Lista de Poemas
DA EVOLUÇÃO DO HOMEM
DA EVOLUÇÃO DO HOMEM
Os avanços da evolução do homem
Retrocedem na moral e na honestidade
A inteligência nas trevas da promiscuidade
E os esforços de vontade se consomem
O grau do intelecto na mente perturbada
Não o afasta da degradação moral
Aniquilando a alma ao lodaçal
Recuando da glória destinada
A perversidade suplanta o Bem
A calmaria deu azo à tempestade
À falta de caráter, à crueldade
Confiante na impunidade, vai além.
Contudo, se engana a justiça da Terra
Tal flagelo, não ocorre nos céus
Porque justa, é a providência de Deus
E o ingrato, a ela não pode fugir
Está longe do ideal nossa evolução
Os sentimentos cheios de instintos
Emergem da falta de educação
E levam suas almas aos labirintos
Com nosso avanço moral corrompido
Pelas sensações nefastas e *aziagas
Nosso espírito permanece combalido
Ao invés de depurar suas chagas
Temos a evolução Global e a Espiritual
Daquela, fazemos parte no todo Universal
Desta o todo, somos nós em espiral.
Vamos praticar o Bem, abolindo o mal.
Porangaba, 19/05/2011
Armando A. C. Garcia
Visite meu Blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Os avanços da evolução do homem
Retrocedem na moral e na honestidade
A inteligência nas trevas da promiscuidade
E os esforços de vontade se consomem
O grau do intelecto na mente perturbada
Não o afasta da degradação moral
Aniquilando a alma ao lodaçal
Recuando da glória destinada
A perversidade suplanta o Bem
A calmaria deu azo à tempestade
À falta de caráter, à crueldade
Confiante na impunidade, vai além.
Contudo, se engana a justiça da Terra
Tal flagelo, não ocorre nos céus
Porque justa, é a providência de Deus
E o ingrato, a ela não pode fugir
Está longe do ideal nossa evolução
Os sentimentos cheios de instintos
Emergem da falta de educação
E levam suas almas aos labirintos
Com nosso avanço moral corrompido
Pelas sensações nefastas e *aziagas
Nosso espírito permanece combalido
Ao invés de depurar suas chagas
Temos a evolução Global e a Espiritual
Daquela, fazemos parte no todo Universal
Desta o todo, somos nós em espiral.
Vamos praticar o Bem, abolindo o mal.
Porangaba, 19/05/2011
Armando A. C. Garcia
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👁️ 707
Brasília
Brasília
Obra ufana, obra apoteótica
De Brasileiros, obra patriótica
Onde tudo é cor, movimento e beleza
Esplendendo ao mundo inteiro sua grandeza
Serás a força centrípeta do Brasil
Um grito de independência, o buril
Que a caminho de um grande destino
Te erigiu no planalto goianino
Oh! Brasília, como és bela, encantadora
Penetraste pela fauna e pela flora
Na esperança de ao mundo e ao povo Brasileiro
Fazeres da tua Pátria, um só canteiro!
São Paulo, 28/03/1964
Armando A. C. Garcia
Visite meu Blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Obra ufana, obra apoteótica
De Brasileiros, obra patriótica
Onde tudo é cor, movimento e beleza
Esplendendo ao mundo inteiro sua grandeza
Serás a força centrípeta do Brasil
Um grito de independência, o buril
Que a caminho de um grande destino
Te erigiu no planalto goianino
Oh! Brasília, como és bela, encantadora
Penetraste pela fauna e pela flora
Na esperança de ao mundo e ao povo Brasileiro
Fazeres da tua Pátria, um só canteiro!
São Paulo, 28/03/1964
Armando A. C. Garcia
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👁️ 731
ALMA DE POETA (soneto)
ALMA DE POETA (soneto)
De poeta não tenho a veia que lastreia
Nem a sensibilidade que permeia
Vil pensador de mil deidades,
Se algum talento cabe às entidade
Bebendo das musas num só momento
Os suaves eflúvios de meus versos
Lavra que de dia em dia intento,
Poder com simpatia ver expressos
Beija flor que adeja o lúcido momento
De sugar o néctar divino da flor
Sonho solto que aninha o pensamento
Doce lembrança, linda recompensa
Encanto meu, fruto de real valor
Cume da glória, desejo de quem pensa.
