humanista do autor também enquanto pensador e crítico social.
-05)-“Campo de Trigo Com Corvos”, Contos premiados do autor, Editora Design, Santa Catarina, Ano 2008, obra finalista do Prêmio Telecom/Ficções, Portugal. Quase todas os causos, ficções e invencionices do livro, são trabalhos falando de Itararé que ama tanto.
-06)- ASSIM ESCREVEM OS ITARAREENSES, Primeira Antologia de Prosa de Itararé, Editora All-Print, São Paulo, Idealizador, Editor e Organizador Silas Correa Leite, com co-organizadora a Professora Maria Apparecida S. Coquemala, obra que expõe as vertentes da literatura Itarareense, de iniciantes, emergentes a consagrados.
-07)-“O Rinoceronte de Clarice”, ebook de sucesso, primeiro Livro Interativo da Rede Mundial de Computadores, único no gênero e de vanguarda, com contos fantásticos, cada ficção com três finais, um final feliz, um final de tragédia e um terceiro final politicamente incorreto, Editora Hotbook, Rio de Janeiro. Foi destaque na mídia (Estadão, Jornal da Tarde, Diário Popular, Revista Época, JBonline, Poetry Magazine (EUA), Revista Kalunga, Revista da Web, Revista Ao Mestre Com Carinho, Minha Revista (RJ), CBN RJ, Programa Momento Cultural/Jornal da Noite, TV Bandeirantes, Márcia Peltier, Programa de TV “Na Berlinda”, Canal 21, Programa Metrópolis, TV Cultura de SP e Programa Provocações (Antonio Abujamra), TV Cultura de SP. E-book recomendando como leitura obrigatória na matéria Linguagem Virtual, no Mestrado de Ciências da Linguagem, na UNICSUL, Santa Catarina, tese de Mestrado na Universidade de Brasília e Tese de Doutorado em Semiótica na UFAL-Universidade Federal de Alagoas, com o Tema: “O Livro depois do livro: a Experiência Literária Hipertextual”. Obra disponível no site: www.biblioteca.universia.net/ - A Tese de Doutorado do ebook (livro virtual) “O RINOCERONTE DE CLARICE”, contos surrealistas e fantásticos, está disponível atualmente no link do site: http://bdtd.ufal.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=197
-08)-“O Homem Que Virou Cerveja”, Crônicas Hilárias de Um Poeta Boêmio, Editora Giz/Primus, SP, Prêmio “Valdeck Almeida de Jesus” (Salvador, Bahia), Ano 2009. Causos hilários, de humor e de crítica social do autor.
09)- “BULBOS TRANSVERSOS” Poemas e Desconcertezas – Abril, 2013 – Um mosaico bem contemporâneo de vários poemas do autor, obra disponível no site: https://www.clubedeautores.com.br/livro/bulbos-transversos#.XNstMBRKiUk
10)-DESVAIRADOS INUTENSILIOS, Poemas do Mundo da Web, Editora Multifoco, Rio de Janeiro, 2013. Outro livro de poemas modernos do autor, de sua safra contemporânea e universal.
11)- ESTADOS DA ALMA, Acordes Dissonantes de "Mins", ebook, free, pelo site de Portugal WWW.carmovasconcelos-fenix.org/Escritor/silas-correa-leite-02.htm
12)-GOTO, Romance, A Lenda do Reino do Barqueiro Noturno do Rio Itararé, Editora Clube de Autores – www.clubedeautores.com.br. Obra considerada pela crítica especializada como o melhor livro do autor. Crítica da obra (fragmento): “Mais de oitenta anos depois, a bucólica Itararé agora entra pela porta da frente da Literatura Brasileira e ganha foro comparável ao do Yoknapatawpha County de William Faulkner (1897-1962) na literatura norte-americana, e de Macondo de Gabriel García Márquez (1927-2014) e de Santa Maria de Juan Carlos Onetti (1909-1994) na literatura latino-americana. A paulista Itararé é o palco das aventuras contadas por Aristides, ou Ari, ou ainda Goto, personagem do romance Goto – o reino encantado do barqueiro noturno do rio Itararé. Obra do século XXI, em que toda a coerência formal da narrativa já foi desrespeitada, Goto surge como romance pós-moderno, ou seja, é fragmentado, desintegrado e de linguagem rebelde, assumindo-se como não-romance ou anti-romance, ao romper com as fôrmas literárias do Romantismo e do Modernismo, como diria o insuperável professor e ensaísta Massaud Moisés (1928). Afinal, o barqueiro, em seu trabalho de levar gente de uma margem para outra do rio Itararé, contava para o que ouvia, mas falando na primeira pessoa, exatamente do mesmo modo como havia ouvido o caso. Com isso, o romance adquire também um sentido polifônico, ou seja, composto por muitas vozes que não a do autor, tal como definiu o crítico literário e filósofo da linguagem russo Mikhail Bakhtin (1895-1975), ao analisar a obra de Fiódor Dostoiévski (1821-1881). É nesse sentido que se pode dizer que Goto alcança o status de pós-moderno. (Adelto Gonçalves, Professor da USP), Link:https://www.academia.edu/30183759/LETRASRESENHA_CR%C3%8DTICA_GOTO_DE_SILAS_CORREA_LEITE
13)-TROIOS PERIGRITANTES, Microcontos, 2014, Editora Clube de Autores. Alguns dos melhores microcontos do autor, inclusive o seu na categoria literária do menor microconto do mundo e trabalhos premiados.
14)-O TAO DA POESIA, Poemas na Linha de Tao, 2014, Editora Clube de Autores – Poemas na linha de TAO do autor.
15)-NÃO DEIXEM QUE TE TIREM A PRIMAVERA, Livro de Alta Ajuda, 2014, Editora Clube de Autores
00)-VISTA A MINHA PELE, Afropoemas do autor, inclusive o próprio poema com o nome do livro que foi usado em mestrado cadernos didáticos, projetos pedagógicos, revistas de educação, teses de TCC e também usado em palestras e mesmo em concursos literários de comunidade afrodescendente.
16)-PENSATAS, Ensaios literoculturais. Vários textos, artigos e ensaios sobre cultura, literatura, comportamento social e afins, entre inéditos e publicados em sites, revistas, etc.
17)-PIRILAMPADAS, Poemas Infanto-juvenis, Editora Pragmatha, 2014. Coletânea de poemas infantis e infanto-juvenis do ator.
18)-SURTAGENS, Microcontos, Editora Tinta Livre, ebook: in http://www.tintalivre.com/surtagens?search=Surtagens - Site para comprar: http://www.tintalivre.com/
19)-O MENINO QUE QUERIA SER SUPER-HEROI, Romance Infanto-juvenil do autor, 2014, site Amazon, ebook: http://www.amazon.com.br/MENINO-QUE-QUERIA-SUPER-HER%C3%93I-Infantojuvenil-ebook/dp/B00K9EECBK
20)-Se as árvores pudessem falar, 2017, ebook pela Editora Saraiva-SP, poema épico do autor, sobre a linguagem das arvores.
21)-GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório, Romance Infantojuvenil, Autografia Editora, Rio de Janeiro. Também considerado um dos melhores livros do autor, sobre uma criança na barriga gestora da mãe contando como é lá dentro. Um dos livros mais elogiados e mais vendidos do autor. Alguns comentários sobre a obra: Resumos (fragmentos) de Críticas do romance GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório, Romance, de Silas Correa Leite, Editora Autografia, RJ
01.GUTE GUTE, BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO, Editora Autografia, O ROMANCE DE SILAS CORREA LEITE
“(...) Como em tudo o que faz, Silas Corrêa Leite é atrevido e criativo. Desta vez, nos aparece com este experimento ficcional, ao revés de René Chateaubriand, nas suas "Memórias de Além Túmulo" - são as sensações e questionamentos do nascituro. Um ser, supostamente em formação, mas com a personalidade pronto e a linguinha bem afiada. Humoroso - no sentido bergsoniano mas também dos humores corpóreos - e crítico, Gute Gute é uma reflexão uterina, se me perdoam o trocadilho, sobre a vida, o tempo, as relações sociais. Uma autorreflexão, se quiserem, porque o autor está dentro, perdoem de novo, do livro e do útero do mundo. Com a sua linguagem solta, coloquial, Silas Corrêa Leite nos traz gostosuras do tipo "contentezas", "brincadezas", "barrigal", "meda", "sexteen", "as fuselagens das minha mãe" etc. Mas não se engane o leitor. Silas vai a profundidades filosóficas, e mostra exemplos de erudição, formando quase um roteiro pedagógico. É ler para crer.(...) Joaquim Maria Botelho – Presidente da UBE-União Brasileira de Escritores. Jornalista, tradutor e professor.
02.Flora Figueiredo Sobre GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertorio, Romance de Silas Corrêa Leite - Olá, Silas. Neste final de semana li seu trabalho. Imediatamente, me conectei com esse bebê que pensa, age e se comunica com agilidade e graça. O texto fluente, espontâneo, atual, faz com que o leitor se apegue às mirabolâncias do Gregório/ Thiago/Pedro/Caetano Frederico. Fica-se na expectativa do que virá a seguir, dentro da flutuação que se opera no ventre da mãe. Sua inventividade nos ata ao cordão umbilical da criança e é tão vívida que, sem perceber, fiquei ansiosa pela hora do parto. Parabéns pela ideia e pela maneira como a desenvolveu. Fique com meu aplauso, FLORA FIGUEIREDO é Poetisa, cronista e tradutora paulista, autora de Florescência, Calçada de Verão e Amor a Céu Aberto (1992).
03.Professor Universitário opina sobre GUTE GUTE, Romance - “Olá Silas, GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório é gostozinho de Ler, mas muito pequeno... A gente queria continuar. O que torna a leitura mais agradável é a familiaridade que a gente tem com seu vocabulário, neologismos, frases peculiares, exclusivas”. Samuel Barbosa, Professor, graduou-se em Letras, Pedagogia, Supervisão Escolar e Especialização em Língua Portuguesa com produtiva carreira acadêmica.
04.O romance Gute Gute do prosador e poeta itarareense Silas Corrêa Leite, se constitui de relatos da vida de um bebê de altíssimo QI, no útero materno, em fase final de gestação. E que relatos! Que vidinha venturosa e aventureira.Aventureira? Sei que vão estranhar, mas acreditem, assim viveu esse guri no útero da mãe que o poeta chamou de troninho - onde ele se aninhava, qual passarinho no ninho agasalhante - até que chegasse a hora do parto, ou melhor, da partida para a realidade aqui fora. A vida do guri não se limitava ao interior e exterior do útero na barriga materna. Extrapolava, captando tanto o mundo físico como o psicológico das gentes lá fora. Ou seja, as limitações impostas pelas paredes uterinas não o impediam de ter contato com outros meninos e meninas de outros úteros, inclusive no mundo virtual. E a linguagem? Via de regra hilária, entre os bebês comodamente instalados nos seus troninhos. É mesmo para gargalhar. E quanta fofocas entre eles, quantos namoricos... Leiam o livro. Vão divertir-se muito, comover-se também, pois o Silas sabe muito bem como despertar o interesse e a emoção de seus leitores. Maria A.S. Coquemala é professora de Língua e Literatura Portuguesa, especializada em Linguística e pedagogia, formada pela PUC-Campinas.
05.Gute Gute: Reflexões e Impressões de um Bebê na Barriga da Mãe - Livro de Silas Corrêa Leite nos inspira a imaginar o mundo de onde viemos e para o qual queremos, em algum momento de nossa vida, voltar: o útero materno. Gute Gute – Barriga Experimental de Repertório é um romance cuja originalidade nasce já no argumento de traçar linhas sobre fantasias, peripécias, experiências, sensações e impressões de um ser em gestação. Pensar sobre esta primeira fase da experiência humana é inerente às questões sobre nossa existência: de onde viemos, por que viemos, do que somos feitos, para onde vamos? Contudo, embora imaginar o que acontece dentro de uma barriga em processo de gestação seja uma curiosidade comum, apontar caminhos e se arriscar palpites que viram frases e poesias é algo original e inspirador. Daí o subtítulo “Barriga Experimental de Repertório”: o autor reúne questionamentos sobre vocabulários, canções e sons que ouve de dentro da barriga da mãe e que servem para o ser como indicações sobre como será a “vida lá fora”. Gute Gute- Barriga Experimental de Repertório, o romance com um olhar questionador sobre alguém que ainda está para nascer, vem acrescentar à prateleira de livros próprios do poeta e escritor premiado em concursos e autor de outros livros em prosa e verso. Clélia Gorski – Publicitária e autora do livro Separada & Dividida (Novo Século), Jornalista e apresentadora da Rede Bandeirantes
06. Silas Corrêa Leite, além de professor, é escritor eclético com obras literárias as mais variadas, de crônicas, contos, poesias a romances de refinado bom-gosto. Premiado dezenas de vezes por seu trabalho jornalístico, crítico literário e bom resenhista, Silas se inscreve entre os escritores mais produtivos com obras de grande alcance social e cultural. Sebastião Pereira da Costa - jornalista/escritor, autor entre outros de “A História Oculta” e “Não Verás Nenhum País Como Este”, Editora Record (RJ).
