Lista de Poemas
Da Criação ! (soneto duplo)
Da criação !
Quando nada existia, além dum vácuo profundo
Da imensidão do nada, Deus, criou o mundo.
Nos céus, pôs milhares de astros fulgurantes
Criou oceanos e mares para os navegantes
Surgiu o Sol, para a Terra iluminar
Desabrochou a flor, para nos alegrar
Por lei imutável fez que as águas brotassem
do solo. E, para saciar a sede, caminhassem
dos píncaros da montanha, ao mais fundo vale
Por rios caudalosos, outros menos densos
Pôs relva nos prados, fez bosques e selvas
Deu vida ao homem e milhares de animais
De sua criação, surgiram maravilhas
E em gradativa evolução, mostram os anais
II
E o infinito de onde veio? Como surgiu?
Um sopro do criador criou a luz
Fez a terra girar sobre eixo invisível
Colocou nuvens nos céus e ventanias
Para transportar a água pela atmosfera
Pensou em tudo, com amor e perfeição
Afinal Ele é o Criador eterno, divino
Não podia deixar à força do destino
A conclusão de sua obra preciosa
Os fenômenos da sábia natureza
E na imensidão dos astros, a grandeza
O mar, a terra, o céu, o movimento
A luz, são forças de Deus, o paraíso
O projeto sábio, o conhecimento !
Porangaba, 07/11/2012
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Quando nada existia, além dum vácuo profundo
Da imensidão do nada, Deus, criou o mundo.
Nos céus, pôs milhares de astros fulgurantes
Criou oceanos e mares para os navegantes
Surgiu o Sol, para a Terra iluminar
Desabrochou a flor, para nos alegrar
Por lei imutável fez que as águas brotassem
do solo. E, para saciar a sede, caminhassem
dos píncaros da montanha, ao mais fundo vale
Por rios caudalosos, outros menos densos
Pôs relva nos prados, fez bosques e selvas
Deu vida ao homem e milhares de animais
De sua criação, surgiram maravilhas
E em gradativa evolução, mostram os anais
II
E o infinito de onde veio? Como surgiu?
Um sopro do criador criou a luz
Fez a terra girar sobre eixo invisível
Colocou nuvens nos céus e ventanias
Para transportar a água pela atmosfera
Pensou em tudo, com amor e perfeição
Afinal Ele é o Criador eterno, divino
Não podia deixar à força do destino
A conclusão de sua obra preciosa
Os fenômenos da sábia natureza
E na imensidão dos astros, a grandeza
O mar, a terra, o céu, o movimento
A luz, são forças de Deus, o paraíso
O projeto sábio, o conhecimento !
Porangaba, 07/11/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 629
TROVAS - 06-11-12
TROVAS -06-11-2012
No sonho, de quem só sonha
Esta vida é um mistério
Em sua mente bisonha
O fim é o cemitério !
---------------------------------
Tu, és a fonte da vida
Tu, és a fonte do amor
Coração que dá guarida
O teu nome é Jesus !
---------------------------------
São pobres, os que são pobres
São pobres, os que não são
Aqueles são pobres na vida
Estes, pobres do coração.
----------------------------------
Trago você na lembrança
Aninhada no coração
Alimentando a esperança
De voltares à minha mão.
---------------------------------
Cai a noite de mansinho
Vem o silêncio com ela
As aves voltam ao ninho
Eu, volto pra casa dela.
---------------------------------
É neste recanto bisonho
Que mora meu coração
Poderá parecer um sonho
Nem sonho, nem ilusão.
Pouca gente tem na vida
Um cantinho igual ao meu
Por isso minha guarida,
É um pedaço do céu
Voltei do meu aconchego
À metrópole agitada
Estou pedindo arrego
Pra botar o pé na estrada.
------------------------------
Na vida nada acontece,
Sem uma estrita razão
Nesta vida tudo passa,
Só meu amor por ti não !
