Lista de Poemas
Buscarei ! (soneto)
Buscarei !
Buscarei nos mais amplos horizontes
Esquecer infaustas atribulações
Descerei aos vales, subirei os montes
Mesmo que sejam de enormes dimensões
Explorarei por todos os continentes
A razão deste infortúnio, desta desdita,
Palmilharei pelas areias mais quentes
Na busca incansável, pela paz bendita.
Buscarei, como encontrá-la um dia
Sem receio de distância ou caminhos
Será então para mim a suprema alegria
Muito mais, se nesse momento, nesse dia
Encontrar um amor que não tenha espinhos
E traga consigo, a felicidade que queria.
Prangaba, 24/11/2012
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Buscarei nos mais amplos horizontes
Esquecer infaustas atribulações
Descerei aos vales, subirei os montes
Mesmo que sejam de enormes dimensões
Explorarei por todos os continentes
A razão deste infortúnio, desta desdita,
Palmilharei pelas areias mais quentes
Na busca incansável, pela paz bendita.
Buscarei, como encontrá-la um dia
Sem receio de distância ou caminhos
Será então para mim a suprema alegria
Muito mais, se nesse momento, nesse dia
Encontrar um amor que não tenha espinhos
E traga consigo, a felicidade que queria.
Prangaba, 24/11/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 599
Esvoaçando pensamentos
Esvoaçando pensamentos !
Esvoaçando pensamentos
Pra alma, abri as janelas
Recordei felizes momentos
E as facetas mais singelas
O tempo passa ligeiro
Nossa vida o acompanha
Molda o ferro o ferreiro
O tempo ninguém barganha
Colhemos as consequências
Dos dias que nós cruzamos
Mudamos as aparências,
Quanto mais velhos ficamos
Nossas paixões são vontades
Que logo o tempo esfumaça
Os dias são tão vorazes,
Mal se dá conta, ele passa.
É de curta duração
O tempo da mocidade,
Vem, a semi escravidão
Pra labutar à vontade.
Labuta-se a vida inteira
Para se aposentar
O soldo, dá tremedeira
A velhice é de lascar
Esta é a derradeira
Paga, que nos dá tédio
Esta paga é tão fuleira
Que mal dá para o remédio !
Porangaba, 25/11/2012
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Esvoaçando pensamentos
Pra alma, abri as janelas
Recordei felizes momentos
E as facetas mais singelas
O tempo passa ligeiro
Nossa vida o acompanha
Molda o ferro o ferreiro
O tempo ninguém barganha
Colhemos as consequências
Dos dias que nós cruzamos
Mudamos as aparências,
Quanto mais velhos ficamos
Nossas paixões são vontades
Que logo o tempo esfumaça
Os dias são tão vorazes,
Mal se dá conta, ele passa.
É de curta duração
O tempo da mocidade,
Vem, a semi escravidão
Pra labutar à vontade.
Labuta-se a vida inteira
Para se aposentar
O soldo, dá tremedeira
A velhice é de lascar
Esta é a derradeira
Paga, que nos dá tédio
Esta paga é tão fuleira
Que mal dá para o remédio !
Porangaba, 25/11/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 640
Atrás da Felicidade
Atrás da Felicidade
Atrás da Felicidade percorri o mundo
Em cada lugar a vislumbrava adiante
Perdido nesse sonho, imenso, profundo
Via-a, sempre noutro lugar mais distante
E assim, de lugar em lugar eu a buscava
Como se ela fosse a flor de um jardim
Que pode ser colhida. Assim eu a julgava
Ou, com a mágica lanterna de Aladim
Gastei a juventude, à sua procura
A maturidade, até à terceira idade
Entrando nesta, sinto a mesma agrura
Não conseguindo achar a tal Felicidade
O destino a guarda e de mim a escondeu
Deixa saudades a esperança de encontrá-la
Sei que é frágil sua permanência, e eu,
Que a busquei a vida inteira, sem vê-la...
- Cheguei à conclusão que é feita de momentos
Os quais deixamos passar sem perceber
E em tais ocasiões de contentamentos
A tal Felicidade, está-nos a acolher !
