Lista de Poemas
Foi-se um ano
Foi-se um ano...
Foi-se um ano, outro voltou
Calam-se as flores do jardim
A vida continuou
Parecendo não ter fim !
Ano Novo, vida nova
A vida, é sempre igual
Ela continua a trova
Fantasiando o carnaval
Ano Novo, vida nova
A vida é mesmo assim
Apesar de cara nova,
...Continua sem ter fim
Nem mesmo as flores do jardim
Sofreram a mutação
Ano Novo é sempre assim
Esperança, desilusão
Mediram o tempo por anos
Anos que não têm fim
De sábios, eram decanos
Desconhecem princípio e fim !
São Paulo, 01/01/2013
Armando A. C. Garcia -
Visite meu Blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Foi-se um ano, outro voltou
Calam-se as flores do jardim
A vida continuou
Parecendo não ter fim !
Ano Novo, vida nova
A vida, é sempre igual
Ela continua a trova
Fantasiando o carnaval
Ano Novo, vida nova
A vida é mesmo assim
Apesar de cara nova,
...Continua sem ter fim
Nem mesmo as flores do jardim
Sofreram a mutação
Ano Novo é sempre assim
Esperança, desilusão
Mediram o tempo por anos
Anos que não têm fim
De sábios, eram decanos
Desconhecem princípio e fim !
São Paulo, 01/01/2013
Armando A. C. Garcia -
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👁️ 611
Se aspiras a felicidade (soneto)
Se aspiras a felicidade (soneto)
Se aspiras a felicidade e a alegria
Todos os esforços, nunca serão em vão
Nem serão de tênue e curta duração
Se eliminares do coração a tirania
Suporta a adversidade com tolerância
Vencerás os ardis, pacientemente
Aqueles, que asfixiam veementemente
Quando o sofrimento foge à paciência.
A frívola e louca exultação da vaidade
É o ópio, amnésia, do ardente desejo
De toda a presunção e futilidade
Sê corajoso para enfrentar a desdita.
O amor é a arma com que pelejo
Para que as inquietações, sejam benditas !
Porangaba, 04/12/2012
Armando A. C. Garcia
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Se aspiras a felicidade e a alegria
Todos os esforços, nunca serão em vão
Nem serão de tênue e curta duração
Se eliminares do coração a tirania
Suporta a adversidade com tolerância
Vencerás os ardis, pacientemente
Aqueles, que asfixiam veementemente
Quando o sofrimento foge à paciência.
A frívola e louca exultação da vaidade
É o ópio, amnésia, do ardente desejo
De toda a presunção e futilidade
Sê corajoso para enfrentar a desdita.
O amor é a arma com que pelejo
Para que as inquietações, sejam benditas !
Porangaba, 04/12/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 584
Pobre dignidade (soneto)
Pobre dignidade (soneto)
Se em cada ser houvesse compreensão
Houvesse amor, respeito, educação
Afastar-se-ia do mundo a maldade
Cada um podia ter privacidade
O ignóbil e pútrido comportamento
De quem roubar e matar, tem no intento
Fica à margem da solidariedade
Que deveria unir a todos na amizade
Mergulhados na injustiça e devassidão
Executores na senda da humanidade
Na morte, vão trilhando a crueldade
Levianamente e sem explicação
Indiferentes à verdade e à razão.
- Expostos ao terror de sua rebelião !
Porangaba, 04/12/2012
Armando A. C. Garcia
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Se em cada ser houvesse compreensão
Houvesse amor, respeito, educação
Afastar-se-ia do mundo a maldade
Cada um podia ter privacidade
O ignóbil e pútrido comportamento
De quem roubar e matar, tem no intento
Fica à margem da solidariedade
Que deveria unir a todos na amizade
Mergulhados na injustiça e devassidão
Executores na senda da humanidade
Na morte, vão trilhando a crueldade
Levianamente e sem explicação
Indiferentes à verdade e à razão.
- Expostos ao terror de sua rebelião !