07. Opinião de um Cineasta de Renome:
GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório, Editora Autografia, RJ, Romance, de SILAS CORRÊA LEITE: Esta obra de Silas Corrêa Leite pressupõe um bebê especial (Asperger? Autista?), de inteligência precoce, relacionando-se – já no ventre materno - com o mundo, as pessoas e as coisas, mesmo ainda sem uma noção precisa de como funciona aquele universo pré (ou será pós?!) qualquer coisa que ainda não se sabe. Essa ideia de Silas, uma barriga experimental de repertório, é um achado. Mas não pensem os leitores em encontrar na obra grandes reflexões filosóficas ou quânticas, mesmo sendo os pais da criança Doutora em Filosofia e Psicóloga, ela, e Professor de Filosofia e Filólogo, ele. Sobram, sim, frases de efeito, ditos populares, palavrório regional paulista de Itararé e farto uso de citações da música popular e de heróis de histórias em quadrinhos. Não são palavras jogadas ao vento, é bom notar. O estilo anárquico do autor comporta sentidos que se alinham e realinham ao longo de suas duzentas e poucas páginas, conferindo à obra o mérito de prender de fato a atenção do leitor. Os capítulos, abertos com citações que vão de Michael Jackson a Octavio Paz, de Walt Disney a Fernando Pessoa, se sucedem à espera do parto (ou “chego”, conforme prefere o recém-nascido), apontando para a vida lá fora, repleta de paredes que, ao contrário do ventre materno, não dá mais para ver. “Macacos me mordam”, como diz o bebê na ruptura do cordão umbilical. Como disse, a ideia é um achado. Mas não se encerra aqui. Mais que um romance acabado, Gute Gute pode ser visto como a barriga experimental, ou melhor, como texto—base de um filme de animação em 3D, cuja equipe se encarregaria de um traçado audiovisualmente equivalente ao que Silas compôs com suas anárquicas palavras.
Gregorio Bacic – Diretor de Tevê e de Cinema, Escritor, Pensador, Crítico.
08. LETRAS/Crítica:
O antirromance de quem ainda vai nascer: Gute Gute, Barriga Experimental de Repertório, de Silas Corrêa Leite: Depois de publicar Goto – o reino encantado do barqueiro noturno do rio Itararé (Joinville-SC: Editora Clube de Autores, 2014), obra nitidamente do século XXI, em que toda a coerência formal da narrativa já foi desrespeitada, o poeta e ficcionista Silas Corrêa Leite ressurge agora com Gute Gute – Barriga Experimental de Repertório (Rio de Janeiro: Editora Autografia, 2015), outro romance pós-moderno, igualmente fragmentado, desintegrado e de linguagem rebelde, que se apresenta como não-romance ou antirromance, assumindo um rompimento definitivo com as fôrmas literárias do Romantismo e do Modernismo. Conhecido como ciberpoeta, Silas, um dos mais originais escritores deste Brasil pós-moderno, surpreende, mais uma vez, com um relato fragmentário de um bebê de altíssimo quociente intelectual (QI) que, ainda no útero materno, mas em fase final de gestação, já demonstra sentimentos, reações e faz citações, algumas de raízes populares e outras de poetas e pensadores famosos. Abusando do recurso da intertextualidade, o romancista faz o seu personagem ainda sem nome questionar não só momentos íntimos da mãe como manifestar algumas reflexões e impressões a respeito do mundo que há de viver fora do útero.
Com tanta originalidade, por certo, Gute Gute – Barriga Experimental de Repertório começa a atrair os leitores desde as primeiras linhas, ao fazer questionamentos sobre termos, canções e sons que o protagonista ouve de dentro da barriga da mãe. Como diz o autor na introdução, o romance trata da relação da criança, ainda na forma fetal, com tudo o que a cerca: “o lar, as barulhanças nos derredores, as tristices e contentezas de formação, as formatações e configurações evolutivas de meio, os sentimentos de base e aprumo, a sensibilidade generalizada de compreender e ser inteirado da vida intrauterina a partir do que rola lá fora, no exterior, a partir do que sente no colmeial do adjacente barrigal”.
Dividida em seu quatro livros e subdividida em muitas partes, esta obra reproduz também as angústias de uma futura mãe ainda adolescente, que se deixou engravidar por quem não pretende assumir o filho. Lê-se: “(...) – Eu não estava no programa... falhou o calendário, a cartelinha, alguma coisa que deveria estar vestido e não estava, alguma coisa que deveria ter usado, sei lá mais o quê... Eu fui um acidente de encontro... Acidente de percurso, sei lá... (...). Como se percebe, o poeta Silas Corrêa Leite, com muita criatividade, atrai o leitor com uma linguagem do dia-a-dia brasileiro, ou melhor, do mundo caipira do interior de São Paulo e do Paraná, colocando novamente em evidência a cidadezinha de Itararé, com suas ruas de pedras, onde nasceu, na divisa entre estes dois Estados, e com a qual mantém vínculos familiares e sentimentais até hoje. Como dele já escreveu o romancista Moacir Scliar (1937-2011), percebe-se que Silas Corrêa Leite sente prazer em narrar, “prazer este que se transmite ao leitor como um forte apelo – o apelo que se espera da verdadeira literatura”.
(*) Adelto Gonçalves, jornalista, mestre em Língua Espanhola e Literaturas Espanhola e Hispano-americana e doutor em Literatura Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP): LINK: http://port.pravda.ru/sociedade/cultura/29-11-2016/42217-antirromance-0/
23)-MOCORONGOS, microcontos, ebook: Veja versão free: https://www.widbook.com/ebook/read/mocorongos
24)-ILUMIDEIAS – Coletânea de Haicais, poemetos estilo japonês, em três versos/tercetos, do autor, escritos ao longo de mais de cinquenta anos.
25)-ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS – Sendas Edições, Romance ecumênico, o segundo livro escrito pelo autor. Primeira de uma anunciada trilogia, a obra preserva o estilo anárquico e demolidor do seu autor, no campo místico. Resenha crítica da obra no LINK:
https://www.jornalopcao.com.br/opcao-cultural/silas-correa-leite-retorna-a-cena-literaria-com-ele-esta-no-meio-de-nos-167882/
26)-PLANETA BOLA, Causos e acontecências do futebol, Editora Simplíssimo. O autor diz de seu amor pelo futebol, de seu fanatismo pelo Corinthians.
27)-MUITO ALÉM DO CORAÇÃO SELVAGEM DA COISA, Wathpadd. Livro escrito nessa plataforma da internet, a partir de um inicial depoimento de um aluno problemático, querendo fugir de casa, de si, do mundo. Com final fantástico.
28)-DESVÃOS DE ALMAS, Editora Penalux, microcontos do autor, na sua linha e estilo de nanonarrativas impactantes e com desaforismos e escárnios.
29)-O MARCENEIRO, A ULTIMA TENTATIVA DE CRISTO, Romance, Editora Viseu. O surpreendente e assustador primeiro livro escrito pelo autor, mais de trinta anos atrás, só agora pode ser finalmente lançado. Você vai ler e não vai acreditar. Polêmico, diferenciado, conta de Cristo no Brasil, de discos-voadores, do Papa Carol, do FBI, de milagres, viagens interestelares, pandimensionais, diz de profecias, registros contundentes da história sendo revelados depois de tudo e apesar de toda história ser remorso, como diria o poeta Drummond.
30)-DESJARDIM, Muito além do farol do fim do mundo, romance, ebook no link:
https://www.amazon.com.br/DESJARDIM-Muito-Al%C3%A9m-Farol-Mundo-ebook/dp/B074T3HG4Q
31)-O lixeiro e o presidente, Romance Social, ainda no prelo. Quem é o lixeiro, tipo aspone? Quem é o Presidente que jogou sua história no lixo? (“Esqueçam tudo o que eu falei”). E de Fernando em Fernando, o Brasil foi se ferrando. Mordaz, o autor conta de bastidores sórdidos dos antros palaciais de picaretas o Brasil S/A de podres poderes, em que o inimigo do povo está no governo.
32)-VACA PROFANA, microcontos estranhos, uma soma de continhos, contículos, trabalhos curtos em prosa, ficção apurada do autor, incluindo o premiado menor microconto do mundo. Ler para se assustar.
33)-LAMPEJOS, livreto, Poemas, editado na Argentina pela Sangre Editorial
-Esse é um imediato apanhado generalizado do Itarareense Silas Corrêa Leite. Ler para crer. Contatos com o autor: poesilas@terra.com.br Assessoria de Imprensa, CULT-NEWS Divulgação:La-goeldi@bol.com.br Site: www.artistasdeitarare.blogspot.com/
ROMANCE Ele está no meio de nós de Silas Correa Leite
-ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS, Romance místico, romance religioso ou romance ecumênico? Depois de Goto, A Lenda do Reino Encantado do Barqueiro Noturno do Rio Itararé, pela Clube de Autores Editora, SC, romance pós-moderno (considerado a melhor obra do escritor); depois do gracioso Gute-Gute, Barriga Experimental de Repertório, Editora Autografia-RJ, e depois do revoltado Tibete-De quando você não quiser mais ser gente, Editora Jaguatirica, RJ, três romances de peso e agraciados por boas críticas literárias de renome, o escritor, ciberpoeta, ensaísta, crítico literário e então por isso mesmo romancista, Silas Correa Leite, de Itararé-SP, premiado em diversos concursos literários, lança finalmente o romance ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS, primeiro de uma trilogia. Este livro começou a ser escrito em 1998, terminado em 2015, e só agora finalmente lançado pela Sendas Editora do grupo Kotter Editorial de Curitiba-PR.
Como todos os livros diferenciados do autor, polêmicos, críticos, ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS não foge à regra e ao estilo de Silas Correa Leite vai nesse fulcro literário. Desta feita, entrando num campo por assim dizer místico, ele narra a história de um cidadão de Itararé, claro – “Canta a tua aldeia e serás eterno”, disse Leon Tolstoi – (e isso o Silas faz como primeiro expoente da chamada Literatura Itarareense), e narra sobre um cidadão pobre, renegado pelo pai empresário rico da cidade de origem, que depois de décadas de muitos trabalhos e estudos em SP, vence na vida, feito um new rich da chamada alta sociedade paulistana. Menino sensível, camuflou seu lado sentidor, especial, para ganhar dinheiro. Ficando rico – e ninguém fica muito rico impunemente entre riquezas impunes e lucros injustos – o personagem (real, imaginário?), dr Paulo de Tarso Trigueiro um dia ao sair de um luxuoso jantar em point rico de área nobre da capital, tem uma visão que o alumbra. Curioso a contemplar lá de cima os periféricos cantões miseráveis da cidade entregue a corruptos, em tempos tenebrosos de dezelo social, de muito ouro e pouco pão, e lá de cima num magno momento mágico vê, ou sente que vê, ou pensa que vê. E nesse contexto espiritual somatizado, todo tocado – entre o terreal e o numinoso - recupera a sensibilidade sublimada com muito dinheiro de forma não necessariamente legal. Então é ferido de ver. E abre a alma nesse ver. E então se redescobre em si. É rico mas isso não faz sentido. É rico, mas não é feliz. Então, com o que viu, como um milagre, um chamado, um final de busca, resolve tomar a decisão radical de sua vida. É quando se firma no propósito de largar tudo, doar tudo o que tem aos fracos e oprimidos, atendendo à uma máxima que Cristo preconizou nos evangelhos (maktub – está escrito!), e ir morar na rua com os fracos e oprimidos, para assim tentar encontra Deus e ser salvo. ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS? Curto e grosso e em rápidas pinceladas, esse é o mote, o fulcro e o ponto de partida desse romance-documentário, por assim dizer. O leitor vai ficar atiçado e mergulhar nas 208 páginas até ser revelado não apenas o final propriamente dito que toda técnica de romance normal engendra, mas saber finalmente o que o dr engenheiro realmente viu, quem está no meio de nós, e porque essa decisão radical de ser escolhido, para tanto estando entre os excluídos sociais, os sem-terra, tem teto, sem amor, a partir do que diz o Novo Testamento, de que o rico (para passar pelo buraco de agulha e entrar no céu) deve vender tudo o que tem, dar aos pobres, e depois seguir a Cristo. A justificação de Deus para os homens, triunfos e fracassos nesse sentido, foram marcos da filosofia de Platão, Santo Agostinho, Alberto Magno, Tomás de Aquino... O autor nesse livro segue o curso de tempos tenebrosos de riquezas[S1] injustas, lucros impunes, propriedades roubos...
Depois de ler este romance o leitor nunca mais será o mesmo?
ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.
Leia e creia. Leia e veja-se.
Divulgação; CULT NEWS
La-goeldi@bol.com.br
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BOX
Editora SENDAS EDIÇÕES
https://kotter.com.br/editoras-parceiras/sendas-edicoes/
Ano 2018
Contato: Site da Editora:
https://kotter.com.br/loja/ele-esta-no-meio-de-nos/
Rua das Cerejeiras, 194
Telefone: +55 (41) 3585-5161
E-mail: contato@kotter.com.br
E-mail do autor: poesilas@terra.com.br
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FOTO DO AUTOR ABAIXO
Na foto o autor palestrando em periférica escola pública de sua cidade Itararé-SP.
[S1]Punes, riquezasinjustas, propiiedades-roubos.;
ROMANCE ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS DE SILAS CORREA LEITE
-ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS, Romance místico, romance religioso ou romance ecumênico? Depois de Goto, A Lenda do Reino Encantado do Barqueiro Noturno do Rio Itararé, pela Clube de Autores Editora, SC, romance pós-moderno (considerado a melhor obra do escritor); depois do gracioso Gute-Gute, Barriga Experimental de Repertório, Editora Autografia-RJ, e depois do revoltado Tibete-De quando você não quiser mais ser gente, Editora Jaguatirica, RJ, três romances de peso e agraciados por boas críticas literárias de renome, o escritor, ciberpoeta, ensaísta, crítico literário e então por isso mesmo romancista, Silas Correa Leite, de Itararé-SP, premiado em diversos concursos literários, lança finalmente o romance ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS, primeiro de uma trilogia. Este livro começou a ser escrito em 1998, terminado em 2015, e só agora finalmente lançado pela Sendas Editora do grupo Kotter Editorial de Curitiba-PR.