Porangaba, 06/11/2012
Armando A. C. Garcia
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No sonho, de quem só sonha
Esta vida é um mistério
Em sua mente bisonha
O fim é o cemitério !
---------------------------------
Tu, és a fonte da vida
Tu, és a fonte do amor
Coração que dá guarida
O teu nome é Jesus !
---------------------------------
São pobres, os que são pobres
São pobres, os que não são
Aqueles são pobres na vida
Estes, pobres do coração.
----------------------------------
Trago você na lembrança
Aninhada no coração
Alimentando a esperança
De voltares à minha mão.
---------------------------------
Cai a noite de mansinho
Vem o silêncio com ela
As aves voltam ao ninho
Eu, volto pra casa dela.
---------------------------------
É neste recanto bisonho
Que mora meu coração
Poderá parecer um sonho
Nem sonho, nem ilusão.
Pouca gente tem na vida
Um cantinho igual ao meu
Por isso minha guarida,
É um pedaço do céu
Voltei do meu aconchego
À metrópole agitada
Estou pedindo arrego
Pra botar o pé na estrada.
------------------------------
Na vida nada acontece,
Sem uma estrita razão
Nesta vida tudo passa,
Só meu amor por ti não !
Porangaba, 06/11/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 586
A Pérola (Infantil)
A Pérola !... (Infantil)
Caminhava pela praia
Um plebeu, pescador
Quando surgiu a princesa
Tão linda como uma flor !
O destino quis que ao vê-lo
Gostasse dele a princesa
E levou-o ao castelo
Pra apresentar à realeza
Nada tinha o pescador
Para princesa presentear
Pescou a pérola mais linda
Que havia no fundo do mar
Seu presente de noivado
Estava ali garantido
Deixou o rei encantado
E aceitou o pedido
Na véspera do casamento
Novamente foi pescar
E pra seu maior contento
Pescou a pérola, que era par
Presenteou a rainha
Que muito agradeceu,
Perguntou donde provinha
Ele disse, que era do céu!
As pérolas eram tão belas
Parecia que tinham luz
Geradas duns cravos velhos
Que pregaram as mãos de Jesus !
São Paulo, 04/11/2012
Armando A. C. Garcia
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Caminhava pela praia
Um plebeu, pescador
Quando surgiu a princesa
Tão linda como uma flor !
O destino quis que ao vê-lo
Gostasse dele a princesa
E levou-o ao castelo
Pra apresentar à realeza
Nada tinha o pescador
Para princesa presentear
Pescou a pérola mais linda
Que havia no fundo do mar
Seu presente de noivado
Estava ali garantido
Deixou o rei encantado
E aceitou o pedido
Na véspera do casamento
Novamente foi pescar
E pra seu maior contento
Pescou a pérola, que era par
Presenteou a rainha
Que muito agradeceu,
Perguntou donde provinha
Ele disse, que era do céu!
As pérolas eram tão belas
Parecia que tinham luz
Geradas duns cravos velhos
Que pregaram as mãos de Jesus !
São Paulo, 04/11/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 623
Os teus conselhos pai
Os teus conselhos pai.
Pai! Como posso não ouvir os teus conselhos
Para desviar-me do curso trôpego das paixões
E passar a acreditar em um só homem
Naquele que na morte só levou espinhos
Porque os cardos, nenhuma flor continham.
Porangaba, 25/10/2012
Armando A. C. Garcia
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Pai! Como posso não ouvir os teus conselhos
Para desviar-me do curso trôpego das paixões
E passar a acreditar em um só homem
Naquele que na morte só levou espinhos
Porque os cardos, nenhuma flor continham.
Porangaba, 25/10/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 643
onipotência
Onipotência
Não vivas o que supões acontecer
Viver o presente é o fenômeno e o fim
É a luz que brilha ao amanhecer
Viver o futuro, é como bala de festim
É viver, ou sofrer por antecipação
É desalento prematuro e profundo
É arrancar esperanças do coração
Romper com o que de bem há neste mundo
É a sombra da lembrança *estiolada
Estrela cadente a despencar dos céus
É o adeus à saudade perpassada
Aonde acorrem rios de sentimentos
Dos bens tempos, tempos que eram teus
O azul da imensidade, sem sofrimentos!