Porangaba, 04/12/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 626
Natal - 2012
Senhor,
Eu O espero novamente neste Natal
NATAL - 2012
O Natal está chegando
Vem com ele a fantasia
Papai Noel caminhando
Trazendo paz e alegria,
Para toda criançada
Deste imenso Brasil
É uma grande empreitada
Por este mundo infantil
Em todo planeta terra
Ele atende a garotada
Haja presente na serra
Pra atender a criançada
É uma época marcada
Pelo cunho do amor
Quando toda a meninada
Anseia brinquedo melhor
É quando na humanidade
A fraternidade é maior
Onde o alvo é a caridade
Pelo nome do Senhor
Quando se eleva a afeição
No peito, pura ternura
O impulso do coração
Modifica a criatura
No seio da humanidade
Cai uma benção dos céus
Para toda a cristandade,
É Dele, do filho de Deus.
É época na humanidade
Marcada pelo crio do amor
Onde o alvo é a caridade
Âncora eterna ao Salvador
Fazei vós dessa doçura
Diária manifestação
É a definição mais pura
Que toca vosso coração
Nessa mensagem de fé
De paz, carinho e alegria
Teces amor, que só Deus vê
Vais seguindo a estrela guia
Aliviando a miséria
Da dor e da amargura
Darás à alma outra artéria
Serás outra criatura !
Caminharás com Jesus
Consolando teu irmão
No caminho que conduz
A alma à perfeição.
Porangaba, 31/10/2012
Alvissareiros sucessos de Próspero Ano Novo -
- 2013 -
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http://brisadapoesia,blogspot.com
Teu jardim tinha uma rosa
Daquelas da cor do linho
Imponente majestosa
Que me apontava o caminho !
Eu O espero novamente neste Natal
NATAL - 2012
O Natal está chegando
Vem com ele a fantasia
Papai Noel caminhando
Trazendo paz e alegria,
Para toda criançada
Deste imenso Brasil
É uma grande empreitada
Por este mundo infantil
Em todo planeta terra
Ele atende a garotada
Haja presente na serra
Pra atender a criançada
É uma época marcada
Pelo cunho do amor
Quando toda a meninada
Anseia brinquedo melhor
É quando na humanidade
A fraternidade é maior
Onde o alvo é a caridade
Pelo nome do Senhor
Quando se eleva a afeição
No peito, pura ternura
O impulso do coração
Modifica a criatura
No seio da humanidade
Cai uma benção dos céus
Para toda a cristandade,
É Dele, do filho de Deus.
É época na humanidade
Marcada pelo crio do amor
Onde o alvo é a caridade
Âncora eterna ao Salvador
Fazei vós dessa doçura
Diária manifestação
É a definição mais pura
Que toca vosso coração
Nessa mensagem de fé
De paz, carinho e alegria
Teces amor, que só Deus vê
Vais seguindo a estrela guia
Aliviando a miséria
Da dor e da amargura
Darás à alma outra artéria
Serás outra criatura !
Caminharás com Jesus
Consolando teu irmão
No caminho que conduz
A alma à perfeição.
Porangaba, 31/10/2012
Alvissareiros sucessos de Próspero Ano Novo -
- 2013 -
Armando A. C. Garcia
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Teu jardim tinha uma rosa
Daquelas da cor do linho
Imponente majestosa
Que me apontava o caminho !
👁️ 649
Ânsia invisível
Ânsia invisível
Remotas quimeras d'esperanças estioladas
Que albergam em si o incerto destino
Hoje, sei que tudo foi um desatino
Como o orvalho que cai nas madrugadas
Imprecisos e ambíguos pensamentos
Levaram-me a sonhar o impossível
Na ilusão desta vida imprevisível
Como trigais, serpenteados pelo vento
Ou como as ondas que margeiam as praias
Em dias de calmaria e sois dourados
Vivia eu, agarrado às tuas saias !
