Escritas

Conflitos de Amor

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Conflitos de Amor 

Da afeição que eu tanto confiava 
No amor que tão desejada era 
Traição tamanha, jamais esperava 
Quão grande a flama que em mim ardera 

Enfim, só quem ama sabe, compreende 
Que aquilo que se quer e se deseja 
Há sempre alguém, que sem pelejar contende 
Tão suspeito, que em curto tempo se não veja. 

As lágrimas míseros dos dias sofridos 
D’ amor qu’ teve começo, nunca teve fim 
Foram prelúdio de jogador vencido 
Que, na ordem do destino foi traído 

A lealdade das juras já negada 
No amor que sustinha não renova 
Infestam a alma e a vida subjugada 
Como lhe convinha, seu peito aprova ! 

São Paulo, 15/12/2001 
Armando A. C. Garcia 

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