Lista de Poemas
Majestoso mar
Majestoso mar
Majestoso mar de inúmeros mistérios
Na grandiosidade de tua imensidão
Quando agitado és um elemento deletério
Se pacífico, tua beleza é fascinação
Teu espetáculo há miríades é contemplativo
Na história dos povos, foste a grande estrada
O caminho a percorrer significativo
Que descobriu novos mundos na caminhada
Tens tom azul, por vezes esverdeado
Tens a cor do céu, o enigma e o segredo
O deslumbramento e encanto sagrado,
Quando teu dorso não está agitado.
É nesse azul profundo, cheio de segredos
Na imensa extensão do mundo, lá estás
Semeando riquezas, alimentando os medos
Aos que te procuram, roubando-te a paz
São Paulo, 24/09/2012
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Majestoso mar de inúmeros mistérios
Na grandiosidade de tua imensidão
Quando agitado és um elemento deletério
Se pacífico, tua beleza é fascinação
Teu espetáculo há miríades é contemplativo
Na história dos povos, foste a grande estrada
O caminho a percorrer significativo
Que descobriu novos mundos na caminhada
Tens tom azul, por vezes esverdeado
Tens a cor do céu, o enigma e o segredo
O deslumbramento e encanto sagrado,
Quando teu dorso não está agitado.
É nesse azul profundo, cheio de segredos
Na imensa extensão do mundo, lá estás
Semeando riquezas, alimentando os medos
Aos que te procuram, roubando-te a paz
São Paulo, 24/09/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 807
A Primavera – II
A Primavera - II
Vede como é bela a primavera florida
Árvores frutíferas, campos verdejantes
Vede como é belo, o primeiro amor da vida
Estampa-se a alegria, nos rostos radiantes
A primavera, vestiu sua túnica florescida
Para cobrir de graça a alegria esplendorosa
O nascer e o pôr do sol, a manhã garrida
Tornando a vida neste mundo cor de rosa
Houve-se o murmúrio das águas no riacho
Num arroubo prazeroso tudo em festa
Encanto, ostentação, luz e claridade
Na quietude mansa do prado e da floresta
As aves buscam acasalar com seus machos
Florescem as rosas, tudo é fertilidade !
Porangaba, 21/09/2012
Armando A. C. Garcia
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Vede como é bela a primavera florida
Árvores frutíferas, campos verdejantes
Vede como é belo, o primeiro amor da vida
Estampa-se a alegria, nos rostos radiantes
A primavera, vestiu sua túnica florescida
Para cobrir de graça a alegria esplendorosa
O nascer e o pôr do sol, a manhã garrida
Tornando a vida neste mundo cor de rosa
Houve-se o murmúrio das águas no riacho
Num arroubo prazeroso tudo em festa
Encanto, ostentação, luz e claridade
Na quietude mansa do prado e da floresta
As aves buscam acasalar com seus machos
Florescem as rosas, tudo é fertilidade !
Porangaba, 21/09/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 614
Incoerência
Incoerência
Nos fracos por natureza, o mundo pisa
Com a soberba dos loucos desvarios
Como oceano que engole os grandes rios
Visão da fantasia sórdida, concisa
Nesta luta desigual que aqui se trava
Onde os fortes a pisar acostumados
Por vencidos, jamais serão tratados
Já que a fraqueza dos fracos se agrava
Suas prioridades, são sempre as derradeiras
Mal nutrido do alimento necessário
O fraco é fraco até na indumentária
Morre na vida prestando vassalagem
Omitindo coragem, porque não a tem
Desfalecido em desânimo, omissão verdadeira.
Porangaba, 15/09/2012
Armando A. C. Garcia
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Nos fracos por natureza, o mundo pisa
Com a soberba dos loucos desvarios
Como oceano que engole os grandes rios
Visão da fantasia sórdida, concisa
Nesta luta desigual que aqui se trava
Onde os fortes a pisar acostumados
Por vencidos, jamais serão tratados
Já que a fraqueza dos fracos se agrava
Suas prioridades, são sempre as derradeiras
Mal nutrido do alimento necessário
O fraco é fraco até na indumentária
Morre na vida prestando vassalagem
Omitindo coragem, porque não a tem
Desfalecido em desânimo, omissão verdadeira.
Porangaba, 15/09/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 612
De bica em bica
De bica em bica
Em quase todas as bicas as cidade
A sede que a devorava saciava
E assim, procedia, desde tenra idade
De bica em bica, outra bica procurava
Assim na vida, passava seus dias
Buscando saciar sua gula hiulca
Seus favores tinham curtas alegrias
Duração que no bem entender inculca
De bica em bica, sempre outra procurava
Sua idade, apoucou o excesso de secura
Foi-se tornando sem querer menos escrava
Nesta vida, tudo é bom, enquanto dura.