Como todos os livros diferenciados do autor, polêmicos, críticos, ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS não foge à regra e ao estilo de Silas Correa Leite vai nesse fulcro literário. Desta feita, entrando num campo por assim dizer místico, ele narra a história de um cidadão de Itararé, claro – “Canta a tua aldeia e serás eterno”, disse Leon Tolstoi – (e isso o Silas faz como primeiro expoente da chamada Literatura Itarareense), e narra sobre um cidadão pobre, renegado pelo pai empresário rico da cidade de origem, que depois de décadas de muitos trabalhos e estudos em SP, vence na vida, feito um new rich da chamada alta sociedade paulistana. Menino sensível, camuflou seu lado sentidor, especial, para ganhar dinheiro. Ficando rico – e ninguém fica muito rico impunemente entre riquezas impunes e lucros injustos – o personagem (real, imaginário?), dr Paulo de Tarso Trigueiro um dia ao sair de um luxuoso jantar em point rico de área nobre da capital, tem uma visão que o alumbra. Curioso a contemplar lá de cima os periféricos cantões miseráveis da cidade entregue a corruptos, em tempos tenebrosos de dezelo social, de muito ouro e pouco pão, e lá de cima num magno momento mágico vê, ou sente que vê, ou pensa que vê. E nesse contexto espiritual somatizado, todo tocado – entre o terreal e o numinoso - recupera a sensibilidade sublimada com muito dinheiro de forma não necessariamente legal. Então é ferido de ver. E abre a alma nesse ver. E então se redescobre em si. É rico mas isso não faz sentido. É rico, mas não é feliz. Então, com o que viu, como um milagre, um chamado, um final de busca, resolve tomar a decisão radical de sua vida. É quando se firma no propósito de largar tudo, doar tudo o que tem aos fracos e oprimidos, atendendo à uma máxima que Cristo preconizou nos evangelhos (maktub – está escrito!), e ir morar na rua com os fracos e oprimidos, para assim tentar encontra Deus e ser salvo. ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS? Curto e grosso e em rápidas pinceladas, esse é o mote, o fulcro e o ponto de partida desse romance-documentário, por assim dizer. O leitor vai ficar atiçado e mergulhar nas 208 páginas até ser revelado não apenas o final propriamente dito que toda técnica de romance normal engendra, mas saber finalmente o que o dr engenheiro realmente viu, quem está no meio de nós, e porque essa decisão radical de ser escolhido, para tanto estando entre os excluídos sociais, os sem-terra, tem teto, sem amor, a partir do que diz o Novo Testamento, de que o rico (para passar pelo buraco de agulha e entrar no céu) deve vender tudo o que tem, dar aos pobres, e depois seguir a Cristo. A justificação de Deus para os homens, triunfos e fracassos nesse sentido, foram marcos da filosofia de Platão, Santo Agostinho, Alberto Magno, Tomás de Aquino... O autor nesse livro segue o curso de tempos tenebrosos de riquezas[S1] injustas, lucros impunes, propriedades roubos...
Depois de ler este romance o leitor nunca mais será o mesmo?
ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.
Leia e creia. Leia e veja-se.
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Editora SENDAS EDIÇÕES
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Ano 2018
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[S1]Punes, riquezasinjustas, propiiedades-roubos.;
NOVO LIVRO, LADRÕES DE CELEIROS; AVANTE, COMPANHEIROS!, POEMA ÉPICO DE NICODEMOS SENA
LIVRO "Ladrões nos Celeiros: Avante, Companheiros! de Nicodemos Sena
(OS CELEIROS DE UM POEMA ÉPICO PELA LEGALIDADE ÉTICO-HUMANITÁRIA)
-E entregaremos a vós, nossos filhos
Não a nossa tristeza e dor
Vida de ser cumprida - e vivida.
Legaremos a nossa esperança ainda que tardia
Em forma de ferida; não...
mas em bordão. De alma espremida
de poesia...
A vida além da vida
A ferida aberta no chão...
....................................................................
-Lula livre, Lula livro - Que país é esse? LADRÕES NOS CELEIROS: AVANTE, COMPANHEIROS! Não verás nenhum país como esse caos que se vê agora, e que o poema épico do premiado escritor, editor e romancista premiado NICODEMOS SENA escreve, explana, evoca e explora... E que tempos tenebrosos; a pátria vergada silencia e chora... E os celeiros da inclusão social histórica de outrora foram deitados fora.
....................................................................................-Chora a pátria antiga mãe gentil, chora; agora terra madrasta de Marias e Clarices, como na cantata do irmão do Henfil... Panurgismo, entreguismo, fascismo, bravata...O que fizeram daquele Brasil? O poema de Nicodemos Sena muito bem canta a sua terra vendida, ferida, e diz... SIGAMOS FIRMES, COMPANHEIROS
São tantas as patifarias. O crime que compensa, no poder... Ah o perigoso migrante nordestino cabeça chata que saiu de uma área árida de seca... migrou e foi buscar água para a sua carecida gente, foi levar esperança, buscar água e trouxe um rio... E ergueu uma nação além de seu sofrer, muito além da dor de ter sobrevivido, de ter perdido o dedo na máquina de produção industrial, de ter perdido amigos, depois a mãe, depois a esposa... Pois o Lula Light Metalúrgico e Presidente por isso mesmo sofre sanções de mentiras, em tantas cantagonias...
Documento histórico o livro de tons e focos verdadeiros: "Ladrões nos Celeiros: -Avante companheiros!" muito bem retrata em poesia-carne-viva(vida) a maldição injusta e inumana do golpe, e seus antibrasileiros (de fascismos vezeiros...), e o que restou da pátria amada, bueiros.
Para não dizer que falou de flores, o poeta, contista, ficcionista, e editor, na poética letra selvagem das palavras diz de lágrimas, de injustiças, de perseguições, pois o que seria celeiro do mundo virou um sórdido fechado silo de abutres, fascistas, entre embustes, quadrilhas e cartéis. Mas, resistir é preciso. E precioso. E um livro com uma poesia em ritmo e resistência e consistência vem contando os flancos da história, e cortando... E nos faz lembrar BELCHIOR: "Não se preocupe, meu amigo/Com os horrores que eu lhe digo/Ao vivo realmente é diferente/Ao vivo é muito pior"... (Apenas um Rapaz Latino Americano).
... a noite que era dos pássaros livres, agora, onde canta a sabiá?... virou a noite dos bárbaros... os inimigos estão no poder, cantou Cazuza. Que país é isso? Sigamos juntos... Juntos somos fortes. Avante, companheiros.... Da terra que era a prometida de Leite e Mel, e que sofreu o processo histórico de uma mudança de inclusão social sem precedentes históricos - o povo tomou a direção da barca, diria o saudoso poeta e líder africano Agostinho Neto - mas uma Presidenta que não negociava com bandidos foi alijada do poder ganho nas urnas, e o paisano ditador civil, que negocia com bandidos travou a constituição, feriu o estado de direito, e assim nefasto assomou-se para tirar o celeiro de conquistas históricas dos trabalhadores, desde a era Getúlio Vargas e depois de João Goulart, assim reformando o celeiro para si, para os seus eleitos de bastidores espúrios, para os poderosos covis ligados a agiotas do capital estrangeiro, quando o mercado não nos representa, a bolsa de valores não mata a fome, o temeroso excluindo a maioria absoluta da população de benefícios públicos, razão de ser do estado e de direito, como preconiza a própria carta magna que diz que todo poder emana do povo e que em seu nome deve ser exercido...
Enquanto houver poesia, ainda há de haver esperança?
Como diria o companheiro comandante ex-presidente LULA do Povo, pode se cortar uma rosa, duas rosas, três rosas, mas não se pode impedir a chegada da primavera. Pois a nossa primavera de legalidade virou temporão estorvo histórico, em que os cactos são cercas, os desenhos fascistas são arquétipos, as espadas e facas e balas de borracha são vinganças, as estrelas assustam subterrâneos e subcaminhos, os beijos de tantos judas transmitem ilegalidades de pai para filho bastardo, as tantas traições afinam caráter para embustes midiáticos e eleitorais, esconderijos pseudolegais salvam minorias impunes, ricos da elite insensível selecionam cobaias, corruptos vendem falsidades no contexto do "fora isso, fora aquilo"; o ódio customizado reina e viça - o fascismo sempre está no cio, disse Maiakovski - enquanto o cálice trasborda para o povão carente, com os usurpadores cantando nênias ao arbítrio, ao fim de tudo...
A mídia abutre baba ovo de serpente. Corvos de toga dominam tribunais insanos. Hienas dão salve geral para os exércitos e milícias. Chacais reinam nos carteis de propinas depois das privatizações-roubos. Ratos escondem o rabo e clamam dissimulados contra a corrupção... dos outros. Vermes falam em democracia de araque. Pústulas entre elites inumanas se regozijam. E um bando ignaro e parvo ainda diz amém para o arbítrio e escondem suas vergonhas.
Que país é isso? Não, vão verás um país como esse... Os picaretas estão no poder.
O livro-poema de NICODEMOS SENA, registra, assenta, conta, ilumina flancos em belos e tristes estrofes altamente poéticas, contando em versos, dizendo, registrando, datando, por isso o poema em si acorda, alumbra, rememoriza, diz e dispõe:
AVANTE COMPANHEIROS. Eis o poema.
Tempos de vacas magras para a democracia. Chora a pátria mãe gentil. O autor de um dos melhores romances do BRASIL, chamado A ESPERA DO NUNCA MAIS, com esse nome precioso e até mesmo profético por assim dizer, parece que enxergou no fulcro institucional de um devir que nos veio e choca. Ah longa espera pelo que se nos virá... MAIS, com outro livro, O Homem, a Mulher e o Cão, de novo acertou no historial a seguir: O Homem, Lula, a Mulher, Dilma, e o Cão do fascismo...
Resistir é preciso. Escrever é preciso.
FERIDOS VENCEREMOS?
Não existe democracia ético-humanitária ao sul do Equador. A (bel-terra) Bela-Terra Brasil não existe mais, camarada. Brazyl S/A é para poucos. A Lava Jato não lava o Moro. Justiça que é tendenciosa e parcial, jogo midiático, não é justiça, é quadrilha.
O livro no belíssimo, cadente e mavioso poema épico, acaba sendo um datado recolhe de colheitas de lágrimas, num registro desses tempos tenebrosos de muito ouro e pouco pão, de lucros impunes, de riquezas injustas como falou São Lucas nos Evangelhos.
Então, é um poema-livro-relato-documento. QUE PAÍS É ESSE? Esse era um país com humano projeto de inclusão social que finalmente ia pra frente, mas que retrocedeu anos luz, tipo, num "avante para trás".
"Dentro de nós, as esporas do medo//que nos contrai o ânimo//que nos transforma em caminhantes trêmulos,//que nos faz tremer que nem varas verdes//nos ventos de setembro//" (In, pg 42)
O livro LADRÕES NOS CELEIROS: AVANTE COMPANHEIROS, de Nicodemos Sena, acaba sendo assim uma espécie de livro "verás-que-um-filho-teu-não-foge-a-luta". Estamos juntos, companheiros, nas trincheiras da resistência.
BRAVO!
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Silas Corrêa Leite
Autor de TIBETE, DE QUANDO VOCÊ NÃO QUISER MAIS SER GENTE, Romance, Editora Jaguatirica, RJ, 2017
E-mail: poesilas@terra.com.br
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BOX;
Ladrões nos Celeiros: Avante, Companheiros
Poesia: Autor NICODEMOS SENA
E-mail: letraselvagem@letraselvagem.com.br
Editora: www.letraselvagem.com.br
Fone(055) 12 3635-3769//(12) 99203-3836
Ano 2018
O PESO DO PÁSSARO MORTO, Romance gracioso de Aline Bei, que já nasce um clássico
Belíssimo Romance O PESO DO PÁSSARO MORTO de Aline Bei: a magia da contação que alça voo na leitura...
"Todo escritor é útil(...) se
acrescenta à lucidez do leitor,
livra-o da timidez(...), faz com
que ele veja e sinta o que não
teria visto nem sentido
sem ele (Margherite Yourcenar)
-Um romance que, nidificando, come pelas beiradas... Você acaba a "leção" e cobra-se: -Quando vai ter o Peso do Pássaro Morto, O Retorno, continuação? Sim, um romance nada linear, proseado com palavras soltas, como voos dispares que se arremessam e se agregam, como se em estética de poesia e em nele tendo a poética narrativa, num feminilirismo gracioso, tocante, que você começa até mesmo em pensar, como o fera Marcelino Freire - que tive já o prazer de resenhar uns cantos negros dele anos atrás - descobriu (levantou a asa criativa) de uma escritora pássara-flor desse naipe?
-Menininha quando dorme, põe a mão no coração, diz a cantilena popularesca, mas escritora que se faz menininha na criação, quando sonha, bota a mão na pá-lavra, e dela vira menininha, mocinha, mundos e fugas, fragrâncias e reinações, e assim cresce a mão, cresce a personagem criança, cresce com a gente, e como a gente, e, como se diz que a imaginação pode mais do que o conhecimento, no caso da Aline Bei bota talento, imaginação e cantárias em prosa do que ela refinada, entalha e ria...
-Amigo virtual também é para essas coisas... volta e meia troco livros, ou recebo um e outro, para leitura crítica, palpite, pitacos, dicas, orelhas, prefácio, posfácio, resenha que seja, e com isso descubro mundos além dos meus já limitados e passados de priscas eras, conheço caras novas, amigos virtuais que selam uma baita amizade virtual bonita de ser e de se saber sendo, e quando se vê, um livraço bem editado (Editora Nós), salpica de estrelas e açúcares nossa vazão de encontros e redondezas de encantos. Acertei na moça. E no livro, bonito também técnico-editorialmente falando.
-Mulher escritora é bicho esquisito, dá couro na gente, tira filé de granito. Não, baby, não existe cura para a tal da existencialização, principalmente nesse tempos tenebrosos de muito ouro e pouco pão. Mas existe apuro, fermentação, purgação, arte como levitação, tudo junto e misturado botando para fora os nós, e mesmo os nosotros, já que, afinal nos restamos todos furtivos, as vezes Hamlets, as vezes espelhos quebrados de Alices no país das armadilhas em pontos de fuga. E escrever desmonta a engrenagem da máquina humana que somos e que não somos, quando se vê, a arte cria vida, personifica, dá nome a borboletras, bois e boys, e quando menos se espera, Evoé arco e lira, descobre-se um livro que é rio, que é pássaro, nuvem, e a morta pelanca de nós sobreviventes do antes que ainda reside e resiste em nós é lixada, trazida à tona de novo a carne-vida da palavra bem torneada e nos dando gosto de barulheza de infância de tempos idos, lucidezas de criação, e então rimos, sentimos, choramos, acordamos de novo pra vida com orgulho e benção de ter lido algo embonitado pela alma femina de quem mostra seu tempo e as trilhas do seu tempo...
