Lista de Poemas
Conversando com a natureza
Conversando com a natureza
Devemos conversar com a natureza
É dela que nossa vida provém
Irradia esplendor e singeleza
A natureza é a segunda mãe
Modera, abranda e serena a alma
Dá paz, concórdia e harmonia
Conversar com a natureza acalma
Pelo frescor que dela irradia
É a fonte de riqueza, que nos dá
O alimento, que chega à nossa mesa
A água límpida e pura, lá está
Borbotando, harmônica, coesa
Sua exuberante flora, é um jardim
Onde a sinfonia das aves a trinar
Regidas pela imensidão sem fim
Há milhões de anos ecoam pelo ar
Sem pedir nada em troca, tudo nos dá
Sê gentil, conversa com a natureza
Ela, que tudo gera, e um dia quiçá...
Recolhe-nos ao ventre, cheia de nobreza !
São Paulo, 03/10/2011
Armando A. C. Garcia
Visite meu Blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Devemos conversar com a natureza
É dela que nossa vida provém
Irradia esplendor e singeleza
A natureza é a segunda mãe
Modera, abranda e serena a alma
Dá paz, concórdia e harmonia
Conversar com a natureza acalma
Pelo frescor que dela irradia
É a fonte de riqueza, que nos dá
O alimento, que chega à nossa mesa
A água límpida e pura, lá está
Borbotando, harmônica, coesa
Sua exuberante flora, é um jardim
Onde a sinfonia das aves a trinar
Regidas pela imensidão sem fim
Há milhões de anos ecoam pelo ar
Sem pedir nada em troca, tudo nos dá
Sê gentil, conversa com a natureza
Ela, que tudo gera, e um dia quiçá...
Recolhe-nos ao ventre, cheia de nobreza !
São Paulo, 03/10/2011
Armando A. C. Garcia
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👁️ 709
Como outrora
Como outrora
Eu vejo como outrora, palácios luxuosos
E orgulhos altaneiros crescerem copiosos
À beira da miséria, dos festins mundanos
Que infestam o mundo à milhares de anos
E o desprezo atroz pela humilde sociedade
Que vivem explorando com vil seriedade
Que como outrora não passa de escravatura
Ora socializada, por nova estrutura.
E nas mentes obscuras, de cérebros doentios
Crescem monturos de pensamentos vazios
Onde só o ouro e o vício tomam forma
Na obsessão que fermenta a lôbrega norma.
Eu vejo, ainda, uma geração desregrada
Abraçada ao vício e à luxúria escravizada
Pelo poder do metal, das diversões mundanas
Vendendo corações, como sina de ciganas
E imbuírem na fé seus corações incrédulos
Que negam ao doente o pão e os remédios
E cortam vencimentos, onde a fome grassa
Lançando-os ao desespero e à desgraça.
São Paulo, 30/09/1964
Armando A. C. Garcia
Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com
Direitos autorais registrados
Mantenha a autoria do poema
Eu vejo como outrora, palácios luxuosos
E orgulhos altaneiros crescerem copiosos
À beira da miséria, dos festins mundanos
Que infestam o mundo à milhares de anos
E o desprezo atroz pela humilde sociedade
Que vivem explorando com vil seriedade
Que como outrora não passa de escravatura
Ora socializada, por nova estrutura.
E nas mentes obscuras, de cérebros doentios
Crescem monturos de pensamentos vazios
Onde só o ouro e o vício tomam forma
Na obsessão que fermenta a lôbrega norma.
Eu vejo, ainda, uma geração desregrada
Abraçada ao vício e à luxúria escravizada
Pelo poder do metal, das diversões mundanas
Vendendo corações, como sina de ciganas
E imbuírem na fé seus corações incrédulos
Que negam ao doente o pão e os remédios
E cortam vencimentos, onde a fome grassa
Lançando-os ao desespero e à desgraça.
São Paulo, 30/09/1964
Armando A. C. Garcia
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http://criancaspoesias.blogspot.com
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👁️ 697
Arrependida ! (soneto)
Arrependida ! (soneto)
Era ela a mais fabulosa das mulheres
Aquela que ele elegeu p’ra toda a vida
Trocou-o. Não soube cumprir com seus deveres
Hoje. Chora no silencio arrependida !
Tanto quanto a alma humana pode amar
Amava-a, com suas forças e afeição
Sobre ele, a vileza a desonrar
Não teve valia o amor no coração
Nela o mal se afina em sonhos vis
Em escaldada fantasia sem sentido
E dos afagos que julgava tão gentis
Conhece agora, tormento consentido
E se algum merecimento de quem a quis
Hoje vê, quão louco intento descabido !