Porangaba 08-09-2012
Armando A. C. Garcia
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Em quase todas as bicas as cidade
A sede que a devorava saciava
E assim, procedia, desde tenra idade
De bica em bica, outra bica procurava
Assim na vida, passava seus dias
Buscando saciar sua gula hiulca
Seus favores tinham curtas alegrias
Duração que no bem entender inculca
De bica em bica, sempre outra procurava
Sua idade, apoucou o excesso de secura
Foi-se tornando sem querer menos escrava
Nesta vida, tudo é bom, enquanto dura.
Porangaba 08-09-2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 720
Germinação
Germinação.
De onde provém a vida senão da morte?
Pode parecer paradoxal a conclusão
Joga uma semente ao solo e se por sorte
Morrer. Da morte nascerá um novo grão
São Paulo, 14/09/2012
Armando A. C. Garcia
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De onde provém a vida senão da morte?
Pode parecer paradoxal a conclusão
Joga uma semente ao solo e se por sorte
Morrer. Da morte nascerá um novo grão
São Paulo, 14/09/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 673
No palco da vida
No palco da vida
Somos atores, representando no palco da vida
Propomo-nos a exercer um determinado papel
Num conflito insolúvel, a vontade é conduzida
Pela força do destino seja acre, ou doce como mel.
A medida do limite entre o ator e homem
Funde-se no mesmo ser da condição humana
De simples mortais iludidos, ou ambiciosos
Ao limite próprio que de cada um emana
Sem adentrar a dimensão do ser divino
Somos protagonistas, em palco fascinante
Com preconceitos a eliminar do mais cretino
Ao mais paradoxal princípio eqüidistante
Que eleva o ser humano à noção de Deus menino
Que há dois mil anos, como nós, foi caminhante !
São Paulo, 13/09/2012
Armando A. C. Garcia
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Somos atores, representando no palco da vida
Propomo-nos a exercer um determinado papel
Num conflito insolúvel, a vontade é conduzida
Pela força do destino seja acre, ou doce como mel.
A medida do limite entre o ator e homem
Funde-se no mesmo ser da condição humana
De simples mortais iludidos, ou ambiciosos
Ao limite próprio que de cada um emana
Sem adentrar a dimensão do ser divino
Somos protagonistas, em palco fascinante
Com preconceitos a eliminar do mais cretino
Ao mais paradoxal princípio eqüidistante
Que eleva o ser humano à noção de Deus menino
Que há dois mil anos, como nós, foi caminhante !
São Paulo, 13/09/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 652
Rio Douro II
Rio Douro - II
Rio Douro, Rio Douro
Ao adentrar Portugal
Mudaste teu corredouro
Amansando-o por igual
Tua fúria indomável
Dez barragens blindaram.
Viraste rio navegável
Nas albufeiras que criaram
Através das eclusas
De uma a outra se transpõe
E o novo rio, acusa
Que a correnteza se foi.
Tua fonte de riqueza
É inestimável, também
A boa gente portuguesa
Quer-te, igual à sua mãe
Tiraram de tuas margens
As azenhas promissoras
Deram-te novas aragens
Com barragens geradoras
O progresso conquistado
Enriqueceu a nação
Cada qual tem o seu fado
O teu, dá-me emoção
Rio Douro, Rio Douro
Quantas saudades me trás
Se já eras um tesouro,
Miranda, não fica a trás
O Douro, na minha terra
Corria veloz para o mar
Os diques, o curso emperra
Caminha agora, devagar
Corria alegre, contente
Nos tempos que já lá vão
Hoje, tudo é diferente
É gradativa absorção
Rio Douro, Rio Douro
Em tua direção à foz,
Levas precioso tesouro
Não precisas ser veloz
Sem socalcos a percorrer
Silencioso caminhas
Régua abaixo, é teu dever
Levar o suco das vinhas
O Rabelo levas as pipas
Num horizonte sem fim
O barqueiro coça as tripas.
Na foz, come um *bacorim.