-Ah o menino Jesus fora da manjedoura, o Luís Benzedor, a escola, o choro, as árvores, a morte na cabeça da doidinha da pá virada e da pá varrida, personagem içando intenções, descobertas, miras e prumos. O jogo de palavras, as montagens graciosas como acordes de uma sinfonia-voo-de-pássaro-morto, feito uma corruíra de palavras tecendo acontecências, armários, Ventos, distâncias, noturnos e flashes de auroras e crepúsculos... Romance de, na leitura, se catar com as mãos de menino atiçado (e ledor voraz e feroz) os parágrafos curtos, bicudinhos-rápidos, verbos, orações, como epigramas/fotogramas, e, já disse Drummond, o mundo não pesa mais do que a mão de uma criança no ombro...
-Um romance com narrativas maviosas e as vezes entrelaçadas para todas as idades, para se contar na escola, para o jovem descobrir um mundaréu em contagem progressiva, para um adulto pegar na mão da menina e ser pai dela, irmão dela, namoradinho dela, e ainda assim e por isso mesmo também, filho dela... Já pensou que pássaro-livro arisco de se conter na emoção de lê-lo? Acabei e pensei com meus borbotões, é pouco. Cadê o bem-virá do quero mais, tipo Quero Quero ciscando nas laudas da autora, teatralizando as palavras em cenas breves, rápidas, passageiras, e ainda assim um bem-te-ler de fazer gosto?... Ah o deusinho da arte na manjedoura das palavras... e o menino (menina) livro?
-Aline Bei nasceu em São Paulo, em 1987. É formada em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e em Artes Cênicas pelo Teatro Escola Célia-Helena. É editora e colunista do site cultural OitavaArte.
Aline-se, eis o verbo.
-O PESO DO PÁSSARO MORTO é um livro tão graciosamente leve, ao mesmo tempo um romance de peso estimativo em qualidade e literatura fina, que você sai da leitura meio que, ponhamos, encantado...
-Encantado? Então é um gostar de arregalar-se.
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Silas Corrêa Leite
E-mail: poesilas@terra.com.br
www.artistasdeitarare.blogspot.com/
Professor, escritor, autor de TIBETE, De Quando você não quiser mais ser gente, Romance, Editora Jaguatirica, Rio de Janeiro, 2017.
BOX:
O PESO DO PÁSSARO MORTO, Romance, Aline Bei.
Editora Nós, SP, 2017
www.editoranos.com.br
166 páginas.
Link:
http://editoranos.com.br/nosso-catalogo/o-peso-do-passaro-morto/
Autora:
https://alinebei.wordpress.com/author/alinebei/
FRAN ROSAS, A NOVA JÓIA PRECIOSA DA MÚSICA POPULAR BRSILEIRA
Cantora Fran Rosas, a nova joia no florir do lume da New MPB em ebulição
-"Minha terra tem Pinheiros//Adonde canta a Fran Rosas..." Melhor dizendo: em Curitiba - Curitiba, que quer dizer terra dos pinheirais - tem a Artista talentosa Fran Rosas com raízes entre Itararé-SP (Celeiro de artistas) e Ponta Grossa-Pr (pertinho de Itararé) dando ao lume artístico-musical suas "cantárias", louvações... shows e espetáculos...
-Pois, afinal, Itararé, cidade de revoluções, ex-capital do trigo, depois capital do feijão, mas, ainda e sempre capital artístico-cultural da região sul de São Paulo, terra entre outros craques de arte musical, de Maestro Gaya (descobriu, burilou, orquestrou, Chico Buarque de Hollanda, entre outros, como Taiguara, Nelson Gonçalves, etc. e ganhou prêmios em áureos tempos de festivais de MPB da Record), Paschoal Melilo, (seu Baião Cuco estourou nos anos 20 quando ele pintava e bordava na Lapa do RJ em época de Noel Rosa e Aracy de Almeida), terra-mãe também de Regina Tatit, Rogéria Holtz, Carlos Casagrande, Elvira pagã (que Rita Lee cantou), e assim dessa raiz, tronco e chão, redondezas e trilhas pertinentes, brotou uma "Rosas" que canta porque é Fran e ao ouvi-la, acabamos todos fãs também...
-Tive a honra (e orgulho, claro), eu, um fanático por Itararé (canta a tua aldeia e serás eterno, disse León Tolstoi), de sabê-la por lá, com amigos, familiares, de Itararé, de ouvi-la, ver nas canjas virtuais do You tub sua performance, e encantei-me de curti-la, eu, com três notas musicais no nome, filho de um Maestro de bandas e Regente, de corais, compositor, fundador de corais e bandas no estado de SP e PR, que hoje é nome de Rua em Itararé, Rua Maestro Antenor Corrêa Leite.
-Pois nesse feitio todo de diapasão de acontecências, da Fran Rosas que soube e quis ouvir mais, recebi o belíssimo cedê LUME, interessante trabalho desde a estética da capa do projeto, à beleza singular da cantora/intérprete, passando, é claro, pela qualidade musical dos interessantes arranjos finíssimos de primeira linha, espetaculares, ainda as canções que ela com portentoso espetáculo verte para nós em seu lume de voz maviosa e singeleza na interpretação. Bravo!
-Espetacularmente assim e por isso mesmo muito bem produzida pelo namorido Rafael Rosas, de Itararé-SP, Fran Roas esbanja simpatia, cativa, e você bebe/ouve sua qualidade vocal, com belas composições, letras e músicas, inclusive do Celso Viáfora, Maninho, Estrela Ruiz Leminski e Djavan que botou sua Asa e seu Azul na voz exuberante da Fran Rosas que nas canções assomou-se.
-Diz o site Tratore, a distribuidora de artistas Independentes:
"Expoente da música curitibana, Fran Rosas é cantora e interprete de grande expressividade e personalidade. Dona de uma voz suave e versátil, assume diversas influências musicais, transitando com facilidade entre os mais variados estilos. Em 2017, lança o seu primeiro álbum - Lume, com produção de Rafael Rosas. O trabalho traduz com fidelidade a gama de influências que recebe ao longo da carreira, consolidando sua originalidade como marca pessoal."
Vejam-na, quero dizer, ouçam-na, e babem:
https://soundcloud.com/franrosas
No site GENTE.IG.CULTUR, a consagração da carreira:
"Revelação da MPB, Fran Rosas se prepara para a sua primeira turnê na Europa"
http://gente.ig.com.br/cultura/2018-05-08/fran-rosas-turne-portugual.html
Crítica: - Crítica Sobre o Álbum Lume
"Já em Estrela de Brilhar, primeira faixa de seu álbum de estreia, a cantora curitibana Fran Rosas mostra ter muitos horizontes. O álbum revela uma cantora afinadíssima e à vontade em diferentes estilos(...). Foi bailarina clássica e prefere a delicadeza das canções..."- Juarez Fonseca - Jornal Gaúcha ZH
Eu que nasci no bairro operário de Harmonia, em Monte Alegre, Pr, hoje Telêmaco Borba, e fui criado desde os seis meses de idade na histórica cidade de Itararé-SP, terra de meu pai, um dos cem primeiros itarareenses a nascer na cidade, e que quando jovem foi acendedor de lampiões de gás em Itararé nos indos de antigamente, vejo as andanças musicais da Fran em sintonias e trajetos pertinentes, por assim dizer, e para nosso orgulho, claro...
Fran Rosas tem essas raízes fincadas em Itararé, seu marido produtor musical, maestro, arranjador e instrumentista, e familiares dele todos residentes em Itararé, mesmo ela tendo nascida de papel passado em Ponta Grossa, Pr, pertinho de Itararé, tendo por fim a bela Curitiba, a capital do Paraná, como seu palco iluminado.
Por essas e outras, como nova estrela na nossa também nova MPB, desejamos à FRAN ROSAS sempre muito sucesso, porque brilho, talento e lume ela tem, e, como diria Caetano Veloso, gente é para brilhar.
Brilhe Fran, solte a sua graciosa voz nas estradas de tijolos amarelos da vida.
Bravo!
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Silas Correa Leite - E-mail: poesilas@terra.com.br
www.artistasdeitarare.blogspot.com/
Poeta, Escritor, Professor e Jornalista Comunitário. Autor entre outros de TIBETE, De quando vc não quiser mais ser gente, Romance, Editora Jaguatirica, RHJ, 2017.
FRAGMENTO DO ROMANCE TIBETE DE SILAS CORREA LEITE
Fragmento do romance TIBETE, pg 36
Quando eu estava sozinho, eu quase sempre acabava me machucando, sem saber exatamente como. Eu só sentia a dor depois, atrasado, e via os cortes, as marcas, as feridas abertas, os traumas, os panos escuros na pele. Minha mãe sabia alguma coisa mais do que eu podia compreender, e não deixava e não queria que me largassem sozinho, nunca. Sabia que eu sozinho era um perigo para mim, para a casa, para a segurança, para a vida, para o mundo, para o universo. Depois, para piorar, eu também acabava me machucando com alguém por perto, ou quando tinha alguém comigo, e que eu pensava que me amava e que iria me cuidar me preservar, me proteger de mim. Então tive que escolher entre me estar sozinho, às sós comigo mesmo, o que quer que isso exatamente fosse sem saber como e porque, mesmo me machucando, do que ser machucado por outro, por outrem, o que me iriar doer mais, muito mais. Não foi fácil essa terrível escolha. Se ser sozinho já é um machucar-se e tanto, ainda tive que tentar entender e saber lidar com isso. Antes mal acompanhado do que sozinho? Não, nem pensar. Antes sozinho e me machucando todo, do que com gente por perto...
Ser sozinho era o preço a pagar, e a defesa de mim comigo mesmo. Eu me machucando, mesmo sendo um perigo pra mim, e sem saber como e por que, era mais uma preservação instintal do que eu acompanhado. Se sozinho eu me cortava com portas, machados, puxadores de móveis, pontas de arame, cacos de espelhos, lascas da árvores, tampinhas de canetas, tampinhas de garrafas de crush, palitos de fósforos, raspas de tacho, facas amoladas, pregos expostos, lâminas enterradas, dentes de cobras, espinhos de roseiras, abelhas na torneira, macetadas de uma coisa ou outra, as vezes trombando com o batente ao mirar a porta, pisando em lascas cortantes de perobas, do que me lascar com um outro, com outros...
Eu era uma pessoazinha marcada desde o ventre. Colei chiclete sabor tutti-frutti na cruz?
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Fragmento de TIBETE, De quando você não quiser mais ser gente, Romance, de Silas Correa Leite, Editora Jaguatirica, RJ.
https://www.amazon.com.br/Tibete-quando-voc%C3%AA-quiser-gente-ebook/dp/B079KLR1BG/ref=sr_1_2?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1518968867&sr=1-2
TIBETE, DE QUANDO VC NÃO QUISER MAIS SER GENTE, ROMANCE DE SILAS CORREA LEITE
-O novo romance do escritor Silas Corrêa Leite, lançado ao final do ano passado pela Editora Jaguatirica, RJ, vem bem a calhar, tendo em vista o tenebroso momento em que se resta o Planeta Terra, e particularmente o Brasil também em crise sem precedentes históricos, em que há uma falência generalizada de valores e estruturas sociais, terrivelmente depondo com o que deveria ser o público fito ético-plural-comunitário da sociedade nesses tempos de falta de qualidade de vida e de uma convivência humana de baixíssimo nível. Fugir seria a melhor estratégia? Loucos escrevem. Céu ou inferno moram nos desfechos? O personagem principal do livro, nesse contexto todo relata sobre as tormentas de um ex-escritor marcado, com altos e baixos na vida, mas, afinal evoluído socialmente falando, e que num estranho súbito momento, um bendito dia saca que não é feliz; avalia que o que conquistou não o satisfaz, quando conclui que "vencer na vida" não é tudo, não significa nada, não faz sentido, e, parafraseando Caetano veloso se questiona: tudo o que conquistou, a que será que se destina? Fechamento de ciclo.
De cara resolve pular fora do sistema, da redoma de infernos que é seu meio conturbado. Larga tudo e vai em busca de um lugar para chamar de céu, um infinito particular que seja. Quer um canto para se esconder de ser gente, de ver gente, se tratar de si, se reconciliar, cavar uma trilha, um buraco, antes que faça uma besteira... Estresse e paranoia de finalmente se descobrir sendo uma coisa que não quis ao final de tudo, passando da idade do lobo.
Volta para sua aldeia, Itararé-SP, foge de existir. Lá vai morar no mato, mal sabendo lavar um par de meias, um lenço, ou fritar um ovo. Terá que, numa emergencial e improvisada cultura de subsistência, adaptar-se na marra, longe da urbanidade tantã e da civilização em derrocada, para repensar o caminho que fez, como se numa espécie de jornada espiritual de recolhimento temporão, de reconciliação e mesmo de depuração de sua interioridade ferida, de sua sensibilidade lixada de ver, fermentar, engolir sapos, aceitar regras, chorar, sofrer, conviver, sobreviver... Com o mundo num labiríntico caos, com sua crise de identidade de turrão, concorrente, sedentário, já obeso, calvo e com problemas de saúde, além de síndromes pintando num campo minado de cobranças ridículas, entre boletos de posses e sachês viciados de poses insatisfatórias, mais doenças paraexistenciais e questionamentos de neuras, o personagem enquanto se adapta num barracão dentro de um manto de selva, vai relembrando o que sofreu, as perdas e danos, idas e vindas, traições e incompletudes, cartéis e cassinos, bolando artes loucas dentro do funil da crise de perquirir, ao mesmo tempo em que compactua com o recanto que ergueu pra si, e confronta a natureza primária pertinho o abraçando e sustentando, na sua busca de paz, o terrível encontro consigo mesmo, pela frustração com tudo, o nada que é tudo, feito um desorientado cidadão pós-moderno num mundo corrompido, procurando se achar enquanto há tempo.