São Paulo, 05/03/2009 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Era ela a mais fabulosa das mulheres
Aquela que ele elegeu p’ra toda a vida
Trocou-o. Não soube cumprir com seus deveres
Hoje. Chora no silencio arrependida !
Tanto quanto a alma humana pode amar
Amava-a, com suas forças e afeição
Sobre ele, a vileza a desonrar
Não teve valia o amor no coração
Nela o mal se afina em sonhos vis
Em escaldada fantasia sem sentido
E dos afagos que julgava tão gentis
Conhece agora, tormento consentido
E se algum merecimento de quem a quis
Hoje vê, quão louco intento descabido !
São Paulo, 05/03/2009 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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👁️ 632
Criança ! (Infantil)
Criança ! -Infantil-
Desperta linda criança
Tens o mundo à tua frente
Tu és a eterna esperança
De fazê-lo diferente
Estuda com zelo e afeição
Aprimora teus labores
E com Deus no coração
Teus feitos serão melhores
- Desperta linda criança
O mundo precisa de ti
Tu não vês, que torto avança
- Como perdido de si
Sê a esperança, o timoneiro
O guia de confiança
Não sejas o derradeiro
Na caminhada que avança
Criança!
O mundo depende de ti
Só com fé, amor, esperança
Estudo e perseverança
Poderás dizer, estou aqui!
Criança desperta, afinal
O mundo foi feito p'ra ti
De pedra bruta ou cristal,
Tu és, a flor que sorri !
São Paulo, 11/07/2007
Armando A. C. Garcia
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Desperta linda criança
Tens o mundo à tua frente
Tu és a eterna esperança
De fazê-lo diferente
Estuda com zelo e afeição
Aprimora teus labores
E com Deus no coração
Teus feitos serão melhores
- Desperta linda criança
O mundo precisa de ti
Tu não vês, que torto avança
- Como perdido de si
Sê a esperança, o timoneiro
O guia de confiança
Não sejas o derradeiro
Na caminhada que avança
Criança!
O mundo depende de ti
Só com fé, amor, esperança
Estudo e perseverança
Poderás dizer, estou aqui!
Criança desperta, afinal
O mundo foi feito p'ra ti
De pedra bruta ou cristal,
Tu és, a flor que sorri !
São Paulo, 11/07/2007
Armando A. C. Garcia
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👁️ 715
De ignomínia em
De ignomínia em...
De ignomínia em ignomínia ...
Já o povo ficou acostumado
Governo, sem qualidade apolínea
Deixa p'ra lá, o desvio praticado
São Paulo 29/03/2008
Armando A. C. Garcia
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De ignomínia em ignomínia ...
Já o povo ficou acostumado
Governo, sem qualidade apolínea
Deixa p'ra lá, o desvio praticado
São Paulo 29/03/2008
Armando A. C. Garcia
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👁️ 727
Depois
Depois ...
Depois do amor imenso que te dei
Onde os gemidos noite afora, vela acesa
Surge agora um pranto de tristeza
Envolto no desencanto que não divisei
Guardo no escrínio das recordações
Os dias de consolo os dias de alegria
Que nós vivemos cheios de emoções
Que mitigam hoje a falta de harmonia
Às algemas que no áspero caminho
Quase exânime nos ombros carreguei
Brando e discreto a dor carreguei sozinho
E no silencio das sombras suportei
As lembranças do amor em desalinho
São sonhos do amor que em ti deixei
São Paulo, 22/06/2009
Armando A. C. Garcia
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Depois do amor imenso que te dei
Onde os gemidos noite afora, vela acesa
Surge agora um pranto de tristeza
Envolto no desencanto que não divisei
Guardo no escrínio das recordações
Os dias de consolo os dias de alegria
Que nós vivemos cheios de emoções
Que mitigam hoje a falta de harmonia
Às algemas que no áspero caminho
Quase exânime nos ombros carreguei
Brando e discreto a dor carreguei sozinho
E no silencio das sombras suportei
As lembranças do amor em desalinho
São sonhos do amor que em ti deixei
São Paulo, 22/06/2009
Armando A. C. Garcia
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👁️ 716
Com o tempo
Com o tempo ...