Porangaba, 24/10/2012
Armando A. C. Garcia
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*debilitada; fraca
Não vivas o que supões acontecer
Viver o presente é o fenômeno e o fim
É a luz que brilha ao amanhecer
Viver o futuro, é como bala de festim
É viver, ou sofrer por antecipação
É desalento prematuro e profundo
É arrancar esperanças do coração
Romper com o que de bem há neste mundo
É a sombra da lembrança *estiolada
Estrela cadente a despencar dos céus
É o adeus à saudade perpassada
Aonde acorrem rios de sentimentos
Dos bens tempos, tempos que eram teus
O azul da imensidade, sem sofrimentos!
Porangaba, 24/10/2012
Armando A. C. Garcia
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*debilitada; fraca
👁️ 588
Noites Cegas
Noites cegas !...
Quando as noites eram cegas
Só brilhavam as estrelas
Ou, em noites de procelas
Raios rasgavam as trevas
Com a água que represa,
Tudo o homem modificou
Nas coisas da natureza
Gerou força, iluminou.
Nosso mundo transformou
Noites; tal clarão do dia
O progresso alcançou
A força que o orbe queria.
E, foi rasgando as trevas
Que o planeta evoluiu
Não foram Adões, nem Evas
Nova matéria surgiu,
A cibernética, a robótica
A biologia, a ciência
Hoje, tudo tem outra ótica
Outro cunho, outra aparência
O mundo agora evoluiu
Na arquitetura, na arte
Arranha céus construiu
Eles estão em toda a parte
A evolução da matéria
Conhecimento, informação
Mas, ainda vejo a miséria
Em boa parte do povão
A vulnerabilidade
De mentes introspectivas
Tem gerado instabilidade
Às grandes expectativas
A marcha não se detém
No avanço do progresso
Foi Ela, a Pátria Mãe
Que nos deu este sucesso
Porém, há conjecturas
Quanto aos ensinamentos
E, confusas criaturas
Duvidam dos mandamentos.
Que veio um príncipe ao mundo
Pra nos legar a doutrina
Num sentimento profundo
Para a conversão Divina.
Tão grandes transformações
No plano material
Projetaram as nações
No campo industrial
Expandir os sentimentos
E com eles as emoções
Profundos conhecimentos
Em todos os corações.
É na esperança do progresso
Que a Pátria Mãe acredita
Não pode haver retrocesso,
Na caminhada Bendita.
Porangaba, 04/12/2012
Armando A. C. Garcia
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Quando as noites eram cegas
Só brilhavam as estrelas
Ou, em noites de procelas
Raios rasgavam as trevas
Com a água que represa,
Tudo o homem modificou
Nas coisas da natureza
Gerou força, iluminou.
Nosso mundo transformou
Noites; tal clarão do dia
O progresso alcançou
A força que o orbe queria.
E, foi rasgando as trevas
Que o planeta evoluiu
Não foram Adões, nem Evas
Nova matéria surgiu,
A cibernética, a robótica
A biologia, a ciência
Hoje, tudo tem outra ótica
Outro cunho, outra aparência
O mundo agora evoluiu
Na arquitetura, na arte
Arranha céus construiu
Eles estão em toda a parte
A evolução da matéria
Conhecimento, informação
Mas, ainda vejo a miséria
Em boa parte do povão
A vulnerabilidade
De mentes introspectivas
Tem gerado instabilidade
Às grandes expectativas
A marcha não se detém
No avanço do progresso
Foi Ela, a Pátria Mãe
Que nos deu este sucesso
Porém, há conjecturas
Quanto aos ensinamentos
E, confusas criaturas
Duvidam dos mandamentos.