Na capa do romance de 382 páginas, o aviso: "Destruam este diário, ou destruam suas vidas". A obra é isso mesmo, uma espécie de diário de resistência e luta, de busca da reformatação do ser, de uma transformação radical, mais, a de busca de um buraco para se encaixar depois de questionamentos, se isolando feito um Tibete íntimo, uma guarita, uma cápsula de nave, um jardim secreto, um esconderijo, uma Pasárgada, uma Shangri-lá, que é na emergência da situação de conflito e confronto, a periferia rural de Itararé, na lonjura distante de um lugar em que o judas perdeu o All-Star.
O deslocado personagem meio eremita que sonha um Mosteiro Ateu ou um Monastério Laico, as vezes introspectivo, de acordo com a lua, as vezes anarquista libertário, ou romântico sonhador da pá virada, quando não incendiário, perigoso, detona tudo, registra, narra, incendeia irrazões. E o leitor sendo testado, também vai acabar fazendo uma viagem de recolhimento que o livro Tibete faculta e induz, antes que venha o cometa ou o cavalo amarelo do Apocalipse. Vai nessa toada o romance.
Lendo o Tibete você sofre, se encontra, revolta, se confronta, assusta mas se requalifica, a repensar melhor sua vidinha merreca e seus infernos de grifes, impropriedades, consumismo e obrigações piradas de meros vazios existenciais. E pode clarear a mente adubada pela mídia abutre; deixar de ser bovinamente refém do consumismo irado, começando assim a vitimizar conquistas espúrias, pois, como diz Raul Seixas, "Quem entra em buraco de rato/De rato tem que transar". Nesse mundo insano, vencer numa sociedade assim não significa nada, muito menos mérito notório. Liberte-se também. Leia Tibete e também Tibete-se. Eis o verbo
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BOX: Livro: TIBETE, de quando você não quiser mais ser gente - Gênero: Romance - Editora: Jaguatirica, RJ - E-mail da editora: jaguatiricadigital@gmail.com - E-mail do autor: poesilas@terra.com.br - Links para adquirir a obra:
01)-EDITORA
https://www.editorajaguatirica.com.br/livros1/ficcao/tibete-de-quando-voce-nao-quiser-mais-ser-gente/
02)-MERCADO EDITORIAL
https://www.mercadoeditorial.org/book/tibete-1
03)-AMAZON, link:
https://www.amazon.com.br/Tibete-quando-voc%C3%AA-quiser-gente-ebook/dp/B079KLR1BG
04)-Livraria Cultura
https://www.livrariacultura.com.br/p/ebooks/literatura-internacional/romances/tibete-2010166060
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Vejam
Entrevista do escritor SILAS CORREA LEITE sobre o romance TIBETE na Rádio UNESP FM, ao Jornalista, Escritor e Crítico de Arte Oscar DáAmbrósio
O áudio da entrevista:
Silas Corrêa Leite [Entrevista 2945]
http://podcast.unesp.br/perfil-01032018-silas-correa-leite-entrevista-2945
TRATADO GERAL DE INSURGÊNCIA E DESOBEDIÊNCIA CIVIL, DE SILAS CORREA LEITE
Fragmento do livro de ensaios sociais
QUE PAÍS É ISSO?
Livro ainda inédito e em construção do autor
Tratado Geral de Insurgência e Desobediência Civil
"Ser de esquerda é ter uma posição filosófica perante a vida onde a solidariedade prevalece sobre o egoísmo. " - Pepe Mujica
Uma Resolução da ONU prevê que o povo se volte armado contra estados ditatoriais, mas não que os golpistas ditadores se autoanistiem e que tudo fique por isso mesmo. Dito isso, como vivemos num arbitrário regime de exceção sem precedentes, com um suspeito estado beligerante de inconstitucionalidade disfarçado de falsolegal, tomemos atitudes de resistentes civilizados, para um levante de insurgência emergencial, e tratemos as coisas assim:
-Não devemos comprar produtos de marca, nem produtos de empresas que financiaram o golpe, nem de banco associado, magazine, loja, supermercado, nem devemos adquirir marcas de perfume de designs coniventes com essa situação, de multinacional, de comércio de agiotas, shoppings de lavagens de dinheiro de corruptos associados e de sócios laranjas;
-Não devemos consumir muito, só o básico, o necessário, o inevitável, o primordial. Essa é a ideia. Se não consumirmos tanto algumas empresas podem ir à falência, abaixarem os preços, até quebrarem, ao sentirem o baque nas finanças, para assim pagarem o preço da insanidade golpista, pois não devemos e não vamos continuar pagando o pato, pior, o pacto neoliberal. Devemos estocar alimentos necessários, água, gás, gasolina, produtos essenciais, de limpeza inclusive, sem luxo, sempre privilegiando o pequeno comércio do bairro, do interior e de sua produção local, regional, procurando produtos alternativos ou de feiras do bairro, não de grandes marcas, ou de grandes supermercados, de grandes empresas aliadas de golpistas, inclusive e principalmente empresas estrangeiras aqui sediadas.
-Devemos pesquisar sempre na Internet, desde encontros clandestinos que sejam, mobilizações importantes, passeatas datadas, greves temáticas, movimentos de clamor por justiça, até mesmo em legitima defesa e como precaução que seja, como também devemos aprender e saber como em caso de urgência imediatista produzir improvisadas armas de defesa com produtos químicos do lar, produtos de higiene e limpeza, inclusive para tentar suportar gás lacrimogêneo de policiais despreparadas ou bala de borracha de brucutus com farda e patente. Há links na web que informam com ilustrações e com arquivos no YouTube, como fazer armas caseiras de defesa para casos emergências e de alertas, intimidação, proteção e limitação. Adquirir conhecimento na área também é legitima defesa, e sempre importante resistência contra parvos e néscios empoleirados de forma ilícita no poder.
-Avisar amigos de confiança, camaradas e familiares, militantes e colegas de respeito, do partido, da ong ou do sindicato, de confiança e de admiração recíproca, que propaguem a mesma utopia de inclusão social e socialismo democrático. De imediato, devemos cancelar cartão de crédito se possível. Em caso de extrema necessidade crucial, ter conta bancária só em banco público, e assim então e por isso mesmo eliminar contas, seguros, dotes de ações, pagamentos agendados, cotas, poupanças, registros, boletos, cessões de credito e direitos, de empréstimos e novações de dívidas, e tudo cancelar do privado e passar para instituição pública de qualidade e transparência, se possível for, ou negar-se a pagar, discutir em juízo a dúvida, a dívida; protelar para obrigar redução dos juros ou de encargos e tarifas criminosas do crime mercantil. Ter consciência da lavagem cerebral agindo no mercado, no seu meio social alienado, na mídia abusiva e no marketing para engabelar incautos. Não dar trégua.
-Não assistir nenhum canal de tevê espalhafatoso de direita fascista, nem ouvir rádio pertinente de empresa que bancou o golpe, assim como não dar crédito e nem nunca dar Ibope. Mídia que bancou o retrocesso, não tem quilate moral; desligue, apague, tire o canal de seu controle da programação, dê preferência a canais piratas ou dito marginais de comunicação, a blogs tachados de sujinhos, e sites de legitimidade comunitária, de qualidade em humanismo de resultados e com suportes de verdade, e mantenha sempre contato com quem tem consciência cívica e noção básica de direitos e deveres de resistência e luta, inclusive de direitos humanos. Se há governo ilegítimo, ser contra é legítimo e é exercício de cidadania protestar contra um desgoverno ilegítimo.
-Nas profícuas redes sociais, comunique-se com vibrante consciência ético-plural-comunitária, proteste, denuncie, delate, publique fotos, textos, importantes notícias de situações emergentes, perigritantes, verta panfletos, traduza textos, melhore mensagens convocatórias, corrija, valorize, busque feedback, alerte a maioria ignara da população sobre o crime organizado dos golpistas bancados no poder, porque o traíra usurpador do tal novo estado novo em ditadura civil-empresarial-judiciária negocia com bandidos e mantem-se em falsa pompa garbosa com faixa presidencial ilegítima e indevida; bufão impune entre eles todos, com seus aliados da farra pecuniária a fundo perdido, propinas afins, grupelho aliado à uma elite pústula de uma sociedade de catervas, plantado por uma pequeno-burgesia amoral que chama de populismo os resgates de inclusões sociais; de dividas sociais impagas desde a libertação de escravos (que libertou mas não indenizou); desde o golpe de 64; e desde que um ex-sociólogo, ex comunista e ex-ateu vendeu-se aos ratos de esgoto da ditadura, ainda aliado à uma mórbida ditadura do judiciário, corvos de toga, e aliado de uma sórdida mídia abutre ligada a agiotas internacionais, entre outros zumbis, morcegos, manifantoches, hienas e chacais do golpe torpe.
-Mantenha-se sempre na ativa, se comunicando, trocando informações, logísticas, aparelhamentos, sempre atuante, antenado, com consciência cívica e sempre inquiridor e impactante. Seja sempre um militante de primeira, na escola, no trabalho, na internet, no espaço público, na fila do banco ou do supermercado, na rua, na chuva, na fazenda, delatando fakes, contestando mentiras, combatendo antros de escorpiões, arguindo, debatendo, mostrando aparo e conhecimento, atacando chacais de esgoto da ditadura de todos os tipos e níveis, também vigiando na internet, procurando páginas falsas, críticos fictícios nas redes sociais, em páginas de embustes, blogs e sites, fanpages, sempre a denunciar, delatar, e também a gravar, guardar, registrar, valendo-se das leis que têm sanções para crimes virtuais também.
-Lembre-se: Fascismo não é opinião. Ponto. Simples assim. Não tem papo, não aprofunde diálogo, não está à altura, não significa nada. Fascista não tem conhecimento de nada, é um mero zero à direita do chiste, do chulo, do achismo, da mesmice, da burreza pegajenta de uma falsa prosopopeia, sem o mínimo de senso de ridículo, de qualquer senso que seja, estético, político, humano, historial, de direito ou de crítica social pura. Renegue. Anule. Delate. Apague. Exclua. Denuncie. Junte provas contra. Nunca permita o pareamento. Democracia e exercício de cidadania é outra coisa. Insurja-se. Prepare a barricada, a trincheira da legalidade. Junte camaradas iguais. Agregue o clã. Procure sua turma, e delete coxinha-Daslu (eleitores corruptos de Samparaguai, o estado-máfia que só elege continuadamente corruptos e ladrões aos montes), delete coxinhas-Hipoglós (velhotes decrépitos que sempre votaram mal e porcamente e agora posam de críticos de ocasião mesmo tachados de vagabundos pelo FHC, o chamado Pai da Fome - milhões de desempregados com o "sucesso" do irreal Plano Real), mais rançosos e sádicos coxinhas asnoias, bolsanazis, bolsolixos, e outros lacaios ignóbeis do regime de exceção, que, feito bois de piranha, buchas de canhão, massas de manobra, papagaios de pirata, reproduzem mentiras e, insanos e senis pregam a volta dos que não foram, os parvos, se esquecendo que os corruptos e ladrões atuais, de máfias e quadrilhas historiais, são todos impunes filhotes espúrios e sequelas do dantesco militarismo incompetente e corrupto no próprio processo histórico brasileiro.
-Sempre diga não às impositivas atitudes ditatoriais. Relembre os podres do militarismo, principalmente do penúltimo golpe, o da canalha de 64, que atrasou a democracia no Brasil em décadas, arrombou os cofres públicos, assentando corrupção em todos os níveis, aumentando enormemente a dívida externa, permitindo o enriquecimento ilícito de parte da elite golpista, enchendo os cofres da burguesia que prega um capitalismo, mas sendo um capitalhordismo americanalhado que expropria o estado e ainda engana jumentos que lambem as botas do arbítrio.
-Não baixe a guarda nunca. Nem se acomode. Não dê moleza. Quem se ama, se arma. Quem ama seu país, participa, faz a diferença, mantem-se na ativa. Procure ter porte de arma, se possível. Mas a sua metralhadora dialética (estudos, conhecimentos, leituras, pesquisas) têm o seu primordial e verdadeiro poder de argumentação e diálogo em alto nível e ótimo estilo, mas pense livre, nunca discuta com burros fascistas, cérebros de puxadores de carroça. Prepare-se para o pior. Precisamos de uma outra Batalha de Itararé, para acabar com essa nova/velha oligarquia parasita de horror? Precisamos de um outro clamor e levante popular, por uma nova constituinte, eleições diretas, um contragolpe que permita o retorno de quem foi devidamente eleito nas urnas e então uma pessoa ilegitimamente foi evada ao poder de forma absurda? Dilma não negociava com bandidos, não deu aumento para juízes marajás, nem facilitou alta verba pública para a Rede Globo golpista.
-Porte sempre uma bela câmara fotográfica de primeira qualidade. Ou um celular com boa resolução, para registrar impropérios e impropriedades, e assim emergencialmente denuncie racismo, homofobia, discriminação, agressões dos poderes públicos, violações de direitos humanos; não se omita, exercite sua cidadania, principalmente nesses tempos tenebrosos em que o preço da democracia é a eterna militância.