Mas as aragens dos zéfiros mudaram
E os meus sonhos incertos e, tão sonhados
Como as andorinhas, também migraram !
São Paulo, 07-12-2012
Armando A. C. Garcia
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Remotas quimeras d'esperanças estioladas
Que albergam em si o incerto destino
Hoje, sei que tudo foi um desatino
Como o orvalho que cai nas madrugadas
Imprecisos e ambíguos pensamentos
Levaram-me a sonhar o impossível
Na ilusão desta vida imprevisível
Como trigais, serpenteados pelo vento
Ou como as ondas que margeiam as praias
Em dias de calmaria e sois dourados
Vivia eu, agarrado às tuas saias !
Mas as aragens dos zéfiros mudaram
E os meus sonhos incertos e, tão sonhados
Como as andorinhas, também migraram !
São Paulo, 07-12-2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 621
Indômitos sentimentos
Indômitos sentimentos
Como poderei dizer que eu não gosto
Se é audível a paixão que o amor sustenta
A intensidade da chama se alimenta
Do pavio incandescente de seu rosto
Indômitos sentimentos não vencidos
Avolumam-se nas sonhadas esperanças
Como os sonhos ingênuos das crianças
Nos caminhos do destino percorridos
Desse amor que não finda nem termina
A esperança que não morre tal a sina,
Que me prende ao degredo da paixão
Que sina, que eu carrego e me domina
Se a chama desse amor foi toda em vão
Mesmo assim, ele predomina sem razão !
São Paulo, 27/12/2012
Armando A. C. Garcia
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Como poderei dizer que eu não gosto
Se é audível a paixão que o amor sustenta
A intensidade da chama se alimenta
Do pavio incandescente de seu rosto
Indômitos sentimentos não vencidos
Avolumam-se nas sonhadas esperanças
Como os sonhos ingênuos das crianças
Nos caminhos do destino percorridos
Desse amor que não finda nem termina
A esperança que não morre tal a sina,
Que me prende ao degredo da paixão
Que sina, que eu carrego e me domina
Se a chama desse amor foi toda em vão
Mesmo assim, ele predomina sem razão !
São Paulo, 27/12/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 593
O culto da floresta
O culto da floresta
O silêncio é o culto da floresta
Ouvem-se os galhos ranger quando atiça
Sua ramagem um zéfiro mais forte
Ou, se o mavioso rouxinol na liça
Tenta a fêmea conquistar, faz a corte.
Todo o pulmão da terra, está em festa
Na copa das árvores, aves de mil cores
Cada uma erguendo um hino de gorjeios
A mata envolta em úmidos vapores
Enchendo de oxigênio nossos meios
Vales, outeiros, cidades e nações
Alimenta até, a chama dos vulcões !
Porangaba, 15/11/2012
Armando A. C. Garcia
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O silêncio é o culto da floresta
Ouvem-se os galhos ranger quando atiça
Sua ramagem um zéfiro mais forte
Ou, se o mavioso rouxinol na liça
Tenta a fêmea conquistar, faz a corte.
Todo o pulmão da terra, está em festa
Na copa das árvores, aves de mil cores
Cada uma erguendo um hino de gorjeios
A mata envolta em úmidos vapores
Enchendo de oxigênio nossos meios
Vales, outeiros, cidades e nações
Alimenta até, a chama dos vulcões !
Porangaba, 15/11/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 648
Amor sem fim ! (soneto)
Amor sem fim ! (soneto)
Se era eu, dos teus olhos a alegria
Tua ventura, enfim, a natureza
O farol que teu coração sentia
Hoje, não me amares, causa estranheza
Tu, que razões a tal nunca apontaste
Detraíste o amor em teu falsete
Colocaste-me na cabeça duas hastes
Matando nosso amor com teu *doblete
Vês o que és, não o que não foste comigo
Todo mundo conhece nossa história
Só Deus, para dar-te todo castigo
Porque é lá, que se paga toda a usura
De ferir um amor puro, que na glória
Te amou na vida, até à sepultura !
