Lista de Poemas
Meu povo
Deram-te um unicórnio de sonho
Pincéis e tintas para grafitar,
Um muro cinzento e estranho
Onde o sol nunca vai raiar.
Disseram-te para ires à luta
E deixares de ser um menino,
Matar esses filhos da puta
Que te roubam o destino.
Não te deram espada, ou espingarda
Nem nada que se pareça,
Deram-te apenas uma farda
E um gorro para pôr na cabeça.
Uma bandeira na mão
Palavras da ordem do dia,
E fazes a revolução
Sem amor, sem autoria.
Deram-te promessas, em vão,
E uma canção que te acalma,
E assim te tiram o pão,
E assim te roubam a alma.
21/12/2015
C. A. Afonso
Pincéis e tintas para grafitar,
Um muro cinzento e estranho
Onde o sol nunca vai raiar.
Disseram-te para ires à luta
E deixares de ser um menino,
Matar esses filhos da puta
Que te roubam o destino.
Não te deram espada, ou espingarda
Nem nada que se pareça,
Deram-te apenas uma farda
E um gorro para pôr na cabeça.
Uma bandeira na mão
Palavras da ordem do dia,
E fazes a revolução
Sem amor, sem autoria.
Deram-te promessas, em vão,
E uma canção que te acalma,
E assim te tiram o pão,
E assim te roubam a alma.
21/12/2015
C. A. Afonso
👁️ 229
Metáfora para um amor ausente
Na clandestina vaga
da praia calada e só
Onde os teus olhos arrefeceram a tarde
por sobre um sol descuidado e abrasador,
Ali permaneces
de memória estagnada,
Com a areia moldada ao teu corpo
Silhueta que deixou desfigurada,
Ali
Onde as gaivotas murmuram na sua linguagem
que os teus olhos se soltaram,
E o nosso amor ficou aprisionado e silente.
A aragem nos seus sussurros é meiga
Nem se sente.
13/08/2019
C. A. Afonso
da praia calada e só
Onde os teus olhos arrefeceram a tarde
por sobre um sol descuidado e abrasador,
Ali permaneces
de memória estagnada,
Com a areia moldada ao teu corpo
Silhueta que deixou desfigurada,
Ali
Onde as gaivotas murmuram na sua linguagem
que os teus olhos se soltaram,
E o nosso amor ficou aprisionado e silente.
A aragem nos seus sussurros é meiga
Nem se sente.
13/08/2019
C. A. Afonso
👁️ 138
Balada do universo
Eu sou a carne intocada
Corpo saído dos céus
Sou a alma imaculada
Moldada nas mãos de Deus.
Eu sou o anjo que resta,
Um templo sem profanar;
A flor verde da giesta,
Rosa branca do altar.
Eu sou a mão da fortuna,
O último passageiro…
Sopro de areia na duna
Um pouco do mundo inteiro.
Sou a lágrima perdida
Que de rosto não caiu,
Sou a clareira da vida
Chama que a luz nunca viu.
20/05/1982
C. A. Afonso
Corpo saído dos céus
Sou a alma imaculada
Moldada nas mãos de Deus.
Eu sou o anjo que resta,
Um templo sem profanar;
A flor verde da giesta,
Rosa branca do altar.
Eu sou a mão da fortuna,
O último passageiro…
Sopro de areia na duna
Um pouco do mundo inteiro.
Sou a lágrima perdida
Que de rosto não caiu,
Sou a clareira da vida
Chama que a luz nunca viu.
20/05/1982
C. A. Afonso
👁️ 16
Porta para o esquecimento
Está ali uma porta
Mesmo à minha frente.
A fazer-se de morta.
A fazer-se de gente.
Vá para onde vá!
Seja para onde for
Não a passo já
Não a vou transpor!
Sei que vai fechar
Mal eu a transponha
Mas se aqui ficar
Fico com vergonha.
Quando ela se abre.
Ai que escuridão
Nem mesmo ela sabe
Onde fica o chão.
Parece não ter nada
Apenas um nome
Onde nasce a estrada
Que me mata a fome.
Sei que a vou passar
A vida é assim
Andar sem parar
Pra dentro de mim.
Volto a enganar-me!
Perco-me na porta
Quero emendar-me
Mas ela está morta!