Armando A. C. Garcia
São Paulo, 23/11/2005 (data da criação)
Visite: http://brisadapoesia.blogspot.com
De poeta não tenho a veia que lastreia
Nem a sensibilidade que permeia
Vil pensador de mil deidades,
Se algum talento cabe às entidade
Bebendo das musas num só momento
Os suaves eflúvios de meus versos
Lavra que de dia em dia intento,
Poder com simpatia ver expressos
Beija flor que adeja o lúcido momento
De sugar o néctar divino da flor
Sonho solto que aninha o pensamento
Doce lembrança, linda recompensa
Encanto meu, fruto de real valor
Cume da glória, desejo de quem pensa.
Armando A. C. Garcia
São Paulo, 23/11/2005 (data da criação)
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👁️ 719
À luz da verdade (soneto)
À Luz da Verdade (soneto)
À luz da verdade, desperta, desperta!
Não sejas eterno escravo de ti mesmo
Percorre teu próprio caminho, alerta!
Quer na felicidade, na dor, ou a esmo
A razão está ¹adstrita ao tempo e ao espaço
E, nenhum abismo errôneo se levanta
Senão sob uma falsa base, ou falso passo
Os prazeres, são passageiros, a vida é santa
Penetra fundo no legado do Criador
P’ra encontrar o caminho reto, verdadeiro
Qual espada de fogo ²cingindo o amor
Dar o primeiro passo, não é difícil
Os demais suceder-se-ão ao primeiro
Num despertar, gracioso e senhoril
¹limitada; ligada ²rodeando; cercando
São Paulo, 25/08/2011(data da criação)
Armando A. C. Garcia
Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com
Direitos autorais registrados
Mantenha a autoria do poema
À luz da verdade, desperta, desperta!
Não sejas eterno escravo de ti mesmo
Percorre teu próprio caminho, alerta!
Quer na felicidade, na dor, ou a esmo
A razão está ¹adstrita ao tempo e ao espaço
E, nenhum abismo errôneo se levanta
Senão sob uma falsa base, ou falso passo
Os prazeres, são passageiros, a vida é santa
Penetra fundo no legado do Criador
P’ra encontrar o caminho reto, verdadeiro
Qual espada de fogo ²cingindo o amor
Dar o primeiro passo, não é difícil
Os demais suceder-se-ão ao primeiro
Num despertar, gracioso e senhoril
¹limitada; ligada ²rodeando; cercando
São Paulo, 25/08/2011(data da criação)
Armando A. C. Garcia
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👁️ 784
C’est Fini !
C'est Fini !
Já vacila duvidoso, o amor falece
Outros braços, outros beijos tu aspiras
Outro peito radioso te aparece
Por meus atributos não mais suspiras
Embora esta dor atinja o meu peito
E a tristeza compartilhe este pranto
Meus dias correrão de distinto jeito
Quanto aos teus, melhor sorte, não garanto
Quando o amor perde o encanto, expira
O momento que se segue é o desencanto
Mágoa pungente, tormento que dói tanto
Nas ruínas dos despojos deste amor
O vento e o mar viram a luta e o fragor
Vêm a dor final que o coração suspira !
São Paulo, 15/10/2011
Armando A. C. Garcia
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Já vacila duvidoso, o amor falece
Outros braços, outros beijos tu aspiras
Outro peito radioso te aparece
Por meus atributos não mais suspiras
Embora esta dor atinja o meu peito
E a tristeza compartilhe este pranto
Meus dias correrão de distinto jeito
Quanto aos teus, melhor sorte, não garanto
Quando o amor perde o encanto, expira
O momento que se segue é o desencanto
Mágoa pungente, tormento que dói tanto
Nas ruínas dos despojos deste amor
O vento e o mar viram a luta e o fragor
Vêm a dor final que o coração suspira !