-Particularmente registre entrada e saída sua, para todo lugar que for, por mais óbvio, regular ou rotineiro que seja, bem como registre de alguma maneira início e chegada, retorno e resultado, agitações, agrupamentos ou passeatas, greves, mobilizações, proibições, abusos de autoridades despreparadas, criando um grupo unido e treinado em relações comunicativas para tanto, para que todos saibam de todos, saiba onde cada um está e o que faz, equipe agregada, vigiando o amigo participante ativo, cuidando um e outro; espirito de equipe nessas horas vale muito, por isso procure estar de preferência sempre em grupo, em mais de um, e assim procure adquirir conhecimento compartilhado, atualizado, para abalizar informações, e também procure ter bom embasamento jurídico de sobrevivência e proteção pessoal, de causa e efeito, até para se fazer defeso em eventual hora imprópria de militância, como procure também ter advogado de nível a mão para agir de presto e intermediar ajuda urgente se for preciso, a princípio apelando pela não violência, mas sempre estando pronto para o caso emergencial ou acidental de o bicho pegar e você precisar de amparo, de ajuda, de sangue, de água, de remédios, de equipamento sobrevivencial, de pleito de divulgação da ocorrência ilegal e mesmo de solidariedade inclusive com ampla divulgação em todas as redes sociais, principalmente de diretos humanos, da ONU, ou em sítios internacionais de renome e mobilização. Não permita e nem provoque violência gratuita. Não reaja se for provocado. Busque programar logística em panfletagem, pichação ou mobilização, sondando ou programando sempre saída de emergência, ponto de fuga, de referência crucial, de válvula de escape, mas sempre registrando situação e resultante, atrocidade e dezelo público, ou mesmo fascismo de ação ou interpretação de tanto, porque, para a direita o crime compensa, quando o lucro é crime, o trabalho é trabalho escravo, e se essa direita rancorosa e amoral é unida como um câncer a ser extirpado, porque iriamos nos dispersar?
-Se o golpe é ilegal, e representa o retrocesso social, desobedecer é o que há, e se insurgir é parte importante da resistência e da sabedoria ético-cívica de se manifestar contra a corja que se instaurou no Palácio do Planalto e adjacências. Proteger direitos, conquistas trabalhistas, inclusão social, é dever de todo cidadão participativo e antenado, principalmente contra o cínico e inumano estado mínimo neoliberal que faliu a Europa, e se já foi rejeitado é porque entre a teoria e a prática revelou-se desumano, na própria globalização da miséria com as privatarias (privatizações-roubos), mais o hediondo neoescravismo vergonhoso.
-Ser do contra. Ser contrário com inteligência, lucidez, aparato técnico até, e preparo intelectual, com amplo conhecimento de história, direito, humanismo, conquistas sociais datadas. Unidos somos fortes. Agregados, somamos. Desligar a tevê faz parte e ajuda. Ligar o cérebro. Leituras ajudam e movem neurônios. Política é uma arte. Ou fazemos a nossa luta de resistência, de insurgência, contra violações espúrias de direito, ou eles os bastardos inglórios crescerão e vencerão pari passu, porque a pequena burguesia fede e o fascismo no cio gera monstros, de alienados tantãs que são os malformados, mal informados, ignorantes políticos, cérebros de penicos da mídia. A insurgência é nossa resposta ao golpe que derrubou uma legitima presidenta eleita nas urnas, e bancou um lacaio do capital especulativo de um braço armado do sistema vil.
-Todo poder emana do povo, e em seu nome deve ser exercido, é um preceito constitucional. Um governo sem povo, sem ter sido eleito direto para ser o cabeça da chapa e chefe do executivo, mas no poder com conchavos de bastidores e negociação com bandidos, é ilegal. Um povo alienado é usado pela mídia suja, portanto, pensar é movimentar-se, agir é resistência, insurgir é preciso, atuar é pilar de resistência. Que nosso hino na batalha seja o Hino Nacional Brasileiro, e mesmo que o nosso mote até seja FERIDOS VENCEREMOS, mas que também tenhamos fôlego para em alto e bom tom cantarmos Para Não Dizer Que Não falei de Flores, de Geraldo Vandré, até porque a patriazinha não pode ter fantoches no poder, marionetes dos três poderes na retaguarda suja, com o regime de exceção posando de falso-legal, mas sendo usurpador e agindo de forma cínica, amoral, sórdida. O povo unido jamais será vencido? Essa é a ideia. A mídia destila seu ódio, e se ufana de berrar fora isso, fora aquilo, fora preceitos legais, assim conspurcando a verdade propriamente dita. A justiça tendenciosa e parcial, serve ao que serve. Tribunais de embustes são antros. STF-São Todos Fariseus. E a alta sociedade que tem medo de pobre, negro, nordestino, favelado, agricultor, índio, funcionário público, professor, justiça pura, jornalismo puro, fomenta o golpe e o sustenta por não permitir a continuação de inclusão social que tirou o Brasil do mapa da fome com Lula e Dilma e elevou o país a nível de potência emergente e distinta. Lembrem-se do que disse Leo Huberman, no livro História da Riqueza do Homem: "Quando a economia capitalista entra em colapso, e a classe trabalhadora marcha para o poder, então os capitalistas se voltam para o fascismo"
-Dilma gerente não permitiu aumento vergonhoso de salários-propinas a juízes marajás numa justiça de tostões, e criou inimigos entre PHDeuses de meio e pretensão de. O PT tirou parte de alta grana que era desviada para a rede Globo, que nasceu e cresceu na ditadura, e Lula e o PT então viraram alvo para direcionamento de falsas notícias, falsas interpretações dirigidas, falsas implicações de denúncias, chegando a um linchamento midiático sem precedentes, com o abuso de leviandade criticado em foro legal no mundo inteiro. Hoje os ratos governam os governos, de municipais, estaduais, regionais, a federais. A corrupção impune financia e banca o nosso capitalismo americanalhado, com suporte de agiotas emboabas querendo a preço de bananas as lucrativas empresas públicas, com a Petrobrás sendo propositalmente sucateada para ser vendida a toque de caixa e assim reformar o butim financeiro dos que financiaram o golpe, o decrépito usurpador e seus asseclas lotado nos podres poderes...
-Resistir é preciso. Evitem marcas, grifes, consumo exagerado, reduzam o consumo ao máximo, evitem que empresas que bancaram o golpe, financiaram a ditadura atual, tenham lucros como antes na melhor era da economia brasileira desde 1500, a Era PT, segundo sustentou o próprio site UOL, e assim, na calada da noite, nos subterrâneos que seja, devemos fomentar uma insurreição, uma revolução popular, delatando, denunciando, registrando, criando - a arte como libertação - como disse o poeta. Queremos o Brasil de antes de volta, sem falsas estatísticas, sem inflação camuflada, sem falso crescimento de mentira, sem o retrocesso instável numa crise instrucional sem precedentes, quando as quadrilhas no poder abusam de alta grana a que foram comprados, e assim saqueiam as empresas estatais, onerando o erário público, minando nossas reservas e expropriando nossos recursos naturais. Daí a razão desse rascunho improvisado dessa primeira versão de um tratado geral de insurgência.
-Fora Temer, fora barganhas palaciais vergonhosas. Fora STF. Fora Mídia abutre. Fora podres poderes. Que país é esse? Que país é isso? A revolução popular começa em nós, em casa, no meio, no clã, no local de trabalho, no local de estudos, na praça, no dia-a-dia. Preguem esse mantra. Fomentem essa ideia. Quem sabe faz a hora não espera acontecer. A luta continua. Insubordinação já. A insurgência prenuncia um levante popular. Juntos somos fortes. Passeatas, greve geral, mobilização, conscientização, não consumir, não comprar, tudo vale a pena para demonstrar nossa insatisfação. Ao povo o que é do povo.
-Nós, os insurgentes, somos contra:
1)-As privatizações-roubos (privatarias) e suas maracutaias, bem como o suspeito resultado final improbo desde as moedas podres.
2)-A midiatização da justiça que com isso empobreceu e corrompeu-se, feriu hierarquia de letra legal, tomando partido, justiçando açodadamente de um lado e protegendo labirinticamente amigos do alheio.
3)-A idolatria de jagunços de extrema-direita reacionária a juízes caducos na aplicação ilegal das leis, falindo a justiça na justiça turbinada para a idiotização de leigos.
3)-A militarização proposital da segurança pública, beneficiando empresas privadas de segurança e prejudicando as carentes periferias e seus cinturões de miséria, violência e morte.
4)-Queremos auditoria ampla, geral e irrestrita de todas as empresas de comunicação, que são concessões públicas, e que apoiaram o golpe, o arbítrio, o regime de exceção, criando de forma danosa a enorme proposital propagação do ódio, da violência gratuita, do sexismo, do direcionamento proposital do noticiário capenga, tendencioso e ignaro.
5)-Queremos cobrança de impostos de todas as religiões, e ainda a obrigação das mesmas de alfabetizarem seus associados e membros.
6)-Queremos um mutirão para rever penas de sentenciados, libertação dos que ainda não foram julgados, no sentido de acabar com a indústria do crime organizado nas cadeias, e as escolas do crime evolutivo baseadas nas prisões.
7)-Queremos uma auditoria popular das leis trabalhistas conquistadas a ferro, fogo, sangue, suor e lagrimas. Nenhum direito a menos.
8)-Queremos uma auditoria publica com participação multipartidária da questão da previdência pública, a cobrança incontinenti das dívidas trabalhistas, a responsabilidade civil e criminal dos devedores quando com protelamento da dívida em ajuizamentos disformes, protelatórios, bem como o fim de toda anistia de qualquer tipo para qualquer empresa, por qualquer intervenção ou corrupção política de ocasião, em detrimento da transparência e dos direitos sagrados conquistados pelos trabalhadores e garantia dos mesmos.
9)-Queremos uma reforma total da justiça capenga e incompetente, principalmente para acabar com os decrépitos marajás de toga, quando o salário de todo membro da justiça e em áreas correlatas ou pertinentes devem ser com base no salário do professor da rede pública de ensino como base por área de abrangência e tempo estimado de trabalho.
10)-Descriminalização da droga. Tratamento obrigatório com internação e sanção sumária nesse sentido, para usuário que for pego em infração ou crime por mau uso dela, se liberada com garantias.
11)-Cobrar e exigir programas de tevês que são concessões públicas, que tenham alto nível informativo, de educação, esporte, cultura, direito, história, ética, estudos de leis do transito e cuidados da natureza, mais inclusão social de um humanismo de resultados supervisionado diretamente pelo estado e entidades de classe.
12)-Fins de julgamentos com base em entreveros midiáticos suspeitos, bancando o povo com más informações, como o fim de programecos de tevê que fomentam a discórdia, a animosidade charlatã, a violência repetida a exaustão, o crime sem julgamento ou quando veiculam fakes espalhafatosamente sem veracidade transitada em julgado, a segurança pública disforme, sem consultoria popular e entendimento de um diálogo transparente e efetivamente capaz, motivador, de justiça por justiça.
13)-Reforma da mais corrupta justiça brasileira, a justiça eleitoral, capenga, ultrapassada.
14)-Reforma da área prisional, permitindo que o preso seja encaminhado para trabalhos e estudos, a família que tiver condições ser obrigada a pagar pela sua prisão, manutenção e serventia, em condições humanas de recuperação e reintegração social de fato e de direito.
15)-Fim da previdência pública para políticos privilegiados, ou bases diferenciadas de militares, tudo com base no que coaduna a Constituição que os direitos são iguais para todos.
16)-Fim da benevolência com o crime organizado da sonegação de imposto de renda, da indústria e comércio que roubam bilhões do erário público, em detrimento de investimentos sociais para o povo, sendo considerado crime inafiançável, sem prescrição, sem fiança, só extinto quando efetuando o pagamento in totum e sem contestação do quantum, permitindo o cumprimento de um terço da pena depois de saldada a dívida. Dívida impaga, e o crime nunca prescreve e nunca se liberta o criminoso.
17)-Para crimes hediondos, os portadores de diploma em gratuita universidade pública perderão o diploma e o status dele, e os formandos em universidades privadas terão a fiança arbitrada com base no quantum pagaram para o curso tudo. Em todos os crimes, se o autor tiver curso superior, deverá pagar o dobro da pena, sem visitas íntimas, sem regalias, mordomias, vantagens, sem cumprimento de só um terço da pena, e todos os presos só assistidos pelos advogados, sem prerrogativas, na presença de um agente policial ou carcerário.
18)-Fim de privilégio e mordomias para políticos, juízes e descendentes, funcionários públicos designados ou nomeados por tráfico de influência política.
19)-Auditoria ampla, total e irrestrita, das privatarias (privatizações-roubos), das Eras Fernando Um, e Fernando Dois, bem como das suspeitas e alarmantes anistias desde então, até o foro do usurpador de 2017 e 2018, anistias fraudulentas pelas quais o autor ou autores devem responder civil e criminalmente inclusive com alijamento de bens pessoais, bem como criminalizar as falências fraudulentas ou dívidas impagas de empresas beneficiadas com as mesmas privatizações espúrias, dito legais mais amorais, desde as moedas podres.
20)-Crime no trânsito: Se houve vítima, o carro será apreendido até apuração do problema e a vítima ser cuidada, indenizada, ou o valor do carro sob custodia será leiloado para esse fim. Se houve vítima fatal e o motorista for culpado após o aparato técnico-legal de verificação, o autor da infração será apenado pelo dobro da pena, e caso de embriaguês no volante e com acidente fatal será considerado crime hediondo.
21)-Como no Brasil corruptos podem ser presos, e suspeitamente corruptores sempre são quase santificados pela justiça decrépita, e pela alta sociedade pústula, no caso de crime nesse sentido corrupto e corruptos devem ser apenados incontinenti, e somado a pena dos crimes todos, os corruptos poderão cumprir apenas cinquenta por cento da mesma, se o valor todo for devolvido, ou se ele pagar o quantum exato da corrupção a título de fiança. Somente o corrupto enquanto agente público terá a pena dobrada em qualquer crime, além de perder o cargo.
A corrupção e a política são almas gêmeas no Brasil, e o estado mais corrupto é SP, Samparaguai, o estado máfia (máfias e quadrilhas de propinas e cartéis impunes no poder há décadas), desde as capitanias hereditárias, passando pelos bandeirantes bandidos, depois a canalha do golpe militar de 64, depois o arrocho neoliberal dos Fernandos, I e II, os néscios. SP é o estado que hoje mais rouba o imposto de renda, em torno de cem bilhões por ano fiscal. Nunca acham a caixa preta do Caixa dois, muito bem desviados. Capitalismo em que o lucro é de bandidos. Por isso as ruas são do povo, as praças são do povo, os revoltosos precisam se unir e se mobilizar em tratados de conceitos e revoltas programadas com ardiduras sociais. Paulistas da gema, adoram corruptos e ladrões paulistas da gema. Sem algemas. Almas gêmeas?