* Pedaço de vidro, que imita pedra preciosa
Porangaba, 18/11/2012
Armando A. C. Garcia
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Se era eu, dos teus olhos a alegria
Tua ventura, enfim, a natureza
O farol que teu coração sentia
Hoje, não me amares, causa estranheza
Tu, que razões a tal nunca apontaste
Detraíste o amor em teu falsete
Colocaste-me na cabeça duas hastes
Matando nosso amor com teu *doblete
Vês o que és, não o que não foste comigo
Todo mundo conhece nossa história
Só Deus, para dar-te todo castigo
Porque é lá, que se paga toda a usura
De ferir um amor puro, que na glória
Te amou na vida, até à sepultura !
* Pedaço de vidro, que imita pedra preciosa
Porangaba, 18/11/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 547
Vítimas do ócio (soneto)
... Vítimas do ócio (soneto)
Tu, que dormes à sombra da inércia
Do ócio, da preguiça e da ilusão
Teu pobre coração está na solércia
Desperta, desse despojo em vão
O ócio, gera teu escuro pensamento
Com enigmas profundos e tenebrosos
Procura por claro entendimento
Os anos correm, lentos vagarosos
A ignorância no homem é transitória
A evolução é a luz no desatino
E, combater o ócio é uma glória
Liberto do escravizado destino
Aquele que foi vítima na história
Finalmente, volta-se ao Divino !
Porangaba, 15/11/2012
Armando A. C. Garcia
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Tu, que dormes à sombra da inércia
Do ócio, da preguiça e da ilusão
Teu pobre coração está na solércia
Desperta, desse despojo em vão
O ócio, gera teu escuro pensamento
Com enigmas profundos e tenebrosos
Procura por claro entendimento
Os anos correm, lentos vagarosos
A ignorância no homem é transitória
A evolução é a luz no desatino
E, combater o ócio é uma glória
Liberto do escravizado destino
Aquele que foi vítima na história
Finalmente, volta-se ao Divino !
Porangaba, 15/11/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 609
Nunca deixei de amá-la
Nunca deixei de amá-la !
Essa mulher me abandonou,
Nunca deixei de amá-la,
Mesmo quando me trocou
Por não saber conquistá-la
Que cara sou eu, afinal...
Que não consigo esquecê-la
Confesso, era especial
Tanto, que não pude tê-la.
Porque padecer assim
Tormentos e tanta dor
Quando a levaram de mim,
Não levaram meu amor !
Deixou sulcos definidos
Imensa melancolia,
Juramentos não cumpridos
Nas promessas se escondia
Jamais serão esquecidos
Quer de noite, quer de dia
Estão na mente retidos
Esta chama, não esfria.
Estranho comportamento
Esmagou os lampejos meus
Não a esqueço um momento
Como se fora, anjo dos céus !
Vêm lágrimas aos olhos,
Ao pensar no seu carinho.
Enrodilhado em abrolhos
Sem ela, vivo sozinho !
Porangaba, 24/11/2012
Armando A. C. Garcia
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Essa mulher me abandonou,
Nunca deixei de amá-la,
Mesmo quando me trocou
Por não saber conquistá-la
Que cara sou eu, afinal...
Que não consigo esquecê-la
Confesso, era especial
Tanto, que não pude tê-la.
Porque padecer assim
Tormentos e tanta dor
Quando a levaram de mim,
Não levaram meu amor !
Deixou sulcos definidos
Imensa melancolia,
Juramentos não cumpridos
Nas promessas se escondia
Jamais serão esquecidos
Quer de noite, quer de dia
Estão na mente retidos
Esta chama, não esfria.
Estranho comportamento
Esmagou os lampejos meus
Não a esqueço um momento
Como se fora, anjo dos céus !
Vêm lágrimas aos olhos,
Ao pensar no seu carinho.
Enrodilhado em abrolhos
Sem ela, vivo sozinho !
Porangaba, 24/11/2012
Armando A. C. Garcia
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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