Já vejo outra, aberta,
Ali à minha frente
Está tão deserta
No meio da gente.
São portas perdidas
Nunca são iguais,
Estradas paralelas
De encontro aos umbrais.
Sempre mais pequenas
São quase janelas…
Até que os meus olhos
Já não cabem nelas
Até que os meus olhos
Se fundem com elas.
Até que os meus olhos
São apenas delas….
1980
C. A. Afonso
Mesmo à minha frente.
A fazer-se de morta.
A fazer-se de gente.
Vá para onde vá!
Seja para onde for
Não a passo já
Não a vou transpor!
Sei que vai fechar
Mal eu a transponha
Mas se aqui ficar
Fico com vergonha.
Quando ela se abre.
Ai que escuridão
Nem mesmo ela sabe
Onde fica o chão.
Parece não ter nada
Apenas um nome
Onde nasce a estrada
Que me mata a fome.
Sei que a vou passar
A vida é assim
Andar sem parar
Pra dentro de mim.
Volto a enganar-me!
Perco-me na porta
Quero emendar-me
Mas ela está morta!
Já vejo outra, aberta,
Ali à minha frente
Está tão deserta
No meio da gente.
São portas perdidas
Nunca são iguais,
Estradas paralelas
De encontro aos umbrais.
Sempre mais pequenas
São quase janelas…
Até que os meus olhos
Já não cabem nelas
Até que os meus olhos
Se fundem com elas.
Até que os meus olhos
São apenas delas….
1980
C. A. Afonso
👁️ 16
Tudo o que trago
Tudo o que trago é um barco
Na corrente das palavras
Corta a folha do rio
Nas horas vagas.
A minha vida é navegar
Por entre a paisagem,
O destino não é o mar,
É a viagem.
2017
C. A. Afonso
Na corrente das palavras
Corta a folha do rio
Nas horas vagas.
A minha vida é navegar
Por entre a paisagem,
O destino não é o mar,
É a viagem.
2017
C. A. Afonso
👁️ 41
É urgente amanhecer
É urgente o dia
Urgente a palavra
A gaivota que transcreve o silêncio;
É urgente amanhecer
Cada palavra é urgente,
É urgente viver.
É urgente o amor
Urgente o olhar
Os lábios que dizem o instante;
É urgente ser
Mais do que si próprio,
É urgente morrer.
É urgente a poesia
Urgente a paixão
Um mundo que gira no olhar;
A saudade é urgente
Um pedaço de ilusão,
É urgente sonhar.
17.04.2018
C. A. Afonso
Urgente a palavra
A gaivota que transcreve o silêncio;
É urgente amanhecer
Cada palavra é urgente,
É urgente viver.
É urgente o amor
Urgente o olhar
Os lábios que dizem o instante;
É urgente ser
Mais do que si próprio,
É urgente morrer.
É urgente a poesia
Urgente a paixão
Um mundo que gira no olhar;
A saudade é urgente
Um pedaço de ilusão,
É urgente sonhar.
17.04.2018
C. A. Afonso
👁️ 22
Lágrima perdida
Anda perdida
Por entre as folhas amarelas e tristes
Sem olhos para a chorar,
…Uma lágrima!
Sem rosto onde escorrer
Sem mágoa para lhe entristecer os passos,
Sem tudo
Com nada, apenas, nada…
Nada mais do que nada.
Uma lágrima
Que rolou pelo meu colo
E desaguou nos teus dedos…
1979, Outono
C. A. Afonso
Por entre as folhas amarelas e tristes
Sem olhos para a chorar,
…Uma lágrima!
Sem rosto onde escorrer
Sem mágoa para lhe entristecer os passos,
Sem tudo
Com nada, apenas, nada…
Nada mais do que nada.
Uma lágrima
Que rolou pelo meu colo
E desaguou nos teus dedos…
1979, Outono
C. A. Afonso
👁️ 17
Às vezes fico a pensar
As vezes fico a pensar
Se viver é o que se sente
E se tudo tem lugar
No canto da nossa mente?
E assim vivo a emoção
À luz de tudo o que vi
Coloco no coração
O que pensei e senti.
E neste ciclo a existir
Em que se morre sozinho,
Tenho o pensar e o sentir
A desenhar-me o caminho.
18/09/2020
C. A. Afonso
Se viver é o que se sente
E se tudo tem lugar
No canto da nossa mente?