- *Pequeno leitão
-
São Paulo, 12/09/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 813
Fragmentos - II
Fragmentos - II
Treva monstruosa, que o mundo infesta
Empáfia gente que não olha onde pisa
É uma humanidade que só pensa em festas
Roupas de grife e uma boa camisa
Falam da pátria sem presença e civismo
Falam de amor, só em sexo pensando
A sua atitude é de puro egoísmo
Crise de expressão qu’estão fragmentando
Há um vácuo espiritual em cada ser
Se estou errado, alguém me contradiga
Na vida, seu nome é alguém, um qualquer
Cruzam o tempo, sem oração, sem fadiga
O curso de suas vidas, flui no presente
Os livros de Deus não têm mais as letras
É a dissolução do amor, o inferno ausente
É este o homem de hoje, com seus et cetras
São Paulo, 10-09-2012
Armando A. C. Garcia
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Treva monstruosa, que o mundo infesta
Empáfia gente que não olha onde pisa
É uma humanidade que só pensa em festas
Roupas de grife e uma boa camisa
Falam da pátria sem presença e civismo
Falam de amor, só em sexo pensando
A sua atitude é de puro egoísmo
Crise de expressão qu’estão fragmentando
Há um vácuo espiritual em cada ser
Se estou errado, alguém me contradiga
Na vida, seu nome é alguém, um qualquer
Cruzam o tempo, sem oração, sem fadiga
O curso de suas vidas, flui no presente
Os livros de Deus não têm mais as letras
É a dissolução do amor, o inferno ausente
É este o homem de hoje, com seus et cetras
São Paulo, 10-09-2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 693
Será paixão !
Será paixão !
Será paixão descontrolada,
Arrebatamento sem fim
Sinto a mente desmiolada,
Se estás ausente de mim
Tuas lembranças *atávicas
Têm o olor do jasmim
Como **adaras arábicas
Vivendo um sonho sem fim
Numa alquímica perfeita
Igualmente conhecida
Nossa união se estreita,
Nossos peitos dão guarida
Devagar, sempre avançando
Nosso amor se concretiza
Crescendo, ramificando
E aos poucos se eterniza
Um devaneio, um sonho
Vos peço condescendência
Se desfeito, é tristonho
Por sua ***degenerecência
Finjo tanto acreditar,
Nesta mentira fingida
Ser verdade, chego a pensar
Seres tu, meu amor na vida!
São Paulo, 04/09/2012
Armando A. C. Garcia
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- Ornada; aformoseada
**Virgens árabes
***decaimento; definhamento
Será paixão descontrolada,
Arrebatamento sem fim
Sinto a mente desmiolada,
Se estás ausente de mim
Tuas lembranças *atávicas
Têm o olor do jasmim
Como **adaras arábicas
Vivendo um sonho sem fim
Numa alquímica perfeita
Igualmente conhecida
Nossa união se estreita,
Nossos peitos dão guarida
Devagar, sempre avançando
Nosso amor se concretiza
Crescendo, ramificando
E aos poucos se eterniza
Um devaneio, um sonho
Vos peço condescendência
Se desfeito, é tristonho
Por sua ***degenerecência
Finjo tanto acreditar,
Nesta mentira fingida
Ser verdade, chego a pensar
Seres tu, meu amor na vida!
São Paulo, 04/09/2012
Armando A. C. Garcia
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- Ornada; aformoseada
**Virgens árabes
***decaimento; definhamento
👁️ 636
Amor traiçoeiro
Amor traiçoeiro !
Entreguei meu coração
Ela nunca em mim pensou
Seu amor foi ilusão
Que no tempo se acabou
Nem tudo enfim se perdeu
Das vis palavras fingidas
Algo em mim aconteceu
Nas promessas descumpridas
Rude golpe traiçoeiro
Que ainda me faz sofrer
Teu amor aventureiro
Só me fez foi padecer
Foram falsos teus carinhos
Como falso teu querer
Tu, escolheste os caminhos
Não podes retroceder
Tanta maldade escondida
No peito que me abraçou
Eras minha pretendida
O Teu amor fracassou
Toma cuidado onde pisas
Poderás escorregar
A vida nunca avisa
Quando o chão te vai faltar
Sinto profunda amargura
Tenho na alma lamentos
Sendo falsa tua ternura
Ela era meu aprazimento
São Paulo, 27-08-2012
Armando A. C. Garcia
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Entreguei meu coração
Ela nunca em mim pensou
Seu amor foi ilusão
Que no tempo se acabou
Nem tudo enfim se perdeu
Das vis palavras fingidas
Algo em mim aconteceu
Nas promessas descumpridas
Rude golpe traiçoeiro
Que ainda me faz sofrer
Teu amor aventureiro
Só me fez foi padecer
Foram falsos teus carinhos
Como falso teu querer
Tu, escolheste os caminhos
Não podes retroceder
Tanta maldade escondida
No peito que me abraçou
Eras minha pretendida
O Teu amor fracassou
Toma cuidado onde pisas
Poderás escorregar
A vida nunca avisa
Quando o chão te vai faltar
Sinto profunda amargura
Tenho na alma lamentos
Sendo falsa tua ternura
Ela era meu aprazimento
São Paulo, 27-08-2012
Armando A. C. Garcia
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
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