Que veio um príncipe ao mundo
Pra nos legar a doutrina
Num sentimento profundo
Para a conversão Divina.
Tão grandes transformações
No plano material
Projetaram as nações
No campo industrial
Expandir os sentimentos
E com eles as emoções
Profundos conhecimentos
Em todos os corações.
É na esperança do progresso
Que a Pátria Mãe acredita
Não pode haver retrocesso,
Na caminhada Bendita.
Porangaba, 04/12/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 628
Fim de um romance ! (soneto)
Fim de um romance ! (soneto)
Acabou nosso amor, sob um pretexto fútil
Por fim chego a crer , eu já não ser útil.
As coisas que sinto, eu digo francamente
Não me dou por vencido, apesar de descontente
Detesto lamuriar as injúrias recebidas
Não costumo censurar tuas investidas
Mas desta vez, meu amor sublime e puro
Pede ao pobre coração que seja duro.
Porque um amor candente, cinzas virou
Quando a taça de cristal se esvaziou
E o vinho que nela estava azedou
E, se tão fatal poder, tem o destino
Pobre de mim, que jamais o descortino
E neste momento, sinto-me peregrino.
Porangaba, 07/11/2012
Armando A. C. Garcia
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Acabou nosso amor, sob um pretexto fútil
Por fim chego a crer , eu já não ser útil.
As coisas que sinto, eu digo francamente
Não me dou por vencido, apesar de descontente
Detesto lamuriar as injúrias recebidas
Não costumo censurar tuas investidas
Mas desta vez, meu amor sublime e puro
Pede ao pobre coração que seja duro.
Porque um amor candente, cinzas virou
Quando a taça de cristal se esvaziou
E o vinho que nela estava azedou
E, se tão fatal poder, tem o destino
Pobre de mim, que jamais o descortino
E neste momento, sinto-me peregrino.
Porangaba, 07/11/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 669
Eu quero cantar um fado
Eu quero cantar um fado
Eu quero cantar um fado
Um fado arrasador
Para que leve a saudade
Que tenho do meu amor
Nesse fado meu anseio
Que seja o primor da arte
Seja ele um devaneio
Cantado em toda a parte
Eu quero cantar um fado
Confesso o mais perfeito
Não pode ficar calado
O que sinto no meu peito
é bela a vida e o amor
Quando a alma nele respira
Raios de luz e fulgor
Foco que o cerne aspira
Faz o homem sonhador
E a mulher ser rainha
Nos momentos de amor
Um ao outro se aninha
A beleza transparece
No azul do teu olhar
Como encanto aparece
Neste bardo travador
é um foco interior
A luz que de ti provém
é o foco do amor
Do amor que se quer bem !
Porangaba, 11/11/2012
Armando A. C. Garcia
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Eu quero cantar um fado
Um fado arrasador
Para que leve a saudade
Que tenho do meu amor
Nesse fado meu anseio
Que seja o primor da arte
Seja ele um devaneio
Cantado em toda a parte
Eu quero cantar um fado
Confesso o mais perfeito
Não pode ficar calado
O que sinto no meu peito
é bela a vida e o amor
Quando a alma nele respira
Raios de luz e fulgor
Foco que o cerne aspira
Faz o homem sonhador
E a mulher ser rainha
Nos momentos de amor
Um ao outro se aninha
A beleza transparece
No azul do teu olhar
Como encanto aparece
Neste bardo travador
é um foco interior
A luz que de ti provém
é o foco do amor
Do amor que se quer bem !
Porangaba, 11/11/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 706
A Desgraça !
A Desgraça !
A desgraça é contingência
Tal como o é a fortuna
A ambição, a inteligência
E o desejo os coaduna
À luz da consciência abjeta,
A desgraça é uma chaga
Porém, só cai na sarjeta
Quem acha o trabalho praga.