São Paulo, 15/10/2011
Armando A. C. Garcia
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👁️ 676
Amor ou Cobiça ! (soneto)
Amor ou Cobiça ! (soneto)
Se minha alma o peito atiça
Não sei se é amor ou cobiça.
- Sei que sinto no momento
Profundo contentamento
Em puder acariciar
Teus seios e andejar
Por teu corpo na devassa
Descoberto, nu e graça
Amor, demência feliz
Fascínio que só ocorre
Quando o carinho condiz
E nesse encanto maior,
Contigo o tempo não corre
Nem existe solidão.
São Paulo, 24/07/2007 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Se minha alma o peito atiça
Não sei se é amor ou cobiça.
- Sei que sinto no momento
Profundo contentamento
Em puder acariciar
Teus seios e andejar
Por teu corpo na devassa
Descoberto, nu e graça
Amor, demência feliz
Fascínio que só ocorre
Quando o carinho condiz
E nesse encanto maior,
Contigo o tempo não corre
Nem existe solidão.
São Paulo, 24/07/2007 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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👁️ 643
Cartões Corporativos
Cartões Corporativos
Todo mundo tem cartão
Para gastar à vontade
E o pobre do ancião
Já do pão, sente saudade !
Nos cartões corporativos
Ministra gasta sem freio
Da igualdade, sem motivos
Usou-o p'ra todos os meios
Vejam só a confusão
Que o cartão lhe causou
No free shopping sem razão
O particular... pagou
Estressada com o peso
Sua bolsa balançou
- Nas compras sair ileso
O salário que ganhou
Mas nessa tal de confusa
Muito dinheiro gastou
Pouco brasileiro usa
Ganhar o tanto que esbanjou
Foi cerca de quinze mil
O desperdício mensal
- Não tira cinco, em dez mil
Que ganhe salário igual.
Inda em Brasília um Reitor
Meio milhão dilapidou
No apartamento. E o pior...
Descoberto... o entregou !
A farra é generalizada
Para gastar quanto quer
Se não houver uma parada
- O que nós vamos fazer?
Aos Senadores honrados
Meu preito de gratidão
Acabem com os safados
Antes que acabe a Nação.
Descalabros às centenas
Primeiro e segundo escalão
Roubo não. Desvio apenas
- Esse pessoal, não rouba, não.
Até no terceiro escalão
Num só dia, gasta mais
Que ganham Pedro e João
Trabalhando o mês inteiro
Diferenças... tão desiguais!
Gastos, desproporcionais
P'ra quem já tem bom cachê
Nosso povo, é bom demais
Resolve na rádio e TV
Falta moral e civismo
Vergonha e educação
Falta até cavalheirismo
Que honre a nossa Nação
Por favor, chega de nós...
Conchavos ou acordões
- O povo legou a vós
Pôr um freio nos ladrões !
São Paulo, 14/02/2008
Armando A. C. Garcia
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Todo mundo tem cartão
Para gastar à vontade
E o pobre do ancião
Já do pão, sente saudade !
Nos cartões corporativos
Ministra gasta sem freio
Da igualdade, sem motivos
Usou-o p'ra todos os meios
Vejam só a confusão
Que o cartão lhe causou
No free shopping sem razão
O particular... pagou
Estressada com o peso
Sua bolsa balançou
- Nas compras sair ileso
O salário que ganhou
Mas nessa tal de confusa
Muito dinheiro gastou
Pouco brasileiro usa
Ganhar o tanto que esbanjou
Foi cerca de quinze mil
O desperdício mensal
- Não tira cinco, em dez mil
Que ganhe salário igual.
Inda em Brasília um Reitor
Meio milhão dilapidou
No apartamento. E o pior...
Descoberto... o entregou !
A farra é generalizada
Para gastar quanto quer
Se não houver uma parada
- O que nós vamos fazer?
Aos Senadores honrados
Meu preito de gratidão
Acabem com os safados
Antes que acabe a Nação.