Comunidades livres não podem aceitar estado omisso, corrupto, beneficiando o lucro a qualquer custo, a qualquer preço, lucro impune em detrimento do social, o capital ensandecido financiando castas e cartéis e promovendo divisão de classes e omissões na relação capital/trabalho. Se os que estão não poder não sabem ser transparentes, nem irem aonde o povo está, a real medida é insurgir-se contra estado real de coisas. Helio Gallardo nos diz: "Direitos humanos devem ser compreendidos com sensibilidade que questiona e recusa qualquer autoridade estrutural, e reivindica diante dela autonomia e responsabilidade". Insurgir-se é um chamamento à ação, para uma cultura de direitos que deve passar pela desobediência civil frente a um pseudogoverno ilegítimo, vendilhão e depredador. A consciência da lei não é a consciência do direito. A elite insensível serve levianamente ao capital, não ao humano, é de nossa natureza histórica essa demanda. O pobre é um espantalho para a hierarquia burguesa. Nossa justiça brasileira historialmente é uma meretriz e a elite seu cafetão. No Brasil, ser honesto não tem nada a ver com ser patriota. A eleição é um mero jogo de dados midiáticos. Não devemos aceitar leis injustas que beneficiem antros em detrimento dos explorados descamisados, os sem terra, sem teto, sem salário, sem emprego, sem futuro. Um estado negligencia ou vil empresta seu tacão - mídia, policia, milícias, etc, - às autoridades da justiça, braço armado do arbítrio, na mão e ditame do mercantilismo e comércio, inclusive o narcocontrabando informal. A insurreição é uma virtude, e a universidade dessa pratica de movimentação está em desobedecer, resistir, firmar-se nesse propósito e sentido...
Na revolução francesa quase todos os juízes foram guilhotinados, na russa também, mas no nazismo e no fascismo foram os primeiros ao aderir ao regime funesto, como na hedionda ditadura militar brasileira também, pois em muitas fases, épocas ou momentos graves da história, muitos dos membros da chamada justiça acabam por serem cães de guardas, capitães do mato da elite de onde originaram de antros podres
Pena de Morte:
Para todo cidadão brasileiro, autoridade constituída, empresário ou estrangeiro aqui residente que promover ato, documento ou movimentação mercantil-pecuniária contra as instituições legais, constitucionalmente estabelecida no rigor da lei, ferindo os preceitos constitucionais; que facultarem sucateamento de empresa pública para beneficiar agiotas do capital especulativo em privatizações que firam o erário público, em benefício de empresas privadas da área ou concorrentes, ou que vertam para terras estrangeiras interesses, documentos, benesses de riquezas, sentenças, documentos oficias, informações, logísticas ou fatores econômicos de segurança máxima contra a economia da pátria, sua democracia e sua segurança em todos os sentidos e níveis.
Tome pé de seu partido, de sua ideologia e de seu país. Use e abuse de seu tratado de insurgência, para que no futuro não digam que país é esse, que país é isso, tal republiqueta das bananas, capital mundial da ignorância e corrupção.
POR FIM:
DESOBEDEÇA
O sistema quer todos bem certinhos na manada
E cobra: -Cresça e apareça!
No curral, no cocho, na superfaturada avenida espraiada
DESOBEDEÇA.
As regras, as normas, as sequelas, as imposições
Todo regime que apodreça
E você desde criança a ser dopado por antigas lições
DESOBEDEÇA.
O crime organizado impune no poder, você bobo vota
Talvez nem todo podre mereça
De tolo paga seu dízimo, seu imposto, propina ou cota
DESOBEDEÇA.
Não pise na grama, camarada, comer a grama você pode.
Não cuspa no prato que comeu, sorva a sopa de miséria.
Não deixe de servir o exército como um bosta seca um pária.
Não deixe de ser um reacionário pobre e burro e coxinha.
Não deixe que desconfiem que você é um ameba não politizado.
Não deixe de ser um tolo de ouro com panca de jeca asnoia.
Nem deixe de ter aquela velha opinião formada sobre tudo...
DESOBEDEÇA.
Não concorde com a maldita ordem unida
Não seja mais um mané fascista na vida
Não desfile poses na passeata como um jegue
Não atire pra cima que o diabo te carregue
Veja onde pousa a alma, o coração, a cabeça
Estude muito e apareça
Lute e nunca esmoreça
DESOBEDEÇA.
Saiba onde o bicho pega e vá para a barricada
Não seja um reaça e analfa direita da manada
Diga não ao não e brilhe na sua própria jornada
Diga não ao não e estude e leia e trabalhe e sonhe e lute e seja
Um libertário que o povo sofrido defenda e justiça social mereça
Nem mídia suja, nem justiça amoral, nem sociedade ou igreja
DESOBEDEÇA.
Jesus Cristo surrou os vendilhões do templo
Filosofia plantando um humanismo social
Guevara morreu por uma justa causa real
Seja um ser pensador socialista e livre e limpo e cresça
E se vieram com uma maldita regra formol... ou formal...
DESOBEDEÇA.
O melhor governo é o que democraticamente eleito com a transparência do sufrágio eleitoral das urnas, e que governa para a maioria absoluta da população, tentando sanar dividas sociais históricas impagas, já que os ricos, em qualquer situação, governo ou momento histórico, têm lucro certo sempre, têm vantagens e privilégios, exploram mão-de-obra, têm suas riquezas injustas, seus lucros impunes, suas propriedades roubos.
Agir coletivamente com mobilização inteligente e produtiva, organizada, contra o poder que se sustem por uma caterva ordinária, de máfias, quadrilhas, cartéis, propinas, dilapidando o erário público para comprar capangas que são os pilares da corrupção, é agir em benefício do povo e em seu nome deve ser a luta e a bandeira de resgate. Lembremos do que registrou Henry David Thoreau:
"Deixem de lado aquela ponte sobre o rio, façamos uma pequena volta, e lancemos ao menos um arco sobre o abismo escuro da ignorância que nos cerca"
DESOBEDEÇA
Prisão para os que ergueram prisões, e não escolas, universidades, museus, creches, bibliotecas, hospitais;
Polícia para a polícia que virou milícia e não cumprindo lei e discriminando a população carente e marginalizada, vale-se de corrupção para bancar pose e posses, falso status quo e fomentando violência impune;
Regras, normas, decretos, leis, sanções, resoluções, devem ser para todos, se não são para todos, não valem nada, devem ser contestadas e pouco consideradas, não têm valor, não devem ser aceitas;
Atentar contra democráticas mobilizações populares é terrorismo de estado que não aceitamos, e reagiremos sempre que possível contra os podres poderes do falso poder estabelecido com esse propósito vil;
Usar a mídia comprada e tendenciosa e parcial, com o objetivo de engabelar incautos do povo sem cultura, exige, como a queda de Bastilha, a derrubada dos totens de comunicação que atentando contra a ética plural-comunitária fomenta a ignorância do povo.
Insurgência e Desobediência Civil Já.
E tenho dito e escrito:
Leiam e divulguem.
-0-
Silas Corrêa Leite
Ciberpoeta, Blogueiro e Escritor premiado, membro da UBE-União Brasileira de Escritores.
Jornalista Comunitário e Conselheiro Diplomado em Direitos Humanos.
E-mail: poesilas@terra.com.br
AUTOR DE TIBETE, De quando você não quiser mais ser gente, Romance, 2017, Editora Jaguatirica, RJ
PS
Desobediência civil é um tipo de manifestação legalmente aceita contra o regime imposto por um governo opressor, quando um grupo de cidadãos se recusa a obedecer determinadas leis, em forma de protesto, por considera-las imorais ou injustas. Significado de Desobediência civil - O que é, Conceito, Definição
https://www.significados.com.br/desobediencia-civil/
O Romance SOMBRAS SOBRE A NOITE de Francisco Paco Espínola
Pequena Resenha Critica
As Sobras Humanas do Romance SOMBRAS SOBRE A TERRA de Francisco Espínola
Quem somos nós, autointitulados humanos, senão
meros cavalos passando de mão em mão e servindo
como veículos para que a vida possa escorrer
por meio de nossas existências? Roberto Damatta
-As vezes penso que escrever é alimentar algum monstro que mora em nossas escuridões. Outras vezes tento, desesperadamente, ser apenas uma alma humana tentando compreender e expor as dilacerações de percurso de outras almas humanas, nas suas difíceis e delicadas (quando não endiabradas) sobrevivências possíveis, e, volta e meia dou-me a compreender as dilacerações humanas expostas em quadros cênicos, como se o contar do romancista fosse (ou tentasse ser) um mero band-aid nas escurezas das sombras, das contundências das terras humildes ilustradas com nódoas de sangue, dizendo das almas que atravessam a árvore da vida, e como se também fossem meras tábuas empenadas, e ainda assim revelando flancos mal compostos, nós cegos, desajustes de veias e veios, imperfeições e tristices desamasiado humanas. Afinal, pensando na escrevivência do autor, tentamos entender que o talento também se forma na solidão, revelando então o caráter daquele que contempla o mundo em todas as suas mixórdias, rudezas, e zonas de conflito. Ah, a carne é fraca. E o ócio é duro de ruir.
Com SOMBRAS SOBRE A TERRA de Francisco "Paco" Espínola não poderia ser diferente, com sua alma também latina, e sua latinidade órfã. O autor junta cenas, encorpa-as, costura, pinça janelas, entrecortes, e, autobiográfico que o seja, vai contando do seu jeito como se floreasse um tango deslocado, um tango uruguaio, em insalubridades psicológicas de acomodação, feito escrever ser o fazer soar o seu bandoneon, a dizer de rufiões, prostitutas, cafetões, a marginária s/a, em que o personagem (autor?) tenta também encontrar-se a si de alguma maneira ou forma, numa busca consigo mesmo do narrar a vidinha merreca dos sofridos, como quem que se junta a eles, mas saca e revela as asperezas escarradas e mal cuspidas de amores corrompidos, companhias etílicas, amantes e namoradeiras de percurso e estadias. Sabe da vida humilde dos baixos escalões buscando prazer, nem que seja a química paz na alma pra se coçar...
Milongas, frustrações, desassossegos, prostíbulos mal caiados, muambas, drinques avessos, tudo sob o enlevo do transitório, do mal acomodado, do lamento, das impurezas que aqui e ali se deslocam, mas continuam buscas, certas escondidezas de ser e de não ser de vidas solitárias sem fios desencapados, acomodadas no trivial de simplezas, ora uma realidade dolente, uma sofrência desafinada de feitio e meio, e as almas são levantadas como meros sabugos respigados do chão nas contações do autor; feito o relato de uma boêmica gente em sua sobrevivência possível naqueles cafundós ordinários de um quase desmundo ribanceiro. É um romance da alma paraguaia, diz o crítico literato da USP-Universidade de São Paulo Adelto Gonçalves, sobre o consagrado romance SOMBRAS SOBRE A TERRA do Francisco "Paco" Espínola.
Aliás, A própria vida-obra de Francisco Paco Espínola aqui e ali nos remete a Oscar Wilde, que nos diz: "Prezo as pessoas mais do que os princípios; e as pessoas sem princípios, mais do que tudo neste mundo. Todo o efeito que causamos nos arranja um inimigo. Só a mediocridade é popular. A vantagem das emoções é que elas nos desencaminham. Ser natural é simplesmente uma pose, a mais irritante que eu conheço. Os que são fiéis conhecem só o lado trivial do amor. A infidelidade é que sabe das tragédias do amor. As emoções alheias são mais divertidas que as ideias alheias. A mutilação do selvagem subsiste tragicamente na renúncia que nos estraga a vida. Peque o corpo uma vez e estará livre do pecado. Porque a ação tem um dom purificador. Nada restará então, salvo a lembrança de um prazer; ou a volúpia de um arrependimento. As criaturas vulgares não nos impressionam a imaginação. São seres esperando que a vida lhes desvende todos os segredos (...); Os seres sem egoísmo são incolores. Carecem de personalidade(...). A discordância está em sermos forçados a viver em harmonia com os outros. Civilizar-se não é fácil. Só se consegue por dois meios: cultivando-se ou pervertendo-se. Consciência e covardia, são, na verdade, a mesma coisa.(...)"
Sombras Sobre a Terra enquanto romance, são parágrafos com contações feito afetos trigueiros de figurinhas carimbadas de baixio chão, sombras da terra, sobras, carcaças, refugos, como pequeninos cães. Professor, crítico literário e teatral, comunista de carteirinha e utopia, mesmo sendo de origem "blanca", Paco escreve como se narrasse a cena inteirinha e com detalhes para ser montada num palco alhures, num filme em que esmiuça idas e vindas, e este seu romance diz dessas histórias que fulguram na obra como seu melhor livro, a sua cara, ápice de seu oficinário criativo, tendo sempre aqui e ali, um "de que" en passant de Dostoievski tropical, numa narrativa peculiar, bem elaborada, meio indolente que seja, vivendo suas erratas de vícios e arremedos de buscas de um cerne existencial que seja, dado a própria impossibilidade de ser feliz nesse seu jeito de "aleijado por dentro" até mesmo de ter esse defeito incurável e pertinente de querer ser feliz...
Galo cego, gato pardo, ele evoca-(se):
"Oh noite, que ocultas ao homem as leis dos homens e fazes de cada beco um caminho seguro até a burla dos juízes, até o descanso e o esquecimento, cegando a vista de olhos altivos que não te frequentam! A quem temem os que te dormem, os de muitos ferrolhos, os que deles te afugentam com lâmpadas poderosas, porque lhes traz de longe, entre tuas dobras, esses clamores gemebundos que os estremecem sobre o travesseiro. Oh, noite, onde as sombras baixam ao coração do homem; por onde sobem as sombras do coração do homem; onde o homem envolve em sombras o coração"". (pg. 77).