E assim vivo a emoção
À luz de tudo o que vi
Coloco no coração
O que pensei e senti.
E neste ciclo a existir
Em que se morre sozinho,
Tenho o pensar e o sentir
A desenhar-me o caminho.
18/09/2020
C. A. Afonso
👁️ 116
Ficar é morrer
Nunca desistas
Acima de tudo, ama-te.
Quando pensares que perdeste,
Que perdeste alguém que muito amavas
Por quem julgavas poder dar a vida,
E que, por qualquer razão, te traiu,
Lembra-te: Tens-te a ti.
Tu és o centro de tudo
E tudo existe em ti.
És a única pessoa onde existes.
Sem ti não haveria amor.
Podes escolher quem tu quiseres
Para o representar.
Porque esse amor emana de ti. É teu.
Quando alguém entra na tua vida
É para te fazer descobrir
O que ainda não te fora revelado.
Aproveita essa descoberta e se não valer a pena
Não te demores.
Se ficares vais perder-te de ti.
E só te podes perder de ti se realmente valer a pena.
Tu és a casa daquilo que sentes
A estrada do que vives.
Ninguém pode sentir nem viver por ti.
Ficar é morrer.
E morrer só quando valer a pena viver.
01/01/2018
C. A. Afonso
Acima de tudo, ama-te.
Quando pensares que perdeste,
Que perdeste alguém que muito amavas
Por quem julgavas poder dar a vida,
E que, por qualquer razão, te traiu,
Lembra-te: Tens-te a ti.
Tu és o centro de tudo
E tudo existe em ti.
És a única pessoa onde existes.
Sem ti não haveria amor.
Podes escolher quem tu quiseres
Para o representar.
Porque esse amor emana de ti. É teu.
Quando alguém entra na tua vida
É para te fazer descobrir
O que ainda não te fora revelado.
Aproveita essa descoberta e se não valer a pena
Não te demores.
Se ficares vais perder-te de ti.
E só te podes perder de ti se realmente valer a pena.
Tu és a casa daquilo que sentes
A estrada do que vives.
Ninguém pode sentir nem viver por ti.
Ficar é morrer.
E morrer só quando valer a pena viver.
01/01/2018
C. A. Afonso
👁️ 24
Ziguezague
Podes seguir sem destino
Sem que vejas horizontes,
Ser adulto ou ser menino
Atravessar vales e montes…
Com saber ou ignorância,
Nunca te livras da sorte,
Vais percorrer a distância
Que te separa da morte.
Podes mudar de caminho
Tentar enganar a vida,
Acompanhado ou sozinho
Voltar de novo à partida,
Montar esparrelas e laços
Trocar o sul pelo norte,
Tu vais cair nos seus braços
Todos temos igual sorte.
Por isso vive o instante
Com toda a simplicidade,
Apaixona-te, sê amante,
Faz justiça, traz verdade.
O que importa é a sensação
Do vento a beijar a rosto,
O bater do coração,
Ao fim da tarde, o sol-posto.
14/12/2018
C. A. Afonso
Sem que vejas horizontes,
Ser adulto ou ser menino
Atravessar vales e montes…
Com saber ou ignorância,
Nunca te livras da sorte,
Vais percorrer a distância
Que te separa da morte.
Podes mudar de caminho
Tentar enganar a vida,
Acompanhado ou sozinho
Voltar de novo à partida,
Montar esparrelas e laços
Trocar o sul pelo norte,
Tu vais cair nos seus braços
Todos temos igual sorte.
Por isso vive o instante
Com toda a simplicidade,
Apaixona-te, sê amante,
Faz justiça, traz verdade.
O que importa é a sensação
Do vento a beijar a rosto,
O bater do coração,
Ao fim da tarde, o sol-posto.
14/12/2018
C. A. Afonso
👁️ 19
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C. A. Afonso
Nascido em 1962 em Nuzedo de Cima-Vinhais, Licenciado em Psicologia Clínica e representado pela Ordem dos Psicólogos, Mestrado em Comportamento Desviante e a desenvolver Doutoramento em Ciências Forenses.
Foi Oficial Miliciano no Centro de Instrução em Operações Especiais-RANGERS em Lamego de 1983-1985.