Além de ser relativa e passageira
Por vezes nem notamos sua presença
Mesmo estando ao nosso lado a vida inteira
Só na dor, lastimamos a sua ausência !
São Paulo, 27/11/2012
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:
http://brisadapoesia.blogspot.com
Atrás da Felicidade percorri o mundo
Em cada lugar a vislumbrava adiante
Perdido nesse sonho, imenso, profundo
Via-a, sempre noutro lugar mais distante
E assim, de lugar em lugar eu a buscava
Como se ela fosse a flor de um jardim
Que pode ser colhida. Assim eu a julgava
Ou, com a mágica lanterna de Aladim
Gastei a juventude, à sua procura
A maturidade, até à terceira idade
Entrando nesta, sinto a mesma agrura
Não conseguindo achar a tal Felicidade
O destino a guarda e de mim a escondeu
Deixa saudades a esperança de encontrá-la
Sei que é frágil sua permanência, e eu,
Que a busquei a vida inteira, sem vê-la...
- Cheguei à conclusão que é feita de momentos
Os quais deixamos passar sem perceber
E em tais ocasiões de contentamentos
A tal Felicidade, está-nos a acolher !
Além de ser relativa e passageira
Por vezes nem notamos sua presença
Mesmo estando ao nosso lado a vida inteira
Só na dor, lastimamos a sua ausência !
São Paulo, 27/11/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 684
A mente humana ! (soneto)
A mente humana ! (soneto)
Jorram elocuções na mente humana
Como jorra a água do rio na nascente.
Escorrem sentimentos de amor ardente
Como nas retraições de uma pestana
Rainha do meu eu, a todos momentos
É dela que provém os pensamentos
Todas idéias, na visão imaginária
Desde a mais delirante a mais arredia
Das belas estrofes, aos conceitos mais puros
Jorram da mente, definindo amores futuros
Conduzindo os homens à luz da criação
Tão tenazmente e concomitantemente,
Que atingirá a perfeição certamente,
Ao julgar o semelhante, seu irmão !
São Paulo, 27/11/2012
Armando A. C. Garcia
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Jorram elocuções na mente humana
Como jorra a água do rio na nascente.
Escorrem sentimentos de amor ardente
Como nas retraições de uma pestana
Rainha do meu eu, a todos momentos
É dela que provém os pensamentos
Todas idéias, na visão imaginária
Desde a mais delirante a mais arredia
Das belas estrofes, aos conceitos mais puros
Jorram da mente, definindo amores futuros
Conduzindo os homens à luz da criação
Tão tenazmente e concomitantemente,
Que atingirá a perfeição certamente,
Ao julgar o semelhante, seu irmão !
São Paulo, 27/11/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 664
Tigela de sopa
Tigela de sopa !...
Uns olhos que sonham
Como qualquer criança
Que entristecem e anojam
À falta de confiança
Uma sopa na tigela
Almoço que dá fastio
Refeição tão singela
Deixa o estômago vazio
Imaginar melhores dias
É o sonho dessa menina
Que aspira melhorias
No rumo de sua sina
Se a vida é feita de sombras
De luzes é feita, também
Dificuldade não a assombra
Tem o carinho da mãe
Tem esperança no futuro
Um dia será alguém
Se o dia hoje é escuro
Amanhã o sol... já vem
A ressonância que projeta
A singularidade do olhar
Deixa minha alma inquieta
Ao ver a criança penar !
Quanta dor, quanta aflição
Na aspiração dum desejo
Que faz doer o coração
A quem almeja um ensejo
São Paulo, 21/11/2012
Armando A. C. Garcia
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Uns olhos que sonham
Como qualquer criança
Que entristecem e anojam
À falta de confiança
Uma sopa na tigela
Almoço que dá fastio
Refeição tão singela
Deixa o estômago vazio
Imaginar melhores dias
É o sonho dessa menina
Que aspira melhorias
No rumo de sua sina
Se a vida é feita de sombras
De luzes é feita, também
Dificuldade não a assombra
Tem o carinho da mãe
Tem esperança no futuro
Um dia será alguém
Se o dia hoje é escuro
Amanhã o sol... já vem
A ressonância que projeta
A singularidade do olhar
Deixa minha alma inquieta
Ao ver a criança penar !