Descalabros às centenas
Primeiro e segundo escalão
Roubo não. Desvio apenas
- Esse pessoal, não rouba, não.
Até no terceiro escalão
Num só dia, gasta mais
Que ganham Pedro e João
Trabalhando o mês inteiro
Diferenças... tão desiguais!
Gastos, desproporcionais
P'ra quem já tem bom cachê
Nosso povo, é bom demais
Resolve na rádio e TV
Falta moral e civismo
Vergonha e educação
Falta até cavalheirismo
Que honre a nossa Nação
Por favor, chega de nós...
Conchavos ou acordões
- O povo legou a vós
Pôr um freio nos ladrões !
São Paulo, 14/02/2008
Armando A. C. Garcia
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👁️ 646
As Musas
As Musas ...
Quando as musas não são par
Daquilo que pretendemos
Não conseguimos falar...
Os sentimentos que temos!
São Paulo,13/12/2007
Armando A. C. Garcia
E-mail: armandoacgarcia@superig.com.br
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Quando as musas não são par
Daquilo que pretendemos
Não conseguimos falar...
Os sentimentos que temos!
São Paulo,13/12/2007
Armando A. C. Garcia
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👁️ 751
Amor x Ciúme ! (soneto)
Amor x Ciúme ! (soneto)
O amor é o sol, o céu e o luar
O ciúme é emulação o inferno
Tirano da alma que no abismo contrita
Lassa as forças e o sorriso faz penar
Se bem maior se conta a força do amor
Corrente deleitosa, suave e branda
Alva ninfa que assiste á triste cena
Do horror do ciúme, sem dó e pena
Perseguidor mortal que o amor flagela
Torcendo a verdade vem falar contigo
Não parecendo ser falso inimigo...
Ministra aos corações um duro golpe
Levando o amor ao ponto derradeiro
De não ver, ser o ciúme traiçoeiro!
Armando A. C. Garcia
São Paulo, 23/11/2005 (data da criação)
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O amor é o sol, o céu e o luar
O ciúme é emulação o inferno
Tirano da alma que no abismo contrita
Lassa as forças e o sorriso faz penar
Se bem maior se conta a força do amor
Corrente deleitosa, suave e branda
Alva ninfa que assiste á triste cena
Do horror do ciúme, sem dó e pena
Perseguidor mortal que o amor flagela
Torcendo a verdade vem falar contigo
Não parecendo ser falso inimigo...
Ministra aos corações um duro golpe
Levando o amor ao ponto derradeiro
De não ver, ser o ciúme traiçoeiro!
Armando A. C. Garcia
São Paulo, 23/11/2005 (data da criação)
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👁️ 650
Como o fogo !
Como o fogo !...
Como o fogo e a água dão têmpera ao aço
O tempo nos dá a mesma consistência
Na vida a têmpera é moldada no espaço
Que cada um consegue na experiência
Quem não tem experiência, não tem passado
E quem não tem passado, não tem vivência
Sua têmpera está como ferro não malhado
Que o ferreiro leva ao fogo com paciência
Deixa a vida moldar-te com o mesmo banho
Com que se temperam os metais e o rijo aço
Verás então tu, quão grande é o tamanho
Da experiência, do passado e da vivência
E dar-lhe-ás o merecimento que encerra
Valor que hoje olvidas, pela ausência !
São Paulo, 29/08/2011
Armando A. C. Garcia
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Como o fogo e a água dão têmpera ao aço
O tempo nos dá a mesma consistência
Na vida a têmpera é moldada no espaço
Que cada um consegue na experiência
Quem não tem experiência, não tem passado
E quem não tem passado, não tem vivência
Sua têmpera está como ferro não malhado
Que o ferreiro leva ao fogo com paciência
Deixa a vida moldar-te com o mesmo banho
Com que se temperam os metais e o rijo aço
Verás então tu, quão grande é o tamanho
Da experiência, do passado e da vivência
E dar-lhe-ás o merecimento que encerra
Valor que hoje olvidas, pela ausência !
São Paulo, 29/08/2011
Armando A. C. Garcia
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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