Encontra-se desde outubro de 2022 na disponibilidade depois de 37 anos consecutivos ao serviço da Polícia Judiciária, onde foi coordenador de investigação criminal na Secção de Informação da Unidade de Cibercrime.
É formador certificado pelo IEFP e pelo Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais.
É Diretor de Psicodrama , Sócio Titular da Sociedade Portuguesa de Psicodrama tendo realizado a supervisão clínica com o Professor José Luís Pio de Abreu de Coimbra e Professor Roma Torres do Porto.
Professor Convidado pelo ISCSP desde 2012 na Pós-Graduação de Antropologia Biológica e Forense onde fundou o Tema de PROFILLING CRIMINAL.
Foi dirigente da ASFICPJ, fundador do Gabinete de Psicologia e Aconselhamento deste sindicato, Gabinete que dirigiu de 2005 a 2022.
Diretor da Revista de Investigação Criminal e Ciências Forenses pertencente a este sindicato da Polícia Judiciária de 2019 a 2022.
Fundador do Observatório da Investigação Criminal e Ciências Forenses e da Associação Portuguesa de Psicologia Judiciária e Ciências Forenses.
Fundador da Academia de Letras de Trás-os-Montes da qual é o Sócio nº 3.
Associado da Academia de Letras e Artes de Portugal.
Participou em diversos programas televisivos sobre criminalidade, nomeadamente nos Casos O Estripador de Lisboa para TVI e ANÓNIMOS na RTP1 e comentou muitos outros casos mediáticos nacionais e estrangeiros.
Representado pela Sociedade Portuguesa de Autores e é autor de diversos Livros nas modalidades de Poesia, Romance e Conto, tendo iniciado a sua atividade literária nos Jornais Correio da Manhã, Diário de Notícias e Jornal de Poetas e Trovadores.
Três dos seus livros fazem parte do plano nacional de leitura em escolas nacionais como o caso do romance A ESPADA DE SANTA MARIA, em Portimão e Aveiro, ANTOLOGIA BREVE em Portimão e A HORA DO LOBO em Caldas da Rainha.
Tem efetuado diversas intervenções em escolas um pouco por todo o país nomeadamente em Lisboa, Leiria, Aveiro, Portimão, Guimarães, Angra do Heroísmo, Ferreira do Alentejo, Caldas da Rainha entre outros.
A sua poesia e contos foram ainda trabalhados como tema anual em escolas noutros países de língua portuguesa como foi em São Paulo - Brasil onde participou em debates com alunos e professores através de ligações online.
Em termos bibliográficos tem uma obra dispersa no tempo que se iniciou em 1982 e prossegue até aos dias de hoje conforme seguidamente descrita:
BIBLIOGRAFIA:
Edições individuais:
1982 - A Sombra da Minha, Poesia.
1995 – Paisagem da Lua-verde, Poesia
1996 – Circulo Ardente, Poesia,
2014 - A Espada de Santa Maria, Romance.
2018 – A Hora do Lobo, Contos de Montesinho
2018 – Antologia Breve, Poesia, Antologia Poética.
2020 – A Forma das Horas, Poesia, Antologia Poética.
Coletivos:
1986- III Antologia de Poesia Portuguesa Contemporânea, Poesia. Lisboa.
1996 – Bosque Flutuante, Poesia, Antologia Poética contemporânea. Lisboa.
1998 – Um outro olhar, Poesia e Conto, Colectânea da Polícia Judiciária. Lisboa.
2016 – Love Box de Ricardo Passos, Textos de vários autores e ilustrações de Ricardo Passos. Lisboa.
2019 – Poetas D’hoje Cantam a Saudade, Colectânea do Grupo de Poesia Beira Ria – Aveiro.
2022 – Um diamante de histórias, Colectânea de contos da Polícia Judiciária. Lisboa.
Páginas facebook:
https://www.facebook.com/cesar.alexandre.77128/
https://www.facebook.com/cesar.afonso.10/
https://www.facebook.com/psicologiajudiciaria/
https://www.facebook.com/contosdemontesinho/
https://www.facebook.com/clubeleiturafernandopessoa/
https://www.facebook.com/cadernosibericos/
Nascido em 1962 em Nuzedo de Cima-Vinhais, Licenciado em Psicologia Clínica e representado pela Ordem dos Psicólogos, Mestrado em Comportamento Desviante e a desenvolver Doutoramento em Ciências Forenses.