Ah a dura realidade que cerca os infelizes, os sensíveis, que forma os sentidores em buscadores, entre a miserabilidade de abismos intrigueiros, queixumes, mais as carências, os sofrimentos de perdas, o dezelo íntimo nas quebradas do mundaréu em que vagam, bebem, se dopam, dormem, sonham praias distantes, almejam viagens sem fim, recontam paixões prazenteiras, tentam sonhar impossibilidades rasteiras, ou feitos futurais sem saber como, como fugas, escapadas, bebemorações de cantos, valas, barrancos e barracos, com a base da vidinha entre noiteadeiros, os notívagos, cavando purgações, tentando se livrar dessa ferida que é sobreviver, lambendo fissuras, feridas, ressacas, papos homéricos, entre isolamentos de sombras e companhias de sobras corrompidas.
O abandono de um ideal, a fuga de um remorso, a inaceitação de ser como é em situação de ausência, para a busca de uma zona de conforto nesse caos existencial que é a vida e, pior, a sobrevida nessas paragens de relatos, pois Juan Carlos, perdidão, cego de alguma maneira, busca uma família perfeita e certa na evocação da morte e seus chamamés de encordoamentos de imagens, miragens, revisitanças, em situações que trazem névoas e o ambiente pesado de um café periférico, uma bodega de flanco, uma baiuca de quebrada, numa zona de meretrício iluminada de sombras da terra... Há uma ambição humilhada num mundo desfavorável? E a dor de escrever o que é? Um grande romance.
Haruki Murakami disse "Quando paramos para escrever um romance, quando usamos a escrita para criar uma história, queiramos ou não, um tipo de toxina que jaz nas profundezas de toda humanidade sobe à superfície. Todo escritor precisa ficar cara a cara com essa toxina e, consciente do perigo envolvido, descobrir um jeito de lidar com ela". Pois Paco em Sombras Sobre a Terra faz isso com garbo, com estilo, porque o romance dele é crivado de olhares profundos, contemplativos, investigatórios e cheios de ilusão, pondo (dando) petiscos de prosas aos seus monstros, face aos seus humildes, feitios ao seu tempo, espaço e lugar, revelando-os a seus privilegiados leitores de sua literatura de quilate. O underground regurgitando vagidos letrais. Acende luzes-parágrafos entremeados de arremedos de retalhos de gente, contando daqueles que se esqueceram de si mesmos, de suas cruzes, de suas broncas, amarras e perdições. Sombras sobre a Terra é sombra sobre a noite, é a sombra sobre almas, e, talvez, a própria alma do autor repaginada, assim também revisitada numa obra de peso, de vulto, onde ele mesmo é, nessa névoa toda que ascende em bela prosa, um vulto de si mesmo se passando a limpo, se passando a limo, a húmus, aqui no caso se passando a livro, das sombras da terra sobre a terra.
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Silas Corrêa Leite - Professor, Jornalista Comunitário e Conselheiro em Direitos Humanos. Ciberpoeta e blogueiro premiado, escritor membro da UBE-União Brasileira de Escritores, Autor entre outros de GUTE-GUTE, Barriga Experimental de Repertório, romance
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BOX
SOMBRAS SOBRE A TERRA - Francisco Espínola, Editora LetraSelvagem, SP, Coleção Gente Pobre, Organização Nicodemos Sena, 2016 - 360 Páginas - www.letraselvagem.com.br - E-mail: letraselvagem@letraselvagem.com.br
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Leite, tachado Pelo Site Capitu de “O Neomaldito da Web”
o
Breve Historial Bio-Bibliográfico
o
-O atual literato e Cyber Poeta, Silas Correa Leite, na verdade nasceu no
bairro operário de Harmonia, na cidade de Monte Alegre, Paraná, região de
Tibagi. No entanto, a partir dos seis meses de idade, foi criado em Itararé,
São Paulo, cidade de divisa com o Paraná, terra de seus pais, que tiveram que
fugir do colonião do Paraná porque tinham loteamentos (Lotes das Cem Casas) na
área rural chamada Cidade Nova, adjunta a Monte Alegre, e foram perseguidos por
grileiros, bandidos e jagunços do político corrupto chamado Lupion, então
governador do Paraná. Por incrível que pareça, a área regional toda depois
estranhamente mudou de nome, sendo chamada de Telêmaco Borba, nome também de um
político jagunço e bandido ligado a corruptos da região.
o
-O pai de Silas Correa Leite, Maestro Antenor Correa Leite, hoje nome de rua em
Itararé, é dessa cidade histórica (um dos primeiros a nascer na cidade na Era
de 1900), e quando jovem foi o primeiro acendedor de lampiões de gás de
Itararé. Em Itararé, de família rica que ficou pobre, Silas, guri de
pé-vermelho, estudou no Grupo Escolar Tomé Teixeira, quando foi alfabetizado e
descoberto também aos 8 anos como “Poetinha” pela primeira professora, Jocelina
Stachoviach de Oliveira. Silas terminou o curso primário, e, para ajudar a
família e o pai doente, parou de estudar e foi trabalhar de engraxate a
boia-fria, de vendedor de dolé de groselha preta a caldo de cana, de pipoca a
algodão doce, de garçom a aprendiz de marcenaria. Aos 16 anos, precocemente
estreava como colunista-colaborador do semanário jornal O Guarani, de Itararé,
também fazia imitações de artistas da Jovem Guarda em shows de prata da casa, e
tinha sido aprovado num concurso para locutor na Rádio Clube de Itararé.
o
-Em 1970, só com o curso primário, Silas migrou para São Paulo, capital, em
busca de melhores condições de trabalhos e estudos. Levava na bagagem algumas
poucas roupas, muitos sonhos e vários cadernos de rascunhos poéticos que hoje
passam de mil e foram reportagem no programa Metrópolis da TV Cultura de São
Paulo. Na capital de inicio morou em cortiços, em pensões, dormiu na rua,
passou fome, até voltar a estudar, sempre escrevendo para os jornais de
Itararé, com os quais colabora até hoje, faz mais de 40 anos. Terminou os
estudos fundamentais e médios no Liceu Coração de Jesus, fez Direito, trabalhou
anos na área, na empresa ABE-Assessoria Brasileira de Empresas, até ir
trabalhar como assessor do Secretário Municipal de Educação da capital,
jornalista Paulo Zing, compondo equipe para ajudar a implantar informática no
ensino público da capital, quando fez Geografia e vários cursos de extensões a
especializações, tornando-se especialista em educação e se efetivando no ensino
público municipal e estadual. Filiado à API-Associação Paulista de Imprensa,
também se associou à UBE-União Brasileira de Escritores, ganhando alguns
prêmios de renome, representando Itararé no Mapa Cultural Paulista, vencedor
entre outros concursos do Primeiro Salão Nacional de Causos de Pescadores
(USP/Parceiros do Tietê/Rádio Eldorado/Estadão/Jornal da Tarde), premiado
também nos concursos Lygia Fagundes Telles Para Professor Escritor, Prêmio de
Poesia Biblioteca Mario de Andrade, SP (Gestão Marilena Chauí), Prêmio Literal
de Contos (Petrobrás), RJ, Curadoria Ana Buarque de Holanda, Premio Ignácio
Loyola Brandão de Contos, Prêmio Paulo Leminski de Contos (Unioeste-PR), Prêmio
Fundação Cultural de Canoas, entre outros, e ainda no exterior, o Prêmio
Microcontos Fantásticos Simetria, Portugal, e Prêmio Cancioneiro
Infantojuvenil, Instituto Piaget, Lisboa, Portugal, passando também a constar
em inúmeras antologias literárias em verso e prosa, inclusive no exterior, como
Estados Unidos, Portugal e Itália, além de incluído como Poeta Contemporâneo na
Revista Poesia Sempre, Ano 2000, 500 Anos de Descobrimento do Brasil, Fundação
Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.
o
Silas Correa Leite lançou depois os seguintes livros:
o
-Ruínas & Iluminuras, conjunto de poemas, (Prêmio Elos Clube/Comunidade
Lusíada Internacional)
-Trilhas & Iluminuras (libreto), Coleção Prata Nova, Editora Grafite, RS
-Porta-Lapsos, Poemas, Editora All-Print, SP
-Campo de Trigo Com Corvos, Contos Premiados, Editora Design, SC, classificado
para a final do Prêmio Telecom de Portugal
-Os Picaretas do Brasil Real (libreto), Cantigas de Escárnio e Maldizer (Série
Leia e Passe Adiante) Editora Thesaurus, Brasília, DF
-O Homem Que Virou Cerveja, Crônicas Hilárias de Um Poeta Boêmio, Editora
Primus/Giz Editorial, SP/Premio Valdeck Almeida de Jesus, Salvador, Bahia
-ELE Está No Meio de Nós, e-book, Romance Místico virtual, Hot-Book Editora,
RJ, disponível no site www.recantodasletras.com.br
-E-book de sucesso, O RINOCERONTE DE CLARICE, pioneiro, de vanguarda e único no
gênero, primeiro livro interativo da rede mundial de computadores, Editora
Hot-Book, RJ. Obra composta de onze contos fantásticos, cada ficção com três
finais, um final feliz, um final de tragédia e um terceiro final politicamente
incorreto, quando o leitor também poderia escrever um seu final para cada
história. Livro campeão de downloads, referencial como livro virtual na web,
destaque na imprensa como Estadão, Folha de São Paulo, Jornal da Tarde, Correio
do Brasil, JBonline, Poetry Magazine, Diário Popular, Revista da Web, Revista
Cultura Sinpro, Minha Revista, Revista Época, e reportagem na mídia televisiva
como Rede Band, Programa Momento Cultural/Jornal da Noite (Márcia Peltier),
Programas Metrópolis e Provocações (Antonio Abujamra) TV Cultura de São Paulo,
Rede Brasil, Rede Vida, Canal 21 (Programa Na Berlinda), Programa Imprensa e
Cultura, Canal Universitário. A obra ainda foi indicada como leitura
obrigatória na matéria Linguagem Virtual, no Mestrado de Ciência da Linguagem,
na UNIC-Sul, Santa Catarina, tese de mestrado na Universidade de Brasília e
tese de doutorado na UFAL.
o
-Recentemente lançado: E-book Infanto-juvenil, “Gute Gute, BARRIGA EXPERIMENTAL
DE REPERTÓRIO, ainda disponível como livro free no link: http://pt.calameo.com/read/0016106757767c03d1375
-No prelo: DESVAIRADOS INUTENSILIOS, Poemas, Editora Multifoco, Rio de Janeiro.
o
-A sair: “DESJARDIM, Muito Além do Farol do Fim do Mundo”, Romance, Editora
All-Print, SP
o
-“CAVALOS SELVAGENS”, Romance, aprovado pela Editora LetraSelvagem, Coleção
Gente Pobre, Editor Nicodemos Sena.
o
O Cyber Poeta Silas Correa Leite está em todas as redes sociais, em mais de 800
links de sites, inclusive em Portugal, na Argentina, nos EUA, na Itália e em
Moçambique, África, etc. Está no Facebook, Orkut, Twitter, com seus
‘pensadilhos’ (pensamentos trocadilhos) e ‘pensagens’ (pensamentos mensagens)
escrevendo seus twitter-poemas, twitter-contos, as tiradas irônico-filosóficas
como as conhecidas e hilárias “Silas e suas ‘siladas”, tendo outras obras
inéditas, de romances a ensaios sobre educação, de novelas a depoimentos sobre
os tenebrosos tempos de chumbo da funesta ditadura militar incompetente e
corrupta, fazendo ainda criticas, resenhas literárias, microcontos e outros
trabalhos literários de vanguarda, além de criticar o cínico estado mínimo do
neoliberalismo incompetente e corrupto que viça em Sampa/Samparaguai, o
Estado-Máfia, com suas impunes privatarias e seus news richs das
privatizações-roubos; as riquezas impunes, os lucros injustos, as propriedades
roubos, o neoescravismo da terceirização, a impunidade generalizada, a
violência do quinto poder, e o dezelo público de muito ouro e pouco pão na
desvairada pauliceia de uma abandonada periferia sociedade anônima.
o
Quanto à sua batalhadora vida particular, feito um eterno guri que amava os
Beatles e Tonico e Tinoco (o cyber poeta diz que sua infância é o seu melhor
tesouro), Silas Correa Leite tem união estável por quase 30 anos com a doce
Musa, admirável Companheira e Professora Rosangela Silva. Cervejólogo, ledor
voraz, foi bolsista pesquisador em Culturas Juvenis da FAPESP/USP-Universidade
de São Paulo, alega que gosta mais de ler do que de respirar; de que gosta mais
de escrever do que de existir, adora seus amigos sonhadores de utopias e
boêmios de SP, seus milhares de seguidores da internet e mesmo companheiros da
Estância Boêmia de Santa Itararé das Artes, Cidade Poema, da qual é autor do
oficial “Hino ao Itarareense”, tendo sido homenageado com o título de Cidadão
Itarareense e com a exposição “Imagens & Palavras” sobre seu trabalho
artístico-lítero-cultural no Centenário de Itararé. Para ler o Cyber Poeta
Silas Correa Leite em todos os seus variados, polêmicos e diferenciados
trabalhos e estilos, basta procurar pelo seu nome num site buscador como o
Google, e vai achar, além de textos, imagens, vários links no YouTube. Com sua
poética da tristeza, paradoxalmente com suas tiradas risadores e sua portentosa
metralhadora dialética cheia de lágrimas, ao ser provocado pelo Antonio
Abujamra (Programa Provocações/TV Cultura) o irreverente Cyber Poeta Silas
Correa Leite disparou que “corta os pulsos com poesia”, entre outras de suas
tiradas.
o
Blog premiado do UOL: http://www.portas-lapsos.zip.net/
Site com breve currículo: www.itarare.com.br/silas.htm
E-mail para contatos: poesilas@terra.com.br
Livros Porta-Lapsos, Poemas, e Campo de Trigo Com Corvos, Contos, a venda no
site de SP: www.livrariacultura.com.br
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