Se o destino te oprime,
Não busques ociosidade
O trabalho é sublime
Podes curtir à vontade
Despedaçarás a tristeza
Novas forças emotivas
Serão uma chama acesa
E com ela, tu arribas
Se queres resistir à desgraça
Trabalha, semeia e cria
E Deus dar-te-á a graça
De afastar a nostalgia
Consola tua tristeza
Num sábio pensamento
Olha os céus, e com certeza
Alcançarás entendimento
Não sejas cego, ou perdido
Um dia, tu vencerás
E quando for permitido
Tu, encontrarás a paz !
Porangaba, 09/11/2012
Armando A. C. Garcia
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A desgraça é contingência
Tal como o é a fortuna
A ambição, a inteligência
E o desejo os coaduna
À luz da consciência abjeta,
A desgraça é uma chaga
Porém, só cai na sarjeta
Quem acha o trabalho praga.
Se o destino te oprime,
Não busques ociosidade
O trabalho é sublime
Podes curtir à vontade
Despedaçarás a tristeza
Novas forças emotivas
Serão uma chama acesa
E com ela, tu arribas
Se queres resistir à desgraça
Trabalha, semeia e cria
E Deus dar-te-á a graça
De afastar a nostalgia
Consola tua tristeza
Num sábio pensamento
Olha os céus, e com certeza
Alcançarás entendimento
Não sejas cego, ou perdido
Um dia, tu vencerás
E quando for permitido
Tu, encontrarás a paz !
Porangaba, 09/11/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 665
Na tarde bucólica
Na tarde bucólica
Ouço o zumbir das abelhas
Nas flores do meu quintal
O balido das ovelhas
Na pradaria frontal
A tarde amena, bucólica
Na paz, junto à natureza
Transcorre a vida sem cólica
Na essência da pureza
Corre o riacho apressado
Ao fundo da pradaria
Meu cantinho abençoado
Era tudo que eu queria !
Cortam o ar, beija-flores
Nem vejo as horas passar
Da mata virgem olores
Fazem a mente acalmar
O crepúsculo avermelhado
Que surge ao anoitecer
Deixa a relva alaranjada
É coisa linda de ver
As seriemas vez enquanto
Piando sucessivamente
Passam lá no meu recanto
No bucólico ambiente
Já tem frutas penduradas
No pomar que plantei
Tem mangas perfumadas
Laranjas e uvas de lei
Tem peras e tem maçãs
Tem pêssegos e tem mamões
Bananas, figos, romãs
Amoras, limões campeões.
Borboletas de cores variadas
Suaves asas coloridas
Umas azuis, outras douradas
E outras de cores garridas
Cortam os ares vaporosas
Pousando aqui e acolá
Nas azaléias e nas rosas
E no pé do araçá
São Paulo, 06/12/2012
Armando A. C. Garcia
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Ouço o zumbir das abelhas
Nas flores do meu quintal
O balido das ovelhas
Na pradaria frontal
A tarde amena, bucólica
Na paz, junto à natureza
Transcorre a vida sem cólica
Na essência da pureza
Corre o riacho apressado
Ao fundo da pradaria
Meu cantinho abençoado
Era tudo que eu queria !
Cortam o ar, beija-flores
Nem vejo as horas passar
Da mata virgem olores
Fazem a mente acalmar
O crepúsculo avermelhado
Que surge ao anoitecer
Deixa a relva alaranjada
É coisa linda de ver
As seriemas vez enquanto
Piando sucessivamente
Passam lá no meu recanto
No bucólico ambiente
Já tem frutas penduradas
No pomar que plantei
Tem mangas perfumadas
Laranjas e uvas de lei
Tem peras e tem maçãs
Tem pêssegos e tem mamões
Bananas, figos, romãs
Amoras, limões campeões.
Borboletas de cores variadas
Suaves asas coloridas
Umas azuis, outras douradas
E outras de cores garridas
Cortam os ares vaporosas
Pousando aqui e acolá
Nas azaléias e nas rosas
E no pé do araçá
São Paulo, 06/12/2012
Armando A. C. Garcia
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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