Quanta dor, quanta aflição
Na aspiração dum desejo
Que faz doer o coração
A quem almeja um ensejo
São Paulo, 21/11/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 624
O Bom Samaritano
O Bom Samaritano
Singela e simpática criatura
Morava sozinha à beira do caminho
E todo aquele que lá passava com secura
Servia-lhe água pura, cheia de carinho
A todos acolhia e dava guarida
Alma bondosa de bom samaritano
Com todos repartia a escassa comida
Que angariava dia a dia, ano a ano
E ali, naquele lugar ermo, sem ninguém
Servia e orientava os caminhantes
Não cobrava de nenhum, nem um vintém
Praticava a caridade eqüidistante
De crenças e religiões pecaminosas
Nasceu ali e ali vive sozinho
Apesar da idade, nunca teve esposa.
Aprendendo com seus pais a dar carinho
Àqueles que cruzam o íngreme caminho
E com fome e sede chegam à sua porta
Exaustos, com os pés cheios de espinhos
Com o sol escaldante, ou à hora morta
A todos recebe e lhes dá acolhida
E na choupana humilde os reconforta
Dá-lhes água e um prato de comida
De batatas e outros que colhe, em sua horta
É o fiel servidor na seara de Jesus
Sem credos ou preceitos exprime amor
Como aquele que um dia expirou na cruz
E o faz de coração. O fiel servidor !
São Paulo, 26/11/2012
Armando A. C. Garcia
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Singela e simpática criatura
Morava sozinha à beira do caminho
E todo aquele que lá passava com secura
Servia-lhe água pura, cheia de carinho
A todos acolhia e dava guarida
Alma bondosa de bom samaritano
Com todos repartia a escassa comida
Que angariava dia a dia, ano a ano
E ali, naquele lugar ermo, sem ninguém
Servia e orientava os caminhantes
Não cobrava de nenhum, nem um vintém
Praticava a caridade eqüidistante
De crenças e religiões pecaminosas
Nasceu ali e ali vive sozinho
Apesar da idade, nunca teve esposa.
Aprendendo com seus pais a dar carinho
Àqueles que cruzam o íngreme caminho
E com fome e sede chegam à sua porta
Exaustos, com os pés cheios de espinhos
Com o sol escaldante, ou à hora morta
A todos recebe e lhes dá acolhida
E na choupana humilde os reconforta
Dá-lhes água e um prato de comida
De batatas e outros que colhe, em sua horta
É o fiel servidor na seara de Jesus
Sem credos ou preceitos exprime amor
Como aquele que um dia expirou na cruz
E o faz de coração. O fiel servidor !
São Paulo, 26/11/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 655
Amor oculto ! (soneto)
Oculto Amor !
Muito embora de ti, me encontre ausente
De qualquer forma, tu és o pilar da ponte
Deste tédio, difuso e permanente
Em que arquivo a saudade no horizonte
Nos esconsos meandros da lembrança
Tua imagem está sempre e ao mesmo tempo
Alimentando nesta vida minha esperança
De superar meu anterior contratempo
Vejo-te, ainda, apesar dos longos anos
Com aquele cabelo, em rabo de cavalo
Sorriso franco, altivo de lusitanos
Como era bela a moça que eu amei
Podou-me, como se poda uma flor no talo
Mesmo assim, a amo e a perdoei !
São Paulo, 27/11/2012
Armando A. C. Garcia
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Muito embora de ti, me encontre ausente
De qualquer forma, tu és o pilar da ponte
Deste tédio, difuso e permanente
Em que arquivo a saudade no horizonte
Nos esconsos meandros da lembrança
Tua imagem está sempre e ao mesmo tempo
Alimentando nesta vida minha esperança
De superar meu anterior contratempo
Vejo-te, ainda, apesar dos longos anos
Com aquele cabelo, em rabo de cavalo
Sorriso franco, altivo de lusitanos
Como era bela a moça que eu amei
Podou-me, como se poda uma flor no talo
Mesmo assim, a amo e a perdoei !