Foi Oficial Miliciano no Centro de Instrução em Operações Especiais-RANGERS em Lamego de 1983-1985.
Encontra-se desde outubro de 2022 na disponibilidade depois de 37 anos consecutivos ao serviço da Polícia Judiciária, onde foi coordenador de investigação criminal na Secção de Informação da Unidade de Cibercrime.
É formador certificado pelo IEFP e pelo Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais.
É Diretor de Psicodrama , Sócio Titular da Sociedade Portuguesa de Psicodrama tendo realizado a supervisão clínica com o Professor José Luís Pio de Abreu de Coimbra e Professor Roma Torres do Porto.
Professor Convidado pelo ISCSP desde 2012 na Pós-Graduação de Antropologia Biológica e Forense onde fundou o Tema de PROFILLING CRIMINAL.
Foi dirigente da ASFICPJ, fundador do Gabinete de Psicologia e Aconselhamento deste sindicato, Gabinete que dirigiu de 2005 a 2022.
Diretor da Revista de Investigação Criminal e Ciências Forenses pertencente a este sindicato da Polícia Judiciária de 2019 a 2022.
Fundador do Observatório da Investigação Criminal e Ciências Forenses e da Associação Portuguesa de Psicologia Judiciária e Ciências Forenses.
Fundador da Academia de Letras de Trás-os-Montes da qual é o Sócio nº 3.
Associado da Academia de Letras e Artes de Portugal.
Participou em diversos programas televisivos sobre criminalidade, nomeadamente nos Casos O Estripador de Lisboa para TVI e ANÓNIMOS na RTP1 e comentou muitos outros casos mediáticos nacionais e estrangeiros.
Representado pela Sociedade Portuguesa de Autores e é autor de diversos Livros nas modalidades de Poesia, Romance e Conto, tendo iniciado a sua atividade literária nos Jornais Correio da Manhã, Diário de Notícias e Jornal de Poetas e Trovadores.
Três dos seus livros fazem parte do plano nacional de leitura em escolas nacionais como o caso do romance A ESPADA DE SANTA MARIA, em Portimão e Aveiro, ANTOLOGIA BREVE em Portimão e A HORA DO LOBO em Caldas da Rainha.
Tem efetuado diversas intervenções em escolas um pouco por todo o país nomeadamente em Lisboa, Leiria, Aveiro, Portimão, Guimarães, Angra do Heroísmo, Ferreira do Alentejo, Caldas da Rainha entre outros.
A sua poesia e contos foram ainda trabalhados como tema anual em escolas noutros países de língua portuguesa como foi em São Paulo - Brasil onde participou em debates com alunos e professores através de ligações online.
Em termos bibliográficos tem uma obra dispersa no tempo que se iniciou em 1982 e prossegue até aos dias de hoje conforme seguidamente descrita:
BIBLIOGRAFIA:
Edições individuais:
1982 - A Sombra da Minha, Poesia.
1995 – Paisagem da Lua-verde, Poesia
1996 – Circulo Ardente, Poesia,
2014 - A Espada de Santa Maria, Romance.
2018 – A Hora do Lobo, Contos de Montesinho
2018 – Antologia Breve, Poesia, Antologia Poética.
2020 – A Forma das Horas, Poesia, Antologia Poética.
Coletivos:
1986- III Antologia de Poesia Portuguesa Contemporânea, Poesia. Lisboa.
1996 – Bosque Flutuante, Poesia, Antologia Poética contemporânea. Lisboa.
1998 – Um outro olhar, Poesia e Conto, Colectânea da Polícia Judiciária. Lisboa.
2016 – Love Box de Ricardo Passos, Textos de vários autores e ilustrações de Ricardo Passos. Lisboa.
2019 – Poetas D’hoje Cantam a Saudade, Colectânea do Grupo de Poesia Beira Ria – Aveiro.
2022 – Um diamante de histórias, Colectânea de contos da Polícia Judiciária. Lisboa.
Páginas facebook:
https://www.facebook.com/cesar.alexandre.77128/
https://www.facebook.com/cesar.afonso.10/
https://www.facebook.com/psicologiajudiciaria/
https://www.facebook.com/contosdemontesinho/
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