Com o tempo, desgasta-se a matéria
O tempo tudo consome lentamente
O *ergástulo humano é impotente
Para conter a causa **deletéria
No abissal efeito da degeneração
Tudo se transforma no passar do tempo
Na sucessão dos anos, nesse passatempo
Vai sofrendo implacável mutação
Crede, mortais, por que ter fé inspira
Ao ponto alto que em vós sublimais
Não busqueis desesperados o que suspira
Porque a maldizente voz que escutais
Do furor louco de satã, jamais vos tira
Se a caridade e o amor não praticais
São Paulo, 24/09/2009
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
* cárcere; masmorra; calabouço
**que destrói; que danifica; prejudicial
Com o tempo, desgasta-se a matéria
O tempo tudo consome lentamente
O *ergástulo humano é impotente
Para conter a causa **deletéria
No abissal efeito da degeneração
Tudo se transforma no passar do tempo
Na sucessão dos anos, nesse passatempo
Vai sofrendo implacável mutação
Crede, mortais, por que ter fé inspira
Ao ponto alto que em vós sublimais
Não busqueis desesperados o que suspira
Porque a maldizente voz que escutais
Do furor louco de satã, jamais vos tira
Se a caridade e o amor não praticais
São Paulo, 24/09/2009
Armando A. C. Garcia
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* cárcere; masmorra; calabouço
**que destrói; que danifica; prejudicial
👁️ 733
Conflitos de Amor
Conflitos de Amor
Da afeição que eu tanto confiava
No amor que tão desejada era
Traição tamanha, jamais esperava
Quão grande a flama que em mim ardera
Enfim, só quem ama sabe, compreende
Que aquilo que se quer e se deseja
Há sempre alguém, que sem pelejar contende
Tão suspeito, que em curto tempo se não veja.
As lágrimas míseros dos dias sofridos
D’ amor qu’ teve começo, nunca teve fim
Foram prelúdio de jogador vencido
Que, na ordem do destino foi traído
A lealdade das juras já negada
No amor que sustinha não renova
Infestam a alma e a vida subjugada
Como lhe convinha, seu peito aprova !
São Paulo, 15/12/2001
Armando A. C. Garcia
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Da afeição que eu tanto confiava
No amor que tão desejada era
Traição tamanha, jamais esperava
Quão grande a flama que em mim ardera
Enfim, só quem ama sabe, compreende
Que aquilo que se quer e se deseja
Há sempre alguém, que sem pelejar contende
Tão suspeito, que em curto tempo se não veja.
As lágrimas míseros dos dias sofridos
D’ amor qu’ teve começo, nunca teve fim
Foram prelúdio de jogador vencido
Que, na ordem do destino foi traído
A lealdade das juras já negada
No amor que sustinha não renova
Infestam a alma e a vida subjugada
Como lhe convinha, seu peito aprova !
São Paulo, 15/12/2001
Armando A. C. Garcia
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👁️ 709
ODE À TUA TRAIÇÃO -
ODE À TUA TRAIÇÃO -
De minha alma verteram lágrimas
Que meus olhos por ti, não puderam chorar
De meu coração suspiros e ais
Que minha garganta ocultou dos demais.
A vida inteira sufoquei a paixão
Que tua renuncia em mim provocou
Experimentei o amargo da desilusão
Que o despontar da vida me tramou...
Hoje, estás arrependida da traição
Tenho certeza, o sinto no coração !
Porém, é tarde demais, tudo passou...
Exceto a certeza da dor que me causou.
São teus olhos que hoje vertem lágrimas.
- As dores que sentes, das minhas, nem são primas
Por mais que redimas teus ásperos pecados,
Nunca chegarão às ameias do meu fado !
SP 24/09/2005
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:http://brisadapoesia.blogspot.com
👁️ 763
A Vida !
A Vida !
Vida é sangue na veia
O coração a bater
É o sol que clareia
E faz a planta crescer
É o pássaro no ninho
E, é o peixe no mar
É a estrada, o caminho
A noite escura, o luar
É a flor que desabrocha
É o pássaro a voar
É o samba da cabrocha
O avião lá, no ar !
Vida. É movimento
É conquista, é prazer
Determinação, talento
É o filho a crescer
É o majestoso universo
O mar, a mata e a flor
É a poesia, o verso
O deleite do cantor !
É o infinito dos céus
As estrelas cintilantes
Onde a morada de Deus
Fica de nós tão distante !
Porangaba, 14/07/2011
Armando A. C. Garcia
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Vida é sangue na veia
O coração a bater
É o sol que clareia
E faz a planta crescer
É o pássaro no ninho
E, é o peixe no mar
É a estrada, o caminho
A noite escura, o luar
É a flor que desabrocha
É o pássaro a voar
É o samba da cabrocha
O avião lá, no ar !
Vida. É movimento
É conquista, é prazer
Determinação, talento
É o filho a crescer
É o majestoso universo
O mar, a mata e a flor
É a poesia, o verso
O deleite do cantor !
É o infinito dos céus
As estrelas cintilantes
Onde a morada de Deus
Fica de nós tão distante !
Porangaba, 14/07/2011
Armando A. C. Garcia
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog://http://brisadapoesia.blogspot.com
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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