São Paulo, 27/11/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 594
O temor ! (soneto)
O temor ! (soneto)
Nas cidades o sol se escureceu
Envoltas em sangue as multidões
Revolta que cresceu aos turbilhões
E a excelsa justiça não venceu
O medo apoderou-se do cidadão
Escravizado de enigmas profundos
Não naturais, incômodos oriundos
De mentecaptos e sem coração
São seres desprovidos de consciência
Onde sinistra e triunfal é confusão
Onde afogam sua impertinência
Gerando temor em toda a nação
É falta de amor, na maior potência
Que rege o universo e cada coração !
Porangaba, 17/11/2012
Armando A. C. Garcia
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Nas cidades o sol se escureceu
Envoltas em sangue as multidões
Revolta que cresceu aos turbilhões
E a excelsa justiça não venceu
O medo apoderou-se do cidadão
Escravizado de enigmas profundos
Não naturais, incômodos oriundos
De mentecaptos e sem coração
São seres desprovidos de consciência
Onde sinistra e triunfal é confusão
Onde afogam sua impertinência
Gerando temor em toda a nação
É falta de amor, na maior potência
Que rege o universo e cada coração !
Porangaba, 17/11/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 703
Quem
Quem...
Quem no mundo já sofreu *empáfias duras
Empáfias que seu lindo sonho escureceu
Quem no mundo de amor nunca sofreu
é porque apagou suas conjecturas
Quebrando a efígie de seu próprio sonho
De priscos tempos, que o tempo emoldura
Na **aziaga dinâmica, quando risonho
Pensava trazer em si outra figura
O tempo passa, as empáfias, também
E sem termo a negativa universal
Essa natureza que de todos é mãe
é como um oceano cheio de sal
Neste imenso universo que alguém
Rege com sabedoria milenar, sideral !
Porangaba, 25/10/2012
Armando A. C. Garcia
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*orgulho vão; soberba
**azarento; infeliz
Quem no mundo já sofreu *empáfias duras
Empáfias que seu lindo sonho escureceu
Quem no mundo de amor nunca sofreu
é porque apagou suas conjecturas
Quebrando a efígie de seu próprio sonho
De priscos tempos, que o tempo emoldura
Na **aziaga dinâmica, quando risonho
Pensava trazer em si outra figura
O tempo passa, as empáfias, também
E sem termo a negativa universal
Essa natureza que de todos é mãe
é como um oceano cheio de sal
Neste imenso universo que alguém
Rege com sabedoria milenar, sideral !
Porangaba, 25/10/2012
Armando A. C. Garcia
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*orgulho vão; soberba
**azarento; infeliz
👁️ 575
Tu, estrela luzente
Tu, estrela luzente...
Tu, que sempre afagas meu coração
Com teus devaneios, sem limite e fim
Nas minhas lutas, aplacas a emoção
Só tu, acalentas meus sonhos assim
Tu, és a estrela luzente e preciosa
Qual brilhante a cintilar em minha vida
Dádiva, a meus olhos bela, majestosa
Pérola venturosa que deu guarida
A meus sonhos, já outrora sem sentido,
Que esse teu fervor por mim, não se extinga
E, se algum dia por ti, for preterido
Peço a Deus e à natureza que sem *rezinga
E sem perquirir as razões deste pedido
Decretem o veredicto de quem se vinga !
Porangaba, 20/10/2012
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http://brisadapoesia,blogspot.com
- altercação
Tu, que sempre afagas meu coração
Com teus devaneios, sem limite e fim
Nas minhas lutas, aplacas a emoção
Só tu, acalentas meus sonhos assim
Tu, és a estrela luzente e preciosa
Qual brilhante a cintilar em minha vida
Dádiva, a meus olhos bela, majestosa
Pérola venturosa que deu guarida
A meus sonhos, já outrora sem sentido,
Que esse teu fervor por mim, não se extinga
E, se algum dia por ti, for preterido
Peço a Deus e à natureza que sem *rezinga
E sem perquirir as razões deste pedido
Decretem o veredicto de quem se vinga !
Porangaba, 20/10/2012
Armando A. C. Garcia
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- altercação
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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